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10 de janeiro de 2012

Todas as invasões do Império Americano.

Esta matéria também está no EC.

Atualizado.
Obrigado pelo link caro leitor Mafel
Nós membros chefes do EC lhes agradecemos pela participação.
Daniel e Regina


Todas às invasões do império americano

Para quem gosta da democracia americana



O império



Invasões militares dos Estados Unidos fizeram nos séculos XIX, XX e XXI, organizada pelo professor Alberto da Silva Jones , da Universidade Federal de São Carlos. A lista é longa e eu coloquei uma bandeirinha no mapa mundi para cada uma delas. Pulei várias, quase me perdi de tantos layers noPhotosohp. Perdoe, são muitas. Além disso, não marquei no mapa aquelas que foram apenas ameaças, ou que são controversas e , ainda, todas as que integraram os combates da 2a. Guerra Mundial. Para não haver polêmica e haver espaço no mapa. Olhe como é impressionante o intervencionismo que, infelizmente, não parece coisa do passado.

Lá vai a lista, tenha paciência:


1846 - 1848 - MÉXICO - Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas

-1890 -ARGENTINA -
-Tropas americanas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos.
1891 - CHILE - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas.
1891 - HAITI - Tropas americanas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA.
1893 - HAWAI - Marinha enviada para suprimir o reinado independente anexar o Hawaí aos EUA.
1894 - NICARÁGUA - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês.
1894 -1895 - CHINA - Marinha, Exército e Fuzileiros desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa.
1894 - 1896 - CORÉIA  Tropas permanecem em Seul durante a guerra.
1895 -PANAMÁ Tropas desembarcam no porto de Corinto, província Colombiana.
1898 - 1900 - CHINA - Tropas dos Estados Unidos ocupam a China durante a Rebelião Boxer.
1898 -1910 - FILIPINAS - As Filipinas lutam pela independência do país, dominado pelos EUA (Massacres realizados por tropas americanas em Balangica, Samar, Filipinas ? 27/09/1901 e 11/15/1913) ? 600.000 filipinos mortos.
1898 - 1902 - CUBA  Tropas sitiaram Cuba durante a guerra hispano-americana.
1898 - PORTO RICO -Tropas sitiaram Porto Rico na guerra hispano-americana, hoje -Estado Livre Associado? ( colônia) dos Estados Unidos.
1898 - ILHA DE GUAM - Marinha americana desembarca na ilha e a mantêm como base naval até hoje.
1898 - ESPANHA - Guerra Hispano-Americana ? Desencadeada pela misteriosa explosão do encouraçado Maine, em 15 de fevereiro, na Baía de Havana. Esta guerra marca o surgimento dos EUA como potência capitalista e militar mundial.
1898 - NICARÁGUA - Fuzileiros Navais invadem o porto de San Juan del Sur.
1899 - ILHA DE SAMOA - Tropas desembarcam e invadem a Ilha em conseqüência de conflito pela sucessão do trono de Samoa.
1899 - NICARÁGUA - Tropas desembarcam no porto de Bluefields e invadem a Nicarágua (2ª vez).
1901 - 1914 ?-PANAMÁ - Marinha apóia a revolução quando o Panamá reclamou independência da Colômbia; tropas americanas ocupam o canal em 1901, quando teve início sua construção.
1903- HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam em Honduras e intervêm na revolução do povo hondurenho.
1903 - 1904 - REP.DOMINICANA - Tropas norte americanas atacaram e invadiram o território dominicano para proteger interesses do capital americano durante a revolução.
1904 - 1905  CORÉIA  Fuzileiros Navais dos Estados Unidos desembarcaram no território coreano durante a guerra russo-japonesa.
1906 - 1909  CUBA -Tropas dos Estados Unidos invadem Cuba e lutam contra o povo cubano durante período de eleições.
1907 - NICARÁGUA - Tropas americanas invadem e impõem a criação de um protetorado, sobre o território livre da Nicarágua.
1907 - HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam e ocupam Honduras durante a guerra de Honduras com a Nicarágua.
1908 - PANAMÁ - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos invadem o Panamá durante período de eleições.
1910 - NICARÁGUA -Fuzileiros navais norte americanos desembarcam e invadem pela 3ª vez Bluefields e Corinto, na Nicarágua.
1911 - HONDURAS - Tropas americanas enviadas para proteger interesses americanos durante a guerra civil, invadem Honduras.
1911 -1941 - CHINA - Forças do exército e marinha dos Estados Unidos invadem mais uma vez a China durante período de lutas internas repetidas.

