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28 de julho de 2011

2011.O grande choque se aproximando-Por Frank Bianchieri

O grande choque do segundo semestre de 2011 se aproximando rapidamente ... os caminhos dos dois cenários irá divergir a partir daí, por Franck Biancheri 
Como mencionado no livro, desde  a renovação dos líderes dos grandes países do G20 não é feito (temos que esperar até meados de 2012, para que o processo possa a ser eficaz), o mundo de ontem tentará desesperadamente se agarrar, em detrimento do mundo após a crise. Esta situação, que se persistir entre 2012 e máximo de 2017, devido à falta de coragem ou visão da nova geração de líderes e seus assessores, levará diretamente para o cenário trágico: a de um choque brutal dos grandes blocos regionais.
Nós nos aproximamos com a velocidade da luz da encruzilhada histórica que consiste em 5 anos começando com 2012. Como previsto no meu livro e, como previsto pela equipe GEAB LEAP desde 2010, este segundo semestre de 2011 será o acontecimento de um novo golpe brutal dado a ordem anterior a crise.Assim como eu esperava:
1. A soberania da Eurolândia está ficando mais forte e a questão da dívida grega se torna um epifenômeno (e vamos ver como esta ficando mais forte e essencial quando o tsunami de Obrigações do Tesouro Dólar irá precipitar os mercados financeiros globais no caos).
2. Fazendo operadores financeiros privados contribuir para o resgate da Grécia terminam com 30 anos de remoção completa do risco de perda de grandes investidores internacionais ... e é uma violação que não parou de se tornar maior na Eurolândia e mais além.
3. A paralisia política em Washington, após as eleições de novembro mergulha os EUA em um estado de Guerra Civil N º 2 com as propostas de orçamento no lugar da bomba da Guerra Civil. O tempo para uma estabilização "acordo" já terminou de fato. Agora, será uma escolha entre a peste e a degradação colerica .A nota dos EUA é inevitável no curto prazo e os mercados financeiros terão de enfrentar um choque que a maioria prefere (erradamente) não imaginar( economistas, governos e mídia ) e que uma minoria já antecipada (e é cuidado para não comunicar à muitos - os tolos - a fim de limitar as suas perdas até o último momento). Na melhor das hipóteses, os EUA entram num período de instabilidade crônica, orçamentária fiscal e financeira, que vai levar a choques em série nos próximos meses, na pior das hipóteses (e o Tea Party está pronto para ir lá), vamos ver isto em agosto nos EUA em um  padrão como o de agosto de 1971 (depois de exatamente 40 anos) .... só que desta vez não haverá a Cortina de Ferro para conter a explosão.
Vamos ser claros, há muitos interesses nos Estados Unidos, incluindo financeiros, inclusive do governo, incluindo política, ... que seria muito feliz com um padrão dos EUA, a fim de resolver brutalmente uma parte significativa dos problemas incontroláveis ​​do país, e para os outros para ganhar muito dinheiro em meio ao caos assim gerado. Que provavelmente subestimam as terríveis conseqüências para todo o país e seus parceiros financeiros a nível mundial só reforça a sua determinação. O que está acontecendo em Washington não é tanto uma tentativa de evitar um desastre do que tentar evitar que parece ser responsável.
Portanto, a cimeira do G20 em Cannes deve reduzir a sua agenda para um único ponto: a reforma radical do sistema monetário internacional ... porque de fato este único tema vai emergir em novembro de 2011, a um preço extremamente pesado para o sistema financeiro global.
Em qualquer caso, durante o segundo semestre de 2011 os caminhos dos dois cenários desenvolvidos no meu livro começaraõ a divergir .... e as escolhas de política global que irá gradualmente e irresistivelmente nos levar em uma das duas direções.
Cordialmente
FB
PS: lembrete, já era verão, há 40 anos, em agosto de 1971, quando os Estados Unidos realizaram um padrão, desligando o dólar do ouro, colocando os detentores de dólares ao redor do mundo diante de um fato consumado: os EUA deixarão de reembolsar Dólares em ouro, como prometido após a Segunda Guerra Mundial. Na época, os detentores de dólares foram essencialmente os seus parceiros ocidentais (europeus e japoneses), que tinha uma necessidade vital de ser protegido pelos Estados Unidos na Guerra Fria. Tinham, portanto que aceitar o padrão dos EUA. No verão de 2011, sem necessidade de longas explicações para saber que o contexto político é muito diferente. Não é mais possível dizer, o que disse Nixon, em 1971, "É assim. Nenhuma discussão!".
Fonte: GEAB/LEAP2020
Adaptação do texto-Um Novo Despertar

Entendam um pouco sobre o que acontece com os EUA.


Há meses a Casa Branca e o Congresso estão envolvidos em negociações para chegar a um acordo que permita elevar o teto da dívida pública dos EUA e, assim, evitar o risco de calote.

Nas últimas semanas, o presidente Barack Obama e líderes dos dois partidos - Democrata e Republicano - vêm se reunindo quase diariamente, mas ainda não conseguiram solucionar o impasse.

O governo diz que, caso não haja acordo até a próxima quarta-feira, os Estados Unidos terão de, pela primeira vez, deixar de cumprir seus compromissos financeiros. Analistas, no entanto, apostam em uma solução antes disso.

Veja detalhes sobre os principais pontos da discussão.

Qual o motivo da negociação?
O governo americano precisa que o Congresso autorize uma elevação do teto de endividamento público para poder continuar cumprindo seus compromissos financeiros.

Os Estados Unidos atingiram seu limite legal de endividamento público - de US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,3 trilhões) - no último dia 16 de maio.

Na ocasião, o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, anunciou medidas temporárias, como a suspensão de investimentos em fundos de pensão públicos, para evitar que a dívida ultrapasse esse limite.

No entanto, segundo o governo, essas medidas temporárias só terão efeito até 2 de agosto. A partir dessa data, caso o teto não seja elevado, o governo não terá mais dinheiro e precisará parar de pagar algumas obrigações financeiras.

Esta é a primeira vez que Casa Branca e Congresso precisam negociar uma elevação do teto da dívida?
Não. A renegociação do teto da dívida é comum no país e é realizada periodicamente.

Ao contrário de outros países, onde o endividamento aumenta automaticamente à medida que os gastos superam a arrecadação, a legislação americana estabelece desde 1917 um limite legal de endividamento público.

Na época, o teto era de US$ 11,5 bilhões, mas englobava diferentes categorias de empréstimo com diferentes limites. O teto da dívida no formato atual foi estabelecido em 1939 e, desde então, foi elevado cerca de cem vezes.

Na última década, o Congresso já elevou o teto da dívida dez vezes. É comum haver impasse nessas negociações, opondo democratas e republicanos.

Qual o principal impasse na negociação atual?
A oposição republicana, que controla a Câmara dos Representantes (deputados federais), exige que um acordo para elevar o teto da dívida seja vinculado a cortes no orçamento americano, para reduzir o deficit recorde, calculado em cerca de US$ 1,5 trilhão (R$ 2,3 trilhões) para o ano fiscal que termina em setembro.

