#myGallery{ width: 200px !important; height: 100px !important; overflow: hidden; }

23 de março de 2012

Tensão na Península coreana> Coreia do Norte tomará "medidas eficazes"

 
23.03.2012, 22:02
foto: EPA



A preparação da Coréia do Norte para o lançamento de seu satélite entrou na sua fase final, informou o Ministério das Relações Exteriores do país.
As autoridades norte-coreanas declararam que o satélite será colocado em órbita para celebrar o 100º aniversário do nascimento do fundador do Estado, Kim Il Sung, e que no caso de haver tentativas de sabotar o lançamento, Pyongyang tomará medidas eficazes.

Conflito pode se espalhar :Síria bombardeou o norte do Líbano

22.03.2012, 19:54

© foto: «Vesti.Ru»



Um combate violento travou-se ontem na Síria, perto da fronteira com o Líbano. As tropas do governo bombardearam posições dos rebeldes. Cinco projetis explodiram no território do Líbano. Fragmentos da bomba feriram uma pessoa, um refugiado sírio.

EXÉRCITO MUNDIAL - Governo dos EUA admite que Forças Armadas obedecem à ONU e à OTAN


Enviado por  em 23/03/2012
Curta a Fan Page de BrasiL IndomáveL no Facebook
http://www.facebook.com/pages/Brasil-Indom%C3%A1vel/119690434814575

Twitter: https://twitter.com/#!/BrasiLIndomaveL

Durante a audiência do comitê de Serviços Militares do Senado americano, em 7 de março de 2012, o secretário de Defesa ao Congresso dos EUA, Leon Panetta, e o chefe do Estado Maior, General Martin Dempsey, escancaradamente admitiram que a autoridade de declarar guerra não é exclusiva do Congresso americano (artigo I, seção 11 da Constituição -- exceto em casos de resposta a um ataque real e iminente contra o território americano), mas que os Estados Unidos são subservientes e recebem ordens de ação militar das Nações Unidas e da OTAN, que são organismos internacionais sobre os quais o povo americano não tem nenhuma influência democrática.

 http://www.brasilindomavel.com.br/?p=2593

China: Golpe e Contra-Golpe ... Tanques em Pequim e tiros no Comité Central?

Obs-UND: Eu pesquisando na Net encontrei esta informação sobre o que poderia estar acontecendo no interior da China.
Ontem, a net fora tomada por uma série de especulações a respeito de um possível Golpe Militar em curso na China.
Como as informações vindas de lá são escassas, não dá para darmos total crédito as informações que seguem sobre este possível acontecimento.
O estranho e é de se esperar, o silêncio das autoridades chinesas sobre o que pode estar acontecendo por lá.
Estaremos atentos a isto.
No entanto acompanhem o que estaria sendo relatado através deste site fonte abaixo;
Abraços.
Daniel UND



23/03/2012

Um golpe de Estado, seguido de um contra-golpe tera ocorrido na China, de acordo com várias Fontes noticiosas  chinesas, citadas por diferentes meios de comunicação, e seguido ontem de uma  vaga de rumores que inundaram a  Internet. Pela opacidade e Controle imposto pelo governo  chinês as informações são sempre difíceis de confirmar. Mas os sinais apontam para uma Crise dentro do regime chinês numa disputa que coloca de um lado Hu Jintao, Presidente da China, e Wen Jiabao, Primeiro-Ministro, e do outro Zhou Yongkang, que Controla as Forças policiais, e Bo Xilai, expurgado  por Wen que era secretario do Partido Comunista in Chongqing.


 Última atualização: 23 mar 2012
Artigos relacionados: China »Regime   

Chinese Regime in Crisis
 

  
A variety of police on Changan Street in Beijing


  Uma variedade de policiais em Changan Street em Pequim     

 

Update 5: Bocal Regime revela confusão sobre a liderança chinesa(Mar. 22)
As figuras-chave na ação estão a ser ditas: Hu Jintao, o chefe do PCC, Wen Jiabao, o primeiro-ministro, Zhou Yongkang, que tem o controle da República Popular das forças chinesas de polícia, e Bo Xilai, que foi demitido de seu cargo de chefe do PCc em  Chongqing em 15 de março por Wen Jiabao, após um escândalo envolvendo o  ex-chefe  policial de Bo .Atualização 4: Zhou Yongkang Perdido luta pelo poder, Diga internautas chineses (março 22)
Li Delin, que faz parte do conselho editorial do Mercado de Valores Mobiliários Weekly e vive em Dongcheng District de Pequim, escreveu em seu microblog um relatório que confirmou os movimentos de tropas incomuns: "Há veículos do exército numerosos, e Changan Street está continuamente a ser controlada. Há muitos policiais à paisana em cada cruzamento, e alguns cruzamentos mesmo havia mcercas de aço configuradas. 

