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4 de novembro de 2011

Level 42 - Lasso the moon


Fonte: Youtube

Artigo: O Irã e a Perigosa Aposta de Israel

Obs do UND: Cá entre nós.
Se Israel levar adiante o que vem sendo ventilado aso quatro cantos sobre um ataque as instalações nucleares iranianas, será um verdadeiro tiro nem no pé e sim na crânio de Israel.
Eles que tanto alegam que sua segurança e existência estejam ameaçadas pelas ambições milinucleares iranianas, estarão se auto sentenciando a sua total destruição.
Pois um ataque ao Irã, não se sabe quais as chaces de sucesso, já que suas instalações nucleares está bem protegidas e muitas escondidas em bunkers que um simples ataque de mísseis ou da aviação fará algum efeito muito prático.
A reação será a mesma que darem as chaves para destrancarem os portais do inferno é assim que vejo uma investida tão lunática da parte de Israel ou de qualquer que seja contra o Irã. 
Este ataque não está longe de acontecer e quando acontecer não ficará pedra sobre pedra, esta é a realidade.
Quando tivermos que contar 5 pontas em uma dada contagem de números, as cinco pontas do pentágono, tem se a  estrela de David  fecha se o circulo e entraremos na constelação de 5 grandes estrelas envolvidas, com 5 componentes de menor  brilho  que por ventura estejam envolvidos numa escala regional.
Acima apenas uma conjectura, nada mais a dizer e leiam o artigo abaixo.
Boa noite a todos.






Não se trata mais de hipótese: os falcões americanos e o governo britânico estão dispostos a apoiar ação militar de Israel contra o Irã, embora grande parte da opinião pública israelita advirta que essa aventura é arriscada. Aviões militares de Israel fazem manobras no Mediterrâneo, e já se fala no emprego de mísseis de  médio alcance contra o suposto inimigo. Seus líderes da extrema-direita, entre eles religiosos radicais, estimulam os cidadãos, com o argumento de que se trata de uma luta de vida ou morte.
Toda cautela é pouca na avaliação política da questão de Israel. Em primeiro lugar há que se separar o povo judaico do sionismo e do Estado de Israel — que parece condenado a sempre fazer guerra. Como disse um de seus grandes pensadores, se todos os estados possuem um exército, em Israel é o exército que possui o estado.
É explicável que, com sua história atribulada e as perseguições sofridas, sobretudo no século 20, sob a brutalidade nazista, os judeus se encontrem na defensiva. Isso, no entanto, não autoriza a insânia de sua política agressiva contra os palestinos em particular, e contra os muçulmanos em geral.
A política belicista de Israel, alimentada pelos fundamentalistas, e estimulada pelos interesses norte-americanos, tem impedido a paz na região. Os palestinos são tão semitas quanto os judeus, embora muitos dos judeus procedentes da Europa não sejam semitas em sua origem étnica, posto que convertidos a partir do século 8. Os dois povos poderiam viver em paz se o processo de ocupação da Palestina pelos judeus europeus tivesse seguido outra orientação.
Mas o passado não pode ser mudado. Sendo assim, é tempo para o entendimento entre os dois povos — mas para parcelas das elites de Israel e seus patrocinadores americanos, a guerra é um excelente negócio. Sem a guerra, a receita de Israel — um território pobre de petróleo, tão próximo das mais pejadas jazidas do mundo — seria insuficiente para manter seu poderoso e bem remunerado exército e suas elites dirigentes, contra as quais começam a mover-se também os indignados, e com razão.
Israel nasceu sob o ideal de um sistema socialista baseado na solidariedade dos kibbutzim, mas hoje não se distingue mais dos países capitalistas. Os ensandecidos partidários da ação militar contra Teerã talvez imaginem que essa iniciativa tolha o reconhecimento do Estado da Palestina pela ONU, mas deixam de atentar para os grandes riscos da operação, apontados pelos judeus de bom-senso.
Em primeiro lugar há uma questão ética em jogo, que o mundo já medita há muito tempo: por que Israel pôde desenvolver as suas armas nucleares, e os outros países da região não podem investigar o aproveitamento do conhecimento nuclear para fins pacíficos?
Em visão mais radical, mas nem por isso contrária à ética: por que Israel dispõe de 200 ogivas nucleares e os outros países não podem dispor de armas atômicas? O que os faz tão diferentes dos outros? Se o Estado de Israel se sente ameaçado pelos vizinhos, os vizinhos também têm suas razões para se sentirem ameaçados por Israel.
Façamos um rápido exercício lógico sobre as consequências de um ataque aéreo — que já não se trata de hipótese, mas de timing — de Israel às instalações nucleares do Irã. Como irão reagir a Rússia e a China e, antes das duas grandes potências, o que fará a Turquia? A Grã-Bretanha, segundo informou ontem The Guardian, já está estudando participar de uma expedição contra o Irã, e só o governo dos Estados Unidos — exceto alguns falcões — está relutante.
Haveria, assim, uma aliança inicial entre Sarkozy, Cameron e Netanyahu contra o Irã. Talvez os europeus e os próprios norte-americanos vejam nesse movimento uma forma de superar o acelerado descontentamento de seus povos contra a submissão dos estados aos banqueiros larápios.
O encontro de um bode expiatório, como parece a propósito a antiga Pérsia, poderia ser uma forma de buscar a unidade interna de ingleses, franceses, norte-americanos — e judeus. É ingenuidade imaginar que o provável ataque se concentrará nas instalações de pesquisa nuclear. Uma vez iniciada a agressão, ela não se limitará a nada, e se repetirá o holocausto da Líbia, com seus milhares de mortos e feridos, em nome dos “direitos humanos” dos ricos.
O mapa geopolítico de hoje é um pouco diferente do que era em 1948 e 1967, quando se criou o Estado de Israel e quando ele se ampliou para além das fronteiras estabelecidas pela comunidade internacional.
É assustador pensar em uma Terceira Guerra Mundial, com novos atores em cena, entre eles possuidores das armas apocalípticas, como a China, o Paquistão e a Índia. Diante da insanidade de certos chefes de Estado de nosso tempo, é uma terrível probabilidade — e com todas as consequências impensáveis.
Fonte: Jornal do Brasil -artigo de Mauro Satayana

Segue a lista dos bancos mais pobrezinhos do Universo terrestre

 Tadinhos né? Nós que somos riquíssimos.
Eu não queria ser o mais pobrezinho como por exemplo o Bank of America. 
Muito pobre pro meu gosto.
Obrigado ao amigo Jonh Boss pelo link ao UND

Os mais mais do Ranking dos Bancos. Aquele que gere o nosso rico dinheirinho.