Apesar de representantes de ambos os partidos concordarem com a necessidade de reduzir gastos, há muitas divergências sobre o que cortar e que programas atingir.

Os pontos mais polêmicos têm sido a resistência dos republicanos a aumentar impostos e os pedidos da oposição para adotar cortes de gastos maiores do que os defendidos pelos democratas.

No partido de Obama, existe o desejo de "blindar" os programas sociais que beneficiam os mais pobres e a população idosa, além do sistema de pensões da seguridade social.

Além disso, vários republicanos da Câmara dos Representantes, principalmente os recém-eleitos integrantes do movimento conservador Tea Party, se opõem a qualquer tipo de aumento do teto da dívida americana.

Quais foram as propostas apresentadas?
Tanto democratas quanto republicanos concordam que cortar o deficit é vital. Nas últimas semanas, diversos planos foram apresentados por ambos os lados e acabaram sendo descartados.

As propostas mais recentes incluem:
um plano de democratas do Senado que aumentaria o teto da dívida em US$ 2,4 trilhões e cortaria o deficit orçamentário em US$ 2,7 bilhões, ao mesmo tempo protegendo programas sociais para os idosos e para os pobres, populares no Partido Democrata. Em uma concessão aos republicanos, este plano não aumentaria impostos; um plano de duas etapas apresentado pela liderança republicana na Câmara dos Representantes - mas sem necessariamente o apoio do resto da bancada - que reduziria os gastos do governo em US$ 1,3 trilhão, incluindo cortes em programas sociais, mas estendendo a autoridade do governo para tomar empréstimos por apenas cerca de seis meses. Caso não haja acordo, que contas o governo deixaria de pagar?
Se o teto da dívida não for elevado e o governo ficar sem dinheiro e sem poder captar mais empréstimos, ele será obrigado a escolher que compromissos financeiros deixar de cumprir.

Analistas afirmam que o governo teria de cortar 44% dos gastos imediatamente, além de cortes subsequentes.

O calote pode afetar tanto credores externos quanto despesas domésticas, como o pagamento de benefícios sociais, salários de militares e veteranos e servidores públicos e empréstimos estudantis.

Quem são os credores do governo americano?
Dos US$ 14,3 trilhões da dívida americana, US$ 4,6 trilhões estão nas mãos do próprio governo, emprestados de fundos de Seguridade Social.

Os US$ 9,7 trilhões restantes são devidos a investidores em títulos do Tesouro, que podem ser tanto pessoas físicas quanto empresas, governos, bancos e fundos de pensão. Cerca da metade desse montante está em poder de credores estrangeiros.

Segundo dados divulgados pelo Departamento do Tesouro relativos a maio, o Brasil é o quinto maior credor estrangeiro da dívida americana, com US$ 211,4 bilhões (cerca de R$ 330 bilhões, ou quase dois terços das reservas internacionais) aplicados em títulos do governo.

O maior credor estrangeiro é a China, com US$ 1,16 trilhão, seguida por Japão, Grã-Bretanha e um grupo de países exportadores de petróleo.

Qual a real possibilidade de calote?
Apesar dos alertas feitos pelo governo americano de que terá de deixar de pagar suas contas caso o teto da dívida não seja elevado até 2 de agosto, a possibilidade de calote é considerada remota por diversos analistas.

Segundo eles, mesmo que o impasse se estenda até o início de agosto, a probabilidade é de que haja um acordo antes do prazo final ou, na pior das hipóteses, imediatamente após o prazo estourar.

Caso realmente haja calote, qual seria o impacto?
Obama vem advertindo há várias semanas para as consequências "significativas e imprevisíveis" que um calote teria para a economia americana e já disse que há o risco de o país mergulhar em nova recessão.

Em junho, em um relatório sobre os Estados Unidos, o FMI (Fundo Monetário Internacional) disse que a dívida estava em uma "trajetória insustentável" e que um fracasso nas negociações no Congresso causaria "choques severos" na recuperação ainda frágil da economia americana.

As principais agências de classificação de risco já alertaram para a possibilidade de rebaixamento da nota dada ao país. Atualmente os Estados Unidos têm rating "AAA", o mais alto, reservado a países que demonstram grande capacidade de cumprir seus compromissos financeiros.

Diante do impasse no Congresso, a Standard & Poor's e a Moody's colocaram a nota dos Estados Unidos em revisão, com risco de rebaixamento caso o teto da dívida não seja elevado.

A Fitch disse ainda apostar em acordo antes de 2 de agosto, mas ressaltou que, caso o teto da dívida não seja elevado até a data, colocará a classificação dos Estados Unidos em observação negativa.

Segundo analistas e o próprio governo americano, o impacto de um calote seria sentido além das fronteiras americanas e poderia provocar distúrbios nos mercados globais.

No entanto, muitos analistas afirmam que um eventual calote seria por um curto espaço de tempo, o que não provocaria grandes abalos na reputação dos Estados Unidos como um destino seguro para investimentos.


Qual seria o impacto no Brasil?
Como o Brasil é um grande credor da dívida americana, um eventual calote poderia ter consequências para o país.

Segundo o economista Gregory Daco, da consultoria IHS Global Insight, um dos efeitos seria que o Brasil teria de procurar outras alternativas para aplicar suas reservas internacionais.

Entre as opções estariam ativos considerados mais seguros, como ouro, ou mesmo papéis de outros países. Entretanto, o momento atual de crise de dívida e de credibilidade em várias economias europeias dificulta a busca de alternativas aos títulos americanos.

Fonte: Economia.Uol
Obs: Apesar da midiatrix e de seus economidias dizerem o contrário, de que não haverá calote a verdade não é bem essa que nos conta.
O fato é que estas nações já estão fadadas ao colapso e é só uma questão de tempo para haver o total desmente.
 

EUA: País prepara plano de contingência caso teto não seja aprovado.

Estados Unidos preparam plano de ação para o “dia do calote”

 