1912 - CUBA -
Tropas americanas invadem Cuba com a desculpa de proteger interesses americanos em Havana.
1912 - PANAMÁ - Fuzileiros navais americanos invadem novamente o Panamá e ocupam o país durante eleições presidenciais.
1912 - HONDURAS - Tropas norte americanas mais uma vez invadem Honduras para proteger interesses do capital americano.
1912 - 1933 - NICARÁGUA - Tropas dos Estados Unidos com a desculpa de combaterem guerrilheiros invadem e ocupam o país durante 20 anos.
1913 - MÉXICO - Fuzileiros da Marinha americana invadem o México com a desculpa de evacuar cidadãos americanos durante a revolução.
1913 - MÉXICO - Durante a Revolução mexicana, os Estados Unidos bloqueiam as fronteiras mexicanas em apoio aos revolucionários.
1914 - 1918 - PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL - Os EUA entram no conflito em 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha. As perdas americanas chegaram a 114 mil homens.
1914 REPÚBLICA DOMINICANA - Fuzileiros navais da Marinha dos Estados invadem o solo dominicano e interferem na revolução do povo dominicano em Santo Domingo.
1914 - 1918 MÉXICO - Marinha e exército dos Estados Unidos invadem o território mexicano e interferem na luta contra nacionalistas.
1915 - 1934 - HAITI- Tropas americanas desembarcam no Haiti, em 28 de julho, e transformam o país numa colônia americana, permanecendo lá durante 19 anos.
1916 - 1924 - REPÚBLICA DOMINICANA - Os EUA invadem e estabelecem um governo militar na República Dominicana, em 29 de novembro, ocupando o país durante oito anos.

1917 - 1933  CUBA -
Tropas americanas desembarcam em Cuba, e transformam o país num protetorado econômico americano, permanecendo essa ocupação por 16 anos.
1918 - 1922  RÚSSIA - Marinha e tropas americanas enviadas para combater a revolução Bolchevista. O Exército realizou cinco desembarques, sendo derrotado pelos russos em todos eles.
1919 - HONDURAS - Fuzileiros norte americanos desembarcam e invadem mais uma vez o país durante eleições, colocando no poder um governo a seu serviço.
1918 - IUGOSLÁVIA - Tropas dos Estados Unidos invadem a Iugoslávia e intervêm ao lado da Itália contra os sérvios na Dalmácia.
1920 - GUATEMALA - Tropas americanas invadem e ocupam o país durante greve operária do povo da Guatemala.
1922 - TURQUIA -Tropas norte americanas invadem e combatem nacionalistas turcos em Smirna.
1922 -1927  CHINA - Marinha e Exército americano mais uma vez invadem a China durante revolta nacionalista.
1924 - 1925 HONDURAS - Tropas dos Estados Unidos desembarcam e invadem Honduras duas vezes durante eleição nacional.
1925 - PANAMÁ - Tropas americanas invadem o Panamá para debelar greve geral dos trabalhadores panamenhos.
1927 - 1934  CHINA - Mil fuzileiros americanos desembarcam na China durante a guerra civil local e permanecem durante sete anos, ocupando o território chinês.
1932 - EL SALVADOR - Navios de Guerra dos Estados Unidos são deslocados durante a revolução das Forças do Movimento de Libertação Nacional ? FMLN ? comandadas por Marti. 
1941- Segunda Guerra Mundial-Aliados x Países do Eixo-  O conflito militar global que durou de 1939 a 1945, envolvendo a maioria das nações do mundo – incluindo todas as grandes potências  – organizadas em duas alianças militares opostas: os Aliados liderados pelos EUA e o Eixo sob comando da Alemanha. Foi a guerra mais abrangente da história, com mais de 100 milhões de militares mobilizados. Na Europa os EUA tiveram grande destaque decisivo, com o desembarque na Normandia em 06 de  junho de 1944 ( conhecido como o Dia D). Na Ásia os EUA colocaram um ponto final na Segunda Guerra mundial com os ataques nucleares a Hiroshima e Nagasaki em 06 e 09 de agosto de 1945, forçando assim a rendição japonêsa.
1946 -IRÃ - Marinha americana ameaça usar artefatos nucleares contra tropas soviéticas caso as mesmas não abandonem a fronteira norte do Irã.

1946 - IUGOSLÁVIA - Presença da marinha americana ameaçando invadir a zona costeira da Iugoslávia em resposta a um avião espião dos Estados Unidos abatido pelos soviéticos.

