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4 de março de 2011

Exclusivo! Conheceis a verdade e ela vos libertará.

Um novo Despertar

 Estou aqui, recebi um e-mail e um post que decidi dar uma olhada e achei legal.
Por quê eu deixaria de colocá-lo aqui?
Jamais!
Um texto bem, vamos assim dizer, um berro para que muitos saibam que tudo o que estamos vendo mundo afora, nada mais é que um alerta de que o movimento está em pleno vapor.A NOM, Nova Odem Mundial.
Leiam e tirem suas próprias conclusões, muitíssimo interessante.
Lucros! Mais lucros! Bancos continuam numa verdadeira farra de se ganhar dinheiro, empréstimos e já perceberam que o governo corta gastos aqui e gastam um tanto maior alí.
Crescimento fora da realidade.
Você pode me dizer então: Você é contra o progresso do povo e da nação?
Jamais sou contrário ao progresso, quero que todos prosperem, mas não do jeito que o país está crescendo a custas de muita enganação e o povo sendo jogado num consumismo sem lastro a base de muito endividamento.
E se algo acontecer no meio do caminho?
Os bancos e o governo vão deixar tudo de graça?
Eu tenho minhas dúvidas quanto a tudo isto, não vou me aprofundar, o texto abaixo é longo .
Não vou me posicionar quanto a ser de esquerda ou de direita, isto não vem ao caso, o que importa é a conjectura do texto e suas riquezas de detalhes sobre os planos da NOM
Mas que há algo de podre no reino do rei Artur, isto vocês podem ter certeza de que há.


QUEDA DA ECONOMIA AMERICANA E A INSTALAÇÃO DA NOVA ORDEM


MAIS UMA CRISE FINANCEIRA MUNDIAL A CAMINHO
E A QUEDA DEFINITIVA DO DOLAR

IMPORTANTE CONHECER ESSAS COISAS !

ISSO NUNCA É EXPLICADO PELA NOSSA IMPRENSA CANALHA.

APRENDAMOS COM O JORNALISTA, ESCRITOR E FILÓSOFO OLAVO DE CARVALHO.
ELE NOS APRESENTA A VERDADE NUA E CRUA, COMO ELA É, E NUNCA NOS É MOSTRADA AQUI NO BRASIL.


EXECUÇÃO DO PROJETO DA NOVA ORDEM MUNDIAL À PLENO VAPOR.


1 - POVO BRASILEIRO ALIENADO, POR FORA DA REALIDADE. SOMOS ENGANADOS O TEMPO TODO, E NADA CHEGA AO CONHECIMENTO DA NOSSA POPULAÇÃO, A VERDADE NOS É NEGADA!

2 - PORQUE ESTÁ HAVENDO REBELIÃO NO MUNDO MUÇULMANO. QUAIS AS REAIS MOTIVAÇÕES, QUAIS OS REAIS INTERESSES NESSAS REBELIÕES, QUEM ESTÁ POR TRÁS DISTO ORQUESTRANDO?

3 - O MOTIVO DA REUNIÃO DA HILLARY CLINTON COM TODOS OS EMBAIXADORES DOS EUA DO MUNDO.

4 - A IMINENTE QUEDA DO DOLAR E DA ECONOMIA AMERICANA, E A IMPLANTAÇÃO DO GOVERNO MUNDIAL (NOVA ORDEM MUNDIAL).

5 - PORQUE A CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL DE 2008/2009 NÃO ATINGIU O BRASIL (VEJAM NO PENÚLTIMO VÍDEO), E QUEM ESTÁ POR DETRÁS DISTO, E PORQUÊ? QUEM AJUDOU A ECONOMIA DO BRASIL E DEU PRESTÍGIO IMERECIDO AO PT?


CLIQUEM NESSES LINKS ABAIXO, PARA ASSISTIR NO SITE YOU TUBE.
NÃO SE PREOCUPEM PORQUE ESSES LINKS NÃO TEM VÍRUS, SÃO APENAS LINKS DE VÍDEOS!
A alienação total do Brasil diante deste problema
   
     
   
    
    
   
      
   
   
   
   
   
     
      
       







DEPOIS, VEJAM ESSES ARTIGOS AQUI, E ENTENDAM MELHOR O QUE É A NOVA ORDEM MUNDIAL, E COMO FUNCIONA A ESTRATÉGIA REVOLUCIONÁRIA SOCIALISTA (MARXISTA LENINISTA)
O QUE É NOVA ORDEM MUNDIAL?


Sistema Econômico Híbrido sob Ditadura Socialista

O FORO DE SÃO PAULO - BRAÇO SOCIALISTA SUL AMERICANO DA NOVA ORDEM MUNDIAL


ESTRATÉGIA REVOLUCIONÁRIA COMUNISTA

COMO OS AGENTES COMUNISTAS CORROMPEM UMA NAÇÃO


O Movimento Revolucionário - Mentalidade Revolucionária

Porque o Lula e o PT são TÃO badalados ?


QUEM MELHOROU A ECONOMIA DOS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO? E PORQUE SERÁ QUE ESTÃO FAZENDO ISSO?
(NOVA ORDEM MUNDIAL - GOVERNO ÚNICO)
ERGUERAM A CHINA, E ATRAVÉS DA CHINA OS GRUPOS CONSPIRADORES DA NOVA ORDEM VÃO DERRUBAR OS EUA.
E QUEREM O FIM DE TODAS AS SOBERANIAS NACIONAIS.


Prova da Parceria de Lula com os Illuminati


Comunistas e islâmicos perseguem, maltratam e MATAM CRISTÃOS



Planos de nova ordem mundial não são teorias da conspiração

Enquanto não estarei aqui durante o feriado da festa de que eles gostam, eu vos deixo vídeos alguns referentes ao último post que coloquei e que falam sobre a NOM,
Boas leituras e se interem deste assunto assistindo a alguns vídeos que selecionei.
Daniel Lucas

QUAL FORMA DE GOVERNO VIRÁ APÓS AS MANIFESTAÇÕES DO EGITO?

CRISE NO EGITO: ISRAEL É O ALVO

Revolução no Egito - Fim do Dólar - Nova Ordem Mundial - Olavo de Carva...

