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17 de maio de 2011

ELENIN COMET - Rússia estaria em Estado de Alerta.

Do original: Planeta X Nibiru, e ELENIN COMET RÚSSIA NO ESTADO DE ALERTA extraídos http://www.segnidalcielo.it/ Fonte: http://www.agentia.org/ Cometa Elenin passar perto da Terra 17 outubro de 2011, e alguns cientistas russos relataram ao primeiro-ministro Medved colocados em alerta, as Forças Armadas. Suspeita-se que este corpo celeste é correlacionada com a presença de Nibiru ..Como mencionado acima, o cometa se aproxima cada vez mais Elenin ameaça à Terra, mas está excluído, até que se prove o contrário, ele pode ter impacto com nosso planeta. Parece que este cometa a partir da Nuvem de Oort, um reservatório de cometas, foi projetado em nosso sistema solar, a força gravitacional do famoso planeta Nibiru. Os cenários são sempre mais escura e você pode se lembrar de uma série de artigos na Internet da NASA, que ainda não vai confirmar ou negar nada. O que é surpreendente é que o Google esconde os detalhes dos mapas de estrelas nas imediações do cometa, como confirmado por Agentia.org na publicação de fato relevante sobre os dados do cometa Elenin, que passariam a estar ligadas Hercólubus, que o planeta Nibiru . Os russos estão com medo de um alinhamento, que se materializa dentro de poucos dias, ou seja, 15 de março de 2011, mas acima da passagem pela Terra de Elenin de 17 de outubro deste ano. O material no qual você está falando, foi dada pelo perito agência sobre o assunto, o Dr. Cristian Negureanu, eo fato de que os russos decidiram aumentar o número de abrigos em bases subterrâneas, energia nuclear e outros 5.000 empregos com um plano de emergência que foi apresentado ao ministro russo Dmitri Medvedev Pirma, coloca-nos a pensar seriamente. Esta imagem tirada do Google Sky, seriam o Planeta X - Nibiru e os Elenin cometa. Parece que esta imagem desapareceu no ar. Este plano de emergência tem a aprovação da Defesa russo, Sergei Serdyukov que fala de uma "explosão de gravidade", com consequências dramáticas para a Terra. Especialistas russos falam de um movimento controlado de um cometa, uma espécie de "roteamento inteligente", o que torna a idéia de perguntar sobre o impacto real desse corpo celeste. Este Outono vai ver o cometa se aproxima da Terra, mais perto do que seria normal, como se tivesse caído em um "vórtice de atração gravitacional." que poderia conduzir o cometa com a Terra, trazendo com ele pequenos meteoritos e outros corpos celestes, mas de natureza desconhecida. Parece que os cometas descobertos pelo professor Leonid Elenin 10 de dezembro de 2010 e confirmado mais tarde por vários observatórios astronômicos, tem um grande vínculo com o novo planeta descoberto no Sistema Solar, cujo tamanho é três vezes maior que Júpiter, com uma massa gasosa , e foi nomeado Tyche, que está bem além da órbita de Plutão. A descoberta foi feita pelos norte-americanos Daniel Whitmire e John Matese, da Universidade de Louisiana Centro. As últimas notícias da NASA, mostra um nível de alerta máximo e parece que a FEMA, começou a instalar câmeras de vigilância nos Estados Unidos, assim você pode capturar a queda de meteoritos. A ação é chamada de "What's atingindo a Terra?" (As coisas que afetam a Terra). Coincidência?

 
Em 25 de setembro de 2011 será discutido apenas nos próximos eventos, em uma conferência mundial que será realizada em Roma. Há cientistas e especialistas que falarão sobre suas Tyche e do planeta Nibiru.
Portanto, manter um olho Segnidalcielo.it. Massimo Fratini
De: http://daltonsminima.altervista.org/?p=13795 
 

Prenúncio de guerra?

Olá Leitores!
A notícia abaixo nos remete aquela sensação de que a cada dia que passa, as lideranças globais ficam cada vêz mais enlouquecidas e fomentando seus planos para atingir objetivos da cartilha da NOM.
Os protestos em curso no mundo árabe, a última revolta palestina nas frinteiras com Israel, para mim um ensaio programado de uma nova guerra mais ampla que está por vir no Oriente Médio.
Agora parece que se confirma, nas próprias atitudes do ditador sírio, Bashar Al Assad em intencionalmente fazer corpo mole quanto a protestos na tensa fronteira da Síria com Israel.
Para se manter no poder, tendo em vista ingredientes externos que conspirariam contra tal regime, pode levá-lo a uma guerra com Israel, para desviar as atenções internas e externas quanto a repressão do regime sírio as manifestações de opisitores no interior do país árabe.
E fica um vídeo do Youtube e como vivi minha infância nos anos 80, lembro-me desta música que segue da Banda Uns e Outros. Carta aos Missionários.
Não é um caso a se pensar?
Por Daniel Lucas

Violência na fronteira com a Síria pode ser mensagem para Israel
Ao abrir fronteira com Israel em meio à revolta da oposição, líder sírio sinaliza ao mundo disposição em guerrear para permanecer no poder
The New York Times 17/05/2011 08:01
Durante 37 anos, a fronteira entre Israel e Síria, ainda tecnicamente em guerra, mostrou-se tão tranquila quanto qualquer das fronteiras entre israelenses e árabes silenciadas por acordos de paz. No domingo isso mudou, e o tumulto nas Colinas de Golã podem revelar uma nova fase da revolta contra o presidente Bashar al-Assad e da teia de relações internacionais que ele está navegando.


Previsivelmente, tanto a Síria quanto Israel culparam um ao outro pelo derramamento de sangue – soldados israelenses mataram quatro pessoas quando centenas invadiram a fronteira. Mas a mensagem era muito mais importante, uma vez que o governo sírio, que controla o acesso à fronteira, permitiu que multidões se aventurassem a um lugar que antes declarava fora dos limites. Pela primeira vez no seu reinado de 11 anos, Assad demonstrou a Israel e ao mundo que, em uma revolta que representou a maior ameaça à sua família que já está no governo há quatro décadas, ele poderia provocar uma guerra para permanecer no poder.