São 29 e foram escolhidos como os mais importantes do sector financeiro global. Considerados como «demasiado grandes para falirem», estes bancos viram as exigências de capital serem agravadas no G20, reunido em Cannes. O objectivo é garantir que, perante nova crise, não serão os contribuintes a pagarem os problemas.

Mas, afinal, que bancos fazem parte desta lista?
Do conjunto das 29 instituições financeiras, 17 são europeus, oito norte-americanos e quatro são asiáticos. Veja a lista:

- Bank of America (EUA);

- Banco da China (China);

- Bank of New York Mellon (EUA);

- Banque Populaire Caisse d'Epargne (França);

- Barclays (Reino Unido);

- BNP Paribas (França);

- Citigroup (EUA);

- Commerzbank (Alemanha);

- Credit Suisse (França);

- Deutsche Bank (Alemanha);

- Dexia (Franco-belga);

- Goldman Sachs (EUA);

- Group Crédit Agricole (França);

- HSBC (Reino Unido);

- Banco ING (Alemanha);

- JP Morgan Chase (EUA);

- Lloyds Banking Group (Reino Unido);

- Mitsubishi UFJ FG (Japão);

- Mizuho FG (Japão);

- Morgan Stanley (EUA);

- Nordea (Suécia);

- Royal Bank of Scotland (Escócia);

- Santander (Espanha);

- Société Générale (França);

- State Street (EUA);

- Sumitomo Mitsui FG (Japão);

- UBS (Suíça);

- Unicredit Group (Itália);

- Wells Fargo (EUA) 
Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Uma canja do que diz Fulford sobre o fim do sistema financeiro dos Rothschild

Com a permissão do blogueiro da Pílula Vermelha , que traduz os informes de Benjamin Fulford e dada a trasncendência desta em paricular, copio a continuação , convido-los a  a seguir con atención este blog,  pois Fulford  é a pista mais clara agora mesmo a solução do colápso financeiro internacional
Está o monopólio da banca Rothschild a ponto de ser desmantelado?
Publicado por Benjamin Fulford
 Novembro 2011
 A situação na Europa está deixando a desejar  isso é claro a todos, salvo os cérebros mais lobotizados , que algo histórico está ocorrendo.A coisa vai assim, os elementos criminais na parte superior da estrutura de poder do Ocidente, especialmente na parte superior do sistema financeiro tem se privado de sua máquina de imprimir dinheiro.  Como resultado, o FMI os principais bancos europeus e  americanos estarão insolventes. Nenhuma quantidade de papeis ou propaganda vão ocultar esta verdade fundamental. Os governos da Grécia,a, Irlanda, Portugal, Italia, etc sabem que as dividas que supostamente devem aos banqueiros foram  criadas mediante anotações fraudulentas e por consiguinte não tem que ser reembolsadas. É por isso que os bancos de repente anunciaram que Grécia só teria que pagar os 50% de sua divida, que ainda  assim lhes destruiría. Os bancos estão esperando um resgate por parte do dinheiro dos contribuintes, que sinceramente não vai passar. Se acabou o jogo. A camarilha  da banca Rothschild está chegando ao seu fin. Continue lendo ‘Benjamin Fulford anuncia que a coalisão antissionista de 100 países está a ponto de acabar com o Sistema Financeiro Internacional  dos Rothschild’
Fonte:Rafapal 
Colaborou com o UND nosso amigo leitor Jonh Boss 
Imã Khamenei: Os EUA são so maiores terroristas do mundo

  O Líder Supremo da República Islâmica de Irã, Imã Seyed Ali Khamenei, ao mencionar sobre os numerosos complots urdidos durante a historia pelos Estados Unidos,contra a nação  iraniana, reiterou na última quarta -feira  que o regime da Casa Branca é o principal terrorista do  mundo.
 
Imã Khamenei, durante um discurso dirigido a jovens alunos, a  vésperas do Dia do Estudante, frisou que Teerã dispõe  de centenas de evidencias, inquestionáveis, que revelam o papel desempehado por Washington em apoiar os grupos terroristas anti iranianos contra a nação persa e  a região, informa Press TV.
 
O guia da revolução islâmica considerou  que a preocupação do inimigo, pela difusão do sólido modelo que conecta  a "democracia religiosa" iraniana, ante o resto do mundo, é a principal causa pela qual a Casa Branca recorreu a imputar alo Governo de Teerã   a execução de um suposto "complot" para assassinar ao embaixador da Arábia Saudita nos Estados Unidos.
 
Todavia , cada individuo, prudente e sensato no mundo, conclui que isto corresponde a uma infundada e ridícula acusação  , afirmou o gran líder iraniano 
 
"O  Governo norte americano tenta acusar de terrorismo as autoridades iranianas, sem embaraço  as principais raízes do  terrorismo se alimentam desde  Washington", afirmou.
 
De acordo com o Imã Khamenei, Estados Unidos intenta desviar a opinião pública do país sobre os grandiosos  fracassos no Iraque  e  Afganistán. Além de , Washington não vacila em culpar o Irã  do  surgimento dos  protestos por parte do movimento "Ocupa Wall Street".
 
Do mesmo modo, considerou  que as manifestações nos  Estados Unidos, e  em outros 80 países contra o  sistema liberal democrático, evidenciam mais que nunca  a  derrocada  do capitalismo ocidental.
 
