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6 de outubro de 2011

Grécia vivencia sua pior crise desde a Segunda Guerra mundial

Trabalhadores gregos vivem pior crise no país desde a 2ª Guerra Mundial

Com dívidas que aumentam diariamente, a população grega já não tem mais proteção no emprego e alguns deixam o país para morar fora.


Trabalhadores gregos vivem pior crise no país desde a 2ª Guerra Mundial thumbnail















Da Redação do novo Hamburgo

Desde a Segunda Guerra Mundial, a Grécia ficou arruinada e milhares de gregos deixaram o país para morar fora. Até hoje, o país tem dívidas que só aumentam diariamente. Enfrentando a pior crise desde a guerra, a população planeja sair do país ou protesta contra as medidas de austeridade do governo (foto).
Apostolos Kafchitsas, engenheiro agrônomo em Atenas, 40 anos, teve seu salário reduzido de 1.600 para 1.200 euros com a crise atual e não vê um bom futuro profissional no país. Ele é pai de duas filhas, de 4 anos e de 19 meses, e acredita que a crise da dívida já afetou o mundo todo, pois obrigou o governo a tomar medidas de austeridade sem precedentes na Grécia.
O programador de informática e professora desempregado, Dimitri, 33 anos, está procurando emprego sem sucesso. “Espero poder conseguir algo nos próximos meses”, diz Dimitri. A taxa atual de desemprego é de 16,3%, mas os sindicatos estimam que a taxa real se situe em torno de 23%. Com isso, qualquer vaga aberta recebe um número excessivo de candidatos.
O engenheiro agrônomo conta que a sua cunhada está se mudando para o Chipre, a fim de escapar da crise e ter uma vida profissional melhor. “Tudo muda todos os dias, inclusive nossos empregos que estavam protegidos e já não estão”, afirma Apostolos. Atualmente, o governo abastece os cofres do Estado através de acordos de investimentos com a China ou Qatar. A pedido de credores, o país iniciou um amplo plano de privatizações.
“Gostaria que houvesse um comitê que trabalhasse para saber exatamente quanto deve este país e a quem”, pede o engenheiro agrônomo. Segundo ele, o governo da Grécia só afirma que a dívida aumenta diariamente, sem explicar para quem o país deve e qual é o valor da dívida. “É claro que tenho medo, sei o que aconteceu com a Argentina há 10 anos”, falou Apostolos, se referindo a suspensão de pagamentos e abandono da paridade com o dólar.
De acordo com Dimitri, daqui há dez anos o desemprego e a crise serão superadas no país, mas até lá, ele já terá 43 anos. O programador desempregado está participando de uma operação de contratação organizada pela embaixada da Austrália na Grécia, para emigrar para o país e seu currículo já foi selecionado. “Não foi a minha geração que criou essa dívida e ao que tudo indica os que estão nascendo agora também terão que pagar por ela”, lamenta Dimitri.
Informações de portal G1
FOTO: Angelos Tzortzinis / AFP

2 comentários:

  1. ACHO QUE NEM JUNTANDO TODAS TRAGÉDIAS JUNTAS DÁ ISSO AI RSRSRSRSRS..OLHA QUE AS TRAGÉDIAS ERAM BONITAS MAS ESSA AI AIAIAIAIUIUIUIIIIIIIIIIIIIIII RSRSRS ABS TRÁGICOS

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  2. Paty, é as coisas estão nesta TRAGETÓRIA. risos
    E as grécinhas dos banqueiros internacionais se divertem enquanto o povãp vive a tragédia grega em seu esplendor que nem Zeus consegue comensurar. risos
    Abraços Elenicos e eleninicos a você quebre bastante pratos para espantar os espantalhos hahahahaha

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