Poucos questionaram a sinceridade dos refugiados palestinos que se reuniram na fronteira – o dia que assinala a criação de Israel continua sendo uma data marcante para os palestinos, e eles citaram os levantes da Primavera Árabe como uma inspiração. Mas como é frequentemente o caso na política árabe moderna, eles podem estar envoltos em um conflito mais cínico que envolve poder, sobrevivência e dissuasão, em no qual, em graus variados, Irã, Israel, Turquia e Estados Unidos têm uma participação na sobrevivência de um governo que é desprovido de legitimidade, exceto como a força de uma noção de estabilidade.




Foto: The New York Times
Parente joga pétalas de flores após estudantes cruzarem fronteira síria em direção a Israel
"Essa é uma mensagem do governo sírio para Israel e para a comunidade internacional: 'se vocês continuarem a nos pressionar, iremos incendiar a frente com Israel'", disse Radwan Ziadeh, um dissidente sírio e professor visitante da Universidade George Washington.


A mensagem traz riscos profundos em uma região volátil. Israel aparentemente prefere o governo de Assad a uma alternativa que possa favorecer os islâmicos, embora as autoridades israelenses neguem isso. Mal equipada e negligenciada, a Síria continua a ser absolutamente incapaz de travar uma guerra, com seus militares mobilizados em todo o país em uma feroz repressão à revolta popular que já dura dois meses. E mesmo na Síria, algumas pessoas suspeitam que os palestinos estejam sendo manipulados, embora alguns advirtam que uma resposta ainda mais agressiva de Israel poderia rapidamente mudar isso.


"Oh, Maher, seu covarde, envie o seu Exército para Golã", gritavam os manifestantes na semana passada ao irmão de Assad, que lidera a elite da Guarda Republicana e a Quarta Divisão, que assumiu a liderança em operações militares contra as cidades atingidas pelo levante popular.


"A ideia de travar guerra contra Israel não faz parte do pensamento da Síria há muito tempo", disse Louay Hussein, um famoso dissidente que se reuniu com um assessor de Assad na semana passada naquilo que o governo chamou de início de um diálogo. "O governo sírio não tem uma estratégia. Sua atuação política é baseada no improviso".


Tensão




Ao contrário da fronteira libanesa, uma região ainda tensa onde Israel e o Hezbollah travaram uma guerra devastadora e inconclusiva em 2006, na fronteira síria as Colinas de Golã permanecem extraordinariamente tranquilas desde uma trégua em 1974 que se seguiu a uma guerra no ano anterior. Apreendidas por Israel na guerra de 1967, as colinas permanecem o centro da inimizade entre os dois países, apesar de a Síria há muito tempo ter indicado que tem pouca chance de recuperá-la, exceto por meio de negociações.


Para muitos no mundo árabe, a perpétua tranquilidade da fronteira já é motivo de piadas, especialmente conforme a Síria passou a pressionar Israel através de terceiros para além das suas fronteiras, principalmente o Hezbollah, no Líbano. Em árabe, Assad significa leão, portanto a piada mais comum feita sobre o pai de Assad, Hafez, é: "Um leão no Líbano, mas um coelho em Golã".


A revolta, porém, já reformulou as relações regionais, colocando a Síria diretamente na defensiva. Embora oficiais do governo afirmem sua supremacia, os militares estão mobilizados desde o estepe do sul até a costa do Mediterrâneo. As mortes no domingo em Talkalakh, perto da fronteira libanesa, são o mais recente alvo da tentativa dos militares de sufocar a dissidência. As relações com a Turquia pioraram e os Estados Unidos e a Europa impuseram sanções ao país.


No Líbano, aliado da Síria, o Hezbollah parece ansioso e a sua emissora de televisão, a Al-Manar, quase ostensivamente omite qualquer menção da revolta na Síria. Em uma entrevista na semana passada em Damasco, Rami Makhlouf, o empresário mais poderoso da Síria e um confidente e amigo de infância de Assad, alertou a comunidade internacional contra a imposição de pressão sobre o governo sírio. A instabilidade da Síria, disse Makhlouf, também significaria instabilidade para Israel. "A estabilidade na Síria é a coisa mais importante para a estabilidade dos seus vizinhos", disse ele na entrevista. "Que os vizinhos? Israel".






Israel quer minar reconhecimento de Palestina
A fronteira ao longo das Colinas de Golã, um estratégico platô rochoso, é a mais sensível da Síria, e existem postos de controle em toda a região. Mesmo para os sírios, é necessária permissão para entrar em algumas de suas regiões. Em um Estado autoritário, o governo também mantém a vigilância implacável sobre os 10 campos palestinos oficiais e três não-oficiais.


Ziadeh, citando informantes em Damasco, disse que pelo menos quatro ônibus foram vistos sábado deixando dois campos onde as facções mais fiéis da Síria exercem controle. "Durante 40 anos, os sírios têm evitado a infiltração, o que mostra que têm sua mão no controle", disse Yoni Ben-Menachem, um analista israelense. "Isso também demonstra a pouca vontade de Israel e dos Estados Unidos de ver a derrubada de Bashar al-Assad" – enquanto ele mantiver a fronteira com Israel tranquila.


Laços

Relativamente pobre, com uma população que empalidece diante de países como o Egito, a Síria há muito tempo desempenha um papel firme, tornando-se um pilar na região. Apesar de declaradamente secular, o país tem laços profundos com movimentos islâmicos como o Hamas nos territórios palestinos. O mesmo vale para a república islâmica do Irã, seu aliado mais próximo.


A ambiguidade de sua política externa levou as autoridades americanas a manter a esperança de que a Síria possa ser atraída para longe da sua aliança com o Irã e seus aliados. A genialidade de Assad – ele é famoso por concordar, mas não cumprir – ajudou a levar a Turquia a aprofundar suas relações com um país que viu como um centro para a sua visão de integração regional.


Tanto os Estados Unidos quanto a Turquia têm denunciado a repressão, mas não chegaram a pedir a partida de Assad, um passo com implicações de longo alcance para a sobrevivência da liderança. Isso foi em parte motivado pelo medo do que poderia acontecer após a queda de Assad, dizem os analistas, uma ansiedade que o governo tem procurado incansavelmente cultivar desde o início do levante. A violência de domingo, segundo analistas, pode ter sido um prenúncio planejado.


"Vai ser uma bagunça", disse um oficial do governo Obama disse sobre a determinação do governo em sobreviver. "Ele vai travar uma luta por sua vida”.