Em 4 de novembro se celebra no  Irã o Día do Estudante, em coincidencia com a conmemoração da tomada da embaixada norte americana  em Teerã  que se prolongou desde  4 de novembro de 1979, a  20 de janeiro de 1981.
Fontes:  Pátria Latina e Hispan TV
Colaborou-Clara Bral
Tradução e adpatação do espanhol para o português -Daniel -UND

Grécia sem Solução - Crise Econômica Mundial


Fonte: Youtube.com

Eurocrise: Última notícias

Boa tarde leitores do UND.
O vai e vem sobre os acontecimentos na Grécia, mostra-nos que as lideranças européias não sabem mais que direção tomar para enfrentar a crise financeira e de confiança que se segue.
Realizar um referendum que seria dar voz ao povo por direito para que o povo, expressasse o seu apoio ou repúdio ao que a tróika européia quer impor a Grécia, dando lhes aportes financeiros que mais retardam o que já está em colápso.
Agora o anúncio de que não haverá referendum, faz o governo grego dizer sim ao plano de austeridade em curso e não resolverá nem de longe a crítica situação grega. É chover no molhado, os planos apresentados só tentam tapar o sol com uma peneira furada e assim ganhar tempo.
Não tardará, não sou especialista em economia, mas está na cara que em breve o montante anuciado para barrar o agravamento desta crise, não será o suficiente e novos sustos vão acontecer até se alcançar a estafa.
Não tardará o dia de que a UE terá a difícil missão de dizer que as coisas não foram bem e que a situação chegou ao límite do insustentável.
Estão dançando uma canção grega que vai terminar em tragédia a la grega.
Pintar um lindo quadro desta situação é possível sim, mas para isto terão que admitir um colápso para se estabelecer novos planos na ordem do dia e estes planos eles sabem muito bem quais serão. Ou seja o estabelecimento de uma NOM. Não creio numa queda por completo da Eurolândia, mas muita agitação pode estar por vir e o teste de resistẽncia nem se aproximou ainda.
O pior da tempestade ainda nem chegou e devemos olhar de modo bem atento o que está por vir para o mundo nos próximos meses, pode parecer bom, mas será uma gaiola pior que esta que estamos enfrentando nesta matrix.
Os mocinhos parecem nos dar margem para ver boas intenções nos seus atos, mas os mocinhos são os verdadeiros vilões que não deixam de perseguir suas vítimas.
Um forte abraço.
Acompanhem as últimas informações sobre a crise grega.


Grécia desiste de propor plebiscito sobre aporte de ajuda da UE ao país 
 
A Grécia abandonou oficialmente seu projeto de convocar um referendo sobre o resgate acordado pela zona do euro, anunciou nesta sexta-feira o ministro grego das Finanças, Evangelos Venizelos, aos seus colegas europeus. Venizelos indicou em um comunicado que informou ao comissário europeu de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, ao ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schuble, e ao chefe do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, "a decisão da Grécia de não realizar um referendo".
Venizelos também disse aos seus colegas da UE que o voto de confiança do governo grego nesta sexta-feira no Parlamento está mantido, e tem por objetivo formar um governo de unidade nacional. "Queremos obter o maior consenso possível... com a formação de um governo neste sentido", afirmou.
Até agora, a Grécia não havia anunciado oficialmente a anulação de seu plano de referendo. O primeiro-ministro Georges Papandreou afirmava apenas que estava pronto para desistir da ideia do referendo se a oposição apoiasse o novo plano europeu de resgate para a Grécia.
Não está claro se Papandreou irá renunciar, mas ele afirmou a legisladores na noite de quinta-feira que não está preso a sua posição, ressaltando que estava mais interessado em "salvar o país".
O anúncio chegou antes da realização de um voto de confiança no Parlamento, que pode provocar um colapso no governo e afundar a Grécia e a Eurozona em turbulências ainda maiores.