1947 - 1949  GRÉCIA -
Operação de invasão de Comandos dos EUA garantem vitória da extrema direita nas ?eleições? do povo grego.

1947 -VENEZUELA -Em um acordo feito com militares locais, os EUA invadem e derrubam o presidente eleito Rómulo Gallegos, como castigo por ter aumentado o preço do petróleo exportado, colocando um ditador no poder.

1948 - 1949 CHINA - Fuzileiros americanos invadem pela ultima vez o território chinês para evacuar cidadãos americanos antes da vitória comunista.

1950 - PORTO RICO - Comandos militares dos Estados Unidos ajudam a esmagar a revolução pela independência de Porto Rico, em Ponce.

1951 - 1953  CORÉIA - Início do conflito entre a República Democrática da Coréia (Norte) e República da Coréia (Sul), na qual cerca de 3 milhões de pessoas morreram. Os Estados Unidos são um dos principais protagonistas da invasão usando como pano de fundo a recém criada Nações Unidas, ao lado dos sul-coreanos. A guerra termina em julho de 1953 sem vencedores e com dois estados polarizados: comunistas ao norte e um governo pró-americano no sul. Os EUA perderam 33 mil homens e mantém até hoje base militar e aero-naval na Coréia do Sul.

1954 - GUATEMALA - Comandos americanos, sob controle da CIA, derrubam o presidente Arbenz, democraticamente eleito, e impõem uma ditadura militar no país. Jacobo Arbenz havia nacionalizado a empresa United Fruit e impulsionado a Reforma Agrária.

1956 - EGITO - O presidente Nasser nacionaliza o canal de Suez. Tropas americanas se envolvem durante os combates no Canal de Suez sustentados pela Sexta Frota dos EUA. As forças egípcias obrigam a coalizão franco-israelense-britânica, a retirar-se do canal.

1958 - LÍBANO - Forças da Marinha americana invadem apóiam o exército de ocupação do Líbano durante sua guerra civil.

1958 -PANAMÁ - Tropas dos Estados Unidos invadem e combatem manifestantes nacionalistas panamenhos.

1961- 1975 VIETNÃ-
Aliados ao sul-vietnamitas, o governo americano invade o Vietnã e tenta impedir, sem sucesso, a formação de um estado comunista, unindo o sul e o norte do país. Inicialmente a participação americana se restringe a ajuda econômica e militar (conselheiros e material bélico). Em agosto de 1964, o congresso americano autoriza o presidente a lançar os EUA em guerra. Os Estados Unidos deixam de ser simples consultores do exército do Vietnã do Sul e entram num conflito traumático, que afetaria toda a política militar dali para frente. A morte de quase 60 mil jovens americanos e a humilhação imposta pela derrota do Sul em 1975, dois anos depois da retirada dos Estados Unidos, moldou a estratégia futura de evitar guerras que impusessem um custo muito alto de vidas americanas e nas quais houvesse inimigos difíceis de derrotar de forma convencional, como os vietcongues e suas táticas de guerrilhas.

1962 - LAOS - Militares americanos invadem e ocupam o Laos durante guerra civil contra guerrilhas do Pathet Lao.

1964 - PANAMÁ - Militares americanos invadiram mais uma vez o Panamá e mataram 20 estudantes, ao reprimirem a manifestação em que os jovens queriam trocar, na zona do canal, a bandeira americana pela bandeira e seu país.

1965 - 1966  REPÚBLICA DOMINICANA - mil fuzileiros e pára-quedistas norte americanos desembarcaram na capital do país São Domingo para impedir a nacionalistas panamenhos de chegarem ao poder. A CIA conduz Joaquín Balaguer à presidência, consumando um golpe de estado que depôs o presidente eleito Juan Bosch. O país já fora ocupado pelos americanos de 1916 a 1924.

1966 - 1967  GUATEMALA - Boinas Verdes e marines americanos invadem o país para combater movimento revolucionário contrario aos interesses econômicos do capital americano.

1969 - 1975 CAMBOJA -Militares americanos enviados depois que a Guerra do Vietnã invadem e ocupam o Camboja.

1971 - 1975  LAOS - EUA dirigem a invasão sul-vietnamita bombardeando o território do vizinho Laos, justificando que o país apoiava o povo vietnamita em sua luta contra a invasão americana.

