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28 de outubro de 2011

Atenas e o Suplicio de Tântalo

Muito bom o artigo sobre a Eurocrise em especial a situação da Grécia.
Este vem via blog Informação Incorrecta. dêem uma espiadinha.
Daniel -UND
Atenas e o suplício de Tântalo


E agora quem dizer mal das Mentes Pensantes que morra com todos os Filisteus!

Porque é assim: na superhipermegareunião de Bruxelas os poderes fortes mostraram os músculos.
E o cérebro? Epá, não abusamos, tá bom?

O caso da Grécia, por exemplo.

Nos diários podemos encontrar os seguintes dados:
  • o total da dívida grega é de 360 biliões de Euros;
  • as Mentes Pensantes conseguiram um haircut (corte) da dívida de 50%;
  • a dívida grega diminuirá de 100 biliões.

Bom, eu na matemática sou muito fraco. Mesmo assim penso: quanto é 50% de 360 biliões?
Com fadiga respondo: 180 biliões.
Então porque a dívida grega diminui de 100 biliões, sendo 50% de 360 = 180 biliões?

Será que em Bruxelas são matematicamente ainda mais fracos?

Não, aliás as Mentes sabem fazer as contas muito bem, demasiado bem. O facto é que, como já previsto neste blog (O Dia dos Dias: o haircut das Mentes Pensantes), parte da dívida grega não será atingida pelos cortes.

Mas que importa? Continuemos com leveza e alegria.

O plano diabólico das Mentes prevê que em 2020 a Grécia possa atingir um rácio Dívida/PIB de 120%.
Não é fantástico?

São 9 anos de sacrifícios, de vida como bestas, e para quê? Para poder voltar a vender os próprios Títulos nos mercados internacionais?
Nem pensar! Em 2020 dívida será sempre 120% do PIB e vai ser muito complicado que alguém possa aceitar as obrigações de Atenas.

Mas vamos atrás. Recuamos até um tempo obscuro, quando a Grécia enfrentava sozinha os demónios financeiros, quando matilhas de especuladores tentavam destruir Atenas e Esparta também.
Vamos até 2010. Quanto era a dívida grega? 115% do Pib.

Ops...

Dito de outra forma: com a ajuda da Dupla Maravilha antes (FMI e BCE) e das Mentes Pensantes depois, a Grécia precisará de 10 anos para voltar ao ponto de partida. Aliás, um 5% pior de que o ponto de partida (2010 = 115%; 2020 = 120%).

Tanto para gastar um pouco de tempo, vamos fazer um rápido calculo.
Em 2010 para reduzir de 100 biliões a dívida grega teria sido suficiente um haircut de 30%. Isso só para quem afirma que estas são operações que "custam nada"...

Entretanto, vozes falam duma nova "ajuda" em 2013 ou 2014 no máximo. Total da intervenção: 140 biliões de Euros.
Cortamos agora 100 biliões para depois aumentar a dívida de 140?
Eu fosse a Grécia recusaria todas as ajudas e mobilizaria o exército...

Ipse dixit. 


Fontes
: Bimbo Alieno

Atenção! Mídia divulga visita de Illuminatis no Brasil? Elite de líderes mundiais se reúnem com Dilma em Brasília

Dilma Rousseff cumprimenta Mary Robinson, Fernando Henrique e Jimmy Carter durante jantar com The Elders, no Palácio da AlvoradaQuase nove anos depois de deixar a Presidência, Fernando Henrique Cardoso (Illuminati - Clube de Roma) esteve nesta terça-feira no Palácio da Alvorada como convidado da presidente Dilma Rousseff.

Dilma recebeu num jantar em Brasília o grupo conhecido como "The Elders" (os anciãos, em português), que reúne líderes mundiais em torno de uma agenda humanitária e de promoção da paz.

[Agenda humanitária e promoção da paz??? Tão de brincadeira? Se for as mesmas ações "humanitárias" que a OTAN está realizando nos países árabes, eu afirmo: Estamos "ferrados"! O que irão fazer aqui??? Isso está muitíssimo estranho...]

Além de FHC, estiveram presentes: O ex-presidente norte-americano Jimmy Carter; Martti Ahtisaari, ex-presidente da Finlândia; Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega; e Mary Robinson, a primeira mulher a assumir a presidência da Irlanda e ex-alta comissária da ONU para Direitos Humanos.

O grupo foi criado em 2007 pelo ex-presidente sul-africano Nelson Mandela _que não virá ao Brasil por motivos de saúde.

Brasília - Pela primeira vez desde que deixou a presidência da República, em 2003, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou ao Palácio da Alvorada. FHC participou de um jantar com a presidente Dilma Rousseff e o grupo chamado The Elders, que reúne líderes mundiais - ex-presidentes e ex-mandatários de organizações como as Nações Unidas - em torno de uma agenda de promoção da paz e do desenvolvimento.

Fernando Henrique chegou ao Alvorada junto com outros membros do grupo, como a ex-primeira ministra da Noruega, Gro Bruntland, a indiana Ela Bhatt e o ex-presidente americano Jimmy Carter, em uma van cercada de seguranças. O jantar foi ideia de FHC, já que os líderes estariam reunidos essa semana no Rio de Janeiro. Dilma recebeu de bom grado o pedido.

O jantar durou cerca de duas horas. Dele participaram, além do grupo e da presidente, os ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e das Comunicações, Helena Chagas - além do assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia.