"Regime chinês em Crise
De acordo com a mensagem que se tornou viral na Internet da China, uma força militar com a designação desconhecida rapidamente ocupou muitos lugares importantes em Zhongnanhai, o composto da liderança chinesa em Pequim, e Pequim no início da manhã de 20 de março, com a cooperação da polícia armada de Pequim .
As tropas entraram  em Pequim para "obter e proteger Bo Xilai," de acordo com a mensagem.

 UPDATE 3: Bo Xilai Fired, Epoch Site Tempos desbloqueado Atrás GFWUPDATE 2: Bo Xilai colocado sob prisão domiciliar, os relatórios sugeremUPDATE 1: Palavras relacionadas com "golpe" em Pequim  são Censurado em Weibo
Um leitor continental chinês disse  ao The Epoch Times que um golpe militar tem lugar em Pequim.
Ainda não se sabe quem, se alguém, tenha sido detido.
A mensagem afirma Zhou Yongkang usado pela primeira vez força policial armado na tentativa de prender Hu e Wen. No entanto, Hu e Wen haviam sido preparados e  o golpe de Zhou foi subjugado, apesar de rumores de Hu e Wen serem presos terem sido espalhados anteriormente.
A mensagem diz que agora ambos os lados, Hu e Wen em um lado, e Jiang Zemin e Zhou Yongkang, de outro, estariam se mobilizando forças armadas. No entanto, somente Hu Jintao pode mobilizar o exército regular, que ainda controla, de acordo com a mensagem.
A mensagem também afirma que as forças dirigidas por Zhou Yongkang haviam tomado o controle sobre  a CCTV e a Agência de Notícias Xinhua, mas que o exército regular, sob o comando de Hu Jintao e Wen Jiabao desde então  de volta o controle dos meios de comunicação.
A coluna de notícias no site da Xinhua era todas as notícias estrangeira desde 11:00 em 19 de março, pelo menos, 8 horas em 20 de março, com não uma simples peça de notícias doméstico, que é bastante incomum.
Um internauta postou no microblog: "Estranho! Exceto a Televisão de Pequim, nenhuma outra televisão em Pequim é de radiodifusão. Isso é muito estranho! Isso nunca havia acontecido antes. "
No entanto, Pequim e os  meios de comunicação controlados pelo estado observaram que a imposição de um toque de recolher em Changan Street é bastante normal, como o vice norte-coreano  Ministro dos Negócios Estrangeiros  Ri Yong-ho está em visita a  Wu Dawei representante  especial da  República Popular da China para assuntos coreanos, e tinha feito um encontro raro com antecedência de mídia para dar um discurso fora da entrada a leste de Diaoyutai State Guesthouse.

http://inteligenciaeconomica.com.pt

Chineses sofrem nova censura na internet por causa de rumores de golpe

PEQUIM — A internet chinesa, famosa pelas inúmeras restrições que lhe são impostas pelo governo, sofreu novos golpes esta semana. Após o afastamento na quinta-feira passada de Bo Xilai, líder do Partido Comunista Chinês no município de Chongqing, diversos rumores não confirmados pipocaram em blogs e redes sociais. Além de especulações sobre os motivos de sua saída, os internautas também divulgaram que tanques de guerra circulavam por Pequim, que um tiroteio aconteceu no quartel-general do PCC e que o filho de um dirigente do Partido Comunista Chinês havia se envolvido em um acidente de carro a bordo de uma Ferrari. Em pouco tempo, todas as mensagens com as palavras-chave referentes a esses assuntos foram deletadas dos principais sites chineses.
Um dos temas mais comentados era um suposto tiroteio que teria acontecido em Zhongnanhai, o principal escritório do PCC e do Conselho de Estado do governo, que fica perto de uma das mais famosas atrações turísticas da China, a Cidade Proibida. A principal teoria levantada nas redes sociais dava conta de uma briga de Zhou Yongkang, chefe de segurança interna do país e aliado de Bo Xilai, contra o presidente Hu Jintao, o primeiro-ministro Wen Jiabao e outros líderes que analistas acreditam ter apoiado a saída de Bo.
Na noite de segunda-feira, outros boatos falavam sobre um tiroteio no centro da capital. Como havia um contingente de policiais maior que o de costume em uma das principais avenidas da cidade, os ânimos se acirraram ainda mais. Nada foi confirmado, mas muitos chineses chegaram a cogitar até mesmo que um golpe militar estava em curso.
E, desde terça-feira, o nome da marca Ferrari entrou para lista de palavras proibidas nas redes sociais e nos sistemas de busca. Tudo por causa de boatos de que o filho de um alto representante do Partido Comunista teria sofrido um acidente enquanto dirigia um modelo da montadora italiana em Pequim, ferindo gravemente duas mulheres que estariam de carona. Alguns chegaram a anunciar que o próprio rapaz teria morrido. Além das circunstâncias relativas ao acidente, os internautas questionavam como um funcionário público teve dinheiro para comprar um carro tão caro.
Os termos, inclusive o nome de Bo Xilai, não só foram deletados de redes sociais como o microblog Sina Weibo e o QQ Weibo como também foram banidos do sistema de buscas Baidu pelos censores chineses. Não é mais possível sequer ter acesso às mensagens que foram postadas. Segundo algumas fontes, as histórias publicadas pelos chineses estariam sendo acompanhadas por grupos de inteligência de países como Estados Unidos e Reino Unido.
Para analistas políticos, a saída de Bo Xilai do governo causou um racha no PCC — algo que não seria admitido facilmente pelos comunistas, que querem sempre transmitir uma imagem de unidade, ainda mais no ano em que novos líderes serão escolhidos durante o congresso do partido. Bo é filho de Bo Yibo, um dos grandes revolucionários chineses, e ficou famoso por sua campanha para relançar as canções “vermelhas” e a parafernália maoísta com programas patrióticos na TV e o envio de funcionários para trabalhar no campo. A iniciativa causou preocupação entre os membros mais liberais do PCC e Wen Jiabao chegou a alertar na semana passada que o país poderia não sobreviver a uma outra Revolução Cultural
Fonte:
Globo.com