Planos de nova ordem mundial não são teorias da conspiração

Enquanto não estarei aqui durante o feriado da festa de que eles gostam, eu vos deixo vídeos alguns referentes ao último post que coloquei e referente a NOM.
Boas leituras e se interem deste assunto assistindo aos vídeos que selecionei.
Daniel Lucas

Um bom texto sobre à Líbia. Vale a pena lê-lo

Leitores.
Tenham um ótimo feriado.
Volto na próxima semana com mais informação.
Sejam bem vindos e a matéria abaixo é um texto muito bem feito e que fala dos acontecimentos na Líbia e suas implicações.
Por trás de uma revolta, seguida de uma aparente ajuda humanitária, esconde-se os grandes interesses dos senhores do mundo.
É só irem mais longe e observarem o desenrolar dos fatos e o que está movendo tudo isto.
Sobre o que ocorre na Líbia, dinspenso os meus comentários sobre o fato, pois o artigo abaixo lhes dará uma boa aula sobre um país formado por diversas tribos e governado há mais de 4 décadas, por um líder enigmático,chamado Mummar Al Khadaf.
Até a próxima!
Daniel Lucas

Washington está forçando uma Guerra Civil para justificar uma intervenção militar dos EUA e OTAN?
http://www.diarioliberdade.org/archivos/imagenes/articulos/0311a/030311_etnica2.jpg
Global Research – [Mahdi Darius Nazemroaya, tradução de Diário Liberdade] Trípoli está sendo forçada a uma Guerra Civil para justificar uma intervenção militar dos EUA e da OTAN no país rico em petróleo?
As conversas sobre sanções são um prelúdio para uma intervenção como a do Iraque?
Algo está podre no chamado “Jamahiriya” da Líbia
Não há dúvida que o Coronel Muammar Al-Kadafi seja um ditador. Ele tem sido o ditador e assim chamado “Qaid” da Líbia há cerca de 42 anos. Até agora, parece que as tensões estão sendo elevadas e as chamas da revolta tornando a situação mais intensa dentro da Líbia. Por exemplo as declarações anteriores feitas pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros Britânico William Hague que o Coronel Kadafi fugira da Líbia para Venezuela.[1] Esta declaração serviu para eletrificar a revolta contra Kadafi e seu regime na Líbia.
Embora os três tenham a ditadura em comum, Kadafi na Líbia é um pouco diferente de Ben Ali na Tunísia ou Mubarak no Egito. A liderança na Líbia não é completamente servil às vontades dos Estados Unidos e a União Europeia. Diferente dos casos da Tunísia e do Egito, o relacionamento que existe entre Kadafi e ambos, EUA e União Europeia, é um modus vivendi. Simplesmente, Kadafi é um ditador árabe independente e não um “ditador gerenciado” como Ben Ali e Mubarak.
Na Tunísia e no Egito o status quo prevalece, a máquina militar e neoliberalista permanecem intactas; ela trabalha para os interesses dos EUA e União Europeia. Na Líbia, entretanto, perturba a ordem estabelecida pelos propósitos da EUA e União Europeia.
Os Estados Unidos e União Europeia agora buscam tirar proveito da revolta contra Kadafi e sua ditadura com esperanças de construir uma posição muito mais forte na Líbia que anteriormente. Armas também estão sendo levadas para Líbia pelas fronteiras do sul para promover a revolta. A desestabilização da Líbia também teria significantes implicações para o Norte da África, Oeste da África e, as reservas mundiais de energia.
Coronel Kadafi em um breve resumo
Ao subir ao poder, Kadafi começou como um capitão líbio entre um grupo de oficiais militares que realizou um golpe de estado. O golpe de 1969 foi contra a jovem monarquia do rei Idris Al-Sanusi. Sob a monarquia, a Líbia era amplamente vista como sendo condescendente para os EUA e os interesses europeus ocidentais.
Embora ele não tenha um estado oficial ou posição no governo, Kadafi tem nutrido e enraizado profundamente uma cultura política de clientelismo, corrupção e privilégio na Líbia desde o golpe de 1969. Adicionado a isso está a cortina de fundo do “culto da personalidade” que ele promove, que também é aplicada na Líbia.
Kadafi têm feito tudo para representar a si como um herói para as massas, especialmente os árabes e africanos. Suas aventuras militares em Chade foram também entrelaçados para deixar sua marca na História e criando um Estado-cliente com o desmembramento de Chade. O chamado “Livro Verde” de Kadafi tem sido vigorosamente retratado e venerado como uma grande façanha no pensamento político e filosófico. Numerosos intelectuais foram forçados ou subornados a elogiá-lo.
No passar dos anos, o Coronel Kadafi tem tentado cultivar uma romântica figura de si como um homem simples do povo. Isso inclui fingir morar em uma tenda. Ele fez tudo para destacar-se. Sua reprovação em relação aos outros ditadores árabes, como o Rei Abdullah da Arabia Saudita, nas reuniões da Liga Árabe fizeram manchetes e foram acolhidas por muitos árabes. Enquanto no estado de visitas ele deliberadamente cercou-se com uma comitiva feminina de guarda costas com a intenção de começar a virar cabeças. Além disso, ele também apresentou a si como um assim chamado líder religioso ou líder dos muçulmanos e homem de Deus, palestrando sobre o Islamismo dentro e fora da Líbia.
Líbia é dirigida por um governo sob as leis de Kadafi. Medo e nepotismo têm sido as chaves para manter a chamada “ordem” na Líbia entre os funcionários e cidadãos. Libaneses e estrangeiros foram mortos e desapareceram durante quatro décadas. O caso de Al-Sadr, Musa do Líbano, fundadora do Movimento Amal, é um dos o mais famosos destes casos e sempre foi um obstáculo para as relações Líbano-Líbia. Kadafi tem tido muito efeito negativo na criação e condicionamento de toda uma hierarquia de funcionários corruptos em Trípoli. Cada um cuida de seus próprios interesses às custas do povo líbio.
