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22 de agosto de 2011

Um cometa chamado Incógnita

Rizzati, muito obrigado por mais esta matéria excepcional sobre Elenin.

Muitas perguntas sem respostas.

O que tentam nos esconder sobre a realidade do Elenin ou algo maior que sabem e não querem nos revelar?


C/2010 - X1: A Incógnita


O cometa C/2010 X1, mais conhecido como Elenin, foi descoberto pelo astrônomo russo Leonid Elenin em 10 de dezembro de 2010, perto de Mayhill, Novo México, EUA. O descobridor estima que o núcleo do cometa tenha entre 3 e 4 km de diâmetro. Em 2 de abril de 2011, o cometa teve uma magnitude perto de 15 (mais ou menos o brilho de Plutão) e o tamanho de sua sua coma é estimada em 80 mil km.

O Elenin tem sido a grande incógnita científica de 2011. Desde sua recente descoberta, novos fatos vêm surgindo a cada dia que passa. Um deles diz respeito a nós, pois o cometa nos saudará com todo seu brilho em meados de setembro. Já agora, ainda no fim de agosto, podemos vê-lo com o uso dos equipamentos corretos ao anoitecer na direção da Constelação de Virgem. Sua aparição se dará entre 10 de setembro e o fim de novembro de 2011.

O que tem intrigado a muitos é um mapa da trajetória do cometa divulgado pela NASA, onde algo assustador ocorre. Veja as figuras abaixo:

Na imagem, a trajetória do cometa Elenin alinha-se com a da Terra
Na previsão de trajetória para 22 de novembro de 2011, o cometa praticamente choca-se com a Terra
Mais claro do que isso não dá. As figuras mostram claramente que o EleninTerra: 34 milhões de km, ou 0,2AU.

Somente neste ano a Terra já se esquivou de asteróides e meteoros por mais de 20 vezes. Mas será mesmo que teremos uma catástrofe dentro de poucos dias? Se sim, obviamento o governo não nos avisará; se não, teremos sorte de novamente passarmos intactos por um evento cósmico tão grande como esse. Porém isso é o de menos, pois até astrônomos conceituados e ligados à NASA concordam que os próximos dias poderão ser turbulentos tanto na Terra quanto no Céu com a passagem de Elenin. Alguns desses homens prevêm ejeções de massa coronal no Sol, terremotos, erupções vulcânicas em massa e tempestades ferozes na Terra devido às influências de sua gravidade.

Uma cronologia aliada a fatos estranhos tem se formado desde meados de julho de 2011, quando começou a se aproximar de nós. Veja os fatos:


passará muito perto de nosso planeta, se não atingí-lo. A proximidade é um grande problema para nós, pois nossa gravidade pode atraí-lo mesmo que sua trajetória inicial não terminasse em colisão. Em 17 de outubro, o cometa chega à menor proximidade da
  • 18 de julho a 1 de agosto de 2011: Elenin e Júpiter alinham-se próximo ao Sol causando EMC (ejeções de massa coronal) gigantescas. A NASA divulgou um boletim em 5 de agosto alertando para a chegada de tempestades solares que poderiam afetar o funcionamento de aparelhos na Terra.
  • 3 de agosto: Elenin entra na órbita da Terra, há 222 milhões de km de nós.
  • 21 de agosto: Elenin entra na órbita de Vênus, há 179 milhões de km da Terra.
  • 28 de agosto: Elenin fará alinhamento com o Sol e Marte, podendo gerar novas e  fortes tempestades solares.
  • 6 de setembro: Elenin entrará na órbita de Mercúrio, há 124 milhões de km de nós.
  • 10 de setembro: Elenin comecará a ser visto da Terra com equipamentos comuns e ficará maior a cada dia que passar.
  • 21 de setembro: Elenin entrará em perfeito alinhamento com a Terra e Vênus.
  • 28 a 30 de setembro: Elenin passará entre a Terra e o Sol durante estes 3 dias.
  • 8 de outubro: A NASA espera forte chuva de meteoros.
  • 12 de outubro: Elenin, Terra e Marte se alinharão em noite de Lua cheia propiciando sua visão. O asteróide 1036 Ganymed estará próximo da Terra.
  • 17 de outubro: Elenin estará ainda mais próximo da Terra, a meros 34 milhões de km. Neste dia ocorre o alinhamento da Terra com Júpiter e Mercúrio.
  • 9 de novembro: O esperado asteróide 2005 YU55 fará sua passagem entre a Terra e a Lua, a meros 3 milhões de km de nós. Os asteróides 1036 Ganymed e 1996 FG3 também estarão por perto.
  • 11 de novembro: Elenin, Terra, Mercúrio e Vênus se alinham e nosso planeta passa por onde estava a cauda do cometa.
  • 25 de novembro: O asteróide 1996 FG3 passará a ínfimos 15 mill km de nós.
  • 23 a 28 de novembro: O Elenin está alinhado com a Terra e o Sol em seu caminho de retirada.