28/7/2011 
O Departamento de Tesouro, que é o Ministério da Fazenda dos Estados Unidos, vai detalhar o que fará com os 100 milhões de cheques que emite todos os meses se o Congresso não aumentar o teto de endividamento público. Isso vai abrir a cortina de um plano mantido em segredo e que pode ter consequências dramáticas para a economia, a nota de crédito dos EUA e a situação política do país.O governo Barack Obama espera que essas decisões — isto é, quem pagar ou não — possam ser evitadas se um acordo para elevar o teto de endividamento antes de 2 de agosto for fechado, mas o prazo está acabando. Membros do governo ainda não decidiram quando divulgar o plano e podem reverter o curso se houver progresso nas negociações para aumentar o teto.
Se a turbulência nos mercados piorar esta semana, contudo, a Casa Branca pode divulgar os planos nos próximos dias. Pessoas do governo não quiseram dar detalhes sobre ele.
O Federal Reserve, ou Fed, como é conhecido o banco central americano, deve ter um papel importante qualquer que seja o plano do Tesouro, mas já avisou que não tem ferramentas especiais para resgatar o governo. O Fed pode optar por tentar acalmar o mercado financeiro garantindo que os bancos tenham dinheiro para continuar operando.
Executivos de Wall Street acreditam que o Tesouro vai reestruturar a maneira como paga suas contas, de modo que detentores de títulos de dívida, inclusive governos como o da China, tenham prioridade. Isso evitaria que o país ficasse inadimplente em seus títulos de dívida — algo que até a Grécia conseguiu evitar.
Terry Belton, diretor mundial de estratégia de renda fixa do J.P. Morgan Chase, disse acreditar que há “chance virtualmente zero” de uma moratória em títulos de dívida americana, mesmo se o teto da dívida não for ampliado até 2 de agosto. “O Tesouro tem outras coisas disponíveis que são bastante nocivas, mas são melhores do que deixar de fazer um pagamento de juros”, disse.
Pagar detentores de títulos antes de beneficiários da Previdência, por exemplo, pode gerar protestos políticos e levar a processos na Justiça e turbulência nos mercados, além de um possível rebaixamento da nota de crédito. O governo está sob pressão de detentores de dívida, cidadãos idosos, parlamentares e outros grupos para detalhar como vai priorizar os pagamentos.
Autoridades de primeiro escalão do governo têm se reunido há semanas para traçar planos para operar depois de 2 de agosto, mas não divulgaram nenhuma de suas estratégias. Detalhes só circularam entre um grupo fechado de autoridades, entre elas o presidente Obama, o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, e um grupo de confidentes deste no ministério.
“Então o que você diz? Quem você paga? Essa é uma situação impossível que este país nunca enfrentou, e nunca terá de enfrentar se o Congresso fizer o que foi eleito para fazer”, disse o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney.
O senador Orrin Hatch, do Partido Republicano e membro da comissão de finança do Senado, pediu a Geithner para especificar até as 17 horas desta quarta-feira, horário de Washington, seus planos de contingência. Ele também pediu detalhes sobre quanto dinheiro o Tesouro esperava receber e gastar entre o fim de julho e o fim de agosto, algo que o Tesouro ainda não fez.
“Muitos americanos e membros do Congresso estão, infelizmente, apoiando-se em estimativas e projeções de grandes instituições financeiras de Wall Street ou de organizações não-governamentais muitas vezes rotuladas de ‘centros de estudos’”, escreveu Hatch a Geithner e outras autoridades financeiras. “A falta de informação é insatisfatória.”
Embora a Casa Branca tenha tido o cuidado de não divulgar seus planos, ela tem sugerido que há coisas que ela não faria depois de 2 de agosto. Por exemplo, autoridades do governo já disseram que Obama não invocaria a 14ª emenda da Constituição, que diz que o teto de endividamento é anticonstitucional. Eles também já disseram que não planejam vender as reservas de ouro do país ou ativos parecidos para levantar dinheiro rapidamente.
Da Redação, com informações do Valor Econômico

Depois do Elenin, teriamos o Nibiru de fato?

Leitores.
Hoje sem querer querendo ( como diz o Chavez ) encontrei um texto em inglês com novas informações sobre o Elenin e o suposto Nibiru que antigas civilizações relatam
As especulações vão desde Nibiru ( alguns unem Niburu como sendo o mesmo Elenin, vai lá saber ), Planeta X, Anã Marrom, Planeta Chupão ou Absinto.
Que sabemos que as movimentações renovadoras que são vistas no meio ao qual estamos vivendo são verdadeiras, não podemos negar que outros eventos virão.
Pelo que entendi o Elenin não é o elemento perturbador da história e sim um possível Nibiru.
Leiam e tirem suas conclusões. O texto tive que adaptá-lo ao português.

NIBIRU the Planet of the Crossing – Facts of Truth NIBIRU -O  Planeta da Travessia - Fatos da Verdade

  
Muitos dizem que o Elenin não é perigoso.  Eu acho que é um asteróide muito perigoso e com um campo magnético tão poderoso que, obviamente, pode nos dar uma pequena amostra do que está por vir quando Nibiru chegar ao virar da esquina, cerca de um ano após Elenin.
  Recentemente eu fui atraś de alguma evidência muito forte da existência de Nibiru.  Os planetas Urano e Netuno terem suas órbitas mudando e oscilando e perturbando não é uma piada. Eles de fato foram afetados por uma força invisível. . A prova é muito óbvia se refere a cerca de Saturno.  Este planeta inclinado em 90 º quando Nibiru passou por ele.Os anéis de Saturno é a prova de que algo fez com que  se inclinasse ao extremo de repente  visto de sua posição normal esperada.
. Elenin não é apenas um asteróide e sim com um poderoso magnetismo que se parece com uma estrela de nêutrons morta.  Estamos prestes a experimentar um prelúdio em escala menor das coisas que estarão por vir. Nibiru está aproximadamente 8 UA  atrás dele.  Os achados de russos e  chineses dizendo que algo está por trás dele (Elenin) é bem verdade. Só que eles não sabiam o que estava realmente por trás do Elenin.
  Nibiru é uma estrela magnética  e só pode ser vista por infravermelho. O próprio sol nos protegerá apenas por um curto período de tempo, pois teremos o Sol na frente dele e, eventualmente, por causa da nossa órbita, que acabará por encontrarmos  Nibiru cara a cara. . As coisas vão piorar na medida em que se aproximará de nós, em vez de ser discretamente.
  Quando Elenin em torno do Sol estiver aproximadamente no plano da órbita de Vênus,o campo magnético de Nibiru, estará alcançando   a vizinhança  de Saturno. Quando Elenin passar por nós, estaremos experimentando alguns períodos de tempo perigosos, porque   a Terra tem seu próprio campo magnético  e estará lutando contra as forças do Elenin e como provavel  potente soco a Lua também vai experimentar seus efeitos.  Mas a Terra e a Lua vão ganhar com este  evento e escapar por assim dizer.. Elenin não terá impacto sobre nós.  Nibiru com seu campo magnético é que chegará perto da Terra após o Elenin.
 Nibiru estará em nossa vizinhança um ano depois e a data da nossa misericórdia com Nibiru é 27 de outubro de 2012. Nibiru estará entre nós e o Sol, assim, vamos perder a proteção do Sol por aproximadamente uma semana.  Durante este período de tempo da Terra em si terá uma batalha e ela vai perder para Nibiru com sua esfera magnética que entraria em desordem, e a Terra pode vir a fazer um flip e ir de cabeça para baixo ou ser inclinada 278 graus fora de seu eixo atual.  O nosso Sol por trás de Nibiru levará cerca de 70% da potência  de Nibiru em sua luta contra ele. . Assim estaremos expostos a aproximadamente 30% dos efeitos magnéticos de Nibiru .. Se isso acontecer os oceanos e as águas sofrerão enormes efeitos.  Também a terra experimentará um deslocamento da crosta, em escala global.  Como para a humanidade uma possível extinção pode ter lugar, mas alguns irão sobreviver. . A partir de nossa Lua também terá uma grande batalha e pode ser  arrancada de nós.  O que vamos ver, vamos ver uma névoa vermelha por todo o céu, incluindo a Lua.  Este é o campo magnético e campo de radiação de Nibiru.  Sim Nibiru vai tentar empurrar-nos para fora da nossa órbita atual.
  Lembre-se que Nibiru é 4 vezes o tamanho de Júpiter, e nós somos apenas uma pequena bola de gude em relação a Nibiru!
De acordo com a trajetória, se sobreviver a este encontro, Nibiru está programado para se aproximar perigosamente de Júpiter com base em seu curso atual.    Com base na evidência de Saturno só podemos imaginar o que vai acontecer a Júpiter em si. o Júpiter será assistido pelo nosso Sol como faz os seus esforços para escapar de Nibiru. Eventualmente o sol tentará impedir maiores danos, mas Júpiter irá sustentar danos terríveis como o de provavelmente perder suas luas e ser despojado de Júpiter, porque terá entrado na parte interna magnética de Nibiru, onde o seu campo é extremamente forte.
  Uma vez que Nibiru novamente atinge a órbita  de Saturno (Saturno estará  completamente bem longe do seu alcance) o seu campo magnético só vai deixar  a Terra aproximadamente em torno de 2018 ou 2019.. Elenin naquele ponto estará novamente 8UA na frente de Nibiru e ambos vão deixando nosso sistema solar para retornar  em outros 3.600 anos mais tarde, a menos que algo aconteça com eles depois que sairem do nosso sistema solar.
Agora devemos estar assistindo o que acontece com Marte como ele está tentando fugir de Nibiru, porque Nibiru se aproxima dele.  O campo magnético já está em Marte no momento presente e há algumas evidências de que Marte está sendo perturbado e muito.  Como prova dou-lhes Saturno e sua inclinação, eu me pergunto o quanto isso vai afetar Marte.  O que Marte vai nos dizer, de alguma forma o que ele vai mostrar para nós.  Lembre-se que Marte está fugindo dele, e nós estaremos enfrentando um terrivel pesadelo em curto espaço de tempo em termos cósmicos.
  A Terra se inclina ao extremo em um período de tempo bastante curto, a água do oceano vai se mover e na mesma um deslocamento da crosta vai ter lugar.  Fugindo para o espaço não é uma boa opção se faz uma atração magnética de Nibiru irá levá-lo com ele. Se construirmos uma arca que terá de ser uma estrutura maciça e bem construída para sustentar a montanha e impactos do solo devido à torrente de água.  Semelhante a como o filme de 2012. Eu recomendo a leitura desta análise aprofundada sobre Elenin / Nibiru!
  Abaixo o link para ler e suas 92 páginas de dados com todas as figuras incluídas e Fotos de Nibiru em si e todas as evidências que a NASA não quer que você saiba sobre Elenin e Nibiru, portanto já devam estar sabendo sobre a sua advertência aos seus próprios empregados.
Nibiru Article in PDF: NIbiru Facts of Truth Nibiru artigo em PDF: Factos Nibiru da Verdade
Source: Scribd.com Author: Vinsons Fonte: Scribd.com Autor: Vinsons