Frações e Tensões dentro da hierarquia no Regime de Kadafi
Devido a personalidade do regime de Kadaf em Trípoli há uma série de tensões internas na Líbia e na estrutura do próprio regime. Uma dessas tensões é entre Saif Al-Islam Kadafi e antigo círculo de ministros de seu pai. Os ministros líbios são geralmente divididos entre aqueles que se reúnem em volta de Saif Al-Islam e aqueles que são parte da velha guarda.
Há ainda as tensões entre Kadafi e seus filhos. Em 1999, Mutassim Al-Kadafi tentou demitir seu pai enquanto o Coronel Kadafi estava fora da Líbia. Mutassim Kadafi detém um gabinete como um conselheiro de segurança nacional da Líbia. Ele também é famosamente conhecido entre os líbios por ser um playboy que gasta muito de seu tempo na Europa e no exterior. Há também Khames Kadafi quem dirige sua própria milícia de bandidos, a qual é chamada de Milícia Khames. Ele sempre foi pensando como um possível candidato para sucessão contra seus próprios irmãos.
Sempre houve medo na Líbia sobre a questão da sucessão do Coronel Kadafi. Ao longo dos anos, Kadafi tem removido completamente da Líbia qualquer forma oposição organizada a ele ou impedido qualquer pessoa, fora de sua família, acumular poder suficiente para desafiar sua autoridade.
A questão da lealdade e deserção na Líbia
Incontestavelmente, uma pequena lealdade é sentida por Kadafi e sua família. Tem sido o medo que mantêm os líbios na linha. Ao nível do governo e o exército líbio, mantém seus funcionários pelo medo e o interesse próprio, bons e corruptos da mesma forma, em consonância. A manta do medo está agora sendo desfeita. Afirmações e declarações de denúncias contra o regime de Kadafi estão sendo ouvidos das autoridades, cidades e quartéis militares pela Líbia.
Aref Sharif, chefe da Força Aérea da Líbia, abandonou Kadafi. O ministro do Interior, Abdul Fatah Al-Yunis (Al-Younis), que é de Benghazi e supervisiona um ramo da obra de operações especiais na Líbia, demitiu-se. Dizem que Yunis é o “número dois” de Kadafi ou segundo no comando, mas isto não está certo. Abdullah Sanusi, o chefe da Inteligência Interna da Líbia e parente de Kadafi através do casamento, é o mais perto de ser o “número dois” dentro da estrutura de poder na Líbia.
Têm-se feito notícias sobre dois pilotos líbios que desertaram para Malte e navios de guerra líbios recusando-se a atacar Benghazi. Deserções são como bolas de neve entre exército e o governo. Assim, deve ser feita uma pausa para analisar a situação.
A oposição líbia
Neste ponte, entretanto, deve ser questionado quem é a “oposição” na Líbia. A oposição não é um corpo monolítico. O denominador comum é a oposição à ordem de Kadafi e sua família. Há que ser dito que “ações de oposição ou resistência contra um opressor” e um “movimento de oposição” são também duas coisas diferentes. Para a maior parte, as pessoas comuns e os funcionários corruptos da Líbia, que nutre ódio por Kadafi e sua família, estão agora no mesmo campo, mas são diferentes.
Há uma autêntica forma de oposição, que não é organizada, e uma sistemática forma de oposição, que é ou externa ou liderada por figuras de dentro do regime líbio. A autêntica oposição interna das pessoas na Líbia não é organizada e as “ações da oposição” têm sido espontâneas. Ainda assim, a oposição e a revolta tem sido encorajada e solicitada de fora da Líbia, através de redes sociais, estações internacionais de notícias e eventos no resto do mundo Árabe. [2]
A liderança da oposição interna que está emergindo na Líbia está vindo de dentro do próprio governo. Funcionários corruptos que tem se rebelado contra Kadafi não são os campeões do povo. Esta imagem da oposição não é oposta a tirania; eles são apenas opostos ao comando do Coronel Kadafi e sua família. Aref Sharif e Al-Yunis são eles próprios figuras do regime líbio.
Também tem que ser considerado que alguns oficiais líbios que se viraram contra Kadafi estão fazendo isso para salvarem a si mesmos. Enquanto outros no futuro trabalharão para conservar ou fortalecer suas posições. Abdel Monein Al-Honi, enviado líbio à Liga Árabe no Cairo, pode ser olhado como um exemplo. Al-Honi denunciou Kadafi, mas deve ser observado que ele era um dos membros do grupo de oficiais líbios que executou o golpe de Estado em 1969 com Kadafi, e que, mais tarde, em 1975, ele mesmo tentou tomar o poder em um golpe que falhou. Após o golpe falho, ele iria fugir da Líbia e retornaria somente em 1990 após Kadafi ter perdoado-o.
Al-Honi não é o único diplomata líbio a renunciar. O embaixador líbio para Índia também fez o mesmo. Há uma intenção por parte destes funcionários serem membros da estrutura de poder na Líbia, após a expulsão de Kadafi:
Ali al-Essawi, embaixador líbio para a Índia, disse à BBC que ele estava saindo, opondo-se à violenta repressão do seu governo sobre os manifestantes.
O senhor Al-Essawi foi formado para ser um ministro em Trípoli e poderia ser uma importante figura no governo alternativo, no caso do presidente líbio Muammar Kadafi caísse.
O segundo diplomata líbio a entregar o cargo foi o Representante Permanente da Liga Árabe de Trípoli, Abdel Monein Al-Honi, que disse no Cairo que ele tinha saído de seu emprego para “se juntar à revolução” em seu país.