Obambacanão o cara está querendo se tornar um ditador?

Obama está executando um GOLPE DE ESTADO!





Fontes:
Cana Mídia Sem Máscara-
Infowars.com
Fim dos Tempos.Net 
e Existência Consciente 


Ataque aéreo ao Irã seria tarefa difícil para Israel, avaliam especialistas

Acompanhem esta e outras notícias atualizadas   aqui no  Blog  IAnotícias do Illgner

Sem uma resolução à vista com relação ao programa nuclear iraniano, Israel mantém em aberto a possibilidade de uma ação militar. O problema, dizem estudiosos, é que ela não seria tão facilmente executável.

No passado, Israel sempre foi bem-sucedido no ataque a instalações nucleares que considerava hostis. Em 7 de junho de 1981, um avião de guerra israelense destruiu um reator nuclear no Iraque, e, em 6 de setembro de 2007, a força aérea israelense realizou uma missão semelhante no norte da Síria. Mas os tempos mudaram, e especialistas afirmam que as chances de Israel ser bem-sucedido numa operação desse tipo contra o Irã são mínimas.

"Há uma diferença enorme entre o número de locais com armas nucleares e plantas de processamento de material nuclear no Irã e o único reator nuclear da Síria acima do solo", disse à Deutsche Welle o tenente-general David Deptula, ex-chefe de inteligência da força aérea dos EUA. "Uma campanha militar envolveria um conjunto de ações muito complexo. A maioria do público não entende que uma campanha aérea não envolve apenas voar do ponto 

A para o ponto B, jogar uma bomba e voltar para casa."

Um dos principais problemas seria a distância. Mesmo que Israel escolhesse a rota mais direta até o Irã atravessando os espaços aéreos da Jordânia e do Iraque e aceitando as consequências diplomáticas implícitas a esse ato , as sete instalações nucleares que seriam prováveis alvos ainda estariam a 1.500 quilômetros de distância.

Isso significa que os próprios oito aviões de reabastecimento de Israel que dariam suporte aos 125 caças considerados necessários para uma operação desse tipo teriam de pousar para reabastecer.

Melhores defesas

Além disso, as defesas aéreas do Irã podem até ser ultrapassadas, mas, mesmo assim, poderiam representar um desafio para qualquer missão israelense.

"Acho que a questão mais desafiadora é simplesmente a extensão, que significa que eles não poderiam permanecer muito tempo em cima dos alvos no Irã", afirmou à DW o especialista Martin Chalmers, do think tank militar Royal United Services Institute, em Londres. 

"Isso é muito complexo, e o tamanho limitado da força aérea israelense significa que a margem de erro não pode ser muito grande."

Há, porém quem considere que o problema seja outro. "Eu acho que a força aérea israelense tem os recursos de reabastecimento, por exemplo para levar aviões suficientes até os alvos", considera o especialista militar Shlomo Brom, do Instituto de Segurança Nacional da 

Universidade de Tel Aviv. "Esse não é o problema. O que não sei é se, quando alcançarem os alvos, poderão causar danos suficientes."