Fontes: libertar.in e http://www1.folha.uol.com.br/poder/996707-dilma-recebe-the-elders-em-jantar-em-brasilia.shtml
Contribuição: Disney Vargas

Colaboração com o UND-Jonh Boss my friend

Piora depois melhora


Fonte: Canal Verdade Oculta 30 -via Youtube

Verdade Ocullta 30 - Terremoto na TURQUIA

Analistas: «Novo plano insuficiente para resolver crise»

Peritos dizem que novo plano pode ser insuficiente para resolver problemas mais profundos
27/10/11

O novo plano da União Europeia para combater a crise da dívida, saído da Cimeira de Bruxelas, trouxe desenvolvimentos positivos, mas deverá ser insuficiente para resolver os problemas mais profundos da zona euro, de acordo com analistas norte-americanos.
O analista Alen Mattich escreve esta manhã no blogue «The Source», no site do Wall Street Journal, que mais «cimeiras de emergência» europeias serão necessárias, pois «os problemas fundamentais mais profundos da zona euro não foram resolvidos e vão continuar a causar problemas».
Mattich deixa mesmo em dúvida que os bancos aceitem as perdas com a dívida grega, que o Fundo de Estabilização Europeu seja alargado para um bilião de euros «utilizáveis» ou que o programa de recapitalização dos bancos seja suficiente.
Embora estas propostas venham animar os mercados, adianta, a Grécia e outras economias da zona euro vão continuar a ter problemas de crescimento, sofrendo de um défice de competitividade em relação à Alemanha que se vai acentuando com as medidas de austeridade e deflação que vêm sendo seguidas.
Mesmo expandido, o Fundo pode vir a ser «absorvido pelo poço sem fundo da dívida soberana europeia, um buraco permanente aberto pelos desequilíbrios estruturais inultrapassáveis dentro da zona euro», e «quando isso acontecer, haverá mais um conjunto de cimeiras de emergência, outra série de planos de resgate e o corta-fogos que vem substituir todos os corta-fogos».
Michael Schuman, escreve esta manhã no blogue da revista Time «O Bom Capitalista» que o novo pacto europeu mostra que a zona euro «finalmente está a cair na realidade», e deu «passos cruciais» para combater a crise, como o alargamento do Fundo.
Mas o plano «não resolve as grandes questões» e é «verdadeiramente patético no pedido de ajuda» à China.
«A crise da dívida grega vai continuar, a criar bancária vai continuar e os europeus não puseram dinheiro de acordo com a sua retórica», adianta.
«No final, este acordo histórico vai provavelmente ser lançado no caixote de lixo da história, como todos os outros acordos históricos. E o mesmo ciclo voltará a repetir-se. Provavelmente estaremos a falar de um novo grande acordo para acabar com a crise da dívida no início do próximo ano», diz Schuman.
FONTE
 Síria teme ação externa e ordena instalação de minas ao longo de sua fronteira com Jordânia, Líbano e Turquia.
Nas últimas 48 horas, o corpo de engenharia  sírio  estabeleceu campos de minas ao longo das  fronteiras com Jordânia, Turquia e a reduzir  o fluxo de armas e mão de obra armada de  apoiar a oposição anti-Assad ea saída de desertores do exército. Fontes militares DEBKAfile acrescentam: Com esta ação, a Síria tem como objetivo selar-se sozinho contra a intervenção militar estrangeira por tropas árabes ou da OTAN.
Tropas sírias foram avistadas esta semana  semeando minas ao longo da margem norte do rio Yarmouk que marca a fronteira sírio-jordaniana. Eles começaram na justaposição dos sírios, as fronteiras de Israel e Jordânia, assim, que liga o setor recém-extraído do campo existente no limite do Golan da Síria com Israel.As minas na fronteira do Líbano foram colocadas perto das aldeias de Knaysseh e Al-Hnayder, norte libanês e em ambos os lados da fronteira perto de  Heet e Buwayt. Na fronteira turca,  navios mineiros da Síria passaram a trabalhar em Idlib e regiões  de Jebel Zawayeh onde um grande número de oficiais e soldados que desertaram para os rebeldes estão concentrados.
De acordo com nossas fontes militares, a Turquia recentemente elevou sua intervenção direta na insurreição síria. Os comandos militares rebeldes tiveram permissão  para operar a partir de seu solo  e já receberam autorização para começar a recrutar desertores do exército sírio e voluntários, trazê-los para a formação de curta duração e enviá-los de volta armados com lança-granadas (RPG), armas automáticas e granadas de mão.O  novo campo minado na Síria se destina a acabar com este tráfego.
Bashar  al  Assad é relatado por nossas fontes de ter começado a agir como um homem  a ser caçado desde a morte violenta  do ditador líbio Muammar Kadafi. Aparentemente assombrado por esse evento, ele teme o volume crescente de armas contrabandeadas para a Síria  e está fornecendo infra-estrutura para uma OTAN-voltada para  operação militar árabe em apoio ao levante.
Quinta-feira, 27 de outubro, o chefe de pessoal do Qatar, Gal. Hamad bin Ali  Atiya, admitiu pela  primeira vez que o emirado havia injetado tropas terrestres para o conflito líbio: "Nós estávamos entre eles e os números de Catar no chão foram centenas de pessoas em cada região ", disse ele.
Ele não revelou como eles foram levados para a Líbia. Fontes militares DEBKAfile do relatório  dizem que eles foram transportados por aviões militares cargueiros  americanos . Dentro da Líbia,  o Qatar estabeleceu um centro de comando móvel que se movia ao redor com  suas  tropas. Os soldados do Catar não estavam sozinhos. Forças especiais  jordanianas também lutaram com os rebeldes na Líbia.
Desde que a Arábia e agências de inteligência do Qatar estão a organizar e financiar as remessas de armas contrabandeadas para a Síria, militares e chefes de inteligência em Damasco, temem  que a próxima etapa será incursões pelas forças especiais de  Arábia, Qatar e Jordânia para juntar-se com os rebeldes .Não houve comentário oficial do governo sírio sobre a morte de Kadafi, mas ativistas da oposição foram a cidade protestar. Esta semana, eles ordenaram manifestantes a revelar-se em vigor sexta - feira, 28 de outubro, e de apelo à OTAN para declarar a Síria uma zona de exclusão aérea para evitar que a força aéra síria ataque rebeldes . Foi assim que a intervenção militar ocidental na Líbia começou em março passado.
Fonte:Debka.com

27 de outubro de 2011

Artigo: Guerra Civil rima com Brasil (Bom recordar )

Guerra Civil rima com Brasil

Por Waldo Luís Viana
Quando era criança, adorava um joguinho com lápis e papel, em que aparecia uma série de pontos num quadrado para interligar. Unindo ponto a outro, ao final surgia o gorila. E como era feio o bicho. E eu sorria...