Entenda
A Grécia gastou bem mais do que podia na última década, pedindo empréstimos pesados e deixando sua economia refém da crescente dívida. Nesse período, os gastos públicos foram às alturas, e os salários do funcionalismo praticamente dobraram. Enquanto os cofres públicos eram esvaziados pelos gastos, a receita era afetada pela evasão de impostos - deixando o país totalmente vulnerável quando o mundo foi afetado pela crise de crédito de 2008. O montante da dívida deixou investidores relutantes em emprestar mais dinheiro ao país.
Se o país não fosse membro da zona do euro, talvez fosse tentador declarar a moratória, o que significaria deixar de pagar os juros das dívidas ou pressionar os credores a aceitar pagamentos menores e perdoar parte da dívida. Contudo, uma moratória grega, além de estimular países como Irlanda e Portugal a fazerem o mesmo, significaria um aumento de custos para empréstimos tomados pelos países menores da União Europeia, sendo que alguns deles já sofrem para manter seus pagamentos em dia. Se Irlanda e Portugal seguissem o caminho do calote, os bancos que lhes emprestaram dinheiro seriam afetados, o que elevaria a demanda por fundos do Banco Central Europeu. Por isso, enquanto a Europa conseguir bancar a ajuda aos países com problemas e evitar seu calote, é provável que continue fazendo isso.Neste cenário, Alemanha e França lideram os esforços para evitar a quebra dos gregos e, além de arrecadar fundos junto a governos e ao Fundo Monetário Internacional (FMI), conseguiram inclusive que os bancos privados europeus também entrassem na ajuda.Os sinais mais agudos dos problemas financeiros começaram no final de 2009, quando em 7 de dezembro a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou a qualificação da dívida grega e a Fitch Ratings fez o mesmo um dia depois. A Comissão Europeia chamou a atenção da Grécia por sua possível repercussão na zona do euro e o Banco Central Europeu pediu que o país tomasse medidas.Em janeiro de 2010, o governo grego apresenta um plano para reduzir o déficit público de 12,7% do PIB, em 2009, para 2%, em 2013. Em 3 de fevereiro, a Comissão Europeia aprova este plano de austeridade grego, mas anuncia que exercerá uma vigilância sem precedentes sobre seu cumprimento.Em 23 de abril de 2010, o primeiro-ministro grego, George Papandreou, pede a ativação de um pacote de ajuda da União Europeia e do FMI, que visava retirar o país da crise de dívida. O plano de ajuda à época, da zona euro e do FMI, previa a concessão de empréstimos de 45 bilhões de euros (US$ 60 bilhões) com juros de cerca de 5%.Em maio, os países do euro e o FMI aprovam um novo plano de ajuda, ainda maior, de 110 bilhões de euros (a zona do euro oferece 80 bilhões de euros, enquanto 30 bilhões de euros viriam do FMI). Os financiamentos a Atenas foram condicionados a progressos na reforma fiscal e a medidas de austeridade prometidas pelo governo grego, que seriam revisadas trimestralmente. A quantia, que foi acordada a ser paga em prestações, seria paga após cada revisão trimestral, até 2012.Pressionado, o governo grego aprovou em 29 de junho um novo pacote de austeridade para poder receber uma nova parcela de ajuda - de 12 bilhões de euros. O pacote incluía corte de gastos, de empregos, de salários, aumentos de impostos e vendas de ativos estatais. As medidas de austeridade foram altamente impopulares entre os gregos. A polícia entrou em confronto com manifestantes em algumas ocasiões nas ruas próximas ao parlamento.Apenas dois meses depois, em agosto de 2010, uma missão da União Europeia, do Banco Central Europeu e do FMI pedia que a Grécia acelerasse suas reformas e privatizasse parte de seu setor energético para poder continuar recebendo ajuda externa. Entre as 13 recomendações da missão internacional, destacava-se a exigência de que a Grécia acelerasse a liberalização dos setores monopolizados em sua economia - como o de transportadoras, por exemplo, - até o final do ano, com o objetivo de reduzir as pressões inflacionárias. Outra delas exigia a abertura do mercado energético, privatizando pelo menos 40% de suas unidades estatais de produção.O país segue com dificuldades durante os meses seguintes e, em 15 de novembro de 2010, admite ter quebrado as condições do resgate econômico posto em prática para evitar a quebra. Um dos indicadores - o déficit público em 2010 foi previsto para 9,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mais do que os 7,8% acordados com os credores.Depois de seis meses de revoltas populares e desencontros o que foi acordado com credores, em 23 de junho de 2011 o primeiro-ministro grego, Giorgos Papandreou, solicita à Europa e ao FMI o segundo plano de ajuda financeira em um ano para tentar evitar a bancarrota de seu país.A fim de desbloquear mais uma parcela do pacote de ajuda original (de 110 bilhões de euros), o Parlamento aprova em 29 de junho um novo pacote de austeridade que inclui 28,4 bilhões de euros em medidas de economia e altas de impostos, além da arrecadação de 50 bilhões mediante privatizações. Com a aprovação de plano de ajuste até 2015, o governo desbloqueia os 12 bilhões de euros do quinto aporte do empréstimo do FMI e da União Europeia. As principais medidas foram corte das despesas do Estado em 14,3 bilhões de euros e arrecadar outros 14,1 bilhões de euros até 2015, a fim de situar o déficit abaixo de 3% do PIB nesse ano; adotar o "imposto solidário" entre 1% e 4% às rendas mais altas. Para ministros, parlamentares e outros cargos públicos com rendimentos superiores o imposto é de 5%; subir para 300 euros anuais os impostos para profissionais que trabalham por conta própria, como advogados, encanadores e taxistas; reduzir o mínimo isento de taxação de 12 mil euros para 8 mil euros, embora fiquem de fora os trabalhadores menores de 30 anos e os aposentados, e criar o imposto imobiliário especial para os proprietários de bens de mais de 200 mil euros; aumentar impostos sobre bens de luxo como iates, piscinas e carros potentes; abre-se a possibilidade de legalizar imóveis construídos fora da lei após o pagamento de penalizações e eliminação do grande número de isenções fiscais; suprimir 150 mil empregos públicos, 25% do total, para o qual não serão prolongados os contratos temporários e só será substituído um de cada dez funcionários aposentados. Os salários, cortados em média de 12% no ano anterior, voltarão a ser reduzidos; suprimir as diversas prestações sociais para economizar 4 bilhões de euros até 2015. Cortar também de 500 milhões de euros em 2011 em conceito de subvenções e outros 855 milhões de euros até 2015, com a fusão de escolas, hospitais e quartéis da polícia; reduzir a despesa de saúde até 2015 em 2,1 bilhões de euros mediante a racionalização das prescrições e com remédios mais baratos; reduzir a despesa militar, o mais alto percentual dos países europeus da Otan com cerca de 4% do PIB, embora muitos analistas considerem que é maior pelo uso de verbas ocultas. No total, corte de 1,2 bilhão de euros até 2015 e cancelamento dos pedidos de armamento por 830 milhões de euros; arrecadar 5 bilhões de euros com a venda do monopólio de apostas e loterias OPAP, o Postbank, a empresa de gestão de águas de Salônica, a segunda cidade do país, e as empresas de gestão portuárias do Pireo e Salônica; entre 2012 e 2015, o Estado ingressar outros 45 bilhões de euros com a privatização da empresa de gestão de água de Atenas, refinarias, empresas elétricas, o ATEbank, especializado no setor agrícola, assim como a gestão de portos, aeroportos, estradas, direitos de exploração de minas e bens móveis e imóveis estatais.Com a aprovação do plano, os ministros das Finanças da Eurozona autorizaram, em 2 de julho, a liberação de nova parcela do empréstimo para a Grécia e acertam que definirão um novo plano de resgate para o país.Os problemas financeiros da Grécia não diminuem e, em 21 de julho de 2011, as principais autoridades da zona do euro decidem em uma reunião de emergência conceder amplos poderes ao fundo de resgate da região para ajudar a Grécia a superar a crise da dívida e evitar que aumente a instabilidade do mercado. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, afirma que os líderes da região de 17 países concordaram em abrandar os termos dos empréstimos para Grécia, Irlanda e Portugal. Ao mesmo tempo, investidores privados trocariam voluntariamente bônus gregos por títulos de prazo mais longo com juros mais baixos para ajudar Atenas. O juro dos empréstimos seria reduzido para cerca de 3,5%, de 4,5% a 5,8% anteriormente, e os vencimentos dos empréstimos seriam ampliados de 7,5 anos para no mínimo 15 anos e no máximo 30 anos.Em 11 de outubro, medidas econômico-financeiras são acertadas entre Atenas e o trio de organismos multilaterais (FMI, União Europeia e Banco Central Europeu) que têm em mãos a decisão de se o país está apto a receber novos empréstimos para pagar suas dívidas e evitar uma moratória iminente.Em comunicado, o trio indica que a Grécia receberá mais 8 bilhões de euros - de um total de 110 bilhões de euros de seu pacote de resgate aprovado em maio de 2010 -, após o aval dos ministros das Finanças da zona do euro e da diretoria executiva do FMI.Liderados pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, e pela chefe de governo alemã, Angela Merkel, os países da zona do euro anunciam em 27 de outubro de 2011 ter conseguido com os bancos credores uma redução de 50% na dívida da Grécia. Em contrapartida, a Grécia deveria colocar em prática um novo pacote de cortes de gastos.Em 1º de novembro, o mundo acorda com a notícia de que, ao contrário do que vinha ocorrendo com as medidas anteriores adotadas pelos gregos, o primeiro-ministro do país, George Papandreou, disse que desta vez as discussões deixariam a esfera do Parlamento e gabinetes de ministros e, por precisar de maior apoio político para adotar as medidas fiscais e as reformas estruturais exigidas pelos credores internacionais, iria convocar um referendo público para aprová-las. A decisão foi criticada pelos credores e até mesmo por parte dos políticos na Grécia, enquanto Papandreou mantinha a decisão de consultar a população.

