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5 de dezembro de 2012

Pesadelo Árabe: Crise egípsia

Partidários e opositores de presidente do Egito entram em choque no Cairo

Ataques com pedras e paus deixam mais de 200 feridos; mais três conselheiros da presidência renunciam em meio à crise causada por decreto e projeto de Constituição


 Via :

Partidários e opositores do presidente do Egito, Mohammed Morsi, entraram em choque nesta quarta-feira em frente ao palácio presidencial no Cairo. Os grupos convocaram manifestações um dia depois de um  protesto com cerca de 100 mil participantes ter forçado o líder a deixar o local pela porta dos fundos.
AP
Manifestante antigoverno fica ferido durante confrontos com partidários de presidente Mohammed Morsi em frente a palácio presidencial no Cairo, Egito
 
Os confrontos com pedras, paus e bombas incendiárias deixaram mais de 200 feridos, segundo fontes da área de Saúde, e começaram quando milhares de partidários de Morsi, a maioria filiados à Irmandade Muçulmana, marcharam até uma área em frente ao palácio presidencial onde cerca de 300 opositores estavam acampados. 
De acordo com uma fonte de segurança citada pela AFP, a polícia de choque precisou intervir na noite desta quarta para tentar separar os partidários e opositores de Morsi em frente ao palácio presidencial. Os choques ainda continuam nas ruas adjacentes.
Grupos de oposição acusam Morsi de se apropriar ditatorialmente de amplos poderes por meio de um decreto para impor a nova Constituição , redigida por uma assembleia dominada por políticos islâmicos. A Constituição será promulgada se for aprovada num referendo na semana que vem.
Citadas pela agência Reuters, fontes presidenciais disseram que três integrantes da equipe de 17 conselheiros do presidente egípcio deixaram seus cargos por causa da crise. As renúncias apresentadas por Seif Abdel Fattah, Ayman al-Sayyad e Amr al-Leithy elevam para seis o número de assessores da presidência que deixaram seus cargos após o decreto emitido no dia 22.
Nesta quarta-feira, o vice-presidente do Egito, Mahmoud Mekki, afirmou que o referendo será realizado no dia 15, como planejado, apesar dos protestos que, segundo ele, não são a forma correta de solucionar a crise. "Há real vontade política de responder às demandas do público", afirmou. "A porta para o diálogo está aberta para aqueles que se opõem ao esboço da Constituição."
AP
Partidários e opositores do presidente do Egito, Mohammed Morsi, entram em choque na frente ao palácio presidencial no Cairo
 
O esboço da nova Carta, aprovado às pressas, é acusado de não proteger alguns direitos fundamentais, incluindo a liberdade de expressão, e de abrir a porta para uma aplicação mais rigorosa da lei islâmica ( sharia ).
Na terça-feira, o opositor e ex-chefe da Liga Árabe Amr Moussa, que se retirou da Assembleia Constituinte, disse que o texto não contém as liberdades que devem ser garantidas no século 21.
O Ministério da Saúde informou que 18 pessoas ficaram feridas nos confrontos de terça-feira. A polícia usou gás lacrimogêneo quando os manifestantes quebraram as barricadas e chegaram aos muros do palácio.
Com AFP e Reuters

2 comentários:

  1. eles nao quizeram tirar mubarak, agora aguentem tomara que coloquem todo cidadão egipicio sobre o chicote, para aprenderem.

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  2. Oi, é crise egíp C ia

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