“Eu apresentei a minha demissão, em protesto contra os atos de repressão e violência contra manifestantes, e eu estou me juntando ao grupo da revolução”, disse Sr. Al-Honi. O segundo secretário Hussein Sadiq al Musrati, anunciou sua demissão da China, em uma entrevista para Al-Jazeera, e chamou o exército a intervir no levante. [3]
Novamente, esses funcionários revoltados, como Al-Yunis e Sharif, estão dentro do regime. Ele não são eles não são simples diplomatas, mas os ex-ministros. Há também a possibilidade que esse tipo de “figuras da oposição” possa ter ou fazer acordos com potências externas
Forças externas em jogo na Líbia
Os governos dos EUA, Britânico, França, Alemanha e Itália todos sabiam muito bem que Kadafi era um tirano, mas isso não impediu nenhum deles a fazer acordos lucrativos com Trípoli. Quando a mídia cobre a violência na Líbia, eles deveriam questionar também, de onde são as armas que estão sendo usadas? A venda de armas que os EUA e a União Europeia tem feito à Líbia deveria ser examinada. Isto é uma parte dos seus programas de promoção da democracia?
Desde a reconciliação entre os EUA e Líbia, as forças militares de ambos os países tem se aproximado. A Líbia e os EUA tem tido transações militares e desde a reconciliação, Trípoli tem sido muito interessada em comprar equipamento militar norte-americano.[4] Em 2009, uma porta-voz do Pentágono, Tenente-Coronel Hibner, afirmou esta relação: “[Os EUA] irão considerar os pedidos de equipamento de defesa que permite [Líbia] a construir áreas que sirvam aos nossos interesses mútuos [ou sincronizar os interesses norte-americanos e líbios].”[5] O qualificador aqui é os interesses dos EUA, o que significa que o Pentágono somente irá armar a Líbia, com base nos interesses dos EUA.
No que parece ter acontecido durante a noite, um novo arsenal inteiro de equipamentos militares dos EUA apareceu na Líbia. Caças F-16 norte-americanos, helicópteros Apache, e veículos terrestres estão sendo usadas dentro da Líbia por Kadafi. [6] Isto é uma revelação chocante, se corroborada. Não há registros públicos sobre alguns desses equipamentos militares norte-americanos no arsenal no exército líbio. Em relação ao F-16, aviões líbios são tradicionalmente franceses Mirages e russos Mig-made.
Silvio Berlusconi e o governo italiano também tem sido fortes apoiadores do regime de Kadafi. Há informação saindo da Líbia que pilotos italianos também estão sendo usados pela Força Área líbia.[7] Mercenários do Chade, Sudão, Níger e Nigéria também estão sendo usados. Isto foi verificado através de um vídeo vindo da Líbia. O regime líbio também está considerando contratar firmas de segurança americanas ou europeias (mercenários). [8]
A política da Al Jazeera
O governo líbio desligou a internet e as linhas telefônicas e uma guerra de informação está em andamento. Apesar de ser uma das redes de notícias mais profissional do mundo, tem de ser advertido de que a Al Jazeera não é um personagem neutro. É subordinada à Emir do Catar e do governo do Catar, o qual também é uma autocracia. Pegando e escolhendo o que noticiar, a cobertura da Al Jazeera da Líbia é tendenciosa. Isto é evidente quando se estuda a cobertura da Al Jazeera do Barein, o qual foi restringido devido às relações políticas entre os líderes de Barein e Catar.
Noticias da Al Jazeera sobre os disparos dos jatos líbios nos protestantes em Trípoli e nas grandes cidades são questionáveis. [9] Anexo, os relatórios que os jatos líbios que foram atacando as pessoas nas ruas não foram verificados. Nenhuma evidência visual dos ataques do jato foi mostrado, enquanto que a confirmação visual sobre outros eventos têm saído da Líbia.
Al Jazeera não está sozinha nestas reportagens tendenciosas da sobre a Líbia. A mídia saudita também está publicando os eventos na Líbia. Asharq Al-Awsat é um dono de jornal saudita que é estritamente alinhado aos interesses dos EUA na região do Oriente Médio-Norte de África. Seu editor-chefe já está publicando editoriais glorificando a Liga Árabe pela sua decisão de suspender a Líbia por causa do uso da força por parte de Trípoli contra manifestantes líbios – porque essas medidas não foram tomadas para o Egito, Tunísia, Barein ou no Iêmen?
O papel dos interesses estrangeiros na Líbia
Kadafi e seus filhos têm governado a Líbia como um Estado privado. Eles tem desperdiçado a riqueza e os recursos naturais. Um dos filho de Kadafi é conhecido por ter pago a cantora norte americana Beyoncé Knowles 1 milhão ou mais de dólares americanos por um show privado. [10] Corporações estrangeiras também têm feito um papel nessa história.
As posições e ações das corporações estrangeiras, dos EUA e da União Europeia em relação à Líbia não podem ser ignoradas.
Questionar o papel dos governos e corporações estrangeiras na Líbia é muito importante. Os governos italianos e norte-americanos deveriam ser questionados sobre o papel que pilotos de nacionalidade italiana e armas norte-americanas recentemente compradas estão fazendo na Líbia.
É muito claro que a democracia somente é usada como um pretexto conveniente contra ditadores e governos que não se curvam e servem os interesses dos EUA e da União Europeia. Tudo o que precisa fazer é apenas olhar para a forma como Mutassim Kadafi foi recebido de braços abertos, em Washington em 21 de abril de 2009 por Hillary Clinton e a administração Obama. Em seu encontro, a Secretária Clinton disse publicamente:
Estou muito agradecida por receber Kadafi no Departamento de Estado. Nos profundamente valorizamos a relação entre Estados Unidos e Líbia. Nos temos muitas oportunidades para aprofundar e ampliar nossa cooperação e estou muito ansiosa para a construção desse relacionamento. Então Sr. Kadafi seja muito bem vido aqui. [11]