Alguns fatores dessa "caminhada" chamam a atenção por estarem contidos em profecias ou evidenciarem catástrofes. Acompanhe:


- Os índios Hopi têm uma profecia que diz que a chegada de uma grande estrela azul será um dos anúncios do fim; um cometa é composto de gelo e os gases expelidos por ele dão a cor azul à sua cauda.

- Nostradamus profetizou que o fim da Terra se daria quando grandes bolas de fogo caíssem do céu; essas bolas de fogo bem podem ser três coisas presentes aqui:

1. O cometa Elenin, que poderá ser atraído pela gravidade da Terra; 
2. O cometa 2005 YU55, que também poderá ser atraído por nós ou atingir a Lua gerando detritos que nos atingirão;
3. A própria Lua que perderá sua órbita no caso de colisão com o 2005 YU55 e será atraída pela maior rocha presente, a Terra.
4. Todos os fatores acima em junção com o asteróide 1036 Ganymed; os três corpos celestes poderão ter suas órbitas afetadas pelo gigante Elenin e convergir para a Terra.

- Elenin se disporá entre a Terra e o Sol por 3 dias. Uma profecia bíblica diz que um dos anúncios do fim é um período de escuridão que durará 3 dias. Elenin propiciará estes "dias de escuridão" por duas vezes em sua passagem.

- A passagem de Elenin deixará grandes rastros magnéticos que poderão ser captados tanto por 2005 YU55 quanto por 1996 FG3; estes rastros poderão tirá-los de suas órbitas e fazer com que entrem em rota de colisão com a Lua e com a Terra, respectivamente.

- O 2005 YU55 passará a meros 40 mil km da Lua e tem 16% de chance de chocar-se com ela; caso isso ocorra, os oceanos da Terra invadirão os continentes (mais uma profecia Hopi) e a Lua se desgovernará podendo cair em nosso planeta e gerar uma catástrofe sem precedentes: O fim da Humanidade.

- A Terra passará por onde estava a cauda do cometa em 11 de novembro de 2011; 11 é o número místico dos Illuminatti, o qual sempre está ligado a catástrofes (11 de setembro de 2001, 11 de janeiro de 2010, 11 de março de 2011). O 11 Ocorre 3 vezes nesse dia (11/11/11). Além disso, a área por onde passou a cauda de um cometa fica cheia de detritos (sujeira, pequenas rochas) e isso pode gerar catástrofes no planeta uma vez que não é preciso uma grande pedra para provocar grandes estragos (partículas de poeira que atingem a Terra geram caudas de fogo gigantes e uma pedra do tamanho de um grão de areia já pode ser ouvida como um assobio estridente).

- Muitos acreditam que Elenin é a famosa estrela Anã-Marrom (segundo a Ciência, não existem estrelas Anãs-Marrons) conhecida como Hercólubus, a qual tem em sua órbita o planeta Nibiru, lar dos ETs Annunaki que, segundo os Sumérios, teriam criado os humanos e voltarão próximo a 2012 para reivindicar o planeta.

- O último alinhamento de Elenin com a Terra se deu em 11 de março de 2011, quando ele também estava alinhado com o Sol; neste dia ocorreu o terremoto de 9.1 graus no Japão. Em 25 de setembro, Mercúrio também estará alinhado com os três evidenciando a possibilidade de uma catástrofe ainda maior (talvez o mítico terremoto de 10 graus que partiria a Terra ao meio).

- O Elenin será bem visto no Hemisfério Sul; em geral, rochas potencialmente ameaçadoras passam pela Terra nessa posição. Quanto mais baixa a área do hemisfério, mais risco de colisão.

- O asteróide 1996 FG3 passará a meros 15 mil km de nós logo após a passagem do Elenin; como descrito acima, uma grande catástrofe pode ocorrer.