O tempo passou, fiquei adulto, mas permaneceram os olhos e as lembranças do menino. Todavia, não sorrio mais. O que estou vendo hoje, interligando os pontos, é muito perigoso.

Resta apenas desmoralizar as Forças Armadas e o Supremo Tribunal Federal como instituições. Como na Jerusalém do passado, não sobrará pedra sobre pedra, como um dia lamentou Jesus. Advirá o momento em que o diálogo entre o governante e o povo será direto, sem intermediários. Teremos então a flor do Lácio do totalitarismo...

O gorila estará visível e nu, como todo poder anticrístico. As instâncias intermediárias, as forças que auxiliam a sociedade civil a se proteger de nada mais valerão, a não ser para legitimar o estupro da nação. E nem será necessário colocar a oposição na cadeia, como queria Bakunin, porque neste país se opor é ato que beira o mau gosto. Oposição é crime de lesa-majestade!

Nenhuma resistência acontecerá, porque todos se tornaram malandros e não vão colocar a cabeça de fora para ser decepada. E o país rumará ao patíbulo, sem a defesa de seus filhos.

Primeiro, tiveram que desmoralizar a classe política que está misturada ao pior esterco da corrupção; em seguida, a atmosfera de insegurança nas cidades e nos campos se generalizou, com assassinatos e o patrocínio do crime organizado ao delírio geral das drogas; mais adiante, a destruição da educação, da saúde e dos valores morais, como causas antiquadas e “cívicas” a serem minimizadas cotidianamente pela mídia. Vemos até o presidente da República atirando camisinhas ao populacho, nem se importando em discutir uma correta política de controle da natalidade.

Aliás, reproduzindo-se feito moscas, os pobres e miseráveis serão o caldo de cultura para a futura sociedade planificada na vontade de um homem só e seus asseclas. Se isso não for fascismo, não sei como se chama...

Estamos, finalmente, vivendo um filme de terror, em que os brasileiros são os mortos-vivos. Os movimentos sociais e sindicais permitidos vão fazendo o jogo de cena, próprio das ditaduras, fingindo opinião que não mais detêm, emudecidos por verbas oficiais. Estão calados e bem pagos, como estátuas de sal (ou pré-sal)...

Estou emitindo essas considerações, mas não sei até quando poderei fazê-las. A sensação de inutilidade, de malhar em ferro frio, é onipresente, porque é próprio das ditaduras desmoralizar qualquer oposição, colocando o crítico eventual numa situação de paralisia psiquiátrica. Passou-se o tempo em que nos chamavam de “reacionários de direita”. Agora, somos loucos mesmo, os que ousam remar contra a pretensa maré da maioria...

Alguns de meus censores, candidamente, me perguntam: por que você critica tanto o presidente? E eu respondo; tenho 53 anos e nasci durante o governo Café Filho, sujeito honestíssimo e de caráter ilibado. Aos catorze anos, na casa de meu pai, em plena ditadura, pude conversar por cinco minutos com um estadista, o ex-presidente Juscelino Kubitschek, e o SNI fotografava todos os que entravam no edifício. Testemunhei o transcurso do regime militar, os governos Sarney, Collor, Itamar, Fernando Henrique e o atual.

Cumprindo o princípio da história brasileira contemporânea, de que o futuro é sempre pior que o passado, jamais vi em minha vida um presidente tão descomposto e hilariante na capacidade de dizer asneiras e batatadas. Pensava que o mais folclórico, nesse sentido, teria sido o general Figueiredo, mas o atual, sem qualquer dúvida, bateu todos os recordes. Ele é o anticristo da estrela de cinco pontas que ainda vai nos trazer enormes tristezas e constrangimentos. E me recuso a crer que o brasileiro se identifique tanto assim com ele por ausência de espírito crítico, cultura e sabedoria.

Não me recordo de ter sentido tanto medo e insegurança como hoje em dia. Mudei do Rio de Janeiro, onde ouvia toda noite, em certo bairro nobre, o som das metralhadoras, como se estivesse ao lado de minha cama. Cansado de tantas balas perdidas por perto, resolvi morar em cidade pequena e felizmente ainda não conquistada pela bandidagem.

A despeito de tudo, não me calei. Quando ouço falar que o MST está matando gente em Pernambuco e que protesta contra o fechamento de suas “madrassas”, escolas de alfabetização terrorista e fundamentalista no Rio Grande do Sul, fico boquiaberto.

Sou do tempo em que os estudantes da UNE protestavam contra o regime. Hoje, saem ridiculamente à rua para reivindicar meia-passagem nos ônibus e nos cinemas. Os estudantes “profissionais”, empanturrados de verbas públicas, calaram definitivamente a boca e parece que, em contrapartida, a juventude só se interessa mesmo por baladas regadas a maconha, crack, cocaína, LSD e ecstasy, para esquecer a realidade mórbida em que vivemos. E os combativos acadêmicos trotskistas de ontem são apenas os universitários conformistas de hoje, que passam trotes violentos...

Sou do tempo em que havia preocupação com a proletarização das Forças Armadas. Hoje, além de desequipadas e sem opinião, vão ter que curtir os expurgos futuros causados pela ampliação da lei da anistia e da abertura de arquivos acusatórios sobre alguns oficiais de pijama, ainda vivos. É claro que sob o nobre pretexto de não repetir a tortura, sempre hedionda, o governo procura criar um clima de exagero ao comparar o que ocorreu na ditadura militar com o holocausto nazista. A solução é utilizar o erário para recompensar e enriquecer ex-guerrilheiros e alguns falsos terroristas queridinhos do governo vigente.