As duas plantas de enriquecimento de urânio do Irã são muito bem defendidas. Assim como a de Fordo, a instalação em Natanz é subterrânea. Ela foi construída no interior de uma montanha, há cerca de 70 metros de profundidade. Nem mesmo a mais poderosa bomba israelense, a GBU-28, seria capaz de avançar a tal profundidade.
Intervenção americana improvável

Se, por um lado, os Estados Unidos insistem que Israel mostre moderação com relação ao Irã, por outro o presidente Barack Obama enfatizou estar mantendo todas as opções em aberto com relação a Teerã. Com a ajuda dos EUA, tudo muda: os porta-aviões norte-americanos resolvem a questão da distância, e as bombas antibunker dos EUA são efetivas mesmo diante de 65 metros de concreto.

No entanto, especialistas afirmam que o enorme poder militar norte-americano poderia pesar contra uma decisão de Washington de lançar um ataque preventivo ao Irã, já que ele inevitavelmente levaria a um conflito maior.

"Os norte-americanos estão mais propensos a avançar sobre as defesas aéreas iranianas, mas também sobre os recursos do Irã que poderiam ser utilizados numa retaliação, de modo que poderiam ficar tentados a tomar algumas das instalações navais iranianas", disse Chalmers. "É provável que um ataque norte-americano alcançasse uma escala muito maior e haveria muito mais vítimas, incluindo civis. Seria difícil [para o Irã] armar uma retaliação, mesmo que limitada."

Mas, depois de ter retirado os soldados norte-americanos do Iraque em 2010, é improvável que Obama envolva forças dos EUA em outro grande conflito no Oriente Médio nos próximos tempos.

Modelos alternativos

Alguns especialistas questionam a utilidade de um ataque preventivo, dizendo que isso apenas conteria, mas não acabaria com a atividade nuclear iraniana. "Tudo o que se faria nesses casos é postergar o problema", diz Deptula. "Não se chegaria à causa subjacente do problema, que é o atual regime iraniano."

Em vez disso, talvez a melhor opção para Washington fosse apoiar e auxiliar grupos rebeldes iranianos a derrubar o governo atual de maneira semelhante ao que ocorreu com a Aliança do Norte no Afeganistão, em 2001, e com as forças contra Kadafi na Líbia, em 2011.

"Cada situação é diferente, mas há importantes vertentes de oposição no Irã, assim como há algumas vertentes significativas fora do Irã que se opõem ao regime atual", afirma Deptula. "A mais óbvia é o Mujaheddin-e-Khalq (MEK), um grupo de oposição que está no Iraque, com cerca de 3.400 pessoas."

O MEK é um grupo paramilitar formado por muçulmanos sunitas, descontentes com o regime de domínio xiita em Teerã. O governo iraquiano, agora também predominantemente xiita, quer expulsar o grupo do Iraque. Os Estados Unidos o lista oficialmente como uma organização terrorista.

"O MEK precisa ser removido dessa lista, e, então, poderia fornecer iranianos que apoiariam a remoção do regime atual", diz Deptula. "Ninguém discutirá tais detalhes em público, mas é esse tipo de modelo que representa uma possibilidade", avalia o especialista.

Artigo: Netanyahu v Obama -o que vem a seguir?


Escrito por Alan Hart
Enviado: 22 de março de 2012 15:48
O título de um artigo em Ha-aretz por Bradley Burston no jogo de pôquer entre primeiro-ministro israelense Netanyahu com o presidente Obama , Se Obama vencer em novembro, é Netanyahu quem estará em apuros? Essa é uma pergunta que eu tive em minha mente por algum tempo e ela pede outra. O que, realmente, preocupa Netanyahu mais - a possibilidade (não real) do Irã representa uma ameaça existencial para Israel ou para a perspectiva (real) de um segundo mandato de Obama?

Há, Burston escreveu, algo novo no ar, algo que Netanyahu não gosta. O que é isso? "Os conservadores americanos já começaram a pensar em voz alta que Barack Obama vai ganhar em novembro".

Na minha opinião há um. Melhor do que nivela chance de que no decurso de um mandato de Obama em segundo lugar, a América iria colocar os seus próprios interesses em primeiro lugar, o que significaria um fim ao apoio americano incondicional para o estado sionista de Israel certo ou errado (Como é frequentemente o caso, o gentio me e Gideon Levy estão na mesma página. O título sobre um de seus artigos recentes em Ha-aretz era É apenas uma questão de tempo antes que EUA murchem os pneus de Israel).

Há três razões principais pelas quais eu tenho essa opinião.

A primeira é a minha crença de que Obama odeia ser um prisioneiro do lobby sionista e seus lacaios no Congresso. (Acho que Max Hastings, um ex-editor do Daily Telegraph e um historiador muito respeitado militar, estava no local quando ele escreveu o seguinte em um recente artigo para o jornal Daily Mail ". Privado, Obama anseia descer duro  a Netanyahu, quem ele não gosta intensamente. Mas o Presidente dos EUA não se atreve a fazer isso quando sua própria reeleição pode depender do três por cento dos eleitores americanos, que são judeus ".)

