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24 de outubro de 2012

Brasil:


Domínio Público – Mostrando o Brasil que ignoram


Brasil Vergonha Com uma produção independente, este pessoal produziu um documentário que vai direto na ferida de nosso País, na podridão da politica nacional e os desvios de dinheiro público que ninguém sabe para onde vai. Fortunas investidas em locais que não se vê produção alguma e que, acima de tudo faz com que o povo brasileiro trabalhe ainda mais para pagar tais obras. 
Copa do Mundo, Olimpíadas e outros projetos gigantescos que nosso País não está preparado para receber estão como prioridade, deixando de lado a saúde, ensino e demais pontos fundamentais para que momentos gloriosos venham a acontecer em nossa nação.

Compartilhe, divulgue, mostre que nosso País precisa de ajuda muito mais do que belas estruturas e uma Praia limpa. 

10 de outubro de 2012

Brasil Implanta 7.500 miliares nas fronteiras com a Bolívia, o Peru



BRASÍLIA - O governo brasileiro anunciou terça-feira o lançamento de uma vasta operação ao longo de suas fronteiras com a Bolívia eo Peru, em que 7.500 soldados irá realizar missões de combate por duas semanas contra o tráfico de drogas e outras atividades criminosas.


Autoridades peruanas e bolivianas foram previamente notificadas sobre a operação e foram convidados a enviar observadores como parte dos planos de cooperação transfronteiriça que existem com os dois países, o ministro da Defesa Celso Amorim, disse em um comunicado.


As tropas da Operação Agata 6 terá o apoio de caças-bombardeiros, helicópteros de combate, barcos de patrulha e veículos blindados implantados ao longo dos 4.216 km (2.620 milhas) de fronteiras do país da região amazônica com o Peru ea Bolívia.


Além de realizar tarefas de segurança de fronteira, as tropas também vai realizar uma série de missões sociais, sobretudo no domínio dos cuidados de saúde.


A operação faz parte de um plano de segurança de fronteiras que o governo brasileiro vem desenvolvendo desde o ano passado e será semelhante a uma realizada em agosto ao longo das fronteiras do país com o Uruguai, Argentina e Paraguai.


De acordo com o ministro da Defesa, a Operação Agata 6 será o último deste ano, e será seguido em 2013 por "pelo menos mais três" dimensões semelhantes, com "o objetivo de dar ao Estado brasileiro uma presença em suas fronteiras."


Tomar parte na operação, juntamente com os soldados serão funcionários de ambientais brasileiras, assuntos indígenas e agências fiscais, que, com o apoio das forças armadas irão investigar possíveis crimes em seus respectivos campos.


Na operação realizada em agosto nas fronteiras com Uruguai, Argentina e Paraguai, as autoridades brasileiras apreenderam 880 quilos (1.940 libras) de maconha, cocaína e outras drogas, além de confiscar 11.730 quilos (13 toneladas) de explosivos.
EFE 

25 de setembro de 2012

Brasil

Exército decide dar proteção a Joaquim Barbosa e cria zona de conflito com Dilma Rousseff

Exército decide dar proteção a Joaquim Barbosa e cria zona de conflito com Dilma Rousseff
Azedou a relação entre o Palácio do Planalto e a cúpula do Exército brasileiro. Sem que a presidente Dilma Rousseff fosse consultada, o Exército destacou os melhores e mais preparados oficiais da inteligência para dar proteção diuturna ao ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do Mensalão do PT (Ação Penal 470).

Ao criar o esquema que dá garantia de vida a Joaquim Barbosa, que tem ojeriza a esse tipo de situação, o Exército, que se valeu de militares cedidos à Agência Brasileira de Inteligência, acabou passando por cima da Presidência da República, do Ministério da Justiça e da cúpula da Polícia Federal, que por questões óbvias não foram consultados, mas a quem, por dever de ofício, caberia a decisão.
Exército decide dar proteção a Joaquim Barbosa e cria zona de conflito com Dilma Rousseff
Outros dois ministros do Supremo, Ricardo Lewandowski e José Antônio Dias Toffolli, reconhecidamente ligados ao Partido dos Trabalhadores e a alguns dos seus mais altos dirigentes, também contam com escolta, mas da Polícia Federal. O esquema criado para o ministro-relator não se limite à proteção física, mas inclui também monitoramento constante de ambientes e do sistema telefônico utilizado pelo magistrado.

A proteção ao ministro Joaquim Barbosa foi uma decisão tomada pelo alto comando do Exército e pelo general José Elito, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Esse episódio, que tem como palco a necessária proteção a Joaquim Barbosa, deve aumentar a tensão entre Dilma e os militares, que ganhou reforço extra com a criação da Comissão da Verdade, que investigará apenas os crimes cometidos por agentes do Estado durante a ditadura, deixando de fora os protagonizados pelos terroristas que chegaram ao poder no vácuo de um discurso fácil, repetitivo e mentiroso.

Killuminati

14 de agosto de 2012

Brasil

UND: E assim as coisas caminham, até aqui no Brasil, que vê os desdobramentos lá fora na economia, a mais imediata de se sentir seus efeitos, se algo acontece com a economia no exterior, há  também outros riscos que perambulam a espreita no globo.

Aqui pipocam-se greves,e o governo da Docheff já dá uma de durona ,frente a algumas ameaças elencadas ao país,como segue no texto abaixo.

Esta matéria está também no blog Chega2012, para conhecer o blog lá é só clicar aqui em : Chega2012

Chama o Exército!

BRASÍLIA - Dilma não só mandou cortar o ponto dos grevistas como aprovou um projeto do Exército para garantir a integridade dos prédios públicos e a oferta de serviços essenciais em caso de ameaça externa (improvável) e principalmente de greves (que se multiplicam).

O sistema "Proteger" está orçado em R$ 9,6 bilhões e, com o Sisfron, de monitoramento de fronteiras, vai custar R$ 21 bilhões em 12 anos, apesar de Dilma argumentar com a crise internacional e com a falta de recursos para não dar aumentos ao setor público. O único acordo foi  feito com professores de universidades federais e, mesmo assim, polêmico.


São 13.300 alvos estratégicos do "Proteger", 371 prioritários, como refinarias, hidrelétricas, centrais de telecomunicações e as principais estradas. Brasília, que abriga os três Poderes e as embaixadas, é listada como o alvo número um.

Para definir o sistema, o Exército estudou casos exemplares, como a invasão da CSN, a greve da refinaria de Paulínea e um curto na rede de Tucuruí, que não teve influência de grevistas, mas afetou boa parte do país.

Isso mostra que Dilma não brinca em serviço. Se a democracia prevê o direito de greve, prevê também a garantia dos prédios públicos e dos serviços essenciais à população. Em caso de risco, os militares entram.