*Por Anthony Shadid



16 de maio de 2011

França: acusação contra diretor do FMI gera teorias conspiratórias

Olá Leitores!
Boa semana a todos!
Esta de Dominique Strauss-Khan, diretor chefe do FMI-Fundo Monetário Internacional, caiu como uma bomba atômica na campanha eleitoral francêsa.
Porém dizem que geram teorias conspiratórias a respeito, não geram, são conspirações em curso sim, apesar de muitos formadores de opinião adestrados pela mídia convencional, dizerem o contrário.
Que bananada!
Daniel
16 de maio de 2011 06h55 atualizado às 07h04
Fonte: Terra.com.br
A tese de um "complô" contra o socialista Dominique Strauss-Kahn, diretor-geral do Fundo Monetário Internacional, detido nos Estados Unidos após ser acusado de agressão sexual, está sendo evocada na França por membros da esquerda e também da direita e se espalhou pela internet. A notícia da suposta tentativa de estupro de uma camareira em um hotel em Nova York provocou um tsunami no cenário político francês a pouco menos de um ano das eleições presidenciais.
Strauss-Kahn, ou DSK, como é chamado pelos franceses, é o grande favorito em todas as pesquisas de intenção de voto, embora ele não fosse ainda oficialmente candidato. O mistério envolvendo sua eventual candidatura nas primárias do Partido Socialista movimenta a imprensa francesa há meses e deveria acabar em breve. O prazo para oficializar a candidatura a essa votação interna do partido vai do final de junho a meados de julho.
Logo após o início do escândalo, uma representante da direita francesa, Christine Boutin, presidente do Partido Democrata Cristão, foi uma das primeiras a sugerir a tese de um "complô" contra DSK, afirmando que o socialista teria sido vítima de uma "armadilha" que poderia ter sido plantada pela esquerda, pela direita ou até mesmo pelo FMI.
'Casca de banana'
Outro membro da direita, Dominique Paillé, que foi porta-voz do partido UMP, do presidente Nicolas Sarkozy, evocou "uma casca de banana colocada sob os sapatos do diretor do FMI, cuja vulnerabilidade em relação às mulheres é conhecida" na França. "Não podemos deixar de pensar em uma armadilha", diz também o ministro da Cooperação francês, Henri de Raincourt.

Jacques Attali, assessor diplomático do ex-presidente socialista François Mitterrand, afirma que teria havido "manipulação" e que Strauss-Kahn "não poderá mais disputar as primárias do Partido Socialista".
Prudência
Tanto a esquerda como o partido governista pedem prudência em relação às acusações e ressaltam que é preciso respeitar a presunção de inocência. "A posição do governo francês respeita dois princípios simples: o respeito de um procedimento judicial em andamento na Justiça americana e o respeito da presunção de inocência", afirmou o porta-voz do governo, François Baroin.

Segundo analistas, o presidente Sarkozy teria dado a orientação de não criticar o socialista já que o caso pode sofrer reviravoltas e também para não transmitir a ideia de que estaria tirando proveito da situação.
Uma pesquisa do Instituto Ifop publicada no domingo pelo Journal du Dimanche, data em que os franceses, pela diferença de fuso, foram informados da detenção de DSK nos Estados Unidos, revelou que Strauss-Kahn não apenas lidera as intenções de voto nas eleições presidenciais, com 26%, mas também é o único que teria sua vaga garantida no segundo turno. Sarkozy, segundo algumas sondagens, nem passaria para o segundo turno e seria derrotado pela líder da extrema-direita, Marine Le Pen.
A saída de Strauss-Kahn da disputa vai modificar totalmente o cenário das eleições e deverá favorecer a candidatura do socialista François Hollande, que já se declarou oficialmente candidato às primárias do partido, e também do presidente Nicolas Sarkozy, que perde um rival de peso.

15 de maio de 2011


Netanyahu esperou muito tempo para atacar o Irã Aluf Benn reflete sobre a evolução das políticas de Israel em relação ao Irã, afirmando que Netanyahu faz "ameaças vazias". Por Aluf Benn
  
1. A realização de Barack Obama: A partir do dia em que ele assumiu o cargo, o presidente dos Estados Unidos fez com que impedir um ataque militar israelense contra as instalações nucleares do Irã, uma alta prioridade. Para evitar uma greve, os Estados Unidos reforçou a sua supervisão da Defesa de Israel. A administração Obama ampliou ajuda a Israel para a defesa antimísseis, mas as novas armas ofensivas foram fornecidas apenas para Israel sob a forma de "desenvolvimento em frente" em armazéns de emergência cuja abertura requer a aprovação norte-americana. O Hezbollah tem um acordo similar com os seus patronos iranianos, somente estes estão autorizados a permitir o uso de mísseis de longo alcance posicionadas no Líbano.
A fiscalização apertada continha Israel, por enquanto.

  
2. obras de dissuasão do Irã: Irã aprendeu as lições  com os reatores nucleares bombardeado no Iraque em 1981 e na Síria em 2007: É dispersas as suas instalações nucleares para fazer um ataque aéreo mais difícil.
Ainda mais importante, decidiu levar a guerra em território inimigo e construir um braço estratégico ofensiva contra Israel. As dezenas de milhares de foguetes e mísseis que o Irã implantado no Líbano e na Faixa de Gaza, com a colaboração do corpo de mísseis da Síria, podem semear a destruição na região de Dan e paralisar a economia de Israel por um longo tempo. O Irã mais reforçada a sua ameaça de mísseis, mais alto os avisos cresceu dentro de Israel contra uma aventura militar que poderia levar a uma guerra de atrito destrutivo que dura por anos. A dissuasão iraniana existe em Tel Aviv, e não em Natanz.

 3. A disputa na parte superior: nos últimos 10 dias, um grave desentendimento surgiu entre os líderes de Israel sobre a necessidade de sabedoria e de atacar o Irã.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, prometeu que ao retornar ao poder que ele faria de tudo para impedir o Irã de obter armas nucleares, está aderindo à idéia de que o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad é Hitler.
Em seu discurso de Holocaust Memorial Day, ele mais uma vez chamado Irã, o Hezbollah eo Hamas "novos vilões que trabalham para destruir o Estado judeu", e advertiu: "O mundo inteiro vai saber que, quando Israel e as IDF dizer nunca mais, queremos dizer cada palavra ". O ministro da Defesa Ehud Barak, que sempre foi considerada parceira de Netanyahu na linha ativista contra o Irã, ultimamente tem atenuado a sua abordagem. Em uma entrevista com Gidi Weitz no Haaretz, Barak afirmou que o Irã não vai deixar cair a bomba em Israel e rejeitou falar do primeiro-ministro de um holocausto.
Barak sabe que a ação contra o Irã exige um amplo apoio público por causa dos grandes perigos que ela acarreta. Se a ameaça não é tão ruim, não há razão para greve. Ex-chefe do Mossad, Meir Dagan, foi, como rombudas, muito habitual, afirmando que um ataque aéreo contra o Irã seria "estúpido".
 Dagan fala como alguém que conhece: Ele foi responsável pelo dossier iraniano até recentemente, e suas recomendações operacionais na Segunda Guerra do Líbano provou ser mais preciso do que qualquer outra pessoa.