Russian Military Helicopter Transports UFO?

Olá Leitores.
Bom dia!
Será que um UFO foi transportado por um helicóptero na Rússia?
Espero que não seja mais um fake, mas que é estranho isso é.

27 de julho de 2011

Quando ninguém sabe a extensão do problema

Karen Bleier/AFP
Congressistas americanos deixam uma reunião
Congressistas americanos deixam uma reunião: falta de acordo ameaça a economia
Washington - A incapacidade de um punhado de congressistas dos Estados Unidos de entrar em acordo antes do dia 2 de agosto sobre o limite da dívida seria um teste difícil para a economia mundial, que estaria ameaçada por uma crise de magnitude incerta.
Esta perspectiva traz o medo de um efeito dominó: até que ponto um bloqueio no Congresso em Washington poderia adiar ou estancar o crescimento do planeta? Ninguém tem a resposta.
Concretamente, o departamento do Tesouro americano opina que após o dia 2 de agosto, se os congressistas ainda não tiverem acordado elevar o limite legal da dívida, o Estado não poderá honrar com todos os seus compromissos.
Como cerca de 40% de seus gastos são financiados com endividamento, o Estado federal americano deverá escolher drasticamente quais pagamentos fará e quais deixará para mais tarde. Isto significará a paralisia de algumas administrações, uma incerteza sobre o pagamento das prestações sociais e inclusive atraso nos pagamentos aos seus fornecedores.
"A nota AAA dada à dívida de nosso país seria rebaixada", afirmou na segunda-feira o presidente Barack Obama. "As taxas de juros subiriam" e "correríamos o risco de provocar uma profunda crise econômica, esta causada quase totalmente por Washington".
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, advertiu na terça-feira neste sentido: "ter um default ou uma queda importante da classificação dada aos Estados Unidos seria algo muito, muito, muito grave. Não apenas para os Estados Unidos, mas também para a economia mundial em geral".
Seus economistas publicaram um dia antes suas conclusões após um complexo exercício realizado pela primeira vez: avaliar os efeitos dos acontecimentos econômicos e financeiros dos Estados Unidos no resto do mundo.
"As repercussões transfronteiriças a curto prazo a partir dos Estados Unidos sobre o exterior são únicas por sua importância e mostram o papel central dos mercados americanos na fixação mundial dos preços dos ativos", ressaltaram.
Segundo os economistas, nos bons momentos, quando os Estados Unidos crescem 1%, "a maior parte dos países do G20" ganha cerca de meio ponto. No entanto, os economistas não calcularam o que acontece quando o crescimento dos Estados Unidos se desacelera.
Mas "uma perda de confiança" na "credibilidade orçamentária" de Washington "teria repercussões negativas maiores para o resto do mundo, visto o papel de referência mundial dos rendimentos sobre as obrigações de Estado americanas", advertiram.
O fato é o crescimento da maior economia mundial foi muito pequeno: caiu a 1,7% anual no segundo trimestre, segundo as previsões dos analistas antes da publicação, na sexta-feira, das primeiras estimativas do governo americano.
Fonte: Exame.Abril

EUA. Balançam mais não caem.

Notícia enviada por leitores colaboradores do blog.
Obrigado Brasil Artes.

WASHINGTON - O presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, o republicano John Boehner, tentou reunir nesta quarta-feira seus colegas de partido em torno de uma proposta de curto prazo para o aumento do teto da dívida, apesar da nova análise do Congresso que mostrou que seu plano cortaria menos gastos que a proposta apresentada por um adversário. O endividamento americano hoje tem um teto de US$ 14,3 trilhões.
Em uma reunião fechada com membros do Partido Republicano, Boehner convocou os céticos conservadores a "arriscar o traseiro" e deixar de fazer oposição a seu plano que prevê o aumento do limite de empréstimos em duas etapas, associado a um profundo corte de gastos.