1975 - CAMBOJA - 28 marines americanos são mortos na tentativa de resgatar a tripulação do petroleiro estadunidense Mayaquez.

1980 - IRÃ - Na inauguração do estado islâmico formado pelo Aiatolá Khomeini, estudantes que haviam participado da Revolução Islâmica do Irã ocuparam a embaixada americana em Teerã e fizeram 60 reféns. O governo americano preparou uma operação militar surpresa para executar o resgate, frustrada por tempestades de areia e falhas em equipamentos. Em meio à frustrada operação, oito militares americanos morreram no choque entre um helicóptero e um avião. Os reféns só seriam libertados um ano depois do seqüestro, o que enfraqueceu o então presidente Jimmy Carter e elegeu Ronald Reagan, que conseguiu aprovar o maior orçamento militar em época de paz até então.*
1982 - 1984  LÍBANO - Os Estados Unidos invadiram o Líbano e se envolveram nos conflitos do Líbano logo após a invasão do país por Israel ? e acabaram envolvidos na guerra civil que dividiu o país. Em 1980, os americanos supervisionaram a retirada da Organização pela Libertação da Palestina de Beirute. Na segunda intervenção, 1.800 soldados integraram uma força conjunta de vários países, que deveriam restaurar a ordem após o massacre de refugiados palestinos por libaneses aliados a Israel. O custo para os americanos foi a morte 241 fuzileiros navais, quando os libaneses explodiram um carro bomba perto de um quartel das forças americanas.

1983 - 1984  ILHA DE GRANADA - Após um bloqueio econômico de quatro anos a CIA coordena esforços que resultam no assassinato do 1º Ministro Maurice Bishop. Seguindo a política de intervenção externa de Ronald Reagan, os Estados Unidos invadiram a ilha caribenha de Granada alegando prestar proteção a 600 estudantes americanos que estavam no país, as tropas eliminaram a influência de Cuba e da União Soviética sobre a política da ilha.

1983 - 1989  HONDURAS -
Tropas americanas enviadas para construir bases em regiões próximas à fronteira, invadem o Honduras

1986 - BOLÍVIA -
Exército americano invade o território boliviano na justificativa de auxiliar tropas bolivianas em incursões nas áreas de cocaína.

1989 - ILHAS VIRGENS - Tropas americanas desembarcam e invadem as ilhas durante revolta do povo do país contra o governo pró-americano.

1989 - PANAMÁ - Batizada de Operação Causa Justa, a intervenção americana no Panamá foi provavelmente a maior batida policial de todos os tempos: 27 mil soldados ocuparam a ilha para prender o presidente panamenho, Manuel Noriega, antigo ditador aliado do governo americano. Os Estados Unidos justificaram a operação como sendo fundamental para proteger o Canal do Panamá, defender 35 mil americanos que viviam no país, promover a democracia e interromper o tráfico de drogas, que teria em Noriega seu líder na América Central. O ex-presidente cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos.

1990 -LIBÉRIA - Tropas americanas invadem a Libéria justificando a evacuação de estrangeiros durante guerra civil.

1990- 1991  IRAQUE - Após a invasão do Iraque ao Kuwait, em 2 de agosto de 1990, os Estados Unidos com o apoio de seus aliados da Otan, decidem impor um embargo econômico ao país, seguido de uma coalizão anti-Iraque (reunindo além dos países europeus membros da Otan, o Egito e outros países árabes) que ganhou o título de ?Operação Tempestade no Deserto?. As hostilidades começaram em 16 de janeiro de 1991, um dia depois do fim do prazo dado ao Iraque para retirar tropas do Kuwait. Para expulsar as forças iraquianas do Kuwait, o então presidente George Bush destacou mais de 500 mil soldados americanos para a Guerra do Golfo.

1990 -1991 - ARÁBIA SAUDITA -
Tropas americanas destacadas para ocupar a Arábia Saudita que era base militar na guerra contra Iraque.

1992 - 1994 - SOMÁLIA-
Tropas americanas, num total de 25 mil soldados, invadem a Somália como parte de uma missão da ONU para distribuir mantimentos para a população esfomeada. Em dezembro, forças militares norte-americanas (comando Delta e Rangers) chegam a Somália para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e tropas do general rebelde Farah Aidib. Sofrem uma fragorosa derrota militar nas ruas da capital do país.

1993 -IRAQUE
-No início do governo Clinton, é lançado um ataque contra instalações militares iraquianas, em retaliação a um suposto atentado, não concretizado, contra o ex-presidente Bush, em visita ao Kuwait.