É uma boa lembrança quando a elite do funcionalismo testa forças com a presidente: Polícia Federal, Banco Central, Itamaraty, oficiais de inteligência, defensores públicos, auditores da Receita, agências reguladoras (Anatel, Aneel...). Nem todos estão de greve, mas se uniram num movimento único de reivindicação.

O governo avalia que a pressão acaba no dia 31, com a entrega do Orçamento de 2013. É uma visão muito otimista. Os servidores engoliram sapos e ficaram quietos na era Lula (como CUT, UNE, MST) e resolveram devolver agora com Dilma. Não vão recuar tão cedo. O governo do PT revida botando o Exército na parada.


elianec@uol.com.br

Fonte : http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/59609-chama-o-exercito.shtml

9 de agosto de 2012

A Megaoperação de fronteira:

 
Brasil envia 9 mil militares para megaoperação em fronteiras
 
Referente a 07 de agosto de 2012 05h44 atualizado às 08h36

A Marinha do Brasil também participa da Operação Ágata 5. Foto: Marinha do Brasil/Divulgação A Marinha do Brasil também participa da Operação Ágata 5
Foto: Marinha do Brasil/Divulgação

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O governo brasileiro enviou uma força com cerca de 9 mil militares - equipados com helicópteros de combate, navios-patrulha, aviões de caça e blindados - para as fronteiras do País com o Paraguai, a Argentina e o Uruguai. O deslocamento de tropas para a Operação Ágata 5, começou na segunda-feira e deve durar entre 20 e 30 dias.
"É uma operação de fronteira que tem por objetivo, sobretudo, a repressão à criminalidade", afirmou à BBC Brasil o ministro da Defesa, Celso Amorim. A Marinha enviou aos rios da bacia do Prata ao menos 30 embarcações - entre elas três navios de guerra e um navio-hospital.
A Força Aérea participa da operação com esquadrões de caças F5 e Super Tucano, além de aviões-radar e veículos aéreos não-tripulados. O Exército mobilizou infantaria e blindados Urutu e Cascavel de três divisões. As três forças usam ainda helicópteros Black Hawk e Pantera, para transporte de tropas e missões de ataque.
A operação terá ainda o apoio de 30 agências governamentais - entre elas a Polícia Federal - que elevarão o efetivo total para cerca de 10 mil homens. Segundo o general Carlos Bolivar Goellner, comandante militar do sul, a área crítica de patrulhamento será entre as cidades de Foz do Iguaçu, no Paraná, e Corumbá, no Mato Grosso do Sul - onde ocorre a maior incidência de tráfico de drogas e contrabando.
"A ação visa reforçar a presença do Estado na fronteira com a bacia do Prata", disse Goellner. Segundo ele, as fronteiras serão fortemente guarnecidas e como consequência o tráfico de drogas e o contrabando devem ser "sufocados".
Paraguai
O governo brasileiro afirma que o ambiente entre os países da América do Sul é de cooperação na área de defesa. Apesar disso, a alta concentração de tropas nas fronteiras pode ser entendida pelos países vizinhos como um recado, segundo Samuel Alves Soares, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa (Abed).

"Os países (vizinhos) podem interpretar que é uma demonstração de força. (Essa operação) tem um simbolismo, um peso, que pode ser entendido de outra maneira", disse. Ainda segundo Soares, esse entendimento é especialmente possível em relação ao Paraguai, que foi isolado politicamente no mês passado após uma ação diplomática costurada pelos presidentes Dilma Rousseff, Cristina Kirchner e Jose Mujica.
Assunção foi suspensa do Mercosul após destituir o então presidente Fernando Lugo em um julgamento "relâmpago". Segundo Soares, em alguns setores políticos paraguaios a operação Ágata 5 deverá ser entendida como uma ação típica do "imperialismo brasileiro".
Cinturão da paz
Essa possibilidade é descartada pelo ministro da Defesa. "Todos os Estados vizinhos foram previamente avisados, informados, e convidados a enviar observadores (para a operação)", afirmou Amorim durante o VI Encontro Nacional da Abed, em São Paulo, na segunda-feira. Segundo ele, em operações anteriores, a Venezuela e a Colômbia até cooperaram com os brasileiros, fazendo ação semelhante de seu lado da fronteira.

De acordo com Amorim, a diplomacia brasileira criou ao longo dos anos um processo de integração regional e cooperação militar na América do Sul - com órgãos como o Conselho de Defesa Sulamericana, da Unasul - que resultou em um "cinturão da paz" em torno do Brasil.
Segundo ele, por causa disso, a maior ameaça militar contra o Brasil, em tese, é um cenário futuro no qual potências internacionais em conflito venham a se interessar por recursos brasileiros como água, energia e capacidade de produção de alimentos.
"O Brasil deve construir uma capacidade dissuasória crível que torne extremamente custosa a perspectiva de agressão ao nosso País", disse em palestra durante o evento. Porém, Soares explica que tal estratégia assume que, mesmo com grandes investimentos no setor de Defesa, o Brasil não seria capaz de vencer um eventual conflito com uma potência militar internacional - sendo apenas capaz de fazer a empreitada menos atrativa ao adversário.
Criminalidade
A operação Ágata é uma determinação direta da presidente Dilma Rousseff ao Ministério da Defesa. Até agora, cinco edições da operação já foram realizadas, em diversas regiões de fronteira do Brasil, desde o ano passado.

A atual ocorre semanas após o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do partido opositor PSDB, cobrar um maior policiamento nas fronteiras do País ao tentar explicar o aumento da criminalidade em seu Estado. Nas quatro primeiras Ágatas foram apreendidas mais de 2,3 t de drogas, 302 embarcações irregulares e 59 armas.
As Forças Armadas também dinamitaram quatro pistas de pouso clandestinas e fecharam oito garimpos e cinco madeireiras ilegais. Também foram realizados 19 mil atendimentos médicos e 21 mil odontológicos para populações isoladas ou carentes.
Porém, as críticas dos habitantes das regiões atendidas é que quando a operação acaba, os criminosos voltam a agir normalmente. A resposta do Ministério da Defesa é que devido à vasta extensão das fronteiras do país, as operações Ágata visam mais dissuadir as ações de criminosos do que combatê-las diretamente - além de levar a autoridade do Estado para áreas remotas do território.
A pasta afirma ainda que, após o fim das operações, a Polícia Federal faz ações específicas para flagrar criminosos que tentam "recuperar o prejuízo" após um mês de inatividade. Segundo o general Goellner, quando não há operações de larga escala como a Ágata 5, é quase impossível fechar totalmente as fronteiras para a ação de criminosos. "Estamos sempre presentes na região, mas fechar a fronteira não é nossa missão principal, se olharmos só o lago de Itaipú, de Foz de Iguaçu a Guaíra, (encontrar os criminosos que cruzam entram no País em barcos pequenos) é como achar uma agulha em um palheiro, são quase 700 km de lago".
Segurança pública
Para o professor Soares, o governo brasileiro não deveria usar seus militares para fazer o papel de policiais, especialmente em ações domo as Ágatas. "É um equívoco. Não são forças para essa finalidade e perspectiva. Desse jeito, as Forças Armadas irão se transformar em uma espécie de Guarda Nacional", disse.