No entanto, a protoditadura que aí está, não satisfeita, quer ainda armar o circo da divisão social. Como Mussolini, dividir a sociedade em compartimentos estanques para melhor governar e poder sobressair.

Nesse contexto, temos o pobre, como entidade genérica eternamente defendida pelo salvador de plantão, colocado em litígio contra as classes dominantes, que nunca estiveram tão bem protegidas e prestigiadas, como neste governo. Negros insurgem-se contra brancos, homossexuais contra heteros, índios e quilombolas contra agricultores, mulheres contra homens, deficientes físicos contra não deficientes – enfim, onde possam se constituir subdivisões sociais e cotas politicamente corretas, eis aí o solo fértil para a manutenção e continuidade do poder protofascista. Com a palavra, o Duce de Garanhuns: nunca neste país...

Mãos crispadas nos palanques, faces avermelhadas pelo porre da noite anterior, vai o governante cantando loas às próprias realizações, abrindo veredas para a sucessora predileta, um balão de ensaio caprichoso e sem carisma, fruto de teimosia que nenhum de seus acólitos ousa contestar, a não ser através de uma anticandidatura lançada como eram os antigos cristãos às feras famintas...

Nunca neste país o ovo da serpente esteve tão prestes a rebentar. A nação é um paiol de pólvora e não me admirarei se focos de inconformidade, diretamente proporcionais ao terrorismo de alguns movimentos sociais, começarem a surgir. Afinal, guerra civil rima com Brasil e essa licença não pode deixar de ser acolhida com imensa preocupação pelo poeta.

Podem dizer de mim o que quiserem, porque me acostumei a unir os pontos de um desenho de início incompreensível e aparentemente inextricável. E o gorila que aparece hoje, tal como o diabo, é grande ator na tarefa de iludir e fingir que não existe.

Como disse o apóstolo Paulo, sentir como adulto faz com que esqueçamos a imagem de criança, posta no espelho e vislumbremos a verdade, face a face. Mas ao invés de Deus, o que aparece no Brasil é o gorila...

Fonte: Pesquisa Google-
* Waldo Luís Viana é escritor, economista, poeta e morre de medo de gorilas...
Teresópolis, 28 de fevereiro de 2009.
Será a Coréia do Norte a bola da vez nos planos dos EUA em erradicar ditaduras contrárias ao sistema no mundo?
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, qualificou na quarta-feira, 26, a Coreia do Norte como uma "ameaça séria", em meio a um clima de desconfiança entre os militares norte-americanos com relação à atual reaproximação diplomática com Pyongyang.
Representantes dos dois países se reuniram nesta semana em Genebra para discutir os termos para a retomada de um processo multilateral para o desarmamento nuclear norte-coreano. Neste mês os EUA e a Coreia do Norte também chegaram a um acordo para reiniciar a recuperação dos corpos de soldados norte-americanos mortos na Guerra da Coreia (1950-53), atividade que estava paralisada desde 2005. 


Em sua primeira visita a Ásia desde que assumiu o cargo, Panetta elogiou esses fatos, mas usou termos duros para descrever a Coreia do Norte. Disse que o regime comunista norte-coreano é "imprudente" e escreveu, em artigo publicado num jornal coreano na quarta, que o Norte continua sendo uma "séria ameaça".

"Venho aqui porque sob muitos aspectos esta é a linha de frente", disse Panetta, dirigindo-se a centenas de soldados norte-americanos e sul-coreanos em Seul.

Uma fonte de alto escalão que acompanha Panetta na viagem disse ser importante que os preparativos militares estejam "alinhados com onde as coisas estão no processo diplomático" por causa da natureza cíclica dessas relações.

"Nossa experiência, infelizmente, tem sido de que nossos amigos norte-coreanos passam por ciclos de envolvimento diplomático e provocação, e precisamos estar preparados para como esse ciclo vai se desenrolar depois da próxima curva", disse o funcionário.

A Coreia do Sul é a última escala de Panetta na viagem de uma semana, que incluiu também o Japão e a Indonésia. Ele usou todas as oportunidades possíveis para assegurar aos aliados regionais que os EUA manterão uma presença sólida no Pacífico, apesar dos iminentes cortes no orçamento de defesa.

Isso é particularmente importante na Coreia do Sul e no Japão, onde os EUA têm cerca de 80 mil soldados e onde os aliados de Washington observam com nervosismo o fortalecimento militar da China.

Segundo Panetta, a retirada das forças dos EUA do Iraque, ainda neste ano, e a gradual retirada das forças do Afeganistão permitirão que os EUA dediquem mais atenção à Ásia oriental.
"Todos os sucessos que temos tido nos dão a oportunidade de assegurar os investimentos necessários no Pacífico," disse ele no começo do dia no Japão. 

Leia mais em : http://www.revelacaofinal.com/2011/10/eua-querem-eliminar-os-opositores-da.html#ixzz1c1TRKgbW
Obrigado a Jonh Boss pela colaboração com o UND
Rússia interessada em novo programa estratégico de mísseis para defender a Terra de ameaças do espaço.
 
A proposta ABM novas promessas proteção contra queda de asteróides, bem como mísseis, de acordo com embaixador da Rússia na Otan.

"Interessados" Medvedev em novos escudo estratégico
  Star Wars revisitada: Estratégia de Defesa da Terra ecoa plano de Reagan   Fonte: AP
 Tendo falhado para extrair uma garantia legal dos EUA que as suas instalações de ABM  baseadas na  Europa  (anti-míssil balístico) não são dirigidas contra as forças nucleares russas, a Rússia é a esperança de superar seus medos com um plano novo e ousado.