DÉJÀ VU?: EUA já tiveram calote técnico em 1979

Boehner planejava apresentar sua proposta ao Congresso nesta quarta-feira, mas adiou a votação até quinta diante da resistência de seus correligionários.
O Gabinete de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês) informou nesta quarta-feira que a proposta do senador democrata Harry Reid, líder da maioria na casa, prevê a elevação do limite legal de endividamento do país com um corte de US$ 2,2 trilhões do déficit federal durante a próxima década, menos que a meta de US$ 2,7 trilhões, porém, bem acima dos cortes previstos no plano de Boehner.
Segundo a análise feita pelo CBO, a proposta do senador Reid cortaria US$ 840 bilhões do orçamento até 2021, aproximadamente o mesmo que aparece no plano de Boehner. Reid, no entanto, incluiu a economia que poderia ser feita com o retorno das tropas que estão no Afeganistão e no Iraque. Para o CBO, isto representaria mais que US$ 1,1 trilhão
Os líderes republicanos e democratas, profundamente divididos, têm dificuldades para chegar a algum consenso a menos de uma semana de o governo atingir seu limite de endividamento aprovado pelo Congresso, o que provocaria um possível calote que afetaria os mercados globais.
Mesmo se a moratória for evitada, um plano que não contemple uma forte redução do déficit pode resultar no rebaixamento da nota de crédito soberano dos EUA, hoje em nível máximo, o que elevaria os custos de financiamento e imporia dificuldades à frágil recuperação econômica do país.

Fonte: Colaboradores e Agências de Notícias

Aquilo que não nos contaram

Arqueologia Proibida - Parte 1
(Matéria Forbidden Archeology traduzida por Leandro com trechos compilados do livro A História Secreta da Raça Humana, para o site Mistérios Antigos - Os antigos habitantes da Terra)

Anomalias cronológicas estão espalhadas pelo mundo inteiro -- coisas que não poderiam pertencer ao período no qual elas foram encontradas. Existem evidências abundantes, bem pesquisadas e bem documentadas de civilização humana, artefatos e tecnologia fora do tempo.
Esta sabedoria proibida está sendo protegida e escondida de todos nós. A visão popular atual da presença humana no passado distante é uma fachada falsa. A verdadeira realidade está lá fora, mostrando prova de povos e tecnologia avançada milhões de anos antes do que é declarado sobre a evolução da humanidade no planeta.
Por que o estabelecimento científico e o governo suprimiram e ignoraram estas notáveis descobertas?
De onde eles vieram? Como chegaram aqui?
Ao estudar a sabedoria proibida nestas páginas, uma verdade completamente nova irá emergir e se tornar evidente para você... a verdade que a terra foi visitada ou habitada por humanos modernos usando tecnologia avançada muito tempo antes do que os livros de história nos dizem hoje.
Tabela Geológica.
A tabela acima apresenta a visão científica aceita da evolução neste planeta. Ela mostra os seres humanos aparecendo na terra cerca de 1.6 milhões de anos atrás, e a civilização humana tendo surgido há apenas 10,000 anos atrás. No entanto, usando métodos científicos convencionais, várias descobertas demonstram de maneira conclusiva a prova da presença ou visita de humanos modernos no passado da terra, muito antes do que esta linha cronológica indica ser possível. A prova é chocante!
Ao aprofundar-mos ainda mais no passado através das diferentes eras, você verá que as evidências continuam a aflorar...


A Era Cenozóica

 é a última das quatro maiores eras do período geológico, iniciando cerca de 65 milhões de anos atrás, e se estendendo até o presente. Ela sucede o período Cretáceo da era Mesozóica, e é subdividida entre o período Terciário e o período Quaternário. As características dos tempos Terciários são estabelecidas em artigos sob os nomes dos vários períodos (épocas) mais curtos que compõem este período; do mais antigo ao mais recente eles são respectivamente: Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno, e Plioceno.
A visão científica aceita da evolução na Era Cenozóica mostra os seres humanos aparecendo na Terra cerca de 1.6 milhões de anos atrás, e a civilização humana há apenas 10,000 anos atrás. No entanto, as descobertas científicas apresentadas abaixo mostram uma história bem diferente e chocante.

Descobertas do período Pleistoceno

Moeda de Cobre de Illinois, mais de 200,000 anos de idade

Moeda de Cobre de Illinois.
Esta versão de um objeto semelhante a uma moeda, de uma perfuração de poço próxima a Lawn Ridge, Illinois, foi encontrada numa profundidade de 37 metros abaixo da superfície. De acordo com informações fornecidas pelo Serviço de Inspeção Geológica do Estado de llinois, os sedimentos nos quais a moeda estava contida possuem entre 200,000 e 400,000 anos de idade... quem deixou esta moeda centenas de milhares de anos antes do homem civilizado evoluir?





Esqueleto Humano Moderno da Tanzânia, mais de 800,000 anos de idade

Crânio da Tanzânia.
Em 1913, o Professor Hans Reck, da Universidade de Berlim, conduziu investigações em Olduvai Gorge (Garganta de Olduvai), na Tanzânia, Leste da África, na época, pertencente à Alemanha. Durante sua estadia em Olduvai Gorge, Reck encontrou um esqueleto humano anatomicamente moderno que permanece uma fonte de mistério e controvérsia até hoje. Este crânio moderno é de um esqueleto humano completo encontrado naquele ano. Os restos do esqueleto humano, incluindo o crânio inteiro, estavam incrustados na rocha, e tiveram que ser removidos com martelos e talhadeiras. Ele foi encontrado na parte superior de uma formação rochosa com datação superior a 1,000,000 de anos de idade. Como este humano moderno veio parar 1,000,000 de anos no passado?



Vênus de Willendorf, mais de 30,000 anos de idade

Vênus de Willendorf.
A Vênus de Willendorf, da Europa, datada em 30,000 anos de idade. Quem criou ou deixou este artefato quase 20,000 anos antes da civilização humana aparecer?





Crânio Humano Moderno em Buenos Aires, mais de 1,000,000 de anos de idade

Crânio humano moderno em Buenos Aires.
Em 1896, trabalhadores escavando uma doca seca em Buenos Aires encontraram um crânio humano moderno. O estrato Pré-Ensenadeano no qual o crânio de Buenos Aires foi encontrado é de no mínimo 1.0 - 1.5 milhões de anos de idade. Mesmo a 1 milhão de anos, a presença de um crânio humano inteiramente moderno em qualquer parte do mundo é altamente anômala. Por que, e como este humano moderno chegou em Buenos Aires, mais de 1,000,000 de anos à frente de seu tempo?




Descobertas do período Plioceno

Estatuetas de Nampa, Idaho, cerca de 2 milhões de anos de idade

Estatueta de Nampa.
Uma pequena imagem humana moldada habilidosamente em barro foi encontrada em 1889, em Nampa, Idaho. A estatueta provinha do nível de 98 metros de profundidade, numa área de escavação de poços datada da idade do Plio-Pleistoceno, cerca de 2 milhões de anos de idade. G. F. Wright comentou, "A imagem em questão é feita do mesmo material que as bolas de argila mencionadas, tendo cerca de 4 centímetros de comprimento; e é extraordinária pela perfeição com a qual representa a forma humana... Tratava-se de uma figura feminina, e tinha as feições naturais nas partes com acabamento que seriam motivo de honra para os centros clássicos de arte". "Ao mostrar o objeto ao professor F. W. Putnam", Wright escreveu, "ele imediatamente voltou a atenção para o caráter das incrustações de ferro sobre a superfície como sendo indicativo de uma relíquia de antiguidade considerável. Havia manchas de óxido de ferro vermelho anídrico em áreas protegidas sobre o objeto, as quais não poderiam ter se formado em algum objeto fraudulento." Os humanos ainda não haviam evoluído neste planeta dois milhões de anos atrás. Portanto, quem criou ou deixou este artefato no passado distante da Terra?