Fontes: Terra com AP
3ª Guerra Mundial Planejada?


Você sabia que, aparentemente, a III Guerra Mundial foi planejada? Este parece ser o cenário relatado. Apoiado pelos EUA forças irão bombardear o Irã. Você pode pensar ... O Irã é um país atrasado e isolado. Afinal de contas, os Estados Unidos bombardearam o  Afeganistão o Iraque e a  Líbia. Que não levar à Terceira Guerra Mundial. Errado!
O Irã não é nem atrasado e  nem isolado. Sistema de metrô de Teerã torna o sistema da cidade de Nova Iorque parecer um dump, e o Irã é parte de uma aliança no estilo  da OTAN apoiado pela Rússia e pela China. Oh .. você não sabia disso, não é? Agora, você está começando a ver as coisas mais cristalinas. Assim, se nós bombardeamos o Irã, Rússia e China terão a bombardear-nos?
Vladmir Putin da Rússia já advertiu com retaliação se o eixo americano  bombardear o  Irã, e isso é exatamente o que vai acontecer: a III Guerra Mundial.
A idéia de bombardear o Irã  pela  América, é como a Rússia ameaçando bombardear o México ou Canadá, porque era "supicious de mexicanos ou canadenses estão buscando a construção de uma bomba nuclear." Soa  ridículo para você? Bem, o cenário atual, do mesmo modo, soa ridículo para a maioria dos iranianos.
Agora, você acha que por um minuto, que a América iria permitir que a Rússia bombardeie um de seus aliados, e perto das suas fronteiras, sob algum pretexto falsificads? O Irã é praticamente um vizinho russo. A maioria dos americanos nem sequer parecem saber sua própria geografia  a dos EUA, porém, estar ciente de como um detalhe.
No entanto, as elites sabem  muito bem sobre geografia, e parecem ter planejado um inevitável cenário de  III Guerra Mundial , que só pode ser interrompido se os americanos e o mundo, nas palavras de David Icke, "Wake Up!"
Assista ao vídeo neste link e acionem o " cc"  http://www.youtube.com/watch?v=ao3cZ3SvcNk&feature=player_embedded para uma elaboração de aparente elite do Mundial planeja  a War III. Elites têm, aparentemente, cronometrado  para a Terceira Guerra para emular profecia bíblica no livro de Apocalipse, a fim de fazer a Terceira Guerra Mundial ser o cumprimento da advertência de Deus para o mundo.
As elites que tenham assinado o cronometrado e orquestrado a farsa, de acordo com David Icke, será, então, oferecer a sua "solução" no rescaldo da III Guerra Mundial. Sua "solução" é, aparentemente, uma Nova Ordem Mundial, com um exército, com orwelliano controle totalitário, que irá assegurar a "segurança das pessoas" sob o olho do "Big Brother".
Fonte: Agora Cosmopolitan.com
Tradução Bússola on line e adaptação do texto por Daniel.UND

E-mail trocado entre soldado dos EUA com sua mãe, causou pânico sobre eventos ligados ao Fim do Mundo