O jornal Kommersant tem conhecimento de que uma iniciativa de mísseis - o nome de código de Defesa Estratégica da Terra, lembrando a era Reagan-Strategic Defence Initiative - está sendo discutido em Moscou.
O projeto propõe um sistema comum, envolvendo os EUA e a Otan e é projetado para proteger o planeta inteiro contra não só  mísseis , mas também asteróides, detritos de cometas e outras ameaças não especificadas do espaço sideral.

 De acordo com fontes Kommersant, a idéia foi apresentada por Dmitry Rogozin. Presidente  e representante especial de Medvedev sobre o sistema  anti-mísseis de defesa, o Sr. Rogozin também é embaixador permanente da Rússia na OTAN.

As propostas estão a ser ditas lembram o projeto americano de Star Wars, em que o sistema iria monitorar o espaço em torno da Terra e têm capacidades surpreendentes de destruir todos os objetos ameaçadores quando se aproximam.

  "Atualmente, o sistemas de defesa antimíssil  dos  EUA se destina exclusivamente a proteger o país contra mísseis lançados de algum lugar no Oriente Médio", disse um diplomata próximo ao projeto. e_SDLq O novo plano envolve a reunião de míssil ar, e a defesa do espaço. "

Uma fonte Kommersant acrescentou: "A defesa  com míssil está sendo promovido por Washington como uma configuração apenas para resolver o problema global da  blindagem da  América e de seus aliados contra as ameaças de mísseis. Nosso conceito oferece-lhes um desafio ainda mais global: para salvar o mundo.  E não vai estar sozinho, mas junto com a gente.

Lembre-se do filme Armageddon, onde Bruce Willis salva a Terra, juntamente com a Rússia [cosmonauta] Lev Andropov, que pairam em torno do universo em um chapéu de caçador com uma chave e uma garrafa de vodka. "

Um dos elementos-chave da proposta russa, segundo fontes do Kommersant 's, é colocar o novo sistema de defesa do espaço sob o controle das Nações Unidas.  Se for aprovada, o sistema certamente resolverá  as preocupações de Moscou sobre o sistema Euro-ABM. Mas especialistas acreditam que o novo empreendimento da Rússia tem pouca chance de mudar o curso das negociações com Washington sobre defesa antimísseis.

Mas isso não afeta o outro ABMs America  que está construindo atualmente na Europa ", Fyodor Lukyanov, editor-chefe da revista Rússia nos assuntos globais, disse oa  Kommersant.

Segundo o jornal, o conceito foi apresentado ao presidente Dmitry Medvedev. Depois de ler o documento, o presidente disse ter escrito a palavra "interessante" sobre ele. Ele instruiu Dmitry Rogozin e seu assessor em  política externa  presidencial ,Sergei Prikhodko, para refinar as propostas.

  Sr. Prikhodko não estava disponível para comentar o assunto, enquanto Dmitry Rogozin se recusou a falar com o Kommersant.

Interesse de Medvedev na iniciativa vem como nenhuma surpresa para um especialista, que afirma que "gosta de inovações, Dmitry Medvedev diferentes. A mais ousada e criativa a idéia, a melhor chance que ele tem de agradar ao presidente ".
Fonte:Rússia Beyond Headlines e WhatDoesitMean.com
Tradução e adaptação : Daniel -UND 
 China ameaça recorrer a força contra vizinhos sobre disputa nas águas do Mar da China Meridional.

Pela Bloomberg News
 

(Atualizado com a resposta do governo no segundo parágrafo.)
   (Bloomberg) - os vizinhos da China devem se preparar "para os sons de canhões" se não moderarem suas posições em disputas territoriais sobre o Mar da China Meridional,  advertiu o jornal estatal Global Times  num editorial do dia 25 de outubro.
Países como o Vietnã, Filipinas e Coréia do Sul não devem provocar a  China "postura diplomática leve"  como eles procuram para resolver reivindicações territoriais conflitantes, disse o jornal. O governo se distanciou do relatório de hoje, dizendo que não representavam suas opiniões.
"Se esses países não querem mudar suas maneiras com a China, eles precisarão  se preparar para os sons de canhões", o editorial não assinado, disse.  "Precisamos estar prontos para isso, como pode ser o único caminho para as disputas no mar a serem resolvidas."
O Global Times é de propriedade  do Diário do Povo, um porta-voz do Partido Comunista chinês . O editorial disse que a compreensão atual da China é que as disputas devem ser resolvidas através de negociação.  "Mas se a situação ficar feia, alguma ação militar é necessária", disse.
Em resposta a perguntas sobre o editorial, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Jiang Yu disse a jornalistas  em Beijing que a China "adere à estratégia de desenvolvimento pacífico" e está empenhada "em resolver a disputa marítima através de meios pacíficos".
  "Semear discórdia e hostilidade só vai complicar" a questão, disse Jiang.
 
  Navios de Patrulha
China usou navios de patrulha nos últimos meses para frustrar os esforços do Vietnã e as Filipinas para explorar petróleo e gás no Mar da China Meridional.  A secretária de Estado Hillary Clinton, advertiu em julho que aumento de  confrontos na área são uma ameaça para rotas marítimas ocidentais.
  Reivindicações concorrentes ao Mar da China Meridional ameaçam azedar laços entre a China e a Associação de Nações do Sudeste Asiático  que tem como membros o Vietnã, Filipinas e Malásia como os países  que competem por recursos de petróleo, gás e a pesca nas águas disputadas.
  A China, citando evidências históricas, tais como fragmentos de cerâmica, afirma que uma  faixa em forma de língua do mar demarcada por nove traços que se estende centenas de quilômetros ao sul da ilha de Hainan para as águas ao largo da costa equatorial de Bornéu são suas.
  Fonte: Bloomberg.com --Nicholas Wadhams, Michael Forsythe. -