Crânio Humano Moderno encontrado na Itália, mais de 3 - 4 milhões de anos de idade.

Crânio humano moderno encontrado na Itália.
Em fins do verão de 1860, o professor Giuseppe Ragazzoni, geólogo do Instituto Técnico de Bréscia, viajou para Castenedolo, cerca de 10 quilômetros a sudeste de Bréscia, para recolher conchas fósseis nos estratos do Plioceno, expostos numa vala na base de uma colina baixa, o Colle de Vento. Aqui ele descobriu este notável crânio humano anatomicamente moderno. A camada onde ele foi encontrado foi estabelecida como sendo do período Astiano do Plioceno. De acordo com autoridades modernas, o Astiano pertence ao Plioceno Médio, o que daria ao crânio uma idade de 3 - 4 milhões de anos. Por que, e como este humano moderno visitou a Itália quase dois milhões de anos antes dos seres humanos caminharem no planeta?





Concha Entalhada de Red Crag, Inglaterra, entre 2.0 e 2.5 milhões de anos de idade.

Concha entalhada de Red Crag.
Em 1881, num relato transmitido à Associação Britânica para o Avanço da Ciência, H. Stopes (Membro da Sociedade Geológica) descreveu uma concha cuja superfície trazia o entalhe de um rosto tosco, mas inconfundivelmente humano. A concha entalhada foi encontrada nos depósitos estratificados de Red Crag, parte de Walton Crag, cuja datação indica ser do fim do Plioceno, entre 2 e 2,5 milhões de anos de idade. Esta descoberta colocaria seres inteligentes na Inglaterra cerca de 2.0 milhões de anos, e talvez até 2.5 milhões de anos atrás. Deve-se ter em mente que segundo a opinião paleantropológica convencional, não se deveria encontrar tais artefatos até a época do homem de Cro-Magnon inteiramente moderno, no Plioceno Superior, cerca de 30,000 anos atrás. Que visitante do passado da Terra entalhou e deixou esta concha?




Descobertas do período Eoceno

Bola de Giz perto de Laon, França, 45 - 55 milhões de anos de idade.

Bola de giz, França.
Na edição de abril de 1862 da The Geologist, constava uma tradução para o inglês de um intrigante relato de Maximilien Melleville, vice-presidente da Sociedade Acadêmica de Laon, França. Esta bola de giz foi descoberta num estrato de linhita do Eoceno Inferior. Com base em sua posição estatigráfica, se pode lhe atribuir uma data remontando entre 45 - 55 milhões de anos atrás. Para Melleville, não havia possibilidade da bola ser um forjamento: Ela é de fato permeada em mais de quatro quintos de sua altura por uma cor betuminosa escura, que se funde em direção ao topo num círculo amarelo, o que decerto se deve ao contato com a linhita na qual estivera tanto tempo imersa. A parte superior que estava em contato com o lençol de conchas, pelo contrário, preservou sua cor natural -- o branco opaco do giz [...] Quanto à rocha em que foi encontrada, posso afirmar ser ela perfeitamente virgem, sem apresentar vestígios de qualquer exploração antiga. Extraordinário quanto possa parecer àqueles afeiçoados à visão evolutiva padrão, a evidência associada a esta descoberta sugere que, se humanos fizeram esta bola, eles deviam estar na França 45 - 55 milhões de anos atrás. Quem fez e deixou este artefato, criado pelo homem, em nosso passado longínquo anterior à evolução humana... anterior até mesmo aos mamíferos herbívoros e carnívoros caminharem pelo planeta?



Pilão e Mão de Almofariz na Califórnia, superior à 55 milhões de anos de idade.

Pilão e mão de almofariz, Califórnia.
Em 1877, o Sr. J. H. Neale era superintendente da Montezuma Tunnel Company, e supervisionava o túnel Montezuma, que dava no cascalho subjacente à lava de Table Mountain, no condado de Tuolumne... A uma distância entre 460 e 490 metros da boca do túnel, ou entre 65 e 98 metros além da margem da lava sólida, o Sr. Neale viu diversas pontas de lança de uma espécie de rocha escura, e com cerca de 30 centímetros de comprimento. Continuando com a exploração, ele próprio encontrou um pequeno gral de 8 ou 10 centímetros de diâmetro e de formato irregular. Isso foi descoberto a uma distância de 30 ou 60 centímetros das pontas de lança. Em seguida, ele encontrou uma grande e bem delineada mão de almofariz e próxima de um gral grande e bem regular. Todas estas relíquias foram encontradas na mesma tarde, próximas ao leito de rocha a uma distância de 70 centímetros umas das outras. O Sr. Neale declara ser totalmente impossível que estas relíquias possam ter chegado à posição em que foram encontradas de outro modo, excetuando-se à época em que o cascalho sedimentou-se e antes da formação do lençol de lava. Não havia o menor vestígio de qualquer perturbação da massa ou de qualquer fissura natural nela cujo acesso pudesse ter sido obtido ou por ali, ou pela vizinhança. A posição dos artefatos no cascalho próximo ao leito de rocha em Tuolumne, Table Mountain, indica que eles tinham de 33 a 55 milhões de anos de idade. Mamíferos herbívoros e carnívoros ainda não tinham nem evoluído no planeta nessa época. Então, quem trouxe e deixou estes artefatos na Califórnia quase 50 milhões de anos atrás?



Pedra de estilingue de Bramford, Inglaterra, 5 - 50 milhões de anos de idade.

Pedra de estilingue de Bramford, Inglaterra.
Esta pedra de estilingue é da camada inferior de detritos de Red Crag, em Bramford, Inglaterra. No mínimo, da idade do Plioceno, a pedra tem ao menos 5 milhões, e possivelmente até 50 milhões de anos de idade. Sob a análise era óbvio que a pedra havia sido esculpida pela mão do homem.... A superfície inteira... foi raspada com uma pederneira, de tal modo que ela foi coberta por uma série de facetas que correm de maneira bem regular de ponta a ponta.... A raspagem descrita acima cobre a superfície inteira do objeto e penetra nas suas irregularidades. Permanece que o objeto é inteiramente artificial... no entanto, deixado numa época milhões de anos antes dos humanos sequer terem evoluído na Terra.


Mais informações podem ser encontradas no livro A História Secreta da Raça Humana, por Michael Cremo e Richard Thompson

Xíiii Sô! O negócio tá ficando feio uai!