Um interessante relatório do Serviço Federal de Segurança (FSB) que circulou no  Kremlin  e hoje nos Estados Unidos lançou um "pânico" na semana passada depois que um de seus soldados por e-mail avisou sua mãe para se "preparar para o fim do mundo".
Segundo este relatório,o Especialista  americano de Exército, William Millay [foto 2 esquerda], um policial de 22 anos de idade, militar de Owensboro, Kentucky, estacionado em  Elmendorf, no Alasca, Richardson tinha "crescentes preocupações" sobre o acúmulo militar maciço pelos EUA Northern Command (NORTHCOM) de tropas e equipamentos através de sua base a partir do Afeganistão, Japão e Coréia do Sul  a caminho para "áreas de preparação" em toda a América.
O Comando do Norte é um Comando Combatente Unificado de militares dos Estados Unidos,criado em 01 de outubro de 2002, no rescaldo dos ataques de 11 setembro de 2001, cuja missão é proteger os Estados Unidos  e dara  apoio ao Estado,  e as  autoridades federais. O apoio que NORTHCOM fornece às autoridades civis é limitada pela Lei de Posse Comitatus que limita o papel dos militares dos EUA na aplicação da lei civil.
No entanto, no caso de emergências nacionais, naturais ou provocados pelo homem, a Força Aérea Norte Direcção de Segurança Nacional de Preparação para Emergências (AFNORTH) pode  tomar conta da situação ou evento.
Militares  de inteligência dos EUA,"tráfego flash" interceptado pela FSB  são relativas a este evento  e mostram, de acordo com este relatório, que  o especialista Millay acredita que a realocação destas dezenas de milhares de tropas dos EUA para a pátria norte-americana foi "de alguma forma" relacionadas com  os  testes  de 09 de novembro a  âmbito nacional dos Estados Unidos  no Sistema  de Alerta de Emergência  (EAS), que está ocorrendo "coincidentemente" com um vasto número dede desastres e exercícios sendo planejados para o mesmo período de tempo.
Em uma série de e-mails e telefonemas para sua mãe, e outros membros da família que vivem em Kentucky, o relatório continua o, Especialista Millay retransmitia suas preocupações e quando perguntado por eles do que eles devem fazer os preparativos, ele respondeu: "Prepare-se para o final do mundo ".
As notas do   FSB em seu relatórioé  que a região Kentucky, onde o Especialista Millay vem é "densamente povoada" por religiosos conservadores cristãos firmemente que acreditam que estamos vivendo nos "últimos dias" e que o presidente Obama é um "muçulmano secreto", cujo objetivo é destruir os Estados Unidos a fim de que uma Nova Ordem Mundial possa ser estabelecida inaugurando a era do "anti-Cristo" predito no livro do Apocalipse.
O que gaz o Especialista Millay  em trocar e-mail para sua mãe e família para a atenção do FSB, que de acordo com isto nada detalhes específicos sobre movimentos de tropas dos EUA ou ações potenciais, foi a "resposta dada" que ela tenha provocado a partir dos cargos mais altos do governo dos EUA .
O FSB em seu relatório diz que o especialista  primeiro chamou a atenção do Federal Bureau of Investigation (FBI) após e-mail e telefone interceptados  foram entregues a eles pela Agência de Segurança Nacional (NSA), detalhando as trocas entre ele e sua mãe.
Depois de ler as transcrições dos e-mails e chamadas telefónicas feitas pela equipe de Especialista em Millay montado no Alasca para capturá-lo  pelo FBI ... e então fica estranho.
De acordo com FSB  "inicial de contato" fontes em [suprimido], este relatório diz, um "impasse" entre a equipe de ação do  FBI que  mandou apreender o Especialista Millay e pessoal do Exército dos EUA se seguiu com o exército vencer fora e mantê-lo de ser tomadas por Obama regime autoridades.
Na edição de segunda-feira o jornal do Exército dos EUA, foi relatado que Specialist Millay, que foi preso por "espionagem" e ainda estava sendo realizada pelo Exército dos EUA e não seria permitido ser processado pelo  Departamento de Justiça por qualquer crimes  que ele é acusado de ter cometido. É interessante notar, também, que nem o Exército dos EUA nem o regime Obama ainda não foi publicamente informado exatamente que Especialista Millay foi preso.
Times do Exército dos EUA em continuar comentando Especialista Millay prisão, escreveu:
"Amigos da cidade natal de Millay ficaram" chocado "ao saber da sua prisão e disse que as acusações contra Millay sã infundadas. Um amigo, Janssen Payne, disse Millay é "tão leal ao seu país como ele é para seus melhores amigos." "Eu apenas não vejo isso", Payne, 25, sobrea as acusações do Exército. "Eu simplesmente não vejo a motivação para ele fazer isso." Payne disse o irmão de  Millay foi um soldado e que Millay foi um defensor das guerras do então presidente George W. Bush, quando os dois estavam na escola. "Ele foi realmente patriota e realmente amava seu país", disse Payne. "
Ao que está ocorrendo agora, ou talvez definida para ocorrer, nos Estados Unidos este relatório FSB não diz que não mencionar que com os Oficiais dos EUA Christian Fellowship Corp ter 15.000 membros ativos em 80 por cento das bases militares americanas e uma anual taxa de crescimento, nos últimos anos, de 3 por cento, não é para além da possibilidade de que um golpe pode estar sendo  planejado contra Obama.
Da mesma forma, as notas FSB, deve, também, considerar que Obama pode estar se preparando para estabelecer a lei marcial nos Estados Unidos e Estado sob ordens executivas existentes lhes vem concedendo poder ilimitado para fazer qualquer coisa que ele quer.
Independentemente do resultado para a mais estranha das histórias pode ser que não está em nosso saber, que não nota, e como sempre, que a America pode muito bem ser o país mais perigoso do mundo para a direita agora.
03 de novembro de 2011 © UE e os EUA todos os direitos reservados. Permissão para usar este relatório em sua totalidade é concedida sob a condição que é ligado de volta para sua fonte original na http://WhatDoesItMean.Com
[Ed. Nota: Os governos ocidentais e os seus serviços de inteligência da campanha ativamente contra as informações encontradas nestes relatórios de modo a não alarmar os cidadãos sobre a Terra muitas mudanças catastróficas e eventos por vir, uma postura que as Irmãs de Sorcha Faal discorda fortemente em acreditar que é todos os seres humanos direito de saber a verdade. Devido a conflitos de nossas missões com o de os governos, as respostas de seus "agentes" contra nós tem sido uma campanha de desinformação / misdirection de longa data destinada a desacreditar e que é abordada no relatório "Who Is Sorcha Faal?"].
Fonte: Sorcha Fall. 
Tradução simples através do Bússola on line
 Hezbollah alerta que pode ir a guerra contra Israel, sem o apoio de Síria e Irã
 