Para ele, usar os militares como policiais é um desperdício de recursos que poderiam ser usados na preparação e equipamento das Forças Armadas para um eventual conflito com uma nação estrangeira.
Amorim também afirmou que a segurança pública é competência dos Estados e que a função dos militares é a defesa contra "ameaças externas". Disse, porém, que podem haver exceções para essa regra, "desde que limitadas no tempo e no espaço". 
http://noticias.terra.com.br
Via BBC
 

31 de julho de 2012

Caminhonaço: Protesto de caminhoneiros continua e categoria bloqueia estradas em 3 Estados

Tráfego em rodovias do PR, RJ e SC é afetado nesta manhã. Trecho da Dutra, no Rio, tem 27 km de congestionamento; categoria age contra lei que regulamenta jornada de trabalho


O protesto de caminhoneiros continua nesta manhã com bloqueios em várias rodovias do País. Até o momento, três Estados - Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina - registraram movimentos da paralisação. Desde a semana passada, a categoria realizam protestos e fecham estradas contra a lei que regulamenta sua jornada de trabalho.
No Paraná, a Polícia Rodovia Federal (PRF) informou que, desde as 7h30, já foram registrados pelo menos seis manifestações. Nos pontos divulgados pelo órgão, os caminhoneiros estão bloqueado a passagem de caminhões de carga. veículos de passeio e ônibus estão sendo liberados. Para a polícia, as rodovias devem ser liberadas por volta das 18h.
Paulo Dimas/Futura Press
Fila de caminhões pode ser vista nesta manhã na rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro

Seguem os pontos com bloqueios: rodovia PR-323, sentido Umuarama-Cruzeiro do Oeste, na altura do km 303 (entrada da PR-482); PR-082, na altura do km 226, sentido Cianorte a Terra Boa; PR-182, altura do km 458, na cidade de Realeza; PR-180, na região do Trevo, km 437, na cidade de Dois Vizinhos; PR-471, altura do km 222, região de Nova Prata do Iguaçu; PR-151, trecho Pirai-Castro e Castro-Pirai, na altura do km 288.
O Estado do Rio de Janeiro, no momento, é um dos mais afetados. Com as paralisações concentradas na rodovia Presidente Dutra, o trânsito já alcança índices de 27 km de congestionamento. No local, a PRF realiza o monitoramento do protesto e demais veículos circulam, com lentidão, pela faixa da esquerda. Ontem, a rodovia também foi palco de paralisações.
Seguem os pontos com interdições: (sentido Rio de Janeiro) trecho Porto Real-Volta Redonda, região de Barra Mansa, entre os kms 288 e 273; área de Resende, na altura do 306 ao 308 e do km 291 ao 290; (sentido São Paulo) trecho Piraí, na região da Serra das Araras, entre os kms 227 e 228; e no trecho de Barra Mansa, do km 264 ao 276.
Na região de Santa Catarina, persistem seis bloqueios em estradas. O tráfego está parcialmente interditado na BR-282 em três pontos: no quilômetro 605, em Maravilha; no quilômetro 406 em Catanduvas; e no quilômetro 645, em São Miguel do Oeste. Os outros três bloqueios ocorrem na BR-158, no quilômetro 110, em Cunha Porã; na BR-163, no quilômetro 121, em Dionísio Cerqueira; e na BR-480, no quilômetro 123, em Chapecó.
Causas
A categoria protesta contra os baixos valores dos fretes, a falta de segurança nas estradas, o preço do combustível e dos pedágios, a falta de regulamentação da profissão e de uma série de medidas adotadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que, conforme o presidente do MUBC em Minas, José Acácio Carneiro, "acabaram de vez com a categoria".
"O trabalhador paga para rodar. É obrigado a aceitar os fretes baixos, senão não tem dinheiro nem para o diesel", afirmou.
http://ultimosegundo.ig.com.br

30 de julho de 2012

Greve dos caminhoneiros

Greve dos caminhoneiros pode provocar colapso no abastecimento de carnes, alerta Abrafrigo

30/07/2012
A greve dos caminhoneiros que se espalhou por todo o país, como forma de protesto contra a chamada Lei do Caminhoneiro – em vigor desde junho deste ano – que limitou a jornada de trabalho a 10 horas para os contratados e a 12 horas para os autônomos, já está comprometendo o abastecimento de frigoríficos em todos os estados e pode provocar o colapso no abastecimento de carnes, informa a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).
“Sem matéria-prima como bois, aves e suínos os frigoríficios vão ser obrigados a paralisar suas atividades e, sem abate, a proteína animal não irá chegar aos supermercados”, afirmou o presidente executivo da entidade, Péricles Salazar. Segundo ele, o movimento ganhou força neste início de semana, principalmente no Sul do país, onde piquetes estão impedindo o tráfego de caminhões carregando todos tipos de cargas, incluindo animais vivos.

“Somente no Paraná há mais de dez pontos com bloqueios impedindo o tráfego de caminhões”, acrescenta o dirigente da Abrafrigo. Para ele, “já que o maior interessado na legislação está frontalmente contrário a alguns pontos que prejudicam a sua atividade, é o caso de se voltar a discutir e reavaliar alguns pontos da Lei do Caminhoneiro, reunindo todos os setores interessados”, concluiu.

28 de julho de 2012

Brasil:

Greve dos caminhoneiros transforma em pesadelo o fim das férias
28/07/2012 
 
 
A greve dos caminhoneiros, que completou ontem o seu terceiro dia, divide os agentes do setor de transportes de carga no país. De um lado, está o Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC), liderado por Nélio Botelho, que comanda a operação via internet e articula paralisações em vários estados. De outro, entidades ligadas a confederações e associações de transportadores autônomos e a empresas transportadoras são contra a paralisação por verem nela interesses individuais. Todos defendem, no entanto, que é preciso aparar arestas na legislação que, depois de 40 anos de espera, começa a regulamentar o segmento. Ontem, o protesto causou transtornos em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e no Sul do país. Foram 27 pontos de bloqueio no país. O abastecimento ainda não ficou comprometido, mas os atrasos já causam prejuízos para muitos brasileiros que passam ou não pelas rodovias escolhidas como palcos das paralisações.

Em Minas, os manifestantes bloquearam duas das principais rodovias do país: a BR-381 (Fernão Dias), ligação entre Belo Horizonte e São Paulo, e a BR-040, rota do minério e trecho que liga a capital mineira ao Rio de Janeiro. Também houve protesto na MG-050, no Centro-Oeste, e na BR-116, em Governador Valadares. Tendo como estratégia a paralisação de pontos cruciais e sua liberação depois da chegada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os caminhoneiros – ou parte da categoria – obrigaram a todos a compartilhar do seu protesto. Na Fernão Dias, somados os quatro pontos de engarrafamento, as filas ultrapassavam os 40 quilômetros de extensão e viagens previstas para durar seis horas chegaram ser concluídas em 26 horas. Um verdadeiro pesadelo de fim de férias.