  
4. Os iranianos estão com problemas: Altos funcionários israelenses, que consideram uma operação militar de último recurso - como o vice-primeiro-ministro Moshe Ya'alon - são incentivados pela conflitualidade política interna no Irã, o que reflete a fraqueza do regime. As sanções econômicas estão pressionando a comunidade empresarial para a oposição Movimento Verde. O líder supremo Ali Khamenei e Ahmadinejad também são conflitantes: O líder religioso é o aperto do presidente, que aparentemente não se estenda por mais um mandato. regime de Bashar Assad, na Síria, aliada do Irã, está lutando pela sobrevivência contra os manifestantes em várias cidades.
Sob tais circunstâncias, é melhor para Israel, em silêncio e não intervir e deixar que os processos internos em Teerã e Damasco fazer seu trabalho.

  
5.Conclusões Provisórias : Em seu discurso próximo ao Congresso dos EUA, Netanyahu vai reiterar sua advertência de que Israel está sendo ameaçado de destruição, e como tal, não deve ser pressionado a retirar-se essencial territórios da Cisjordânia e transferi-los para as mãos de os "vilões".
Dicas que ele irá enviar a força aérea sobre um "nunca mais" missão ao Irã que Israel é empurrado para o canto são destinadas a impedir Obama de impor um acordo entre israelenses e palestinos. Mas a ameaça  são sons ocos. As disputas internas em Israel, as preocupações com uma guerra destrutiva de desgaste e incerteza sobre como o Egito vai responder estão servindo como freios nas rodas da aeronave. Netanyahu esperou dois anos, apenas para descobrir que, agora, é muito mais difícil para ele atacar.
Fonte: Haaretz

Tensão no Oriente Médio.

Agora as revoltas já se aproximam de forma perigosa de Israel.
O que assistiremos nos próximos dias?
O jogo de xadrez mais uma vêz tem suas peças movidas...
Veremos os desdobramentos de mais uma página da história.
Daniel

Violência entre Israel e palestinos explode em três fronteiras e tensão aumenta.

Há pelo menos 12 mortos e centenas de feridos nas fronteiras de Israel com a Síria, o Líbano e a Faixa de Gaza

iG São Paulo | 15/05/2011 - Atualizada às 17:16




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Foto: AFP
Palestinos carregam garoto ferido durante confronto com tropas de Israel nas Colinas do Golan, na fronteira com a Síria
A violência explodiu no domingo nas fronteiras de Israel com a Síria, o Líbano e a Faixa de Gaza, deixando pelo menos 12 mortos e centenas de feridos. As mortes aconteceram em uma onda sem precedentes de manifestações enquanto palestinos lembravam a fundação de Israel em 1948, evento que qualificam de "Nakba" (Catástrofe).
Tropas israelenses dispararam contra manifestantes em três locais distintos para impedir que multidões atravessassem as fronteiras de Israel, no confronto mais mortífero desse tipo em anos.


Em um dos incidentes mais sérios, o Exército israelense afirmou que milhares de manifestantes se aproximaram da fronteira síria com as Colinas do Golan, controladas por Israel, e centenas romperam a cerca.
Os soldados dispararam para impedir seu avanço, deixando ao menos dois mortos e 170 feridos. A agência Associated Press, porém, fala em quatro mortos.
Foi uma rara incursão a partir do lado altamente controlado da Síria, o que fez as autoridades israelenses acusarem Damasco de fomentar a violência em uma tentativa de tirar a atenção da repressão mortífera do regime contra manifestantes que pedem a queda do regime do presidente Bashar al-Assad.
"O regime sírio intencionalmente tenta tirar a atenção internacional da repressão brutal contra seus cidadãos para incitar contra Israel", disse a coronel Avital Leibovich, uma porta-voz militar israelense.
O primeiro-ministro israelense, Benyamin Netanyahu, disse ter ordenado que o Exército agisse com a "máxima contenção". "Mas ninguém deve se enganar. Estamos determinados a defender nossas fronteiras e soberania", disse em um breve pronunciamento transmitido ao vivo nas estações de TV de Israel.
Os tumultos deste domingo - que aconteceu depois de ativistas terem usado o Facebook e outros sites para mobilizar os palestinos e seus simpatizantes em países vizinhos para marchar para as fronteiras de Israel - marcaram a primeira vez que as táticas de protesto que varreram o mundo árabe em meses recentes foram dirigidas a Israel.
No incidente mais mortífero, dez foram mortos e 112 ficaram feridos quando marcharam do Líbano em direção à fronteira norte de Israel, de acordo com autoridades de segurança libanesas. O Exército de Israel disse que os soldados abriram fogo quando os manifestantes tentaram romper a cerca para entrar em território israelense.


Foto: AP
Palestinos protestam na fronteira de Gaza
Os militares também sugeriram que o Exército do Líbano, que fez disparos para o ar para dispersar os manifestantes, pode ter sido responsável por algumas das mortes. Segundo o Exército de Israel, 13 soldados ficaram levemente feridos nos choques no Líbano e na Síria.
Na tensa fronteira sul de Israel com a Faixa de Gaza, segundo a Associated Press, paramédicos palestinos disseram que uma pessoa morreu e 65 ficaram feridos quando manifestantes tentaram se aproximar da altamente fortificada fronteira com Israel.Um segundo palestino foi morto em um incidente separado. Segundo o Exército israelense, ele tentou colocar uma bomba ao longo da cerca. A rede de TV CNN, porém, só menciona 70 feridos nos confrontos na Faixa de Gaza.
Em Tel Aviv, o centro comercial de Israel, um caminhão conduzido por um israelense árabe foi jogado contra veículos e pedestres, matando um homem e deixando 17 feridos. A polícia estava tentando determinar se o incidente foi um acidente ou um ataque. Testemunhas disseram que o motorista, que foi preso, descontrolou-se com o caminhão no meio do trânsito do centro da cidade.
Alerta
As forças de segurança de Israel estavam em alerta contra violência neste domingo, o dia em que os palestinos lembram a "Nakba", ou catástrofe, da fundação de Israel em uma guerra de 1948, quando centenas de milhares de palestinos fugiram ou foram forçados a abandonar suas casas.
No povoado druso de Majdal Shams, nas Colinas do Golan - capturadas da Síria por Israel em 1967 - , o major Dolan Abu Salah disse que entre 40 e 50 manifestantes do Nakba vindos da Síria passaram à força pela barreira da fronteira.