O líder do  Hezbollah o libanês Hassan Nasrallah,( na foto o  primeiro da direita para a esquerda,no meio Bashar al Assad e o último a esquerda é Ahmadnejad ) enquanto inspecionando suas unidades de combate nas últimas duas semanas, tem informado os  seus comandantes em versões atualizadas dos planos operacionais para disparar 10.000 foguetes sobre  Tel Aviv e outras partes de  Israel  se a força aérea e bases de mobilização de reserva para um ataque surpresa,  dizem fontes militares do relatório DEBKAfile.
"O inimigo sionista não pode resistir a um ataque  nessa escala", ele disse-lhes. "Ele não consegue localizar as nossas bases secretas de lançamento ou pôr fim a uma ofensiva dos mísseis que é certo para determinar o resultado da guerra."
Ele assegurou que as tropas do Hezbollah é capaz de lutar contra Israel sem a ajuda do Irã ou da Síria.
Em resposta a perguntas, Nasrallah disse que a milícia deve estar preparada para lutar contra Israel, sem assistência militar externa. "Não sabemos em que situação a nossa guerra pode encontrar apoio do Irã. Sabemos que  Bashar Assad tem lutado  contra uma rebelião durante os últimos 10 meses e não está em condições para vir em nosso auxílio", disse ele.
Para elevar o moral, Nasrallah relatou a chegada de armas avançadas, incluindo anti-tanque e  mísseis anti-ar da Líbia. Fontes  do relatório DEBKAfile informam que foram entregues para o Líbano por mar e ar ataravés de cargueiros da capital líbia, Tripoli.

 
A missão de comprasdo  Hezbollah em Trípoli e Benghazi comprou as armas de unidades militares que compõem a decisão do Conselho Nacional de Transição da Líbia como um governo interino. Agentes iranianos e egípcios da  Irmandade Muçulmana estavam para pagar a mercadoria no local.No discurso aos seus homens, o líder do Hezbollah também apontou até um plano de dois anos de idade para usar o ataque de foguetes projetados maciços como cobertura para cinco brigadas de comandos a surgir no norte de Israel e aproveitar setores designados da Galiléia até a periferia de Carmiel . Ele assegurou que as tropas do Hezbollah, mesmo que as unidades das Forças de Defesa de Israel invadam o Líbano, eles serão capazes de levar a guerra através da fronteira em terreno inimigo.O plano mestre  de Nasrallah apareceu pela primeira vez exclusivamente inDEBKA-Net-Weekly  na questão 430 de 22 de  janeiro de 2010, juntamente com o mapa anexo ao presente artigo.
Em todas as suas reuniões com unidades de combate, o chefe do Hezbollah faz questão de avisá-los para tomar cuidado com espiões americanos e israelenses, que constantemente tentam penetrar suas posições. Até agora, eles não têm sido capazes de localizar as bases secretas  de lançamento de foguetes.
O comentário DEBKAfile de fontes que, enquanto líderes políticos de Israel e discutem ainda os porquês de uma ataque em potencial contra as instalações nucleares do Irã sobre a força da informação em grande parte fictícia  e deliberadamente disseminada para fazer um contra  ponto, Israel enfrenta uma ameaça real e iminente de um conflito transfronteiriço incendiar-se com Hezbollah,Hamas  e a Síria.
O presidente sírio, Bashar  al Assad deixou claro numa entrevista à imprensa britânica domingo, 30 de outubro, que, se ele está de costas para a parede como um resultado da intervenção estrangeira na revolta popular contra ele, ele vai "queimar  todo o Oriente Médio". Três semanas atrás, em 04 de outubro, o governante sírio alertou que, se ele enfrentar a intervenção estrangeira, ele precisaria de "não mais de seis horas para transferir centenas de foguetes e mísseis para as Colinas de Golã para bombardear  Tel Aviv."
Em 03 de novembro, Birgul Ayman Guler, chefe da oposição turca no Partido Popular Republicano, comentou depois de uma visita a Damasco: "O Ocidente tem escrito um enredo sobre a democracia e liberdade,mas essa trama não é nada ... mas o enredo para uma invasão.. "Nossas fontes notam que o partido Ayman é contra a política do primeiro-ministro Tayyip Erdogan de apoiar a oposição síria contra  Assad. Ele ampliou esse apoio, hospedando postos de comando rebeldes e instalações de treinamento em solo turco e fornecendo-lhes armas. O primeiro-ministro turco é visto como agitando a política de intervenção não apenas de seu governo, mas da OTAN, da qual seu país é um membro pleno.
 Fonte: Debka.com
Tradução: Bússola on line e adaptação Daniel-UND

Fulford entrevista a Rockefeller 1


Fonte: Youtube

Fulford entrevista a Rockefeller 2


Fonte : Youtube 2

Fulford entrevista a Rockefeller 3


Fonte: Youtube

Fulford entrevista a Rockefeller 4


Fonte: Youtube

Fulford entrevista a Rockefeller 5


Fonte: Youtube

3 de novembro de 2011

Inédito Globo fala do Anticristo no ar


Canal Verdade Oculta30

Eurocrise: Sobre a ajuda económica a Grecia.


Fonte: Youtube
Israel já considera um ataque preventivo ao Irã
Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu aborda a abertura da sessão de inverno do Parlamento israelense, Knesset, ou, visto pelo presidente Shimon Peres, em 31 de outubro de 2011 em Jerusalém.
  Primeiro-ministro Netanyahu de Israel (L) é entendido como um chamado à ação militar contra o Irã

Emma Hurd,  correspondente no Oriente Médio










 













Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu  já está tentando reunir apoio em seu gabinete para um ataque ao Irã, segundo fontes do governo.