O que os Estados Unidos e a União Europeia querem fazer agora é maximizar seus ganhos na Líbia. Uma guerra civil parece ser o que Bruxelas e Washington têm em mente.
A balcanização da Líbia e ao impulso à Guerra Civil
O filho de Kadafi, Saif Al-Islam fez declarações na televisão líbia sobre como os Talibãs, organizações baseadas na fé, tomaram controle da Líbia ou pretendem fazê-lo. Nada está perto da verdade. Ele também alertou sobre a destruição e a guerra civil. Isto é parte dos esforços da família de Kadafi para se manter no poder da Líbia, mas um caminho para a guerra civil na Líbia é infundado.
Entre os membros do ranking militar, Mahdi Al-Arab, deputado chefe os militares líbios, disse ter renunciado Kadafi.[12] Al-Arab, entretanto, tem modificado sua posição dizendo que não quer ver a Líbia caminhar à uma guerra civil que permitirá intervenções e tutelas estrangeiras.[13] Isto porque Al-Arab preveniu as pessoas de sua cidade, Zawarah, para juntar-se à revolta e ir para perto de Trípoli.[14]
O caminho para a guerra civil na Líbia é alimentado por dois fatores. Um é a natureza do regime de Kadafi. O outro é um desejo externo para enfraquecer e dividir a Líbia.
Kadafi sempre trabalhou para manter os líbios divididos. Por anos houve medo que os filhos de Kadafi pudessem começar um guerra civil entre eles mesmos ou que algum outro alto escalão de oficiais pudessem tentar por todos os meios tomar o poder uma vez que Kadafi estivesse partido. A guerra civil com base na etnia, regionalismo, tribalismo não é uma grande ameaça. Tribos e regiões podem ser cooptadas ou aliadas, mas as pessoas que podem despertar para uma guerra civil são personagens do regime. As ameaças de guerra civil surgem nas rivalidades entre os funcionários do regime. No entanto, deve ser entendido que essas rivalidades estão deliberadamente sendo incentivadas a dividir a Líbia.
As chamas da revolta estão sendo ventiladas dentro da Líbia. O caos no mundo árabe tem sido visto como benéfico em muitos círculos estratégicos em Washington, Tel Aviv, Londres, e na Sede da OTAN. Se a Líbia cai em um estado de guerra civil ou se torna balcanizado, isso vai beneficiar os EUA e a União Europeia a longo prazo e terá sérias implicações geopolíticas.
Todos os Estados vizinhos no norte da África seriam desestabilizados pelos acontecimentos na Líbia. África Ocidental e África Central também seriam desestabilizadas. As fronteiras tribais correndo na Líbia e Chade se estendem em países como a Nigéria, Argélia e Sudão. O caos na Líbia também teria um efeito significativo sobre a Europa e a energia global. Já os acontecimentos na Líbia estão sendo usados para validar a unidade de controle do Círculo Polar Ártico e seus recursos energéticos[15]
Qual será o fim de Kadafi?
É muito provável que Kadafi não terá uma saída feliz do poder como Ben Ali na Tunísia e Mubarak no Egito. Encontrar refúgio para Kadafi não será fácil. No geral, Kadafi é considerado uma responsabilidade pelos outros governos. Arábia Saudita, que pode ser retratada como um refúgio para os ditadores árabes, muito provavelmente não irá dar refúgio à Kadafi. Líbia e Arábia Saudita têm más relações. Ele também é procurado para a investigação no Líbano. Geralmente, a relação de Kadafi com os líderes dos petrosheiks árabes no Golfo Pérsico é tensa e negativa. Ele não terá refúgio concedido em qualquer lugar do Golfo Pérsico.
No geral, os governos árabes também terão medo de recebê-lo. Em seus esforços para se apresentar como um defensor do povo, ele insultou muitos de seus colegas ditadores árabes. Há algo a ser dito, entretanto, quando as declarações de Kadafi em reuniões da Liga Árabe, ou sobre a Palestina e Iraque são muito mais populares ou sinceras do que o resto dos ditadores árabes.
É altamente improvável que todos os países latino-americanos, europeus, ou ex-União Soviética venham a dar-lhe refúgio. Um país na África sub-Saara é o lugar mais provável onde Kadafi podia buscar refúgio.
Suas opções são limitadas e ele está determinado a se manter no poder. A guerra civil parece estar se aproximando no horizonte. É altamente improvável que ele deixará pacificamente a Líbia e os EUA e seus aliados não têm dúvida desse cenário. Em 23 e 24 de fevereiro de 2010, ele se reuniu com os líderes das três maiores tribos da Líbia (Werfala, Tarhouna e Wershfana), para garantir o seu apoio. [16] Sua própria tribo, Kadafa é apoiadora e parece que o Madarha e tribos Awlad Slieman também estão apoiando ele. [17]
As ameaças de intervenção da OTAN e dos EUA e da União Europeia. O controle sobre a Líbia
A Líbia tem estado na mira do Pentágono por anos. De acordo com Wesley Clark, general aposentado que era o comandante militar supremo da OTAN, a Líbia estava na lista das nações do Pentágono a ser invadida após o Afeganistão controlado pelo Talibã. A lista incluía o Iraque, Somália, Sudão, Líbano, Síria, e Irã por último. Nas palavras do próprio Clark:
Então eu voltei a vê-lo [um oficial militar de alta patente no Pentágono] poucas semanas depois, e por esse tempo fomos bombardeando no Afeganistão. Eu disse: “Nós ainda estamos indo para a guerra com o Iraque?” E ele disse: “Ah, é pior do que isso.” Ele estendeu a mão sobre a mesa. Ele pegou um pedaço de papel. E disse: “Eu só recebi essa lá de cima” – ou seja, o secretário do gabinete da Defesa – “. hoje” E ele disse: “Este é um memorando que descreve como vamos tomar sete países em cinco anos, começando com o Iraque, e depois a Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e, finalizando, o Irã”. [18]