1994 - 1999  HAITI - Enviadas pelo presidente Bill Clinton, tropas americanas ocuparam o Haiti na justificativa de devolver o poder ao presidente eleito Jean-Betrand Aristide, derrubado por um golpe, mas o que a operação visava era evitar que o conflito interno provocasse uma onda de refugiados haitianos nos Estados Unidos.

1996 - 1997 EX--ZAIRE- Atual  RDC-  República Democrática do Congo-  Fuzileiros Navais americanos são enviados para invadir a área dos campos de refugiados Hutus

1997 LIBÉRIA
- Tropas dos Estados Unidos invadem a Libéria justificando a necessidade de evacuar estrangeiros durante guerra civil sob fogo dos rebeldes.

1997  ALBÂNIA-
Tropas americanas invadem a Albânia para evacuar estrangeiros.

2001  AFEGANISTÃO - Os EUA bombardeiam várias cidades afegãs, em resposta ao ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Invadem depois o Afeganistão onde estão até hoje.

2003  IRAQUE - Sob a alegação de Saddam Hussein esconder armas de destruição e financiar terroristas, os EUA iniciam intensos ataques ao Iraque. É batizada pelos EUA de ?Operação Liberdade do Iraque? e por Saddam de ?A Última Batalha?, a guerra começa com o apoio apenas da Grã-Bretanha, sem o endosso da ONU e sob protestos de manifestantes e de governos no mundo inteiro. As forças invasoras americanas deixaram o território iraquiano em dezembro de 2011 após mais de 8 anos de ocupação, onde a violência aumentou mais do que nunca.
2010- Líbia-  Os EUA, em meio a revolta popular  na Líbia,que se seguiu as revoltas em países árabes entre o  norte da África e Oriente Médio,  apoiou  um processo sangrento de revolução popular  a partir de fevereiro de 2010, contra o regime de  Muamar Kadafi  que estava  há 42 anos no poder. Os protestos começaram a serem reprimidos por forças do regime e logo a comunidade internacional passou a adotar sanções contra o regime de Kadafi na Líbia. Com o agravamento dos conflitos internos entre governo e grupos de oposição, os EUA e países membros da OTAN na UE e algumas nações árabes aliadas ,lançaram uma ação militar, travestida de humanitária, para supostamente proteger civis inocentes, de  ataques das forças pró-Kadafi. A ação militar só terminou em outubro de 2011, com a derrota das forças de Kadafi e sua posterior captura e morte por combatentes de oposição, porém as circunstâncias sobre sua morte ainda  está envolta em mistério.
E parece que as ações dos EUA não vão parar na Líbia....
Fonte:

Credo Mutwa: Visões e Predições (1995) "As profecías estão se cumprindo ...


Fonte:Youtube

Relógio do Apocalípse -Faltam 5 para a Meia Noite.


O Relógio do Apocalipse aproximou-se mais da meia-noite. Segundo anúncio feito nesta terça-feira pelo Bulletin of the Atomic Scientists, ele agora está cinco minutos para a meia-noite. Um minuto à frente da atualização anterior, feita em 2010.
Criado em 1947 por membros do Bulletin of the Atomic Scientists, em Chicago, o Relógio do Apocalipse (Doomsday Clock, no original) simboliza a contagem de minutos restantes para a meia-noite. No Relógio, a meia-noite representa a guerra nuclear, e a quantidade de minutos que nos separam dela reflete quão perto a humanidade estaria do Juízo Final.
Resultado de ativistas contrários à energia atômica, o Relógio é atualizado de acordo com os esforços observados para eliminar seu uso militar. Desde seu lançamento até hoje, foram realizadas 20 atualizações, baseadas em três índices centrais de medição: tamanho dos arsenais nucleares, mudanças climáticas e biossegurança.
O momento mais crítico da escalada nuclear ocorreu em 1953, quando os Estados Unidos e a União Soviética realizaram diversos testes nucleares em um curto espaço de tempo, e os ponteiros marcaram 11h58. O ápice da tranquilidade se deu 1991, após a assinatura de um tratado de redução dos arsenais atômicos: faltavam então 17 minutos para a meia-noite.