Obviamente tudo isso pode não passar de mera especulação e o Elenin muito provavelmente passe sem que nada aconteça, mas um comunicado PÚBLICO da NASA tem ressoado nas mentes de quem se prepara sempre para o pior. Em 20 de junho de 2011, Charles F. Bolden, administrador da organização, fez a seguinte declaração:

"Eles (a NASA) me deram alguns minutos para falar a todos vocês da família NASA sobre prevenção de emergência. A NASA recentemente participou de exercício da “FEMA” chamado Eagle Horizon que é parte de uma continuidade de operações e exercícios governamentais que fazemos anualmente e fui informado de coisas que remetem a prevenção familiar que passarei a vocês. Vocês sabem que nós na NASA pertencemos a uma organização única, somos a única agência na organização federal responsável por segurança e bem estar das pessoas, não apenas na Terra, mas também fora dela. Então, com minha experiência como astronauta, minha experiência como Marine, sempre falamos sobre a importândia de prevenção familiar para garantir que tenhamos um programa viável de suporte as famílias, e me preocupa saber que o nosso programa no momento atual não é tão bom como deveria ser.


Portanto, o que peço a todos vocês da família NASA é que, não importa onde estejam, costa Oeste, Leste, na costa do Golfo, que pensem sobre desastres naturais que possam ocorrer nestas áreas. Pensem sobre ataques como o 11/09, de forças externas e conversem com seus familiares sobre o que eles precisam fazer para se preparar contra o imprevisto. Desenvolvam um plano familiar de prevenção em sua casa, tenha kit de emergência disponível. A maior parte das pessoas que vivem na região do Golfo sempre têm kits de emergência para furacões. Pensem sobre um plano de comunicação familiar, onde irão se estiverem cada um em uma parte da cidade? O que farão, para quem vão ligar? Se tem animais de estimação, inclua-os no plano de prevenção. Se tem pessoas com necessidades especiais na família, devem ser incluídas no programa de prevenção."


Por enquanto não há razão para alarme, apenas ciência dos fatos que estão ocorrendo ao redor da Terra. Se estamos perto do fim ou não, somente o Elenin e o 2005 YU55 poderão responder.
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PARA QUEM QUER VER O ELENIN EM SUA PASSAGEM

Período visível: a partir de 20 de julho (somente com luneta ou telescópio)

Permanência: até 28 de novembro

Quadrante onde estará visível: Oeste (o lado do pôr-do-Sol)

Melhor período de observação (região Sul): entre 22 e 31 de agosto, das 7h30 às 8h30;
                                                                      entre  1 e 30 de setembro, das 8h30 às 12h30
                                                                      entre 1 e 10 de outubro, das 6h30 às 10h
                                                                      entre 11 e 16 de outubro, das 3h às 4h30
                                                                      em 17 de outubro: das 2h30 às 4h30*
                                                                      entre 18 e 31 de outubro: da 1h às 4h
                                                                      entre 1 e 15 de novembro: das 19h30 às 23h30
                                                                      entre 16 e 28 de novembro, das 20h às 21h30

*maior aproximação com a Terra, apenas 34 milhões de km

FONTE: http://21dedezembro2012.blogspot.com/2011/08/c2010-x1-incognita.html


Elenin 2011: Ovni se Detiene

Eu e Reginamaste no E.C-Existência Consciente, estamos sempre pesquisando uma série de notícias intrigantes, matérias sobre muitos assuntos que levem conhecimentos ao leitor.
Postei no E.C este vídeo via Youtube, meio que escondidinho, para que ninguém percebesse, eu o assisti e estou aqui postando para que vejam o desenvolvimento da viajem daquelas supostas naves que acompanham o Elenin. Divulgadas por observadores chinêses e argentinos meses atrás.
Assistam, mais uma matéria intrigante.
Boa noite

Só neste ano já foram 68 bancos que faliram nos EUA


EUA registram quebra de 3 bancos; número de instituições fechadas chega a 68
EUA registram quebra de 3 bancos; número de instituições fechadas chega a 68
Washington,- As autoridades reguladoras americanas fecharam nesta quinta-feira três bancos na Flórida, Geórgia e Illinois, o que fez chegar a 68 o número de entidades bancárias declaradas em falência neste ano.
A Corporação  Federal de Seguros de Depósitos (FDIC, na sigla em inglês) interveio nesta sexta-feira no Lydian Private Bank, com sede em Palm Beach, Flórida, que tinha US$ 1,7 bilhão em ativos e US$ 1,24 bilhão em depósitos, informou em comunicado.
Também foram fechadas outras duas instituições menores: First Southern National Bank, de Statesboro (Geórgia), com US$ 164,6 milhões em ativos e US$ 159,7 milhões em depósitos, e o First Choice Bank, em Geneva, (Illinois), que possuía US$ 141 milhões em ativos e US$ 137,2 milhões em depósitos.
Segundo o canal ‘MSNBC’, em 2008, ano no qual a crise financeira atingiu de fato os Estados Unidos, foi decretada a falência de 25 bancos, frente aos três do ano anterior.
O ritmo de fechamentos diminuiu em 2011, segundo indicou a emissora, mas no ano anterior havia sido declarada a falência de 118 bancos.
Entre 2008 e 2010, as quebras bancárias tiveram um custo de US$ 76,8 milhões à FDIC.
Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados.
Fonte : EFE
Gado marcado, gado feliz
75 MIL BRASILEIROS SERÃO 'MARCADOS' COM MICROCHIP TRANSMISSOR AMERICANO