Foto: AP
Palestino é imobilizado pela polícia de Israel durante protesto em Jerusalém

Centenas de manifestantes invadiram o fértil vale verde que marca a área da fronteira, agitando bandeiras palestinas. Tropas israelenses tentaram consertar a barreira rompida, disparando contra o que o Exército descreveu como infiltradores.
"Estamos vendo aqui uma provocação iraniana, nas fronteiras síria e libanesa, para tentar explorar as comemorações do dia da Nakba", disse o porta-voz chefe do Exército, tenente-coronel Yoav Mordechai.
A Síria abriga 470 mil refugiados palestinos. Em anos anteriores, sua liderança, que agora enfrenta turbulência interna aguda, impediu manifestantes de chegar à cerca da fronteira.
Em um protesto de Nakba na Cisjordânia ocupada, jovens palestinos atiraram pedras contra soldados de Israel, que dispararam gás lacrimogêneo e balas de borracha durante um enfrentamento no posto de inspeção militar nos arredores da cidade de Ramallah, local de tensões frequentes.
Um adolescente palestino foi morto a tiros em Jerusalém durante protestos na sexta-feira. A polícia disse que não ficou claro quem o baleou e que está investigando o caso. O incidente ocorreu no bairro tenso de Silwan, em Jerusalém oriental, onde ocorrem incidentes frequentes de violência entre palestinos que atiram pedras em policiais israelenses e colonos judeus.
Os palestinos querem Jerusalém Oriental como capital do Estado que pretendem criar na Cisjordânia e Faixa de Gaza.

Atenção>Terremoto no atlântico a 1.200 Km da costa brasileira

Tremor de 6 graus atinge Atlântico a 1,2 mil quilômetros da costa brasileira

De acordo com especialista da UnB, não há risco de tsunami.
Terremoto não foi sentido em Fernando de Noronha, nem em Natal.

Debora Santos e Mário Barra Do G1, em Brasília e São Paulo
Terremoto no Atlântico (Foto: Arte/G1)
Um tremor de magnitude 6 foi registrado pelo Centro Nacional de Informações sobre Terremotos do Estados Unidos no Oceano Atlântico a 878 quilômetros do Arquipélago de Fernando de Noronha e a 1.277 quilômetros de Natal neste domingo (15), às 10h08, horário de Brasília. As primeiras informações indicam que o tremor não foi sentido na capital potiguar, nem no arquipélago.
A primeira versão do título reportagem informava que a distância do epicentro em relação à costa brasileira era de "1,2 km", quando o correto é "1,2 mil quilômetros". O erro foi corrigido.
O abalo no mar foi verificado pelo centro de pesquisa geológica norte-americano numa profundidade de 9 km, abaixo do fundo do mar. O local fica a 415 quilômetros do arquipélago de São Pedro e São Paulo e tem histórico de instabilidade, por estar acima de uma falha geológica. A Marinha do Brasil ainda investiga possíveis impactos na região.
Segundo o professor do Instituto de Geociência da Universidade de Brasília (UnB), João Willy Correa Rosa, o terremoto não representa risco de tsunami, porque ocorreu em um local de águas profundas.
“Há ali no oceano uma coluna de água de mais de 4 mil metros. Para haver tsunami seria preciso um sismo mais forte e mais próximo da costa. Tem que ter determinadas características de como a rocha é rompida. O tsunami só ocorre em determinadas ocasiões. É uma exceção”, disse o especialista do Observatório Sismológico da UnB, em Brasília.

O próprio Obama já canta a bola. Economia.


Olá Leitores!

Boa semana a todos!
Ao ler esta notícia, observamos que o próprio Obama, já sabe o tamanho do buraco que é a divída crescente dos EUA e seu caminho para o Real Colapse, e nada melhor que pedir o aumento do teto para o limite da dívida do enforcado.
Agora já vem com certas ameaças como esta de que terão recessão pior se não aumentarem o limite para continuar se endividando até onde der.
Ó! É  de dar nôjo vermos até onde vai o cinismo desta gente.
Leiam.
Daniel

Obama alerta para recessão pior se limite de dívida dos EUA não subir.


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou o Congresso que a não elevação do limite do endividamento do país poderia levar a uma crise financeira e recessão econômica pior que a de 2008 e 2009, se investidores começassem a duvidar da capacidade de o governo americano honrar suas dívidas.
Em comentários gravados na semana passada e transmitidos pela CBS News no domingo, Obama repetiu a posição de que os republicanos não deveriam relacionar a decisão de aumento do limite do endividamento a cortes de gastos, como parte de medidas para redução do déficit.
"Se investidores ao redor do mundo pensarem que a confiança no crédito dos Estados Unidos não está sendo suportada... isso poderia desemaranhar todo o sistema financeiro", disse Obama.
"Poderíamos ter uma recessão pior do que tivemos, uma crise financeira pior do que já tivemos".
A Casa Branca e os republicanos no Congresso estão travados em um debate sobre o déficit e o limite da dívida do país.
 Espera-se que o Departamento do Tesouro atinja seu limite de endividamento de US$ 14,3 trilhões na segunda-feira, tornando o governo incapaz de emitir mais títulos de dívida.
Líderes republicanos, que têm dito concordar com a necessidade de aumento do limite da dívida, disseram que não irão aprovar qualquer medida de elevação do endividamento sem que as autoridades definam passos para mantê-lo sob controle. Um acordo sobre o assunto é buscado há vários meses.
Obama disse estar comprometido com a redução do déficit, mas desencorajou que isso seja relacionado ao limite de endividamento.
Fonte:
Reuters News

Ouçam ao Prof.Adhemar Ramos.Os Egrégoras

Mistérios Revelados
Prof. Adhemar Ramos em 14/05/2011

14 de maio de 2011

Missouri: Ovnis atacados por aviões?