  O ministro da Defesa Ehud Barak e o chanceler Avigdor Lieberman estão a ser dito entre os que apóiam um ataque preventivo para neutralizar as ambições nucleares iranianas.
  Mas uma pequena maioria de ministros atualmente se opõem ao movimento, o que poderia desencadear uma onda de retaliações regional.
O debate sobre a ação israelense  atingiu seu auge nos últimos dias, com colunas de jornal e  líderes a discutir os benefícios e os perigos de enfrentar o Irã.
" Lieberman respondeu aos relatórios de um esforço para obter a aprovação do gabinete dizendo que "o Irã representa a ameaça mais perigosa para a ordem mundial."
Mas ele disse que as opções militares de Israel não deve ser uma questão para discussão pública.
O interior do reator na Rússia construiu usina nuclear de Bushehr, no sul do Irã, 1200 Kms ao sul de Teerã, onde o Irã começou a descarregar o combustível para a usina nuclear
O reator na Rússia construiu usina nuclear de Bushehr, onde o Irã começou a descarregar o combustível para a usina nuclear
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) deve apresentar um relatório sobre o estado da capacidade nuclear do Irã em 8 de novembro, e que a avaliação é susceptível de influenciar a decisão de Israel.
  Funcionários de inteligência ocidentais estimam que o Irã ainda está, pelo menos, dois ou três anos longe de obter uma bomba nuclear.
Israel há muito tempo deixou claro que não vai permitir que o Irã de obter uma capacidade nuclear que poderiam ameaçar o Estado judeu.
Publicamente que está pressionando por uma ofensiva diplomática contra o Irã - incluindo a imposição de sanções - ao invés de um ataque militar.
  Mas o primeiro-ministro Netanyahu tem alertado repetidamente que todas as opções estão sobre a mesa.
ex-ministro da Defesa de Israel, Benjamin Ben-Eliezer disse ao jornal Haraatez que temia um "cenário de horror" se Israel atacar o Irã.
  Washington também é fortemente contra Israel a tomar medidas unilaterais por enquanto.
  Qualquer ataque ao Irã poderia provocar uma retaliação do Irã a toda a região.
S Síria, um aliado próximo de Teerã, poderia também lançar ataques, juntamente com as milícias  Hamas  Jihad Islâmica e Hezbolláh apoiados pelo Irã na Palestina e  Líbano.
Fonte:
http://www.whatdoesitmean.com/ e Sky News HD



Enquete mostra o forte apoio a Israel para  ataque ao Irã
JERUSALEM (AP) - O governo israelense teria um apoio significativo em casa para um ataque militar israelense contra o programa nuclear do Irã, de acordo com uma pesquisa publicada quinta-feira.
A pesquisa foi lançada seguintes relatórios que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está tentando convencer ministros para autorizar tal ataque e depois de Israel testou com sucesso um míssil de pensamento capaz de transportar uma ogiva nuclear para o Irã.
 Quarenta e um por cento dos entrevistados pela pesquisa Dialog instituto disse que iria voltar um ataque israelense às instalações nucleares do Irã, que muitos israelenses acreditam que foram construídas para produzir bombas.
  Um número semelhante - 39 por cento - se opõem a esse tipo de ataque, o que seria repleta de dificuldades logísticas e de um contra-ataque mortal risco iraniana e caos regional. Vinte por cento estavam indecisos.
 A pesquisa, publicada no jornal Haaretz, entrevistou 495 pessoas e teve uma margem de erro de 4,6 por cento.
Embora a pesquisa parece refletir uma nação dividida, o fato de que quatro em cada 10 israelenses apoiariam um ataque é surpreendente, dadas as implicações para Israel.  Na quarta-feira, o chefe militar do Irã ameaçou uma retaliação feroz contra Israel deveria atacar instalações nucleares iranianas.
Não está claro se Netanyahu realmente gostaria de atacar ou está tentando pressionar  a comunidade internacional a tomar uma linha mais dura ao Irã.  Esta não é uma decisão que ele tomaria sozinho, mas seria necessário o apoio de ministros.
Israel considera o Irã como sua maior ameaça, citando o programa nuclear de Teerã, os repetidos apelos do seu presidente, para destruir o Estado judeu e apoio do Irã para palestinos e libaneses grupos militantes.  Durante anos, os líderes israelenses apelaram à comunidade internacional para impor duras sanções econômicas para pressionar os iranianos a desmantelar suas instalações nucleares.
 Mas eles têm também disse que Israel não pode tolerar um Irã com armas nucleares e consistentemente não descartou um ataque militar.
Em 1981, aviões israelenses bombardearam um reator nuclear inacabado no Iraque, destruindo o programa nuclear desse país. Aviões israelenses também destruíram um site na Síria em 2007 que a agência nuclear da ONU considerado um reator nuclear construído secretamente.
Um ataque sobre o programa iraniano seria substancialmente mais difícil, porque as instalações nucleares iranianas estão espalhadas, e alguns são móveis e construída no subsolo.  E porque eles não estão concentrados em um único site, seria extremamente difícil para Israel para paralisar o programa em um ataque aéreo único.
Neste clima carregado, os militares israelenses na quarta-feira que testou com sucesso um míssil de longo alcance avançado disse ser capaz de transportar uma ogiva nuclear para o Irã.  Oficiais militares também confirmaram a força aérea realizou uma broca na semana passada com aviões de guerra italiano na Sardenha.
 Separadamente, o comando militar israelense frente casa é a realização de uma broca esta semana, que termina quinta-feira, simulando uma variedade de cenários de ataque, como barragens de foguetes, química e ataques biológicos. Os militares disseram que esse exercício fora planejado há meses.
 Potências internacionais dúvida as afirmações do Irã de que seu programa nuclear é negado para produzir energia, e não armas, mas as suas sanções até agora não conseguiu convencer Teerã de colocar o seu programa nuclear sob inspeção internacional.
A agência nuclear da ONU deverá centrar-se sobre o programa iraniano durante uma reunião no final deste mês. O Ocidente quer estabelecer um prazo para que o Irã comece a cooperar com a agência  por suspeitas de que Teerã está secretamente a experimentar  os componentes de um programa de armas.

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