Talvez as histórias de ficção científica devessem ser ensinadas nas escolas.

E o futuro está chegando, com uma empresa privada marcando você como gado, controlando seus passos, controlando seu comportamento e sabendo mais sobre sua vida do que você mesmo. E que governo não gostaria de controlar estes dados? Mas será que o governo brasileiro vai permitir isso?

Aldo Novak, editor
A empresa VeriChip Corp assinou, há dois dias, um contrato sigiloso de distribuição exclusiva no Brasil do VeriChip RFID, para a implantação de milhares de chips localizadores subcutâneos modelo Solusat. Mais de 800 unidades já estão sendo preparadas para chegar ao país.

Por meio deste chip, inicialmente instalado somente em gatos, cachorros e corpos de soldados americanos no campo de batalha, qualquer pessoa pode ser localizada em qualquer lugar do planeta, a qualquer hora, por meio de scanners localizadores especiais. Quando o scanner é aproximado da pessoa, o chip “liga”, enviando um número de registro com todas as informações do usuário diretamente para os computadores de controle. A empresa já anunciou que brevemente a localização será feita diretamente por satélites. Nos Estados Unidos a FDA (Food & Drug Administration) está proibindo a venda casada com informações sobre os cidadãos americanos, por isso a empresa se voltou para a América do Sul e alguns países europeus.

Há discussões, nos Estados Unidos, para exigir que viajantes que entrem no país, no futuro, usem obrigatoriamente o chip -- informação negada, naturalmente.

A informação foi dada pela revista Business Wire que garante que mais de 5000 chips localizadores já foram encomendados pelo Brasil e México.

A empresa Metro Risk Management Group, LCC, é o distribuidor exclusivo do sistema no Brasil. A empresa controladora da VeriChip é a Applied Digital Solutions, Inc., e em um artigo publicado em janeiro de 2002 na EETimes a empresa controladora informou que este é um mercado que pode gerar "70 bilhões de dólares por ano", sim, bilhões. Isso, se a sociedade permitir que as populações sejam numderadas como gado.

O QUE É O CHIP -- e seus perigos

O VeriChip é um microchip transmissor, implantado sob a pele, que emite um sinal localizador de rádio (radio frequency identification, RFID) que, segundo a empresa, pode ser usado para uma "variedade de situações de segurança, análise financeira, identificação de emergência e outras aplicações".

Especialistas em liberdades individuais dos Estados Unidos destacam as "outras aplicações" e o risco de que, no futuro, todas as pessoas sejam forçadas a ter implantes identificadores no corpo, tornando os governos totalmente informados sobre quem é você, onde você vai (durante toda a vida), o que você faz, o que você compra, com quem você fica.... e uma infinidade de outros perigos. Use a sua imaginação para saber que tipo de dados estarão nas mãos de algumas poucas pessoas e empresas...

Uma população totalmente controlada seria um prato perfeito para uma nova ditadura mundial.

A própria empresa informa que os chips podem ser usados para “defesa nacional” e quem tem dois neurônios sabe o que isso significa realmente para a oposição de qualquer país, qualquer que seja a época. O que a empresa objetiva é que cada pessoa tenha um chip verificador para entrar em instalações do governo (usinas nucleares, laboratórios nacionais de pesquisa, prisões e outro lugares “sensíveis”) e aeroportos, navios e estações rodoviárias, “para facilitar o trânsito das pessoas e acelerar o gerenciamento de transportes."

O sonho de ditadores está nascendo. E, por incrível que pareça, agora o Brasil é o país do “futuro”.
TUDO SOBRE VOCÊ

A empresa acabou de divulgar que, brevemente, estará no mercado o VeriPass e o VeriTag, que permitirão associar o número da pessoa a sua bagagem (antes e depois da viagem), aos bancos de dados das companhias aéreas e aos serviços de segurança policial.