Testemunhas no estado de Missouri, EUA, relatam que OVNIs podem ter sido atacados por avião  


Cidade de Pacific, Missouri, EUA.
Um grupo de pessoas da cidade de Pacific, no estado de Missouri, EUA, relataram ter visto algo que parecia como um avião, atirando contra um grupo de aproximadamente 20 OVNIs, que sobrevoavam a cidade às 11h0omin, no dia 07 de maio passado.  O relato foi enviado para a MUFON no dia 09 de maio.
Um das testemunhas relatou: “Nós os vimos voando em linha reta e viravam de forma diferente de qualquer aeronave que conhecemos.”  Eles iam devagar, paravam e aceleravam repentinamente.  Também vimos um voar por cima de nossa casa, e quando estava sobre nós brilhou com uma luz branca muito forte.
As testemunhas também avistaram o que parecia ser um avião convencional: “Também vimos algum tipo de avião perseguindo alguns deles, e até mesmo parecia que ele estava atirando nos  OVNIs.  Eu vi clarões partindo do avião em direção aos OVNIs.  Isto durou por talvez 30 segundos, daí o avião voou para longe.  Era possível ver a diferença entre os OVNIs e o avião.  Vimos muitos aviões sobrevoando a área por algum tempo durante de depois do incidente.
Pacific é uma cidade com 5.482 habitantes.  Infelizmente nenhuma foto ou vídeo foram incluídos no relatório à MUFON.
O estado de Missouri atualmente se encontra em alerta baixo de OVNIs, com um número pequeno de avistamentos quando comparado com o resto dos Estados Unidos. Em abril de 2011, foram 6 avistamentos naquele estado, enquanto a Califórnia contou com 46, que é o mais alto número nos Estados Unidos.
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Blog Extraterrestres

Grécia, as imagens proibidas


Se não mostraram nem na mídia televisiva portuguesa, como comenta o Blog Kafé Kultura, imagine aqui no Brasil que só deram uma pincelada a moda bem manipulada para falar sobre a crise que abate países europeus.
Seria o desmonte da UE?
Seria mais sinais do desmonte do atual sistema econômico falido?
Parece que sim!
E o Brasil, será que está indo tudo muito bem obrigado?
Tenho minha dúvidas crescentes sobre o futuro.
Daniel Lucas


Via Blog Kafe Kultra
Porrada de criar bicho, parece ser o lema da polícia helénica, que tenta conter o povo na rua. Tanta foi a distribuição de carinhos na passada quarta-feira na Grécia (desde manhã à noite).
Ordem ou caos?
Parece que a razão desta vez não está com ninguém, nem com o governo de Atenas, nem com os políticos gregos, que abandonaram o povo à sua sorte, perante a indiferença de Bruxelas. Afinal, o dinheiro fala mais alto.
No entanto, o grego comum subsiste com muitas dificuldades numa União imposta com subtileza, em que no princípio tudo eram facilidades, depois foi o que se já sabe, as quotas de produção, o abandono da agricultura, o estrangulamento da indústria, o definhar do pequeno comércio.
Um filme já visto noutras paragens...

Bin Laden - MENTIRA em cima de MENTIRA em cima de MENTIRA - Alex Jones -...

Acho que muitos fariam o mesmo que Adolfo P.Esquivel


Carta de um Nobel da Paz à Barack Obama – De Nobel a Nobel (Não deixe de ler!)
“Outro mundo é possível”

Esta é a carta que talvez milhares de pessoas no mundo, desejariam ter escrito e enviado ao Presidente americano Barack Obama:


“Estimado Barack,
ao dirigir-te esta carta o faço fraternalmente para, ao mesmo tempo, expressar-te a preocupação e indignação de ver como a destruição e a morte semeada em vários países, em nome da “liberdade e da democracia”, duas palavras prostituídas e esvaziadas de conteúdo, termina justificando o assassinato e é festejada como se tratasse de um acontecimento desportivo.
Indignação pela atitude de setores da população dos Estados Unidos, de chefes de Estado europeus e de outros países que saíram a apoiar o assassinato de Bin Laden, ordenado por teu governo e tua complacência em nome de uma suposta justiça. Não procuraram detê-lo e julgá-lo pelos crimes supostamente cometidos, o que gera maior dúvida: o objetivo foi assassiná-lo.
Os mortos não falam e o medo do justiçado, que poderia dizer coisas inconvenientes para os EUA, resultou no assassinato e na tentativa de assegurar que “morto o cão, terminou a raiva”, sem levar em conta que não fazem outra coisa que incrementá-la.
Quando te outorgaram o Prêmio Nobel da Paz, do qual somos depositários, te enviei uma carta que dizia: “Barack, me surpreendeu muito que tenham te outorgado o Nobel da Paz, mas agora que o recebeu deve colocá-lo a serviço da paz entre os povos; tens toda a possibilidade de fazê-lo, de terminar as guerras e começar a reverter a situação que viveu teu país e o mundo”.
No entanto, ao invés disso, você incrementou o ódio e traiu os princípios assumidos na campanha eleitoral frente ao teu povo, como terminar com as guerras no Afeganistão e no Iraque e fechar as prisões em Guantánamo e Abu Graib no Iraque. Não fez nada disso. Pelo contrário, decidiu começar outra guerra contra a Líbia, apoiada pela OTAN e por uma vergonhosa resolução das Nações Unidas. Esse alto organismo, apequenado e sem pensamento próprio, perdeu o rumo e está submetido às veleidades e interesses das potências dominantes.
A base fundacional da ONU é a defesa e promoção da paz e da dignidade entre os povos. Seu preâmbulo diz: “Nós os povos do mundo...”, hoje ausentes deste alto organismo.
Quero recordar um místico e mestre que tem uma grande influência em minha vida, o monge trapense da Abadia de Getsemani, em Kentucky, Tomás Merton, que diz: “a maior necessidade de nosso tempo é limpar a enorme massa de lixo mental e emocional que entope nossas mentes e converte toda vida política e social em uma enfermidade de massas. Sem essa limpeza doméstica não podemos começar a ver. E se não vemos não podemos pensar”.
Você era muito jovem, Barack, durante a guerra do Vietnã e talvez não lembre a luta do povo norte-americano para opor-se à guerra. Os mortos, feridos e mutilados no Vietnã até o dia de hoje sofrem as consequências dessa guerra.
Tomás Merton dizia, frente a um carimbo do Correio que acabava de chegar, “The U.S. Army, key to Peace” (O Exército dos EUA, chave da paz): “Nenhum exército é chave da paz. Nenhuma nação tem a chave de nada que não seja a guerra. O poder não tem nada a ver com paz. Quanto mais os homens aumentam o poder militar, mais violam e destroem a paz”.
Acompanhei e compartilhei com os veteranos da guerra do Vietnã, em particular Brian Wilson e seus companheiros que foram vítimas dessa guerra e de todas as guerras.
A vida tem esse não sei o quê do imprevisto e surpreendente fragrância e beleza que Deus nos deu para toda a humanidade e que devemos proteger para deixar às gerações futuras uma vida mais justa e fraterna, reestabelecendo o equilíbrio com a Mãe Terra.
Se não reagirmos para mudar a situação atual de soberba suicida que está arrastando os povos a abismos profundos onde morre a esperança, será difícil sair e ver a luz; a humanidade merece um destino melhor. Você sabe que a esperança é como o lótus que cresce no barro e floresce em todo seu esplendor mostrando sua beleza.
Leopoldo Marechal, esse grande escritor argentino, dizia que: “do labirinto, se sai por cima”.
E creio, Barack, que depois de seguir tua rota errando caminhos, você se encontra em um labirinto sem poder encontrar a saída e te enterra cada vez mais na violência, na incerteza, devorado pelo poder da dominação, arrastado pelas grandes corporações, pelo complexo industrial militar, e acredita ter todo o poder e que o mundo está aos pés dos EUA porque impõem a força das armas e invade países com total impunidade. É uma realidade dolorosa, mas também existe a resistência dos povos que não claudicam frente aos poderosos.
As atrocidades cometidas por teu país no mundo são tão grandes que dariam assunto para muita conversa. Isso é um desafio para os historiadores que deverão investigar e saber dos comportamentos, políticas, grandezas e mesquinharias que levaram os EUA à monocultura das mentes que não permite ver outras realidades.
O Bin Laden, suposto autor ideológico do ataque às torres gêmeas, o identificam como o Satã encarnado que aterrorizava o mundo e a propaganda do teu governo o apontava como “o eixo do mal”. Isso serviu de pretexto para declarar as guerras desejadas que o complexo industrial militar necessitava para vender seus produtos de morte.
Você sabe que investigadores do trágico 11 de setembro assinalam que o atentado teve muito de “auto golpe”, como o avião contra o Pentágono e o esvaziamento prévios de escritórios das torres; atentado que deu motivo para desatar a guerra contra o Iraque e o Afeganistão, argumentando com a mentira e a soberba do poder que estão fazendo isso para salvar o povo, em nome da “liberdade e defesa da democracia”, com o cinismo de dizer que a morte de mulheres e crianças são “danos colaterais”. Vivi isso no Iraque, em Bagdá, com os bombardeios na cidade, no hospital pediátrico e no refúgio de crianças que foram vítimas desses “danos colaterais”.
A palavra é esvaziada de valores e conteúdo, razão pela qual chamas o assassinato de “morte” e que, por fim, os EUA “mataram” Bin Laden.
Não trato de justificá-lo sob nenhum conceito, sou contra todas as formas de terrorismo, desde a praticada por esses grupos armados até o terrorismo de Estado que o teu país exerce em diversas partes do mundo apoiando ditadores, impondo bases militares e intervenção armada, exercendo a violência para manter-se pelo terror no eixo do poder mundial.


Há um só eixo do mal? Como o chamarias?


Será que é por esse motivo que o povo dos EUA vive com tanto medo de represálias daqueles que chamam de “eixo do mal”? É simplismo e hipocrisia querer justificar o injustificável.
A Paz é uma dinâmica de vida nas relações entre as pessoas e os povos; é um desafio à consciência da humanidade, seu caminho é trabalhoso, cotidiano e portador de esperança, onde os povos são construtores de sua própria vida e de sua própria história. A Paz não é dada de presente, ela se constrói e isso é o que te falta meu caro, coragem para assumir a responsabilidade histórica com teu povo e a humanidade.
Não podes viver no labirinto do medo e da dominação daqueles que governam os EUA, desconhecendo os tratados internacionais, os pactos e protocolos, de governos que assinam, mas não ratificam nada e não cumprem nenhum dos acordos, mas pretendem falar em nome da liberdade e do direito.


Como pode falar de Paz se não quer assumir nenhum compromisso, a não ser com os interesses de teu país?


Como pode falar da liberdade quanto tem na prisão pessoas inocentes em Guantánamo, nos EUA e nas prisões do Iraque, como a de Abu Graib e do Afeganistão?


Como pode falar de direitos humanos e da dignidade dos povos quando viola ambos permanentemente e bloqueia quem não compartilha tua ideologia, obrigando-o a suportar teus abusos?
Como pode enviar forças militares ao Haiti, depois do terremoto devastador, e não ajuda humanitária a esse povo sofrido?
Como pode falar de liberdade quando massacra povos no Oriente Médio e propaga guerras e tortura, em conflitos intermináveis que sangram palestinos e israelenses?
Barack, olha para cima de teu labirinto e poderá encontrar a estrela para te guiar, ainda que saiba que nunca poderá alcançá-la, como bem diz Eduardo Galeano. Busca a coerência entre o que diz e faz, essa é a única forma de não perder o rumo. É um desafio da vida.


O Nobel da Paz é um instrumento ao serviço dos povos, nunca para a vaidade pessoal.


Te desejo muita força e esperança e esperamos que tenha a coragem de corrigir o caminho e encontrar a sabedoria da Paz.”




Adolfo Pérez Esquivel - Nobel da Paz 1980
Buenos Aires, 5 de maio de 2011




Artigo original de: http://amorepazsemfronteiras.blogspot.com/2011/05/carta-de-um-nobel-da-paz-barack-obama.html#ixzz1MK4SZxqK

ALERTA TOTAL - Jornalista que previu 11/SET teme ATAQUE TERRORISTA! - Le...

faz uns 3 dias que recebi isto e gostaria de compartilhar com vocês.
Teve ataque no Paquistão com mais de 80 mortos, a faceta desta situação paranóica que estamos vendo.
Encenações sangrentas vitimando inocentes por objetivos de uma elite sedenta por poder.
Vejam o vídeo.