Também houve prejuízos e sobrou até para os consumidores. O volume de tomates que chegou ao CeasaMinas caiu 30%, em função do clima e também da greve dos caminhoneiros. Com isso, a paralisação ajudou a elevar os preços da leguminosa em 81% em apenas sete dias. As empresas de transportes de passageiros e de carga tiveram que cancelar viagens para o Sul de Minas. Cargas perecíveis, que deveriam ser entregues com urgência, acabaram estragando na pista. Houve tumultos nos pontos de paralisação. Em Carmópolis de Minas (Sul do estado), caminhoneiros que não concordavam com a greve tentaram furar o bloqueio e atearam fogo em pneus. O próprio líder do MUBC no estado, José Carneiro, saiu do trecho da BR-381 em Igarapé porque tentou liberar a pista por duas horas, mas foi impedido pelos colegas de movimento. Carneiro disse ontem que não há previsão de conversas com o governo e que a greve continua até quando a categoria achar conveniente.


A PRF mineira teve reforço de patrulhamento – vindo de São Paulo – para ajudar nas negociações dos tumultos. No Espírito Santo, uma liminar que ordenou que os manifestantes liberassem a pista até meia-noite, concedida pela Justiça Federal, obrigou os caminhoneiros a se retirarem da estrada, o que começou a ser feito por volta da 8h de ontem. À noite, o fluxo estava livre.


Na visão de agentes e especialistas no segmento, um dos principais motivos de insatisfação dos caminhoneiros é a regulamentação do horário de trabalho prevista na Lei 12.619, que regulamenta a profissão de motoristas profissionais com vínculo empregatício e no Projeto de Lei 271 do senador Paulo Paim (PT), que criou o estatuto do motorista profissional. Ambos impõem regras de descanso e limitam a jornada de trabalho dos caminhoneiros. A lei determina que os profissionais contratados poderão ter jornada diária de 10 horas (oito normais e mais duas extras), com descanso de 30 minutos a cada quatro horas e que o intervalo para almoço deve ser de uma a duas horas. Já os caminhoneiros autônomos poderão trabalhar até 12 horas, com descanso de 30 minutos a cada quatro horas. Eles serão obrigados a fazer 11 horas de descanso ininterrupto a cada 24 horas.


“As mudanças no setor vieram para reduzir os acidentes de trânsito porque tinha caminhoneiro que trabalhava 25 horas, 30 horas e até 36 horas sem parar, tomando rebites. A intenção foi melhorar as condições de trabalho e evitar acidentes”, explica Paulo Paim. “É humanamente impossível fazer o que eles fazem. Não sou contra o movimento. Mas as mudanças necessárias podem ser feitas na Câmara Setorial.”


Vander Costa, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga de Minas Gerais (Fetcemg), reconhece que o preço do frete precisa aumentar, mas não diz em que proporção. A categoria reclama uma correção de 35%. “Mas o frete tem que ser negociado com o cliente. Os preços são regulados pelo mercado.” Segundo cálculos de transportadores, o prejuízo médio por caminhão por dia parado chega a R$ 40.

26 de julho de 2012

Greve de caminhoneiros causa transtornos em estradas. Veja a situação nos estados:

26 julho de 2012 às 10:26 am
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Paralisação de motoristas bloqueou rodovias. Em alguns estados, houve detenção de manifestantes.
Cerca de 30 motoristas bloquearam a BR-116 com faixas. (Foto: Marco André Lima)

Parte dos caminhoneiros do país faz, desde a 0h de quarta-feira (25), uma paralisação para protestar contra normas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que regem as atividades dos profissionais.
A greve é nacional e organizada pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro, que congrega motoristas, empresas e cooperativas de transporte. De acordo com o presidente da associação, Nélio Botelho, as principais reivindicações dos manifestantes são a revogação, o cancelamento e a revisão de normas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
“Algumas normas complicaram o mercado e outras são impossíveis de serem cumpridas. Queremos que sejam refeitas dentro da lei”, afirmou Botelho.
Em nota, a ANTT afirmou que vem mantendo negociações com representantes dos caminhoneiros. A agência também informou que busca o aperfeiçoamento dos requisitos para inscrição no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas e das normas relativas ao pagamento eletrônico de frete.
Veja, abaixo, a situação nos estados:
Espírito Santo – A BR-101 Sul, na localidade de Iconha, região Central Sul do Espírito Santo, teve o trânsito totalmente interditado no sentido Vitória-Rio de Janeiro na tarde desta quarta. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o trânsito antes parcialmente interditado, foi fechado totalmente após um caminhoneiro não aceitar parar o veículo e furar o bloqueio dos manifestantes na pista. De acordo com a PRF, alguns manifestantes seguiram o motorista e a polícia precisou intervir para não acontecer uma agressão.
Minas Gerais – De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), manifestantes fecharam, por volta das 13h30, parte da BR-381, em João Monlevade, na Região Central do estado. Ainda segundo a corporação, três pessoas que participavam do protesto foram encaminhadas a uma delegacia da cidade.
Paraná – Segundo o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Ponta Grossa (Sinditac) e líder do MUBC no Paraná, Neori Leobet, 50% dos 120 mil caminhoneiros aderiram à paralisação. “Segundo informações das concessionárias o movimento de caminhões nas rodovias caiu 60%. Nós concordamos com a paralisação, mas pedimos que eles fiquem em casa, com as famílias”.
Rio Grande do Sul – As rodovias federais do estado têm movimento tranquilo. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não registrou bloqueios por manifestantes. Pela manhã, a BR-392 chegou a ser interrompida por cerca de 20 minutos na altura do km 66, mas o fechamento teria sido ocasionado por um acidente e não pela mobilização dos caminhoneiros, diz a PRF.
Cerca de 30 manifestantes seguem reunidos no local, em um posto de combustível próximo ao acesso a Pelotas para quem chega de Rio Grande, na região sul do estado. Um caminhão que teria tentado furar o bloqueio pela manhã teve os pneus furados, causando o congestionamento na rodovia. A PRF, no entanto, não confirma o incidente.
Saiba Mais:
Fonte: G1

Brasil: Paralização dos Caminhoneiros.