Miriam( Mídia) Leitão comenta impasse sobre a dívida americana 
Fonte : G1 ( da própria midiatrix ).
 

UE uma escrava das elites financeiras

Sempre estarei abrindo aqui, um espaço aos leitores que participam deste blog,leitores estes com seus comentários inteligentes e precisos, sobre os mais diveros assuntos  que aqui posto e que são decorrentes pela net.
Algumas informações não são divulgadas como deveriam ser divulgadas por nossa chamada imprensa, se essa mesma midiatrix, não fosse tão ocupada em revelar só aquilo que interessa aos senhores do mundo.
Recebi esta notícia de uma leitora e aqui compartilho com todos vocês, acompanhem...

Crise Econômica: Eurozona escrava do cartel bancário...

O porquê de uma crise que atingiu mais a União Européia do que os EUA
.

Enquanto esta crise é originária dos EUA e despoletada em de 2007, o impacto sobre a União Européia (UE) foi muito mais violento do que o impacto nas Instituições políticas e monetárias dos EUA.
Na verdade, a crise na área do euro não é uma surpresa, mas sim um avatar dos dois princípios que regem esta área: Mercado único de capitais e moeda única. Mais amplamente, é uma consequência lógica da integração europeia e : a primazia dada aos interesses das grandes empresas industriais e a privados de promoção financeira.A gama de interesses privados, o desenvolvimento da concorrência no espaço europeu das economias entre forças muito desiguais, o desejo de removedor os Serviços Públicos, uma empresa em competição com os seus empregados, uma recusa de unificar os sistemas de Segurança Social, como também as regras do mercado de trabalho, bem como uma mão de obra mais maleável e vulnerável, inclusive mediante uma provisão de um trabalho fora das horas normais e a acumular com um trabalho diário, por assim dizer, um emprego extra. Um exemplo: na Alemanha em Setembro de 2010, 7,3 milhões de pessoas tinham apenas um mini trabalho/mês, feito em tempo parcial e pelo qual era pago 400 euros em média por cada uma dessas 7,3 milhões de pessoas ... é só um número crescente de áreas, que estão a ser atacadas . Tudo tudo isso tem um propósito, o de promover uma acumulação de lucros privados.
Face a esta explicação, podemos dizer que esta lógica e este tipo de economia, é também dominante nos EUA. Devemos, no entanto levar em conta outros factores. Enquanto que a necessidade de crédito dos governos dos paises desenvolvidos incluíndo OS ESTADOS Unidos, podem ser atendidas pelos respectivos Bancos Centrais, especialmente através da criação de moeda, os paises da zona euro não têm essa possibilidade . Pelos seus estatutos, o Banco Central Europeu está proibido de financiar os Estados.
Ao abrigo do Tratado de Lisboa, a Solidariedade Financeira entre os Estados-Membros é proibida. De acordo com o artigo 125 do Tratado de Lisboa, os Estados devem assumir os seus próprios compromissos Financeiros, nem a União Europeia nem outros Estados, podem assumir esse compromisso. "A União nao cumpre compromissos com as administrações centrais, regionais, autoridades locais, outras autoridades públicas ou outros organismos ou empresas públicas, de um Estado-Membro, podem ser financiadas, nem tomadas a seu cargo sem prejuízo para as garantias financeiras, na execução de projectos específicos conjuntos. "Artigo 101 do Tratado de Maastricht, reproduzido na íntegra pelo Tratado de Lisboa e que no artigo 125 acrescenta: "É proibido ao BCE e aos Bancos Centrais dos Estados-Membros [...] conceder crédito a descoberto ou qualquer outro tipo de crédito, a Instituições de Crédito, Organismos da Comunidade, Governos Centrais, Regionais, Autoridades Públicas ou outras Autoridades".
A UE decidiu no entanto voluntáriamente, servir os Mercados Financeiros! Sendo que os Governos dos Paises da zona euro, estão totalmente dependentes de financiamento do setor privado. Estes investidores institucionais, as enguias, (Bancos, Fundos de Pensão, Seguros) atacaram a Grécia, o elo mais fraco da cadeia da dívida europeia, antes de atacarem a Irlanda, Portugal e a Espanha. A Banca privada foi quem mais ganhou, fizeram lucros substanciais, porque alcançaram taxas de juro extremamente altas nestes paises, pagas pelos seus Governos que não se podendo financiar nos Bancos Centrais, nem directamente ao BCE, tem de pedir os serviços à Banca privada para conseguirem pagar a sua dívida. Por esse motivo a Banca privada cobra juros agiotas e são "enguias" pois os Governos deveriam poder financiar-se directamente ao BCE, caso não fosse um dos artigos do Tratado de Lisboa. A Banca Privada financia-se no BCE com a taxa de juros a (1,25% desde o final de abril de de 2011), enquanto ao mesmo tempo, as enguias emprestam por um periodo de três meses à Grécia com taxas de Cerca de 4 ou 5% .a menos de dez anos. As enguias não aceitam uma compra de Títulos gregos, irlandeses ou portugueses, se o interesse, não for superior a 10%. Ao lançar os seus ataques contra os elos mais fracos, as enguias estão convencidas que o BCE ou a Comissão Europeia deverá de uma forma ou de outra, ajudar os ESTADOS, como vítimas da especulação, emprestando-lhes o capital e perseguindo o reembolso . As enguias estavam certas. A Comissão Européia concedeu a dobrar e em colaboração com o FMI, os empréstimos foram feitos aos Estados!No entanto com a entrada do FMI, o artigo 125 do Tratado de Lisboa não foi cumprido plenamente!
Outras diferenças importantes entre a UE e os EUA existem. Os Estados membros dos Estados Unidos não são confrontados com o problemado défice da balança comercial como em Grécia em relação ao resto da UE e particularmente à Alemanha. Alem da dissociação, grande parte da Dívida Pública nos Estados Unidos e Federais (a dívida da união | 2 |) foi comprada Pelo Fed (Banco Central dos EUA). Washington não vê ainda nisso um problema de financiamento da Dívida Pública, porque, graças à sua suposta segurança, o Tesouro dos EUA está altamente valorizado nos mercados internacionais, embora ofereçam baixas compensações. Finalmente, nos EUA uma série de despesas públicas mais importantes, são da responsabilidade do Orçamento Federal e são garantidas por este último, enquanto o Orçamento da UE é apenas um fio.
A Crise começou nos Estados Unidos e espalhou-se de uma forma muito acentuada na área do euro. Ao longo dos últimos trinta anos, os elos fracos da Dívida Internacional foram localizados na América Latina, Ásia ou nos chamados Países de"Transição" do Bloco Soviético antiga (URSS), Mas a situação mudou. O epicentro da Crise está agora na União Europeia. Autoridades européiasreagem com a aplicação de medidas neoliberais, que têm demonstradoo seu carácter injusto do ponto de vista das políticas sociais e ineficazes nos termos de recuperação económica. O FMI apoia esta orientação alegremente. Mais do que Nunca, temos de reverter radicalmente os fundamentos da Integração Europeia e como as suas escolhas econômicas são feitas.