A segunda, e muito mais para o ponto real, é que por trás de portas fechadas há agora muitos nos níveis mais altos militares dos Estados Unidos, inteligência e estabelecimentos de política externa que estão cientes de que um Israel que não tem interesse em paz com os palestinos, e é conduzido por homens que querem a guerra com o Irã, é um Israel que é muito mais de um passivo de um ativo para os EUA há também uma consciência nos níveis mais altos militares dos Estados Unidos,  na inteligência e estabelecimentos de política externa que Netanyahu decidiu jogar o cartão da ameaça do Irã  , a fim de desviar a atenção da consolidação de Israel em curso de sua ocupação da Cisjordânia e, em suma, ter Palestina retirado da agenda da política externa americana.

A terceira é a visão que me foi dada pelo ex-presidente Carter, quando minha esposa e eu nos encontramos com ele em Rosalyn depois de terem dito adeus à Casa Branca. "Qualquer presidente americano tem apenas duas janelas de oportunidade para quebrar ou tentar quebrar estrangulamento do lobby sionista sobre o Congresso sobre assuntos relacionados com Israel a Palestina."

A primeira janela é durante os primeiros nove meses do primeiro mandato de um presidente, porque depois que a solicitação de fundos para as eleições intercalares começa. Presidentes não precisam se preocupar por conta própria sobre os fundos para eleições intercalares, mas com a sua abordagem nenhum presidente pode fazer ou dizer qualquer coisa que possa ofender o lobby sionista e custam assentos de seu partido no Congresso. A segunda janela de oportunidade é o último ano de seu segundo mandato, se ele tem um. Naquele ano, porque ele não pode concorrer a um terceiro mandato, nenhum presidente tem uma necessidade pessoal de fundos de campanha eleitoral ou votos organizados. (Imagino que de entrada o  Presidente Obama, informou Carter ou não, estava plenamente consciente dessas janelas de oportunidade limitada e foi por isso que ele tentou nos primeiros nove meses para obter um congelamento na atividade Israel de assentamentos ilegais).

Então, minha resposta à pergunta do título de Burston é sim, Netanyahu poderia muito bem estar em apuros se Obama ganhar um segundo mandato.

Um bom indicador do medo de Netanyahu de um segundo mandato de Obama é, penso eu, a montanha de dinheiro os seus apoiantes a sério os  ricos na América estão a investir no esforço para obter um republicano na Casa Branca que permitirá que Netanyahu e do lobby sionista para puxar seu gatilho.

Pergunta: Tendo em conta que ele não quer que Obama tenha um segundo mandato, que agora são opções de Netanyahu?

Vejo três possíveis.

Uma delas é assistir e esperar e esperar que haverá uma desaceleração na economia americana entre hoje e novembro, que irá ajudar um candidato presidencial republicano para derrotar Obama.

Outra é lançar um ataque unilateral em instalações nucleares do Irã (Não importa que os líderes do Irã não tomaram a decisão de ir para as armas nucleares e, possivelmente, nunca menos que o Irã for atacado).

Pergunta: Como pode iniciar uma guerra com o Irã  a ajudar Netanyahu para colocar Obama em apuros?

Uma resposta curta é que uma provável  guerra regional e global de um ataque israelense ao Irã, incluindo os preços do petróleo, poderia trazer o que está sendo apresentado como uma recuperação lenta, mas segura da economia americana a um impasse rápido. E que, muito provavelmente, seria suficiente para garantir a derrota de Obama em novembro. (Em uma análise para o Interesse Nacional, uma política bi-mensal externa norte-americana do jornal, Paul Pillar, antigo, muito antigo analista da CIA e hoje professor visitante na Universidade de Georgetown para estudos de segurança, observou que o bem-estar dos consumidores americanos e dos trabalhadores é "Não é alto" na lista de tomada de decisões os  critérios para Netanyahu e seu governo).

Há, no entanto, uma coisa que poderia forçar Netanyahu  a não ir com esta opção. Independentemente do fato de que a inteligência no passado e no presente de Israel e os chefes militares estão divididos sobre a sabedoria de um ataque unilateral israelense sobre o Irã, as pesquisas estão mostrando que a maioria dos judeus israelenses se opõem a Israel ir sozinho com um ataque ao Irã. Eles são a favor do Irã ser atacado, mas apenas se os Estados Unidos torna-se comprometido e assume a liderança.

E isso nos leva a uma opção possível terceira para Netanyahu. Trata-se de uma comissão  do em fazer uma operação de falsa bandeira - um ataque a um interesse vital para os interesses americanos ou que o Irã poderia ser e seria enquadrado.