 

 Paralisação de caminhoneiros provoca transtornos em MG e RS


O Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC), que paralisou a atividade dos caminhoneiros do País nesta quarta-feira, dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, informou que a manifestação teve aproximadamente 100% de adesão até as 10h da manhã.De acordo com o presidente do MUBC, Nélio Botelho, o sindicato enfrentou problemas nos Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, com caminhoneiros que insistiram em fechar rodovias."Nesses locais algunas caminhoneiros bloquearam algumas rodovias, o que não era o propósito da manifestação, que tem um caráter ordeiro e pacífico", conta. Conforme Botelho, a manifestação deve prosseguir caso a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não entre em contato para negociar um acordo. "A manifestação vai parar se a ANTT quiser. Mas ainda não recebemos nenhum contato, nenhuma tentativa de acordo", comenta. A pauta de reivindicações contém oito itens sendo o principal a revogação da Resolução 3056/09 pela ANTT, que alterou a Lei 11442/07. Segundo o MUBC, a alteração propiciou a inclusão, no mercado de fretes, de centenas de milhares de transportadores, provocando concorrência desleal e ilegal e gerou fretes defasados, abaixo dos custos operacionais, que teria conduziu o setor a uma dependência e domínio de grandes embarcadores.Além disso, para o MUBC, o cartão-frete impede o recebimento em dinheiro e cheques, obrigando os caminhoneiros a usar o cartão em todas operações, o que faz com que alguns preços subam e exclui alguns autônomos do mercado. Segundo informações divulgadas no site da entidade, o Brasil não suportará greve de mais de dois dias, fazendo com que o governo busque uma solução.Entenda
O MUBC promete paralisar 2 milhões de motoristas caso a ANTT não revogue por completo a resolução 3056/09, que regulamentou as alterações na Lei 11442/07. Segundo a entidade, as alterações propiciaram a inclusão, no mercado de fretes, de milhares de transportadores, provocando uma concorrência desleal e ilegal e que ocasionou os fretes extremamente defasado.Outro ponto apontado pelo movimento é em relação à carga horária e o tempo de descanso definido pelo Estatuto do Motorista (Lei 12619/12). O texto estabelece que o caminhoneiro deva cumprir um tempo de descanso diário de 11 h. Porém, os manifestantes alegam que as rodovias não possuem pontos de apoio para os caminhões pararem.
economia.terra.com.br

29 de junho de 2012

Brasolapso: Brasil já começa a sentir um frio na espinha dorsal da economia

UND: É apesar da falsa euforia que tomou conta de diversas bolsas de valores, nada melhor que uma dose de vamos que vamos até ver onde que vamos chegar. Assim a UE sempre dá aquele jeitinho para ir enrolando a situação de colapso, esta da qual está mergulhada. Vem com medidas bem calibradas, não para resolver o problema, mas para criar futuros problemas. É aquele verdadeiro enredo do galo doido, mudo,cego, manco e sem asas e  que é o de tentar dar esporadas para todos os lados, imaginar que canta alguma coisa e que bate asas, só pra ver qual é o lerdo que o leva pra casa,acreditando que o galo é o melhor que canta no poleiro. A UE é igual a  este galo em frangalhos que só sabe impressionar.

E o Brasil já começa a perceber  que  os efeitos da crise lá fora, não é uma simples marolinha, que os efeitos só estão dando seus  primeiros sinais perniciosos com este rebaixamento da nota de alguns bancos por aqui.

Parece que a ilha inatingível, começa a sentir as ondas da marolinha aumentando e lá no horizonte se vê um mar revolto onde as ondas não estão de brincadeira e onde as ondas podem chegar como uma grande tsunami.

Abraços

Moody’s rebaixa nota de crédito de oito bancos brasileiros

Agência de classificação vem revisando rating de todos os bancos.
Bancos são BB, Safra, Santander, HSBC, Bradesco, Itaú, BBA e Votorantim.

Agencia Estado


A agência de classificação de risco Moody’s informou nesta quarta-feira (27) que rebaixou a nota de crédito de oito instituições financeiras brasileiras entre um e três graus, como parte de sua revisão global de todos os bancos com ratings mais elevados do que o rating soberano de seu país de origem.
“Nossa análise indicou que há poucas razões para acreditar que esses bancos estariam isolados a partir de uma crise da dívida do governo”, justificou a Moody’s, em comunicado. “Mais especificamente, nós notamos uma significativa exposição direta desses bancos para os títulos do governo brasileiro, equivalente a 167% do capital de nível 1, em média”.
A Moody’s rebaixou Banco do Brasil, Safra, Santander e HSBC Bank Brasil – Banco Múltiplo ao nível do rating de crédito soberano do Brasil, ou seja, o grau de investimento Baa2.
BradescoItaú Unibanco e o banco de investimentos do Banco Itaú BBA foram rebaixados em um grau acima do rating soberano, porque possuem fatores que ajudam a mitigar os riscos, incluindo níveis moderados de diversificação transfronteira e altos níveis de negócios e diversificação de resultados, apesar de, em geral, possuírem altos níveis de participação na dívida soberana.
Banco Votorantim foi rebaixado em um grau abaixo do nível do rating da dívida soberana brasileira para refletir o mau desempenho financeiro do banco, incluindo a fraca qualidade e rentabilidade dos ativos e as perspectivas de desafios constantes para a sua solidez financeira.
Nota de risco (Foto: Editoria de Arte/G1)

23 de junho de 2012

Tensão em SP: Mais ataques em nova onda de atentados

Apesar de reforço da polícia, SP tem madrugada violenta


Apesar do reforço do patrulhamento da Polícia Militar na cidade de São Paulo durante a noite desta sexta-feira (22) e sábado (23), a madrugada foi violenta. Segundo a PM, 100 mil homens da tropa estão em estado de alerta após a morte de agentes. Cerca de 1.500 agentes reforçaram o policiamento na capital e Grande São Paulo, e PM disse que o auxilio e vai continuar nos próximos dias. 


Na manhã deste sábado (23), um policial militar foi morto com um tiro na cabeça na rua Godofredo Osório Novaes, s/n, em Ferraz de Vasconcelos, região metropolitana de São Paulo. Segundo um colega de corporação, ele estava saindo de um “bico” quando foi baleado por homens que desceram do carro e atiraram. 

Por volta das 23h45 desta sexta-feira, três criminosos incendiaram um ônibus na avenida Lico Maia, 100, em Conceição, Diadema, na Grande São Paulo. Cerca de 20 minutos depois na mesma cidade, bandidos atearam fogo a um carro roubado, na avenida dos Signos, 569, Jardim Taboão, e o empurraram na rua. O veículo só parou ao bater em um poste. A base da PM fica a 300 metros do local. 

Já na zona norte da capital, um policial militar reagiu a uma tentativa de assalto às 22h30 desta sexta-feira (22) na rua Piedade Duarte de Oliveira, 168, Vila Maria, na zona norte de São Paulo e feriu um suspeito em uma troca de tiros. De acordo com a polícia, o agente estava de folga e os assaltantes tentaram levar o seu carro enquanto ele estacionava próximo de sua casa. 