Caso Obama: mico universal

Olavo de Carvalho | 09 Maio 2011
Internacional - Estados Unidos
A certidão não é autêntica, é praticamente impossível que seja autêntica. Os erros nela são tão gritantes, as anomalias tão vistosas, que a probabilidade de se tratar de documento genuíno deve ser calculada na base de um para vários milhões.
Droga! Eu não aprendo mesmo. Cada vez que acredito em esquerdistas, acabo pagando mico. No entanto, movido por uma crença residual na bondade da espécie humana, instinto perverso que me induz a seguir Jean-Jacques Rousseau e contrariar a Bíblia, continuo tentando de novo e de novo, e tomando na cabeça com a regularidade dos ciclos planetários, econômicos, menstruais e quantos mais ciclos existam.
Acaba de acontecer mais uma vez. Tão logo publicada a certidão integral de nascimento de Barack Hussein Obama, dei por pressuposto que o documento era autêntico e comecei a analisar a situação com base nessa premissa. Agora vejo que o anúncio espetacular destinado a tapar a boca dos birthers foi isso e apenas isso: um golpe de teatro.
Nada mais. A certidão não é autêntica, é praticamente impossível que seja autêntica. Os erros nela são tão gritantes, as anomalias tão vistosas, que a probabilidade de se tratar de documento genuíno deve ser calculada na base de um para vários milhões.

Vou dar só oito exemplos:

1) As certidões de duas meninas que nasceram um dia depois de Obama - e foram registradas na mesma repartição do governo três dias depois - têm números anteriores ao do distinto. As folhas de um livro de registros não se movem para trás espontaneamente. O carimbo rotativo, que avança um número depois de cada carimbada, também não faz marcha a ré por decisão própria.

2) O funcionário do registro civil assina, com letra de criança, algo que se lê "Ukulele". Quer dizer "cavaquinho", um instrumento muito popular no Havaí. Isso nunca foi nome de gente. Pode ser no máximo um apelido, mas quem acreditaria num documento oficial assinado "Mané Porcão" ou "Zé das Couves"?

3) A raça do pai de Obama é designada, em pleno 1961, como "African" em vez de "Black" ou "Negro" - uma convenção verbal que só apareceu a partir dos anos 70 com a onda politicamente correta.

4) 1) A assinatura da mãe vem com o nome "Stanley" acima da linha, entre parênteses e sem qualquer autenticação da emenda. Ou a coisa foi maqueada ex post facto, ou a sra. Stanley Ann Dunham Obama, emocionadíssima por dar à luz o futuro presidente da República, se esqueceu do seu primeiro nome na hora de assinar.

5) A data de nascimento do pai de Obama está errada. Segundo dados da Imigração, no dia do registro ele tinha 27 e não 25 anos, como consta do documento. A convivência do casal Obama foi fugaz, mas não tanto que não houvesse tempo para a dona se informar da idade do marido, amante ou sabe-se lá o quê.

6) A certidão não contém o aditamento referente à adoção de Obama por Lolo Soetoro, como a lei exige. O omissão torna o documento automaticamente inválido, mesmo que seja de origem autêntica.

7) O nome do médico que assina a certidão não confere com o que a Casa Branca havia divulgado antes. Era Roger West, agora é David Sinclair.

8) Tão logo explodiu a onda de exames técnicos que denunciavam a certidão como uma fraude montada por computador mediante superposição de camadas, a Casa Branca substituiu a versão online por uma segunda, com resolução menor, dificultando a separação das camadas, que antes qualquer cidadão podia testar facilmente com programas comuns de ilustração gráfica (v.
http://conservativeamerica online.blogspot.com/2011/05/ washington-times-newly-released-obama.html). A primeira versão tinha o selo autenticador do Departamento de Saúde do Havaí. A segunda, nem isso. Precisa mais?

Exames feitos por especialistas em computação gráfica pululam na internet, afirmando que a certidão não foi escaneada de um documento único, mas montada por meio de superposição de imagens.

Mas agora já não são apenas obscuros blogueiros que fazem esses exames. O técnico Ivan Zatcovitch, da eComp Consultants , empresa respeitável que é consultora da Amazon Books, afirma em definitivo que o documento foi alterado. Não tenho condição de julgar isso. Mas, é claro, junto com a farsa documental veio uma campanha do governo, com amplo apoio da mídia chapa-branca, para rotular de "racista" quem quer que enxergue aquelas obviedades e não consinta em ceder à chantagem clássica de Groucho Marx: "Afinal, você vai crer em mim ou nos seus próprios olhos?"

Desde que a questão foi levantada pelo advogado (democrata) Philip Berg em 2008, a reação do campo obamista tem sido sempre a mesma: procurar por todos os meios inibir a discussão. Cada indício mínimo, parcial e duvidoso que a militância obamista exibiu - como a certidão eletrônica resumida, que milhares de estrangeiros também têm, ou os anúncios do nascimento publicados desde um endereço que nunca foi o do casal Obama - foi invariavelmente brandido como prova cabal de que mudar de assunto com a máxima rapidez era um dever cívico.

Uma investigação em regra, bipartidária, como se fez quando o suspeito de inelegibilidade era John McCain, foi hipótese afastada in limine com soberano desprezo, como ofensiva à dignidade daquele que ao mesmo tempo se pavoneava de apóstolo da "transparência".

Agora, o pior de tudo: quando se investigava a candidatura McCain, o Congresso decidiu oficialmente que o critério para distinguir "cidadão nativo" era: "nascido em território americano, de pais americanos". Entre os que assinaram essa decisão estava... o senador Barack Hussein Obama. Exigir que ele agora se submeta ao mesmo critério é, segundo o establishment e a mídia, prova de loucura ou crime de racismo. A duplicidade de tratamentos e a proibição de perguntar foram elevadas à condição de princípios fundamentais da democracia.

Se Obama tivesse um mínimo de decência, teria imediatamente retirado sua candidatura logo após assinar aquela decisão, por saber que, como filho de estrangeiro, não cumpria o requisito de elegibilidade que ele mesmo acabava de impor ao seu adversário. Se ele preferiu blefar, apostando que a sonsice nacional americana jamais perceberia o engodo, é porque tem o cinismo frio de uma personalidade psicopática.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/estados-unidos/12067-caso-obama-mico-universal.html

ATÉ QUE ENFIM!

´Bom dia leitores.
Até que enfim nos deixaram comunicar, fiquei preocupado pelo fato de que podemos estar perturbando muitos e muito estranho esta interrupção.
Mas até onde Deus permitir vamos continuando.
Um forte abraço a todos.
Daniel

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