Congressistas dos EUA pedem para matar lideranças iranianas-Revisado

Esta Quarta -feira  o  Congresso de EUA sugeriu levar a cabo operações especiais secretas contra Irã, incluindo assassinatos dos dirigentes dos Serviços de Inteligência iranianos. Estas declarações foram pronunciadas eno marco do evento titulado 'Operações terroristas iranianas  em solo norte americano', onde participarão vários analistas militares e de Inteligência do país.
"Não creio que seja possível assustar a estas pessoas, chamar sua atenção, se não matar  alguém", disse francamente o ex agente da CIA, Marc Ruel Gerekt.
Assim mesmo, a mesma ideia foi pronunciada pelo general da reserva Jack Keane, quem disse que "é necessário 'tirar do ficheiro' os iranianos em todas as áreas onde tenham interesses". "Por quê não matá-los se durante 30 anos eles matavam e continuam matando a nossos cidadãos? Por quê não os matamos?", perguntava Kane durante seu discurso.
No entanto, o presidente do Comitê de Segurança Nacional dos EUA, Peter King, propôs  expulsar a todos os diplomatas iranianos de Washington, alegando que são "espiões". Sua 'sugestão' resulta bastante ridícula levado em conta que, devido à  ausência de relações  diplomáticas com Irã, nos EUA não tem diplomatas  iranianos, a exceção  daqueles que permanecem em New York acreditados pela ONU.
"Durante muitos anos Irã  foi inimigo de Estados Unidos. Este país  organizou  ataques contra EUA., organizou o assassinato do embaixador estrangeiro  na capital dos EUA; ainda mais, tinha  a intenção de matar centenas de norte americanos , o  que é um verdadeiro ato de agressão", enfatizou King. Também assinalou  que é necessário impor sanções sobre  o Banco Central de Irã.
A principios de outubreo EUA culpou o Irã sem  apresentar alguma prova de "infrações indignantes" contra as normas internacionais de direitos humanos e acusou a altos funcionários do país islâmico de organizar um complô para matar o embaixador de Arábia Saudita em Washington. Aquele então a secretaria do l Departamento de Estado, Hillary Clinton, assegurou  que os EUA  trabalharão com seus  sócios internacionais para garantir um maior isolamento do Irã.
Entretanto, Teerã rechaçou  as acusações de complô. Os representantes oficiais do Irã  anunciaram que se trata de um "cenário  pre fabricado" e qualificaram estas acusações dos EUA como um pretexto para desencadear uma guerra contra seu país.
"O Governo norte americano e a CIA tem una larga experiência em desviar la atenção da opinião pública dos problemas internos dos Estados Unidos", expressou em un comunicado o conselheiro do presidente iraniano Mahmud Ahmadineyad, Alí Akbar Javanfekr.
Fonte:Actualidad.rt.com

Tradução e adaptação para o português: Daniel -UND

Articulo completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/internacional/issue_31590.html

Eurocrise: Pacote Engana que Eu Gosto 2: O Acordo que é um Não Acordo

Outro não-acontecimento emblemático na UE:
O novo "acordo" da UE, uma primeira reação

por Yanis Varoufakis
 
Com o zumbido do debate sobre o que significa o novo "acordo" anti-crise da UE ainda nos nossos ouvidos e após uma longa noite de observação ansiosa das deliberações dos nossos líderes, é terrivelmente fácil perder de vista a única verdade acerca desta nova guinada na saga da crise do euro: Praticamente não houve acordo.

A Europa comprometera-se a providenciar uma grande solução para três problemas relacionados: seu sector bancário em colapso, o problema com a dívida pública italiana e espanhola (e seus efeitos potencialmente catastróficos sobre a classificação triplo A da França) e a abandonada economia grega. Nada dito foi sequer remotamente abordado na noite passada. O sector da banca exigia recapitalização agressiva e compulsória a um nível europeu central. Isso não acontecerá. (Não só a soma reservada para isso é fraca como, primariamente, serão dadas aos banqueiros uma multidão de possibilidades para se esquivarem à perda de controle sobre o seus bancos em bancarrota através de vários meios que farão da recapitalização uma letra morta). O EFSF com esteróides anabólicos (a qual é o que a sua versão privada de capital alavancado virá a ser) que foi anunciado não diminuirá o fardo sobre a Itália (nem remove as nuvens escuras sobre a França). Finalmente, o corte (haircut) grega é uma mero estojo vazio de um número (50% é a regra empírica acordada na primeiras horas da manhã, só a fim de ter um número) uma vez que está baseado numa série de suposições ridículas e acordos que têm de ser tratados com os banqueiros que os políticos estão longe de completar.

E portanto a Crise continuará ao longo do seu caminho actual, ultrapassando as últimas defesas da eurozona na sua trajectória para a desintegração final. Em suma, aqueles de nós que ficaram a observar e ouvir, com as antenas viradas para a Bélgica, simplesmente desperdiçaram uma boa noite de sono.
27/Outubro/2011
O original encontra-se em yanisvaroufakis.eu/...

Fonte: Resistir.info.com 

BRASIL, O PRÓXIMO ALVO.


Fonte: Youtube

Reserva Fracionaria,você sabe o é isto?

Esta matéria vem através do blog Liberdade Mental do grande RMorais.
Reporto aqui também no UND o aviso que David Icke manda aos manifestantes do Ocupe Wall Street.
Acompanhem a matéria:


David Icke manda recado aos manifestastes de Wall Street - Sistema de Reserva Fracionada - Controle da criação do dinheiro pelos bancos.



Reserva Fracionária! Você sabe o que é isso ???

Conhecido também como "empréstimo de depósito fracionário".

Vejamos a definição do Investopedia:

"Um sistema bancário em que apenas uma fração dos depósitos bancários são apoiados por dinheiro real (em mãos), e estão disponíveis para retirada. Isto é feito para expandir a economia, liberando o capital que pode ser emprestado a outros partidos. A maioria dos países operam sob este tipo de sistema. Muitos bancos dos EUA foram obrigadas a fechar durante a Grande Depressão porque muitas pessoas tentaram retirar ativos ao mesmo tempo. Hoje em dia existem muitas salvaguardas no local para evitar tal exemplo ocorra novamente, mas o sistema bancário de reservas fracionárias continua em vigor."