Em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, três homens foram mortos e um ficou ferido ao serem baleados na rua Augostinho de Paiva, 603, no Jardim Macedônia, por volta das 22h40 desta sexta-feira. De acordo com a polícia, eles foram socorridos a hospitais da região. Três não resistiram aos ferimentos e outro seguia internado na manhã deste sábado (23). 


Uma viatura do 10º Distrito Policial foi alvejada por volta das 16h20 desta sexta-feira na avenida Dr. Assis Ribeiro com a avenida Cangaíba, região da Penha, zona leste da capital. Um pouco mais cedo, criminosos atiraram contra a casa de um policial militar que estava de folga, na zona oeste de São Paulo. 

Além disso, mais dois policiais morreram na madrugada de sexta-feira. O policial militar Osmar Santos Ferreira foi morto no bairro do Grajaú, zona sul da capital paulista. Segundo informações do 50º Batalhão, da Vila São José, por volta das 5h, ele estava a caminho do trabalho, em uma moto, quando foi fechado por um automóvel, na avenida Prefeito Paulo Lauro, altura do número 100. 

Outro policial militar foi morto dentro de um supermercado, no bairro do Capão Redondo, zona sul da capital paulista. Por volta das 20h30 desta quinta-feira (21), o policial Paulo César Lopes Carvalho, de 40 anos, fazia compras no supermercado Cercadão, na rua Henrique Sam Mindlin, número 191, quando três bandidos se aproximaram. 

Na noite de quarta-feira (20), uma base na zona leste, em São Mateus, foi atingida por disparos. Nenhum dos policiais de plantão foi ferido. Na mesma noite, porém, dois PMs foram assassinados, um em Aricanduva, quando foi emboscado por seis homens numa academia, e outro em Pirituba.


O número de policiais mortos em 2012 já chega a 38, de acordo com informações da Polícia Militar. Os dados correspondem a janeiro até esta sexta-feira (22). 
Fonte: R7.com
e mais atualizações sobre este fato no blog Sempre Guerra

24 de maio de 2012

Alerta terrorista em São Paulo:

Ameaça põe em alerta Consulado de Israel em SP

Autor(es): EUGENIO GOUSSINSKY,
Fonte: O Estado de S. Paulo - 24/05/2012

Governo israelense recebeu informações a respeito da possibilidade de um atentado do grupo extremista libanês Hezbollah na capital paulista
O governo israelense, com base em informações sigilosas, alertou o Consulado-Geral de Israel em São Paulo para a possibilidade de um atentado do grupo extremista libanês Hezbollah na capital paulista. A representação diplomática entrou em estado de alerta.
A informação foi dada ao Estado pelo cônsul israelense, Ilan Sztulman, que confirmou ter recebido instruções de seu governo para reforçar a segurança nos arredores do consulado e nas instituições judaicas paulistas. Ele mesmo declarou ter alterado a rotina e cancelado compromissos por motivos de segurança. "Estamos temerosos e com cautela. Tomamos medidas de precaução extrema no trabalho do consulado e de entidades da comunidade judaica", disse ontem o diplomata, que está no cargo desde 2010.
Sztulman afirmou que o governo brasileiro já foi informado sobre a possibilidade de um ataque terrorista e reforçou a segurança nas fronteiras, nos portos e nos aeroportos.
"Temos indícios de que o Hezbollah pretende retomar ataques na América Latina. O Brasil é um dos países que correm risco. Quando me dão o alerta, não dizem o que é exatamente. As fontes de informação são sigilosas. Recebi informações sobre um risco maior, com um pedido de providências para aumentar a segurança."
O andar ocupado pelo consulado, em um edifício na zona sul paulistana, está sob intensa vigilância. Para entrar no local, blindado por uma porta de vidro na entrada principal, é necessário passar por detalhada revista, que inclui a utilização de detector de metais em cada objeto pessoal - incluindo agasalhos, cinto e canetas. Não é permitido o ingresso com mochilas ou sacolas, nem mesmo na sala de segurança. Aparelhos eletrônicos ficam retidos e só podem ser retirados no momento da saída.
Na semana passada, o jornal italiano Corriere della Sera destacou que fontes de alto escalão do governo israelense confirmaram a chegada de membros do Hezbollah, com apoio do Irã, à América do Sul. Segundo a reportagem, a Bolívia e a Colômbia seriam outros possíveis alvos.
Para reafirmar seu temor, Sztulman lembrou os atentados nos anos 90 lançados contra a Embaixada de Israel em Buenos Aires, que deixou 29 mortos, e a entidade judaica Amia, que matou 85 pessoas. Israel e EUA atribuem as ações ao Hezbollah e afirmam que o grupo recebeu apoio financeiro do Irã, que nega as acusações.
Apesar das suspeitas do Ministério Público argentino, as investigações não foram concluídas. "Antes dos atentados também era difícil acreditar que o Irã realizaria um ataque em um país soberano", afirmou o cônsul.
Apesar de um acordo entre o Irã e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) estar próximo, ele não tem dúvidas de que o Irã busca construir uma bomba nuclear. "A discussão não é se o Irã está fazendo a bomba, mas o quanto está avançado."
Ameaça. Sztulman ressalta, porém, que o conflito árabe-israelense não se enquadra na questão. "O Irã não é árabe, é persa. Não temos fronteiras comuns, nunca houve conflito. Israel era aliado do Irã, com voos diários e intercâmbio entre os países", afirmou.
"Nosso problema não é com o povo, mas com o governo iraniano, que busca a hegemonia na região e tenta desviar a atenção de problemas internos, tornando-se uma ameaça ao mundo."

22 de maio de 2012

Brasil: Artigo sobre economia.

A tempestade vem chegando
A inflação tem aumentado mais do que o previsto? Ponham a culpa nas empregadas domésticas! O dólar está disparando? Ah, mas isto é bom para os exportadores! Tungada na poupança? Ah, foi só um pouquinho...