O lobby sionista, os rivais republicanos de Obama e muito se não de todos os meios de comunicação americanos iriam promover esta mentira como verdade, e que Obama poderia ficar sem escolha, mas para cometer o poder militar americano. Se ele não o fez, seu adversário republicano ou desafiantes, assistidos pelo lobby sionista e mais se não de todos os meios de comunicação americanos que o acusam de não proteger os interesses da América  e  segurança e trair Israel. E que, dada a ignorância da opinião pública americana, quase certamente seria suficiente para garantir a derrota de Obama.

Para sua própria peça absolutamente Obama não quer outra  guerra. Ele está assustado, como ela deverá ser, das conseqüências possíveis / prováveis.

Para além das possíveis consequências / económica provável (incluindo aumento dos preços da gasolina nos EUA), Obama compreende completamente que compromisso os EUA em uma guerra nova e mais ampla regional inflamará mais anti-americanismo e jogar nas mãos de árabes e outros muçulmanos radicais e extremistas , talvez a ponto de ajudá-los a tornar-se o poder político dominante na região. E que, se ela acontecer, seria potencialmente catastrófica para os melhores interesses da América no mundo árabe e muçulmano mais amplo. (Netanyahu, é claro, está  tranquilamente satisfeito porque seu Israel precisa de inimigos).

Até onde eu sei não há nenhum comentarista bem informado, que está preparado para fazer uma previsão explícita sobre o que Netanyahu vai fazer - se ele ordenará ou não  um ataque unilateral israelense sobre o Irã na fase final da eleição americana. Se eu tivesse que apostar minha vida nisso, eu diria que ele não vai, mas há um perigo real de que sua retórica anti-Irã, descrito em um editorial recente no  Ha'aretz como "uma combinação de miséria e megalomania", pode criar um impulso irrefreável para a guerra.

Como meus leitores sabem, eu considero como o jornal Ha'aretz mais honesto do mundo sobre o assunto do que realmente está acontecendo em Israel. Sua visão de Netanyahu estava em exibição em um recente editorial intitulado Israel não deve prestar-se a retórica vulgar de Netanyahu sobre o Irã. Eu acho que o editorial inteiro deveria ser leitura obrigatória não só para aqueles que querem substituir Obama como presidente, mas para todos os eleitores americanos. Aqui está o texto dele (com o meu grifo nosso).

Qualquer pessoa que se preocupa com o futuro de Israel não podia deixar de sentir um calafrio ao ouvir recentes discursos de Benjamin Netanyahu, na conferência da AIPAC - se não por causa da gravidade da ameaça existencial que descreveu, em seguida, por causa de sua vulgaridade pura e mau gosto. O primeiro-ministro, como se ele fosse mais do que um surfista de deixar o gabarito em um site, não hesitou em comparar grosseiramente Israel hoje para a situação dos judeus na Europa durante o Holocausto. E para apimentar o seu discurso com um desses truques visuais que ele tanto ama, ele até tirou uma fotostática de correspondência, a fim de implicar uma comparação entre a abordagem cautelosa do presidente dos EUA, Barack Obama para atacar o Irã  e recusa do presidente Franklin D. Roosevelt para bombardear o linhas de trem para Auschwitz.

Netanyahu, por vezes, parece que ele está segurando uma competição debatendo consigo mesmo. Todo discurso é o "discurso da sua vida" e deve ofuscar o seu antecessor, enquanto mais tarde, como se estivessem requentar um evento esportivo, ele e seus assessores alegremente contar o número de aplausos de pé, especialmente a partir de seus ouvintes norte-americanos. E para torcer uma ovação a partir do final de cada frase, parece como se todos os meios são legítimos: o kitsch (lixo) e de morte, ameaças e promessas, advertências e repreensões do mundo inteiro.

Desta vez, também, não está muito claro o que ele queria obter, através dessa retórica vazia - uma combinação de miséria e megalomania - além de aplausos. Será que ele quer pena? Para picar a consciência do mundo? Para aterrorizar a si mesmo, ou talvez para inflamar a fantasia Churchill em que vive? Mas uma coisa é clara: Afora o fato de que ele aprofundou os nossos sentimentos de vítima, insultou o presidente americano e estreitou as opções para a diplomacia, Netanyahu não melhorará uma situação de Israel  por este discurso, assim como ele não tem por qualquer seus outros.

Netanyahu não é o primeiro primeiro-ministro israelense, especialmente a partir da direita, a harpa sobre o trauma do Holocausto. Mas em contraste com Menachem Begin e Ariel Sharon, que no momento da verdade também exibido habilidades diplomáticas e liderança, Netanyahu foi e continua sendo, essencialmente, um homem PR: alguém para quem as palavras e retórica substituir a realidade. O medo arrepiante é que um dia, todos nós - inclusive ele próprio, apesar de sua cautela e hesitação - vai descobrir tarde demais que nos tornamos reféns de seu discurso Churchill, mas sem uma vitória Churchill.