De uma forma ou de outra todas as nações na lista acima tem sido atacadas direta ou indiretamente, e todos eles, exceto a Síria e o Irã, têm sucumbido para os EUA e seus aliados. Novamente, as únicas exceções são Irã e seu aliado, a Síria. No Líbano, os EUA tiveram ganhos parciais, mas agora está recuando com o declínio de Hariri Aliança 14 de Março.
A Líbia iniciou negociações secretas com os EUA em 2001, que se materializaram em uma aproximação formal após a queda de Bagdá pelas tropas britânicas e americanas em 2003. No entanto, os EUA e seus aliados sempre quiseram expandir sua influência sobre o setor de energia da Líbia e à riqueza da Líbia apropriadamente. Uma guerra civil fornece a melhor cobertura para isso.
Líbios devem estar cientes do pretexto da intervenção humanitária
O povo líbio deve ser sua própria guarda. É claro que os EUA e a União Europeia estão apoiando ambos os lados. Os EUA e União Europeia não são aliados do povo do mundo árabe. Sob esse aspecto, os EUA auxiliam Kadafi através de equipamentos militares, enquanto também auxiliam a “oposição”. Se os chamados governos ocidentais forem sérios quanto à democracia, eles poderiam ter cortado seus laços comerciais com a Líbia, em particular no setor de energia, antes de 2011.
Ambos, Washington e o poder em Bruxelas, poderiam cooptar forças da oposição. Eles têm auxiliado Kadafi, mas eles não têm controle sobre eles ou seu regime como controlavam Ben Ali na Tunísia e Mubarak no Egito. Líbia é uma história muito diferente. Os objetivos de Washington e Bruxelas será o de reforçar seu controle sobre a Líbia, quer através da mudança de regime ou a guerra civil.
“Ações da oposição a Kadafi” são fortes, mas não há um forte “movimento de oposição” organizado. Os dois são diferentes. Também não é a democracia garantida, devido à natureza da coalizão contra Kadafi, que inclui funcionários do regime corrupto.
Fala-se agora sobre uma “intervenção humanitária ” na Líbia, semelhante a na Jugoslávia e no Iraque. Uma “zona e exclusão aérea” sobre a Líbia foi mencionada, como a intervenção militar da OTAN. O objetivo por trás de tais afirmações não são humanitárias, mas se destinam a justificar a interferência estrangeira, o que poderia levar a uma invasão. Caso isso se concretizar, a Líbia se tornará um país ocupado. Seus recursos seriam saqueados e os seus espólios privatizados e controlados por corporações estrangeiras, como no Iraque.
Hoje, na Líbia e no mundo árabe os fantasmas de Omar Mukhtar e Saladino ainda estão muito vivos e ativos. Livrar-se de Kadafi e seus filhos não é a solução. Todo o sistema corrupto de governo da Líbia e da cultura da corrupção política deve ser desmantelado. Ao mesmo tempo, entretanto, a interferência estrangeira ou dominação também não deve ser permitida a enraizar-se na Líbia. Se o povo líbio está mobilizado e firme, eles podem lutar contra tais esquemas.
Mahdi Darius Nazemroaya especializado no Oriente Médio e Ásia Central. Ele é pesquisador associado do Centro de Investigação sobre a Globalização.
NOTAS
[1] “UK Hague: some information that Qaddafi on way to Venezuela,” Reuters, 21 de Fevereiro de 2011.
[2] Um deles é levado de volta pela proliferação de pré-golpe de 1969 bandeiras líbias. Onde é que todas essas bandeiras vem?
[3] “3 Libyan Diplomats resign,” The Hindu. 22 de Fevereiro de 2011.
[4] James Wolf, “U.S. eyes arms sales to Libya,” Reuters. 6 de Março de 2009.
[5]Ibid.
[6] Informações de fontes na Líbia, não confirmado ainda.
[7]Ibid.
[8]Ibid.
[9]Ibid.; Eu recebi duas explicações para isso. A primeira explicação é que agentes do governo da Líbia foram divulgando informações errôneas a Al Jazeera. Isso inclui relatórios feitos à Al Jazeera que os jatos estão atacando civis nas ruas. Kadafi tem usado isso para tentar desacreditar o Al Jazeera internamente na Líbia, apontando para o povo líbio que nenhum ataque do jato ocorreu e que a Al Jazeera está transmitindo informações erradas. A segunda explicação é que a Al Jazeera está simplesmente espalhando informações erradas. Seja qual for o caso, ambas as explicações não concordam que jatos líbios atacaram manifestantes ainda.
[10] Marine Hyde, “Beyoncé and the $2m gig for Colonel Gaddafi’s son,” The Guardian (Reino Unido). 8 de janeiro de 2010; foi para Mutassim e não Hannibal Kadafi que o concerto de música era (o artigo está errado). O artigo não é autorizado e tem sido citado para ilustrar que esses tipos de aventuras são ainda vagamente conhecido pela imprensa da Grã-Bretanha e da Europa Ocidental.
[11] Departamento de Estado dos EUA, “Remarks With Libyan National Security Adviser Dr. Mutassim Qadhafi Before Their Meeting”. 21 de abril de 2009: .
[12] Informações de fontes na Líbia, não confirmado ainda.
[13] Ibid.
[14] Ibid.
[15] David Ljunggren, “Libya turmoil puts focus on Arctic oil: Greenland,” ed. Robert Wilson, Reuters, 23 de Fevereiro de 2011.
[16] Informações de fontes na Líbia, não confirmado ainda. Foi-me dito que Kadafi prometeu reforma à tribos e que ele iria fazê-la em cerca de um ano. Também fui informado que ele afirmou que nenhum de seus filhos passariam a controlar a Líbia quer.
[17] Ibid.
[18] General (aposentado) Wesley Clark, “92 Street Y Exclusive Live Interview,” entrevistado por Amy Goodman, Democracy Now, 2 de Março de 2007.
Traduzido para Diário Liberdade por Pamela Penha
Este artigo encontra-se em Diário Liberdade