Prezados leitores,
Nesta semana, tenho acompanhado os principais jornais televisivos, para extrair do conjunto uma constatação: o Brasil está começando a embicar a proa.
Percebam o esforço do governo e dos seus mandarins da área econômica no afã de minimizar ou justificar os índices desanimadores que estão chegando, ainda relativamente suaves, como a fina chuva que antecede as trágicas tempestades tropicais.
A inflação tem aumentado mais do que o previsto? Ponham a culpa nas empregadas domésticas! O dólar está disparando? Ah, mas isto é bom para os exportadores! Tungada na poupança? Ah, foi só um pouquinho, e continua a ser o investimento mais seguro e tão rentável quanto sempre...
Ora, as domésticas! A inflação somente tenderá a subir, desde que o salário mínimo está indexado a uma fórmula que soma inflação passada e PIB. Não aprendemos nada com os erros de Dilson Funaro! A inflação não tem outro caminho que não subir a rampa, uma vez que o país atravessa um notório processo de desindustrialização e redução da produção de alimentos, promovido pelo duplo garrote tributário-burocrático, e pela ostensiva perseguição ao agronegócio, a deprimir a oferta em face do crescimento da demanda, ainda mais estando esta última artificialmente estimulada pela irresponsável expansão do crédito para além de todos os limites.
Ora, o dólar! Ora, os exportadores! Não tem sido o dólar mantido em alta até então pelo próprio governo? Porque só agora o governo foi atinar que a desvalorização da moeda americana é boa para o Brasil – por ser boa para os exportadores? Não foi a própria Dilma, que com palavras postas na boca dela por seu ministro “Mantega” (ou será ministro “Maionese”?), ficou a reclamar do tsunami de dólares a invadir o país? - Percebam bem: reclamava daqueles que acediam à sua generosa oferta de títulos públicos! Imaginem um dono de uma churrascaria reclamar de seu estabelecimento estar lotado por cobrar dez reais pelo rodízio? Ora, se os dólares estão chegando, deveriam estar decrescendo em valor.
Ora, a poupança! Em cento e vinte anos, jamais a poupança foi tungada, a não ser por breve período em que o então presidente Collor a reteve como empréstimo compulsório – e mesmo assim sem ter os seus rendimentos afetados. Agora, olhem por quais mãos foi ferida: as do Partido dos Trabalhadores - PT, aquele que sempre se posicionou ante os holofotes como o defensor das classes pobres e operárias! Foi pouco? Foi, sim, mas foi no “seu”, caro amigo! A diferença entre o dinheiro captado pela poupança e o dinheiro emprestado pelos bancos continua praticamente intocada, assim como incólume a ganância tributária estatal.
E já que estamos a falar dos juros, vamos a outro termômetro preocupante: os pátios das montadoras estão repletos! A mídia, abonadora do governo, tem investido no discurso das ótimas condições favoráveis aos consumidores e no “crédito responsável” praticado pelos bancos, negligenciando ao público que os calotes do setor têm escaldado os financiadores e que afinal, as pessoas não estão podendo mesmo trocar os seus carros, por já estarem atoladas em dívidas.
Estamos apenas vivenciando um momento de brumas. A tempestade vem chegando da Europa. Preparem-se.


Maus presságios que se confirmam

Publiquei na sexta-feira (18) o prognóstico acima, nada abonador, da situação econômica pela qual vivemos no país, desmentido o que vinha sendo divulgado pela grande mídia, a endossar as declarações diversionistas do governo ou servindo como antepara amortecedora às más notícias.
O artigo, em resumo, colocou aos leitores os fatos como estão acontecendo na realidade: Salário mínimo indexado, desindustrialização, redução da produção agrícola, aumento do crédito e tungada na poupança não podem resultar em prosperidade “sustentável” como agora está na moda dizer, mas apenas em um quadro duplamente depressivo e inflacionário.
Como há muito venho dizendo: não sou um gênio e gentilmente declino dos títulos que alguns leitores mais empolgados a mim conferem, como o de “doutor” e por favor, muito menos, o tal de “especialista”, ainda que eu tenha realmente um diploma de especialização em Direito Tributário. Faço isto em combate à “síndrome de doutorismo”, que assola o nosso país, pela qual qualquer imbecil acredita que com um canudo na mão se lhe atribua automaticamente a prerrogativa de afirmar com um olímpico semblante qualquer besteira sobre qualquer assunto que desconheça por completo. Está aí uma boa sugestão aos psiquiatras, para incluírem uma nova CID, isto é, se já não há.
Não, meus amigos! Sou só um brasileiro comum! A única diferença, e que parece cada vez mais se destacar, é que mantenho intacto o meu juízo, ciente que estou de todas as manobras gramscistas e marxistas performadas pelos empulhadores ideológicos, as quais acompanho permanentemente as pegadas. Só isto.
Se a mim se reputa algum “poder” de prever as coisas– e vocês podem conferir nos artigos que tenho publicado – não é por outra razão que não o conhecimento dos fundamentos da Escola Austríaca de Economia e de alguns grandes intelectuais clássicos, bem como o faro treinado para perceber o fedor dos embusteiros comuno-social-petistas. Quanto a estes, a regra é uma só: desconfie sempre do que dizem – todo discurso vindo de um comuno-social-petista tem segundas, terceiras e quartas intenções – aliás, frequentemente eles mesmos confessam isto ostensivamente, embora costumem imputar tal sentença a todas as pessoas, num gesto que em si já é a prova flagrante de suas urdiduras.
Meus textos tem gozado de credibilidade progressiva, considerando o número crescente de pessoas que passam a ler dos meus artigos com fidelidade e que repassam aos seus conhecidos! Sem nenhum tipo de patrocínio ou de propaganda – nem mesmo um mero cartão de visitas, dou-me o trabalho de distribuir - vou me virando para encontrar a verdade e apresentá-la aos leitores em linguagem destituída de tecnicismos que mais servem aos propósitos de ocultar.
Pois, ora, ora, vejam vocês que na própria noite da mesma data em que expus os maus fundamentos da nossa economia, o Jornal Nacional solta a boiada com a reportagem Índice considerado prévia do PIB cai pelo terceiro mês seguido, na qual que “a economia perdeu fôlego”. Segundo a matéria, “Os dados mais recentes mostram que a produção industrial e a demanda por crédito estão em queda, assim como a geração de empregos. A venda de carros nos primeiros meses de 2012 foi mais fraca e por isso os estoques das montadoras estão cheios.
Agora, preocupem-se e antecipem-se cada vez mais, porque o que vai agora é de lascar:
Como a atividade econômica está abaixo do que o próprio governo esperava, a presidente Dilma Rousseff pediu providências ao Ministério da Fazenda. Nesta sexta-feira, o ministro Guido Mantega se reuniu no fim da tarde, em São Paulo, com representantes do setor automotivo. Essa reunião faz parte de uma série de consultas que o ministro está fazendo com setores da economia. Em entrevista ao jornal Valor Econômico,Guido Mantega disse que na semana que vem vai anunciar um pacote de medidas para aumentar a oferta de crédito ao consumidor.
Como vocês podem ver, o ministro Maionese, isto é, Mantega, está anunciando que pretende conter o fogo com gasolina, ou ainda, que pretende tratar o diabético com doses extras de soro glicosado, para usar duas expressões bem clichês mas perfeitamente apropriadas.
A demanda por crédito está em queda, e não é por outra razão os brasileiros já estão fartos de se endividar!