Vou concluir com a minha própria história favorita sobre Netanyahu.

Caminho de volta em 1984 eu tinha um compromisso para o almoço em Nova York com o inglês que eu mais admiro, Brian (posteriormente nomeado cavaleiro) Urquhart. Ele era um Subsecretário-Geral das Nações Unidas com a responsabilidade de gestão de conflitos. Ele serviu a quatro Secretários-Gerais e era, na verdade, número um do mundo nos problemas a serem resolvidos. Por causa de seu alcance incomparável dos assuntos internacionais e sua integridade, ele era respeitado por líderes de ambos os lados de todos os conflitos que ele gerenciados. E ele nunca tirou seus golpes em trocas por trás portas fechadas com os líderes. Em uma ocasião particular o primeiro-ministro Begin disse que ele não deve falar com Arafat. Comece Urquhart olhou nos olhos e disse: "Sr. O primeiro-ministro, eu sou o servo da comunidade internacional, não se atreva a me dizer que eu posso eo que não pode falar! "

Quando Brian chegou para o almoço, ele disse enquanto estava sentado, "Acabei de conhecer o homem mais perigoso do mundo".

Eu perguntei quem era.

Brian respondeu: "Ele só apresentou suas credenciais como embaixador de Israel na ONU, Benjamin Netanyahu."
Por Alan Hart

16 março de 2012

@ Alanhart.net

Alan Hart é um ITN e ex-correspondente da BBC Panorama estrangeiro. Ele é autor do sionismo: o verdadeiro inimigo dos judeus. Ele bloga no http://www.alanhart.net e tweets via http://twitter.com/alanauthor
International Movement For a JUST World

Blogueiros russos temem repressão


RIA Novosti  23/03/2012
  MOSCOU, 21 de março (Marc Bennetts, RIA Novosti) - A investigação criminal sobre comentários feitos por um blogger de Moscou à frente de um protesto contra a vitória eleitoral de Vladimir Putin 04 de março têm alimentado os receios de uma repressão à dissidência online.
  "Este é um precedente perigoso", disse Alexander Morozov, um blogueiro popular e chefe do Centro de Moscou de Estudos de Mídia de think-tanks. "É a primeira andorinha da primavera."
  Blogger e ex-jornalista da Novaya Gazeta j Arkady Babchenko, 35 anos, pode pegar até dois anos atrás das grades sob a acusação de "chamar para a desordem em massa" através de uma entrada no Live Journal, plataforma da Rússia de blogging mais populares.
  Em sua mensagem em  27 fev pós Babchenko dizer que  manifestantes  em Moscou devem estar prontos para "ocupar o centro da cidade e, mais importante, mantê-lo" se eles queriam ver uma "Rússia sem Putin". "Precisamos de um Maidan", disse ele, em referência à casa ocupada por manifestantes durante a Revolução Laranja na Ucrânia em 2004.
  Mas em um post mais de 1.500 palavras, ele também ressaltou que era importante para evitar a violência e mergulhar o país em "guerra civil".
Babchenko escreveu uma semana antes de dezenas de manifestantes foram detidos pela polícia após se recusar a se dispersar após o final de um comício da oposição aprovada em 5 de março.  Babchenko estava entre os detidos.
A queixa inicial contra Babchenko foi feita pelo público Membro  da Câmara Boris Yakemenko, cujo irmão, Vasily, é o chefe da Agência Federal da  Juventude russa .
Yakemenko se recusou a comentar quando contactado por RIA Novosti.
"Figuras públicas pró-Putin  têm uma tentação muito grande para prestar queixa e pedir investigações agora - e isso é algo que certamente vai fazer", disse Morozov. "Podemos ver agora os tribunais inundados com reclamações de que os blogueiros estão incitando a discórdia social."
Enquanto grandes canais russos de televisão são controladas pelo Estado e, freqüentemente acusado de pró-governo viés, a Internet tem proporcionado um terreno fértil para a discussão de temas políticos tabu na mídia, conectando pessoas através de um vasto território que se estende por nove fusos horários.
Foi também usado por líderes do protesto para divulgar e organizar a série de manifestações de massa que atingiram Moscou e outras cidades neste inverno, na sequência de disputadas Dezembro de eleições parlamentares.VKontakte, o equivalente russo do Facebook, disse que as autoridades de segurança solicitou a empresa a desativar as contas pertencentes a grupos de oposição após os protestos iniciais. Ele se recusou a fazê-lo, citando "neutralidade política".
  "Um monte de pessoas que utilizam a Internet na Rússia são membros da classe média, que decidiram que eles podem usar a web para discutir problemas políticos", disse com sede em Moscou analista de segurança Andrei Soldatov.  "Mas isso poderia ser um sinal para que esquecer seu ativismo."
  "Bloggers em regiões da Rússia enfrentaram acusações criminais no passado, mas eles têm sido geralmente condenados a penas suspensas e similares," ele continuou."Mas ninguém sabe como a situação pode mudar agora - estamos falando de Moscou e uma pessoa relativamente bem conhecida aqui."
 Mas Oleg Kozyriev, analista de mídia e blogueiro influente, sugeriu  a comunidade da Rússia de Internet  que era improvável de ser assustada em silêncio.
"Eu não acho que isso vai assustar os blogueiros da Rússia", disse ele.  "Não é tão fácil para pressionar a comunidade de blogs de milhares de pessoas, pois é um negócio e os principais meios de comunicação."
  Ele também defendeu comentários de  Babchenko .
"Não havia nada de terrível em suas palavras," ele disse."Ele simplesmente queria que as pessoas expressassem sua posição cívica na praça."
  Marketing de empresa de pesquisa ComScore classificou a Rússia em primeiro lugar os usuários da Internet entre 18 países europeus pesquisados ​​em setembro passado com 51 milhões de usuários.  Alemanha é a segunda.
"Também é importante que ninguém jamais foi indiciado por chamar para o transtorno de massa online."
“So Yakemenko is trying to force the country into a new reality here,” he went on. "Então Yakemenko está tentando forçar o país a uma nova realidade aqui", continuou ele. "Uma em que o crime de pensamento é punível - onde a opinião pessoal é considerado um crime."
Mas ele também destacou que o tribunal teve ainda a considerar o caso e advertiu contra "exagerando" desenvolvimentos ".
"Os casos são investigados e tratados numa base individual", disse ele.
Quanto Babchenko, apontou nesta quarta-feira em sua conta Live Journal que o número de pessoas que desejam "amigo" dele online tem subido rapidamente após as acusações foram feitas.
  "Há simplesmente uma quantidade monstruosa de extremistas em nosso país", escreveu ele.