Notas
| 1 | Frédéric Lemaître no Le Monde, 17 mai 2011
| 2 | Dívida de Estados dos EUA constituem uma parte minoritária da Dívida Pública total, mesmo que alguns Estados como a Califórnia, tenham uma dívida particularmente pesada.
PS
Eric Toussaint e doutor em Ciência Política e Presidente do CADTM Bélgica. Mais Recente Livro: The Life and Debt, Aden-CADTM, 2011 (obra coletiva coordenada Por Damien Millet e Eric Toussaint) a fonte:
http://www.alterinfo.net/Crise-economique-la-zone-Euro-esclave-du-cartel-prive-banquier_a60868.html

Ataque na Noruega teria sido de Falsa bandeira?

Olá pessoal!
Aqui estou postando um trecho de um texto que tem seu original em inglês, como é um pouco longo, decidi adaptá-lo sem seguir o original, mas resumindo-o para que os leitores possam entender do que se trata o mesmo.
Segunda consta neste texto e que vem a ser um relatório do FSB ( Serviço Secreto da Rússia-nada mais que a KGB com nova roupagem ) diz que a Noruega, assim como a Líbia, estão sendo alvos de uma verdadeira conspiração internacional, engendrada pelos senhores do mundo, com um intuito:
Se apoderarem de recursos financeiros que estes países tem em mãos, para que este dinheiro possa tentar segurar a ruína financeira das grandes potências.



Um relatório alarmante do Serviço de Segurança Federal  (FSB) informa que o massacre  no dia 22 de Julho  na Noruega,  o Primeiro Ministro norueguês, Jens Stoltenberg [a foto excede diretamente com Putin] colocou uma chamada "urgente" a Putin "pedindo" ao líder da Rússia para ajudá-lo a parar os eventos que deixaram quase 100 civis inocentes mortos.
Segundo o FSB, Stoltenberg primeiro soube desta conspiração contra o seu país na Quarta-feira passada depois de ler “um " relatório secreto superior preparado para ele pelo Serviço de Inteligência Norueguês (NIS) no fim de um  ataque de computador em Março contra líderes militares superiores da Noruega que lhes mostraram implicado em uma conspiração com o Serviço de Segurança MI5 Britânico e a Agência de Inteligência Central dos Estados Unidos (AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA) para lançar um ataque "de duas fases" sobre a Noruega depois de operações de bandeira falsa tanto na  Austrália como na América em meados de anos 90.

As operações de falsa bandeira que são executadas na Noruega foram planejadas no dia 19 de Abril de 1995 com o  ataque que bombardeou  Oklahoma .Alfred P. Murrah disse que o ataque ao Edifício Federal foi  causado por um fundamentalista cristão de direita solitário que usou uma bomba de fertilizante que matou 168, e em um Porto em 28 de Abril de 1996, num  massacre em Arthur na Austrália, onde um pistoleiro solitário matou 35 pessoas naquela ocasião.
Em um trecho do texto lê-se: À razão (ões) por trás deste ataque, é “uma tentativa desesperada” da  Inglaterra, União Européia e interesses bancários americanos " [a Noruega não é membro da UE] para pilhar o seu Fundo de Prosperidade Soberano do seu Trillão aproximadamente de 1.5 que sem isto a economia Ocidental inteira pode cair. O mais  importante o FSB diz, que o que está sendo feito à Noruega já foi feito à Líbia  no que é chamado agora de “o Roubo Financeiro do Século” essas mesmas elites lançaram um ataque não provocado sobre esta nação árabe do Norte da África  e prontamente o pilharam de quase 150 bilhões de dólares do seu Fundo de Prosperidade Soberano, com isto tentar segurar o seu império que se afunda.
Caso queiram e entendam um pouco mais de inglês, visitem o link abaixo.
http://www.eutimes.net/2011/07/norway-premier-begged-putin-to-stop-massacre-planned-by-elites/

EUA.Plano para aumentar Teto fracassa

Olá Leitores!
O impasse continua, com democratas e republicanos não se entendendo sobre que tipo de plano será aprovado para aumentar o teto da dívida e satisfazer o ego dos mercados internacionais.
A apreensão vem aumentando a cada dia e no melhor cenário,contando de amanhã até domingo, algo tem que ser anunciado.


EFE
Proposta para evitar moratória, que deve ser votada nesta quinta-feira, será revisada pelo republicano John Boehner
A Câmara de Representantes dos Estados Unidos adiou para quinta-feira a votação do plano republicano para aumentar o teto da dívida, depois de o Escritório de Orçamento do Congresso ter indicado que sua proposta para reduzir o déficit não alcança o objetivo de US$ 1,2 trilhão de economia.
Fontes republicanas tinham antecipado que o plano poderia ser submetido à votação na quarta-feira, mas agora o presidente da Câmara de Representantes, o republicano John Boehner, terá que revisar sua proposta.
O Escritório de Orçamento do Congresso, que analisa o custo dos projetos de lei, advertiu que a primeira fase do plano de Boehner, que reduziria algumas despesas para obter uma economia de US$ 1,2 trilhão, não alcança a meta de cortes fiscais previstos por US$ 150 bilhões.
O porta-voz de Boehner, Michael Steel, assinalou que o gabinete do congressista está revisando as opções para alterar o projeto de lei e "cumprir nossa promessa". "Prometemos que cortaríamos a despesa mais que o aumento do limite da dívida - sem aumento de impostos - e manteremos essa promessa", disse Steel em declarações ao diário "USA Today".
Democratas e republicanos seguem negociando um plano para aumentar o teto da dívida americana, atualmente fixado em US$14,29 trilhões, antes que o país caia em moratória. O plano de Boehner estabelece os procedimentos para aumentar o limite da dívida em até US$ 2,5 trilhões, em troca de estabelecer e modificar certas regras no processo orçamentário e criar uma comissão conjunta do Congresso para propor uma redução adicional do déficit.
Assim, os republicanos estariam dispostos a aumentar o limite da dívida em US$ 1 trilhão até o final deste ano, em troca de cortes de US$ 1,2 trilhão e um aumento do teto da dívida de US$ 1,6 trilhão. Esta segunda extensão teria que ser negociada novamente no Congresso em 2012 (ano eleitoral), vinculada a novos cortes no valor de US$ 1,8 trilhão, o que alcançaria um total de US$ 3 trilhões de economia em um período de 10 anos.
Os democratas também apresentaram seu próprio plano, que inclui cortes no valor de US$ 2,7 trilhões na próxima década, cortes no orçamento de várias agências federais, incluído o Pentágono, e um aumento da dívida até 2013, passadas as eleições nas quais o presidente Barack Obama tentará a reeleição. Por enquanto, os democratas não anunciaram data para a votação de seu plano no Senado, onde têm maioria, à espera de ver o que acontecerá com a proposta dos republicanos.
O líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, disse através de sua conta no Twitter que o plano de Boehner "é um compromisso apenas para o Tea Party, - a ala mais conservadora do partido republicano -, não para os cidadãos americanos", pelo que enfatizou que os democratas "não aprovarão essa proposta".
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