Quem começar a atrair para si mais dívidas, tende a fazer faltar para si o básico, inclusive a feira. Acabou-se a farra do dinheiro ex-nihilo! O que o governo quer fazer é insistir em torcer a garrafa vazia para ver se ainda sai uma gotinha da sua cachaça destilada lá em Keynesilândia.
Percebam os leitores o comportamento cúmplice do governo com relação aos seus “intocáveis”, a ponto de se consultar com o setor automotivo para saber deles o que é preciso para a economia começar a crescer! Mais protecionismo, é o que dirão! Ei, ei, ei! Eu também sou brasileiro! Eu também trabalho e pago impostos, assim como o “Seu” João, dono de uma fábrica de panelas, ou a “Dona” Maria, dona de um restaurante!
Para piorar um quadro nada alentador, ainda na semana passada, em ocasião em a “presidanta” Dilma Roussef condecorou a economista Maria da Conceição Tavares com o prêmio Prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia de 2011, a suprema mandatária aproveitou para decretar que “o Brasil vive momento de ruptura com a prática de delegar a condução do crescimento exclusivamente às forças de autorregulação do mercado, excluindo o interesse da sociedade das decisões econômicas” e que “o país vive uma “benigna” transformação de subordinação da lógica econômica à agenda dos valores indissociáveis da democracia e da inclusão social.”
Alguém aí quer apostar contra um avanço da malfadada interferência estatal na economia daqui por diante?
Para quem não conhece a condecorada ou andava meio esquecido, trata-se daquela bolorenta portuguesa naturalizada petista que com sua voz de taquara rachada e modos de um dono de bar de estivadores vivia em frente às câmeras televisivas a declamar as piores críticas às medidas econômicas realizadas pelos governos antecessores de Lula. Nunca falou algo que prestasse. Um amigo meu aludiu ao seu título de doutorado como o mais mixuruca do sistema de ensino, praticamente o “Mobral” da pós-graduação. Como lhe respondi, a um petista o que importa é o canudo, as comendas vêm no automático.
Pelo visto, o governo pretende simbolizar na figura da homenageada a fórmula da sua condução da política econômica. Escrevam aí: cuidem-se!
 http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/13077-a-tempestade-vem-chegando.html

9 de maio de 2012

Brasil: Economia

UND: Engraçado e vejam como são as coisas. Tratamos mais das questões econômicas lá fora que não são as das melhores. Mas pesquisando em sites e lá entre um assunto e outro tratado, sobre economia global, eis que aparece algo a respeito da crise falando sobre a economia brasileira.
Não ouvimos ou vemos nas mídias mestras de plantão, algum comentário sobre a situação do país ilha, inatingível pela marola,que mais serve a dar  a falsa impressão de que aqui é um porto seguro.Claro que para aqueles que vem aqui para descarregar dinheiro atrás de bons juros e claro aproveitar -se da ainda dinâmica economia, que cresce as custas de créditos e deixa bem visível se tirarmos o véu, uma bolha bem grande. A Europa é bem ali, não estamos em outro planeta,apesar de alguns insistirem que o Brasil é um planeta a parte.


Brasil: o primeiro dos BRICS a entrar em recessão?

Uma série de bancos brasileiros vem sendo pressionados na bolsa local desde a última semana, após anúncio do empresariado de que suas perdas potenciais, devido a créditos podres, irão de certa forma subir significativamente no segundo trimestre. Novos dados conjunturais mostram que encolheu a produção industrial brasileira em abril e as empresas começam a diminuir os postos de trabalho. O Banco Central reagiu por último com a redução dos juros básicos em gordos 75 pontos, para 9%. Muitos analistas têm dúvidas, se esta medida vai ajudar a proteger a economia brasileira a não escorregar em uma recessão.
http://inacreditavel.com.br

2 de março de 2012

Brasil declara nova guerra cambial ( Será que o Brasil é uma fortaleza mesmo? )

Agora que nossas autoridades estão percebendo a gravidade da crise lá fora.

É claro que quem quer  defender seu espaço lá fora ( digo as nações mais endividadas) usam destas ferramentas ( aumentar o fluxo de dinheiro ) para tirar vantagens daqueles que supostamente crescem,( Brasil ) mas que  não demonstra o tamanho dos problemas que aqui temos.

Será mesmo que o Brasil é uma ilha fortaleza como muitos adoram cantarolar por aí?

Os desequilíbrios financeiros não se resumem nos EUA e UE, ambos em crise, a economia global está totalmente desorientada, sem um norte para seguir, guerra cambial é um mal sinal, pois não existe guerra boa. Criam este clima para especular e assim causar mais distúrbios ao mercado.

A agenda segue rumo a NOM.

 

Jornais estrangeiros veem nova ‘guerra cambial’

2 de março de 2012 | 7h00
Sílvio Guedes Crespo
Os dois principais jornais de economia e finanças do mundo, o americano “Wall Street Journal” e o britânico “Financial Times”, publicaram reportagens nesta sexta-feira, 2, a respeito das medidas tomadas pelo governo brasileiro para tentar conter a valorização do real.
O primeiro diz no título da reportagem que o “Brasil intensifica a batalha para frear a alta do real”, enquanto o segundo afirma que
o País “declara uma nova guerra cambial”.
Ambos reforçaram a informação, já comentada em sites na quinta-feira, de que a mudança no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) tem pouco efeito no mercado, mas vale como um sinal de que o governo está disposto a usar suas munições para conter a apreciação do real.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem que a taxa de 6% de IOF sobre empréstimos no exterior, que incidia apenas as operações com vencimento de até dois anos, passaria a valer também para aquelas com prazo de até três anos.
Paralelamente, o Banco Central vem atuando no mercado de câmbio, por meio da compra de dólares à vista e no mercado futuro.
O governo argumenta que a política de afrouxamento monetário dos países ricos (o que inclui emissão de moeda) faz aumentar a quantidade de recursos nas mãos dos investidores, que, por sua vez, levam parte desse capital para países emergentes, como o Brasil, de forma especulativa.
“O ministro da Fazenda do Brasil e a presidente estão defendendo a moeda deles”, afirma o “Journal”.
No “FT”, o texto da versão impressa limita-se a descrever e explicar as medidas do governo brasileiro. Mas um artigo no blog BeyondBrics, do mesmo jornal, traz uma opinião sobre o caso. Recomenda que os investidores não ignorem “retórica belicista” de Mantega porque “desta vez a presidente se envolveu com a questão”.
Além disso, “Mantega sabe que tem grande parte do mundo emergente do seu lado”. O Peru e a Coreia do Sul também adotaram medidas de controle de capital.
China
Em outra reportagem, o “Journal” diz que a China está diversificando seus ativos, de modo a reduzir a participação do dólar em suas reservas, “uma tendência que pode significar menor fluxo de capital oriundo de Pequim e um possível aumento dos custos de empréstimos na economia americana”.
Abaixo, parte de uma arte publicada no “Journal”. As barras representam o tamanho das reservas chinesas. A parte de baixo das barras, em azul, se refere ao valor dos títulos americanos em poder dos chineses. O restante das barras, em verde, corresponde aos demais ativos que compõem a reserva do país asiático. Repare que a quantidade de títulos americanos em poder do governo chinês não parou de subir, mas corresponde a uma proporção cada vez menor do total das reservas, que é a barra inteira.

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