Fonte: 
Notícias Terra

Rússia inquieta com enriquecimento de urânio pelo Irã


Colaborou com o UND-Jonh Boss

MOSCOU, 10 Jan 2012 (AFP) -O ministério russo das Relações Exteriores manifestou nesta terça-feira sua "inquietação" após o início da produção de urânio enriquecido na usina iraniana de Fordo, anunciada na véspera.
"Moscou soube com pena e inquietação que começaram os trabalhos de enriquecimento de urânio em uma usina iraniana situada perto de Qom", informou o ministério russo em um comunicado.
"O Irã continua ignorando as demandas da comunidade internacional para que se suspendam as inquietações sobre seu programa nuclear", acrescentou o texto.
A diplomacia russa destacou, no entanto, que Teerã avisou no momento adequado à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e que "todos os materiais radioativos (de Fordo) estão sob o controle da agência".
A AIEA anunciou na segunda-feira que o Irã tinha começado a produzir urânio enriquecido a 20% em suas instalações de Fordo, escondidas sob uma montanha e difíceis de atacar, perto de Qom, 150 km a sudoeste de Teerã.
O urânio enriquecido a menos de 20% só pode ser usado para fins civis. Se o enriquecimento superar os 90%, pode servir para fabricar a bomba atômica.
O início da produção de urânio enriquecido nestas instalações provocou novas críticas dos países ocidentais contra o regime iraniano, que eles afirmam querer se equipar com a arma nuclear. Teerã desmente com veemência a acusação e garante que seu programa é exclusivamente civil.
Fonte;

AFP

Chávez: Seguiremos trabalhando com o Irã para evitar agressões do império do mal




 

Assad diz que povo sírio quer reforma mas sem terrorismo



Para Rep.Checa, Grécia deve sair do Euro

Checa Banco Central Banco Governador Miroslav Cantor escuta aos jornalistas durante uma entrevista na sede do Banco Nacional Checo em Praga 08 de julho de 2010. REUTERS / Petr Josek
  Banco Central checo Governador Miroslav Cantor escuta aos jornalistas durante uma entrevista na sede do Banco Nacional Checo em Praga 08 de julho de 2010.
 A Grécia deve sair da zona do euro e desvalorizar a sua nova moeda a menos que a Europa está disposta a financiar "grande" para o país endividado, checo Miroslav governador do banco central Cantor disse em entrevista a um jornal.
  Cantora disse ao jornal Hospodarske Noviny europeus deveriam se concentrar em ajudar os bancos que podem precisar de recapitalização e sobre questões que podem ser resolvidos, em vez de dedicar atenção por anos à Grécia que representa apenas dois por cento da economia europeia.
"Se não há a vontade de dar a Grécia uma enorme quantidade de dinheiro de fundos estruturais europeus, não vejo outra solução que a sua saída da zona do euro e uma desvalorização maciça da nova moeda grega", disse ele na entrevista a ser publicado na segunda-feira.
  "Até agora, a Grécia tem sido dada empréstimos que serviu principalmente para a compra de tempo e para os gregos ricos para movimentar seu dinheiro para fora do país. Isso diminui a confiabilidade da Europa e da vontade dos países não europeus para emprestar ou fornecer novo capital para o Internacional Fundo monetário para ajudar a Europa. "
  A República Checa é membro da União Europeia, mas não tem planos para adoptar o euro no futuro próximo. O país manteve a capacidade de refinanciar sua dívida nos mercados e do sector bancário está bem capitalizado e protegida por uma base de depósitos domésticos.
  Questionado sobre o que a Europa deve fazer para evitar a crise da dívida, Singer disse que os políticos europeus devem reconhecer que os bancos podem precisar de mais capital.
"Temos que parar de fingir que nós nunca vamos recapitalizar os bancos novamente", disse ele.
"Em conexão com a crise grega, possivelmente será necessário despejar dinheiro até mesmo em bancos muito grandes que vão sofrer perdas. É necessário imediatamente concentrar nos problemas dos bancos.
" "Este é, contudo, bater obstáculos terríveis em grandes países europeus Há políticos que disse palavras fortes -. Nunca, nunca, nunca."
O cantor criticou o banco central austríaco para a publicação, sem consulta, um plano em novembro, para exigir a sua bancos para cobrir novos empréstimos na Europa central e oriental com depósitos locais, embora ele disse que o plano não terá impacto sobre empréstimos na República Checa.
  Bancos austríacos são grandes jogadores no mercado bancário da região.

  "Isso não foi uma boa maneira e nós não fazemos essas coisas, porque nós, inclusive eu, consideram que é um sinal de nervosismo, fraqueza ou erro", disse ele.

(Reportagem de Jan Lopatka; edição por Matthew Jones )
Fonte: 

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