Dinheiro criado pela produção de novas unidades monetárias, como papel moeda ou moedas em metal, é geralmente responsabilidade do tesouro do governo. Nas economias modernas, relativamente pouco dinheiro do suprimento monetário esta em moeda física. A maior parte é criado pelo sistema de reserva fracionada bancário, empréstimos ou quantitative easing. - Leia sobre a Criação da Moeda.


Nos EUA, o banco central é o Federal Reserve que é definido pelo Black's Law Dictionary como: "A rede de doze bancos centrais que pertencem a maioria dos bancos nacionais e ao qual bancos estatais alugados podem pertencer. As regras dos membros requerem inversão em ações e reservas mínimas".

O Sistema de Reserva Fracionada


Agora no vídeo abaixo, um recado de David Icke aos manifestantes de Wall Street:



Resumindo, os bancos criam dinheiro do "ar"  a partir de um empréstimo, ou seja, atráves da dívida do empréstimo. Os juros que você paga pelo empréstimo é que sustenta esse "crédito" do nada.

Veja a história dos bancos e como se cria dinheiro: 




Links:
http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/sociopol_globalbanking16.htm http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_committee300_09a.htm http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/sociopol_globalbanking.htm
http://rmorais76.blogspot.com/2010/10/o-golpe-do-dolar.html?utm_source=BP_recent
Fonte: Blog Liberdade Mental

Novo terremoto atinge a Turquia

Quinta, 27 de Outubro de 2011, 08h34
AE
Um terremoto de magnitude 5,4 atingiu o sudeste da Turquia nesta quinta-feira, informou o estatal Observatório Kandilli. No domingo, outro terremoto matou mais de 500 pessoas na província próxima de Van, segundo os últimos balanços.



O tremor desta quinta-feira atingiu os distritos de Yuksekova e Hakkari, no sudeste do país, zona de maioria curda. A área é próxima à fronteira com o Iraque e o Irã, ao sul da província de Van. Não houve informações sobre vítimas.
As informações são da Dow Jones.

Pacote engana que eu gosto

  Bom dia.
Depois de ferrarem muita genta na Europa com esta crise escandalosa, agora os patetas europeus aparecem com um plano que dizem ser a solução para os problemas do continente.
Eu tenho minhas dúvidas de sua eficácia, pois isso se fosse tão bom deveria ter sido anunciado há muito tempo. Será que nunca pensaram em fórmulas mirabolantes como essa antes? Duvido
É mais um plano para ganharem tempo, pois o cerne do problema prossegue, o alto endividamento. Ou será que os planos que tinham em mente não surtiram efeitos desejados, pois o povo está mais atento? 
Vamos ver, os dias futuros nos falarão sobre as lambanças que estas lideranças vem fazendo achando ser a coisa certa.
Líderes europeus anunciaram nesta quinta-feira um acordo para tentar resolver a crise da dívida pública que assola vários países do continente.

Segundo o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, o pacote é um esforço "ambicioso" dos países para pôr fim à crise da dívida pública da Grécia e aos problemas econômicos de Itália e Espanha.

Às 4h da manhã (1h no horário de Brasília), após 11 horas de negociações, os líderes fizeram o anúncio oficial de um plano de ação com três principais linhas: sobre a solução do problema da dívida da Grécia, sobre o fundo europeu de resgate e sobre o aumento da liquidez de bancos.

Dívida grega

Os bancos privados que possuem títulos da dívida da Grécia aceitaram perdas de 50% nos seus papéis, o equivalente a 100 bilhões de euro (US$ 140 bilhões).
A medida deverá diminuir a relação dívida-PIB da Grécia para 120% em 2020. Nas condições atuais, essa relação poderia chegar a 180%.
Este ponto do acordo foi o de mais difícil negociação, já que os bancos não queriam aceitar perdas superiores a 40%. Foi preciso a intervenção direta da chanceler alemã, Angela Merkel, e do presidente francês, Nicolas Sarkozy.
O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, disse que os países da zona do euro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) – que têm emprestado à Grécia desde maio de 2010 – fornecerão outros 100 bilhões de euros ao país.

Fundo de resgate

O Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF, na sigla em inglês) – o principal mecanismo da região para resgates de países e bancos – será aumentado dos atuais 440 bilhões de euros para um trilhão de euros.
Esse dinheiro seria usado para ajudar países como Espanha e Itália a lidarem com seus problemas econômicos.
Os detalhes dos mecanismos para aumentar os recursos do fundo serão negociados em novembro, de acordo com Sarkozy.
O EFSF poderia ajudar a mitigar crises de duas formas. Ao servir como uma espécie de seguradora aos bancos que comprarem papéis de dívidas de países em risco de calote.
E ao criar um mecanismo especial de investimento, em parceria com o FMI, para atrair investidores estrangeiros privados e públicos e outros países, como Brasil e China.

Liquidez dos bancos

Os bancos europeus precisarão levantar cerca de 106 bilhões de euros (US$ 148 bilhões) até junho de 2012, para aumentar a estabilidade do sistema bancário.
A medida serviria para protegê-los de eventuais perdas, caso outros governos ameacem decretar a moratória das suas dívidas. Há temores que Espanha e Itália possam seguir o caminho da Grécia.

Repercussão

Os líderes europeus vinham sendo criticados, nos últimos meses, por não adotarem medidas fortes o suficiente para lidar com a crise da dívida pública dos países da zona do euro.
Nesta quinta-feira, eles disseram esperar que o novo acordo possa abrir caminho para o fim da crise.
"A zona do euro adotou uma resposta confiável e ambiciosa à crise da dívida", disse Sarkozy à jornalistas em Bruxelas.