Estaria a TV nos preparando para algo mais sobre OVNIs?

A matéria abaixo está no blog do meu amigo Zek, estamos conversando muito sobre estes e outros temas em casa.

Eu percebo que alguma coisa está em andamento, quando o tema é sobre OVNIs...

Mais uma divulgação sobre assuntos ufologicos em rede nacional.

V-Visitantes

A poucos dias postei aqui sobre a divulgação sobre o assunto ufo no Domingo legal,colocaram recentemente um seriado chamado V-visitantes,será só coincidência? pergunto novamente,ou realmente querem nos preparar para algo? Vejam a sinopse...
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Notícias da Líbia: EUA e aliados estudam ataque à Líbia.

EUA avaliam opções militares na Líbia

Washington discute com aliados estabelecimento de zona de exclusão aérea na Líbia, medida que representaria intervenção militar

 
Os EUA estão considerando um possível papel militar para ajudar a revolta na Líbia contra o líder Muamar Kadafi. Ao mesmo tempo, porém, graduadas autoridades americanas advertem que o assunto é controvertido.
À comissão de Relações Exteriores do Senado, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse nesta quarta-feira que "pode haver um papel para que militares levem equipamentos e suprimentos para áreas onde sejam necessários" e onde os EUA sejam bem-vindos.
Mas ela fez a ressalva de que, em uma declaração divulgada nesta quarta, os membros da Liga Árabe rejeitaram "qualquer interferência dentro da Líbia em apoio à oposição, apesar de terem pedido por sua renúncia".
"As duras questões sobre como e se deveria haver qualquer intervenção para ajudar a oposição líbia é muito controvertida na Líbia e na comunidade árabe", afirmou a secretária de Estado. "Então estamos trabalhando com nossos parceiros e aliados para avaliar o que podemos fazer, e estamos muito engajados em considerar todas as opções disponíveis."

Foto: AP
Egípcio observa passagem do navio de guerra USS Kearsarge pelo Canal de Suez
As afirmações foram feitas enquanto dois navios de guerra americanos se aproximavam mais da Líbia nesta quarta ao atravessar o Canal de Suez e entrar no Mar Mediterrâneo. Um dos navios de guerra é o porta-helicópteros "USS Kearsarge", um grupo de operações anfíbias com 800 marines, uma frota de helicópteros e instalações médicas, que pode garantir apoio às operações humanitárias e militares.
O outro navio é o USS Ponce. Na segunda-feira, o destróier USS Barry já havia passado por Suez, e agora está no sudoeste do Mediterrâneo. Já o porta-aviões "USS Enterprise", que transporta caças capazes de criar uma zona de exclusão aérea, pode ser solicitado para responder à crise na Líbia.
Sobre o estabelecimento de uma zona de exclusão área no país, o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, afirmou que a medida requereria um ataque para enfraquecer a defesa aérea líbia. "Um zona de exclusão aérea começa com um ataque à Líbia para destruir suas defesas aéreas. Dessa forma é possível sobrevoar o país e não se preocupar com a possibilidade de nossos soldados serem abatidos", disse.
Gates afirmou que uma zona de exclusão aérea na Líbia "também requer mais aviões do que se pode encontrar em apenas um porta-aviões, portanto, é uma grande operação em um país grande".
Segundo Hillary, os EUA estão longe de uma decisão sobre a questão. "Há muita prudência em relação às ações que poderíamos empreender em âmbitos distintos do apoio a missões humanitárias", acrescentou.
Zona de exclusão aérea
Os EUA e aliados estudam a possibilidade de uma ação militar na Líbia, incluindo a criação de uma zona de exclusão aérea, para impedir Kadafi de continuar usando suas forças de segurança para massacrar os manifestantes, que protestam exigindo sua renúncia.
Embora o Exército de Kadafi possua armamento bastante defasado em relação aos arsenais dos EUA e da Organização do Tratado do Atlântico Norte, o regime mantém ativos dezenas de mísseis terra-ar capazes de derrubar os caças da Aliança Atlântica.
A doutrina militar americana normalmente exige que as defesas aéreas e os radares de um potencial adversário sejam neutralizadas antes de qualquer bombardeio.
Chefes militares americanos também estão preparando uma série de opções para Obama, ao mesmo tempo em que discutem a situação com seus pares europeus. Entretanto, as chances de uma intervenção militar na Líbia permanecem nebulosas, de acordo com os oficiais americanos.
"Acho que (as sugestões para Obama) incluem tudo, de uma demonstração de força a algo com maior envolvimento", disse uma das fontes. "O presidente ainda não tomou nenhuma decisão sobre o uso das Forças Armadas."


Para manter a zona de exclusão aérea, entretanto, seria necessário um número muito maior de aeronaves. Para isso, os EUA poderiam recorrer às bases que mantêm no sul da Itália. Mesmo assim, Washington precisaria pedir a autorização para utilizar o espaço aéreo de países da região, como o Egito e a Tunísia.
Navios de guerra de vários países
Além dos EUA, outros países mobilizaram navios de guerra para a Líbia. Zarpando de Gibraltar, a fragata HMS Westminster da Marinha britânica se revezará com o HMS York, que distribui matérial médico fornecido pela Suécia a Benghazi, segunda cidade do país, em mãos da oposição.
A HMS Westminster é fragata do tipo 23 transportando, em geral, helicópteros MK 8 Lynx, lança-mísseis, torpedos e armas de curto e longo alcances.
Partindo de Halifax, na Nova Escócia, a fragata canadense Charlottetown, levando a bordo 240 homens e um helicóptero, deverá chegar em seis ou sete dias à região. Nem sua missão nem a duração da viagem foram definidas com precisão. Segundo o primeiro-ministro Stephen Harper, o navio deverá fazer parte das operações de retirada de cidadãos canadenses e de outros estrangeiros, já em curso na Líbia.
A França decidiu enviar o porta-helicópteros Mistral, o segundo maior desse tipo da Marinha francesa, para participar da retirada de trabalhadores egípcios impedidos de chegar a seu país natal. O porta-helicópteros e a fragata que o acompanham poderiam embarcar "até 800 pessoas", segundo o coronel Thierry Burkhard, porta-voz do Estado Maior.
Já o chefe da diplomacia italiana, Franco Frattini, afirmou que navios poderão deixar a Itália "em 24 ou 48 horas". Frattini também afirmou que o governo de Roma enviará um navio de ajuda humanitária a Benghazi "assim que as condições de segurança permitirem".
O navio de guerra sul-coreano Choi Young, que faz patrulhas ao longo da Somália, foi desviado de rota em direção à Líbia para ajudar na retirada de civis, devendo chegar de madrugada à região perto da Líbia, segundo o Ministério da Defesa.
*Com Reuters e AFP

Comunicado do Blog

Olá Leitores!
Fico feliz com as visitas ao  meu blog, prova que estou no caminho certo e desejo continuar informando e crescendo muito e muito mais com a graça de Deus.
Porém por estes dias que seguirão, ainda mais por conta do feriado de Carnaval, para quem gosta, eu não atualizarei o blog, volto após o feriado.
Nos dias que seguirão, pode haver uma diminuição de frequência na atualização , pois estou com pintores em minha casa e tenho que dedicar um tempo maior ao meu lar.
Após estes detalhes serem concluidos, voltarei com atualizações diárias.
Tenham um ótimo feriado.
Daniel Lucas-Administrador do Blog 2012 Um Novo Despertar.