Lembram o que disse Lindsey Willians sobre o potencial energético da América do Norte?

América do Norte tem potencial para ser o próximo Oriente Médio em  energia do Mundo, um relatório argumenta

 Setor de energia da América do Norte tem o potencial de conduzir um "notável ressurgimento", que poderia ver o continente se tornar o novo Oriente Médio na formação da oferta mundial de gás e petróleo, um novo relatório afirma.

Xisto da América gás revolução tem uma audiência de Blackpool para Argélia
ALAMY A plataforma de perfuração de gás natural no campo Antrim Shale de Michigan do norte Foto:. Alamy
Perfuração em águas profundas no Golfo do México, tocando em depósitos de xisto por gás e petróleo e areias de petróleo do Canadá estão entre os ingredientes que poderiam ver a produção da América do Norte de petróleo e líquidos de gás natural  chegar quase ao dobro de 26.6m de barris por dia até 2020, de acordo com um relatório por analistas do Citigroup.
"O setor de energia nas próximas décadas podem conduzir uma revitalização extraordinária e oportuna e reindustralisation da economia dos EUA", o relatório de 80 páginas, disse.
 A controversa questão da energia futuro dos Estados Unidos precisa e como encontrá-los dominou a batalha pela Casa Branca nas últimas semanas, como os adversários republicanos culpam o presidente Barack Obama para o recente aumento dos preços da gasolina.
Especialistas dizem que o assunto também está ganhando tração política entre republicanos e democratas, porque os EUA está numa encruzilhada importantes sobre a sua política de energia no futuro.  2011 foi o primeiro ano desde 1949 que o país exportou mais produtos de petróleo do que importar.
Nos EUA  a demanda por petróleo caiu para 18,8 milhões de barris por dia no ano passado, quase 10pc a partir de 2005, de acordo com o Departamento de Energia. O relatório prevê que a queda na demanda dos EUA para produtos petrolíferos, impulsionado em grande parte pela crise, continuará como tecnologias energeticamente eficientes são mais amplamente adotado.
Isso também poderia contribuir para tornar a América do Norte o jogador fundamental na formação de fornecimento global. "O crescente excedente Continental de pontos de hidrocarbonetos da América do Norte efetivamente se tornar o novo Oriente Médio na próxima década", argumenta o relatório.
Os autores salientam que o cenário que pinta é o que poderia acontecer, ao invés de um que vai. Mas eles acrescentam que uma reformulação da posição do América na cadeia de energia teria mais amplos benefícios econômicos, com até 3,6 milhões de novos empregos criados.
A questão da política energética da América não é exclusivamente econômica, com preocupações sobre o ambiente e o papel mais amplo de governo que caracteriza fortemente no debate os EUA.
"Com o impasse político em Washington precariamente elevado, continua a ser pouco provável que uma política energética abrangente será alcançado no futuro próximo", diz o relatório.
The Telegraph

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...