Sarkozy disse que "a complexidade dos fatores e a necessidade de se chegar a um consenso significam que nós tivemos de passar horas negociando". O presidente francês disse esperar que o acordo traga "alívio a todo o mundo".
O premiê grego George Papandreou elogiou o acordo anunciado nesta quinta-feira.
"Nós podemos dizer que um novo dia chegou na Grécia, não só na Grécia mas em toda a Europa", disse Papandreou.
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, afirmou que o pacote "confirma que a Europa fará o que precisar para proteger a estabilidade financeira".
O acordo também foi defendido pela chanceler alemã, Angela Merkel, e pela diretora do FMI, Christine Lagarde.
"Eu acho que nós conseguimos atingir as expectativas, e nós fizemos o que é preciso fazer", disse Merkel.
Já Lagarde se disse "animada pelo progresso substancial feito em várias frentes".

Indefinições


Apesar dos elogios, os próprios líderes europeus reconhecem que muitos detalhes do acordo ainda precisam ser esclarecidos.
Ainda não se sabe como os países do euro vão levantar os fundos necessários para aumentar o ESFS de 440 bilhões de euros para um trilhão. Além disso, alguns analistas de mercado questionam se o valor será suficiente para conter uma nova crise, caso economias maiores que a da Grécia – como Itália e Espanha – também passem a ter problemas para pagar suas dívidas públicas.
Barroso afirmou que os detalhes do acordo ainda serão negociados no próximo mês, mas não existe uma data estabelecida para o final dos diálogos.
Sarkozy deverá se encontrar com o presidente chinês, Hu Jintao, nos próximos dias para discutir formas de aumentar os fundos do EFSF e o mecanismo especial de investimento.
Apesar das dúvidas que ainda persistem sobre o acordo europeu, os mercados asiáticos abriram em alta nesta quinta-feira, reagindo bem ao anúncio.
O índice Nikkei, da bolsa do Japão, teve alta de 1,6%. O Kospi, da Coreia do Sul, também subiu 1,2%. As bolsas de Hong Kong, Austrália, Taiwan, Cingapura, China, Indonésia e Filipinas acompanharam o movimento de alta.
Fonte:Existência Consciente

26 de outubro de 2011

Rússia vai prover Irã com alta tecnologia de radares de monitoramento

Rússia aumenta arsenal do Irã com radar móvel-jammers contra aviões ou mísseis

 
 Aztobaza-ELINT radar jammer da Rússia

Moscou já vendeu ao Irã  um altamente avançado sistema  Avtobaza  um caminhão com sistemas de radares jamming que são capazes de rastrear aeronaves e os instrumentos eletrónicos de orientação para atacar mísseis. Este acordo, anunciado em Moscou  nesta  terça - feira 25de  outubro, aumenta substancialmente a assistência militar russa para a República Islâmica.
Fontes militares DEBKAfile: Esses radares  jammers  são um componente do sistema  de guerra anti -aérea e eletrónica da Rússia os mais sofisticados  para o aviso precoce de aviões de ataque e mísseis se aproximando.Avtobaza é apenas uma parte do sistema completo. Seu trabalho é transmitir a informação recebida através de fibras ópticas para separar os centros de comando eletrônico e central  de comandos de defesa aérea, que, então, agirão  para frustrar ataques aéreos ou de mísseisinimigos.
Argumentando que a arma é puramente defensiva, Moscou reivindicou a sua venda para o Irã  o que não viola o embargo  de armas do Conselho de Segurança  contra o Irã.
No entanto, os EUA e Israel estão suspeitando de um estratagema russo através do qual o jammers Avotbaza são apenas a primeira parte do acordo, que será seguido pela entrega ao Irã de pleno sistema de inteligência ELINT de sinais eletrônicos . O sistema completo permitirá ao Irã a independẽncia de reagir a qualquer movimento aéreo ou de mísseis - não só sobre o seu território, mas nos céus de todo o Golfo Pérsico e o Mar Cáspio.Fontes militares DEBKAfile descrevem o sistema Avrobaza como capaz de detectar simultaneamente e eletronicamente 60 alvos num raio de 150 quilômetros em ângulos que variam de 360 ​​graus em 20 minutos  com aviso prévio.
Suspeitas ocidentais foram reforçadas pela maneira que os russos anunciaram a transação.
Foi feito por Konstantin Biryulin, chefe de um departamento no Ministério da Defesa russo, um afastamento da prática usual de anunciar essas transações através de porta-vozes de armas da Rússia  e suas agências da  indústria de exportação fora do ministério do governo.
Fontes DEBKAfile em Moscou dizem  que o Kremlin passará a tratar a venda de armas para o Irã como uma questão estratégica para os escalões de segurança sênior de manuseio. Eles esperam que tais acordos com a Síria sejam atualizados da mesma maneira.
Em sua declaração, Biryulin sublinhou, "a Rússia enviou um conjunto de radares móveis jammers  para o Irã e está negociando entregas futuras." Ele não disse quantos jammers  foram  no contrato ou  que as outras armas estavam em negociação com Teerã.
O Aviso-americano e israelense também foi mencionado por uma outro ponto de observação de  Biryulin:"Nós não estamos falando de jatos, submarinos ou mesmo Sistemas S-300 (míssil) ", disse ele. "Estamos falando de proporcionar segurança para a estatal iraniana."
Nossas fontes de Moscou tem dito  também como aviso do Kremlin que desta vez ele não vai se render à pressão dos EUA e de Israel para colocar in off o negócio Avtobaza da mesma forma como ele revogou seu contrato com o Irã para o fornecimento de mísseis S-300. A partir de agora, a Rússia está assumindo a responsabilidade por fornecer ao Irã com o hardware defensivo de que necessita para a sua segurança nacional.
Implícita neste empreendimento é outra mensagem: a Rússia não vai ficar parada com ataques  americanos ou qualquer outros ataques ocidentais contra o Irã ou a Síria como a operação da OTAN que derrubou Muammar Kadafi na Líbia.
Fonte: Debka.com 
Tradução: Bússola on line
e adaptação Daniel-UND

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