Cientistas já temem até ataques de ETs? Os fatos estão surgindo pessoal.

Olá leitores!

A matéria que segue abaixo tem créditos do blog Minha Mestria, um assunto muito profundo, sobre a problemática que refere-se a um possível ataque de ETs que vem preocupando muitos por aí.
Fiz uns pequenos ajustes necessários, mas o corpo da matéria segue com riqueza de informações sobre o tema.
Boas leituras:
Daniel Lucas

CIENTISTAS PEDEM À ONU SISTEMA DE DEFESA CONTRA ATAQUES DE ETs



A comunidade científica foi surpreendida este mês pela reivindicação da inglesa Royal Society de que a Organização das Nações Unidas (ONU) elabore um plano de defesa contra extraterrestres.
Publicado na revista Philosophical Transactions, o artigo da sociedade científica britânica afirma que a humanidade deveria se precaver contra um encontro que poderia ser violento, e dividiu opiniões na comunidade científica brasileira.

Para os ufólogos - os pesquisadores de discos voadores - foi uma vitória. "Foi uma coisa sem precedentes. (A Royal Society) é uma das instituições cientificas mais sérias do planeta terra. Eles estão se abrindo, lentamente", diz Ademar Gevaerd, pesquisador e editor da revista UFO. O professor e pesquisador em Astronomia e Astrofísica Kepler de Souza Oliveira Filho pondera que a possibilidade de que uma vida externa seja agressiva sempre existe, mas o astrônomo não acredita em contatos agressivos entre civilizações, "simplesmente porque as distâncias entre as estrelas são tão grandes que não há possibilidade de viagens entre elas".
Sociedade científica britânica teme ataque à Terra
Crenças e evidências à parte, o diretor do Observatório Astronômico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Basílio Santiago, vê utilidade na reflexão sobre a natureza dos ETs. "É útil na medida em que nos faz refletir sobre a civilização na Terra. Ao avaliarmos os riscos de civilizações extraterrestres, reforçamos em nós todos a noção de uma civilização humana. Isso é fundamental para os desafios de governabilidade mundial", explica.

"A comunidade científica, que por muito tempo ficou completamente fora dessa discussão por puro preconceito e ignorância, hoje começa a se abrir", comemora Gevaerd. No entanto, o ufólogo acredita que o estágio da discussão pública ainda é "primitivo". "Estão falando em micróbios e processos biológicos que podem levar uma vida. Mas reservadamente, a informação de que nós estamos sendo visitados por outras espécies cósmicas já é seriamente considerada pelas diretorias de muitas instituições", aposta.

Basílio Santiago não acredita que a reivindicação da Royal Society indique uma total mudança de posição da instituição. "Não há ainda evidência de contatos com extraterrestres. O que há são relatos isolados que carecem de confirmação e validação", observa.
Conceito de vida extraterrestre não é consenso
Oliveira Filho lembra que a procura de vida fora da Terra é muito difícil. "Primeiro, porque é preciso definir o que é vida, e não há consenso sobre a definição. Segundo, porque quando fazemos uma procura na Lua ou em Marte, ou em outros planetas e satélites aonde conseguimos enviar sondas, precisamos ter certeza de que não estamos contaminando o meio pesquisado. Terceiro, sabemos que, nestes planetas e satélites perto de nós, não há condições físicas de haver vida desenvolvida, só microorganismos, por falta de água e calor. E os planetas fora do Sistema Solar estão tão distantes, que não temos condição de enviar sondas". Resta, segundo o professor, estudar os sinais de rádio emitidos em outros sistemas e procurar por vida inteligente através de um sinal com informação.

São grandes radiotelescópios, como o de Arecibo, em Porto Rico, que buscam estes sinais de inteligência extraterrestre. "Mas há também a busca por planetas nas zonas de habitabilidade em torno de estrelas. Futuramente, será possível identificar as chamadas bioassinaturas nesses planetas, ou seja, substâncias associadas à vida", projeta Basílio Santiago.
"Consequências devastadoras"
Em abril de 2010, o astrofísico Stephen Hawking declarou em entrevista ao Discovery Channel que os humanos deveriam "evitar qualquer contato com ETs", porque as conseqüências poderiam ser "devastadoras".

Em setembro do mesmo ano, uma reunião de militares da reserva americana aconteceu em Washington e contou com a presença de representantes da força aérea, exército e marinha. A conferência, transmitida ao vivo pela rede CNN, teve a presença de Robert Salas, oficial de lançamentos de mísseis entre 1964 a 1971, que relatou diversos incidentes onde radares teriam detectado objetos voadores não identificados. Segundo seus relatos, os discos voadores teriam sobrevoado as ogivas em baixas altitudes, fazendo os mísseis pararem de funcionar, encerrando a comunicação deles com os instrumentos de lançamento. Também foi declarado que, durante testes militares de lançamento de foguetes com ogivas desarmadas, mísseis foram destruídos em pleno ar por discos voadores.
Pesquisa no Brasil
O Brasil teve as primeiras comissões de pesquisa sobre o tema no mundo, contando inclusive com centros de pesquisas ufológicas dentro da força aérea brasileira. Fundado em 1969 e hoje extinto, o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos não Identificados (Sioani) era um órgão oficial da aeronáutica dentro do 4º Comando Aéreo Regional, em São Paulo.

Desde 2007, o governo brasileiro já liberou cerca de 5 mil páginas de documentos classificados como "confidenciais" envolvendo incidentes com discos voadores em todo o território nacional, inclusive relatando perseguições de jatos da força aérea. Os documentos estão disponíveis para pesquisa pública no Arquivo Nacional, em Brasília.

Uma portaria assinada pelo comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, também determina que todas as ocorrências com possíveis ovnis no País, especialmente as relatadas por pilotos, devem não somente ser transferidas para o Arquivo Nacional, mas também relatadas à autoridade competente, no caso ao Comando de Operações Aéreas (Comgar), o braço armado da Força Aérea Bras

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