Em um país como o Brasil, no qual criminosos se elegem para se protegerem da justiça e em que a polícia tem parte de sua corporação dominada por “funcionários” de criminosos, não vai sobrar nenhuma testemunha para mais nada, já que qualquer testemunha terá seus passos registrados. Cada passo.

Naturalmente, haverá uma montanha de garantias de que a privacidade das pessoas será mantida e que ninguém mais saberá quando você foi até a igreja, comeu pizza ou fechou um negócio internacional. Mas todas essas garantias, como sempre, serão esquecidas e superadas pelos criminosos e pelos futuros ditadores que assumirem este ou qualquer outro país. São garantias falsas. Ponto final.

A mentirosa explicação de que os celulares pré-pagos precisavam ser registrados para evitar que fossem usados pelo crime organizado serviu apenas para criar bancos de dados milionários para as empresas de telecomunicações e para redes internacionais de controle. Basta dar o nome completo de um brasileiro para algumas empresas americanas e pagar 450 dólares para ter o número de celular desta pessoa, seus dados pessoais, as informações do banco de dados da Serasa (sim, aquela que garante que isso não acontece) e até o movimento bancário dessa pessoa.

Ilegal, perigoso e controlado por grupos privados não-brasileiros. Receita para o desastre.
O LADO BOM
O chip também tem um lado bom. Usuários de marca-passos e outras pessoas que precisam ser identificadas rapidamente, com seu histórico médico, podem ser salvas pelo sistema. Na verdade, a empresa usa este "marketing" para conseguir dar os primeiros passos no mercado. Em um país cheio de seqüestros, como o Brasil, o sistema também ajuda um pouco, mas logo os satélites americanos já estarão aptos a registrar a posição dos usuários em tempo real em qualquer lugar do planeta e então os seqüestradores serão detectados rapidamente. Isso até que comecem a cortar braços e pernas dos seqüestrados, para que digam se estão usando um localizador...


O ACORDO COM O BRASIL

Segundo as informações divulgadas pela empresa, 800 chips estão sendo enviados para o Brasil, além de 24 scanners de detecção. O acordo para distribuição no país tem duração prevista de 5 anos nos quais 75 mil chips de identificação devem ser implantados em cidadão brasileiros, além de haver previsão de 3.800 scanners de detecção.

Parabéns. Gado Marcado, Gado Feliz.

Ultimas notícias

É pessoal, o roteiro segue o mesmo esqueminha, explode revolta, vem as condenações por parte da Comunidade Internacional, Sanções, reuniões extraordinárias do CS e por fim uma ação militar mascarada pelo viés humanitarista.

Agora a bola da vêz será a Síria e por  fim o Irã?

Eta mundão doido...

 

Ao vivo da invasão da Otan na Líbia 21.08.11


A "operação Líbia" e a batalha pelo petróleo: Redesenhar o mapa da África http://resistir.info/chossudovsky/libia_09mar11.html

Invasão da Otan na Líbia 21.08.11 Rumo ao Irã...

"Operação Amanhecer da Odisseia"
http://pt.wikipedia.org/wiki/Opera%C3%A7%C3%A3o_Amanhecer_da_Odisseia
A "operação Líbia" e a batalha pelo petróleo: Redesenhar o mapa da África
http://resistir.info/chossudovsky/libia_09mar11.html
O plano secreto de Obama para armar rebeldes da Líbia
http://resistir.info/africa/libia_fisk_07mar11.html
Líbia: Washington está forçando uma Guerra Civil para justificar uma intervenção militar dos EUA e OTAN?
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=23544
O "nosso homem em Tripoli": Oposição líbia inclui terroristas islâmicos
http://resistir.info/chossudovsky/libia_03abr11.html
Mísseis de cruzeiro com urânio empobrecido sobre a Líbia
http://resistir.info/du/libia_14abr11.html
O assalto aos fundos soberanos líbios
http://resistir.info/libia/rapina_22abr11.html
Fonte: Inteligência Brasil

Especial URSS-Um Novo Despertar

 Bom dia leitores!
Hoje a penúltima parte do especial sobre a URSS.
Amanhã a parte final sobre a Rússia na era Putin.

As mudanças e outras nações no mundo após o fim da URSS
 
As mudanças ocorridas na União Soviética a partir de 1985 não afetaram apenas o país de Gorbatchev ou os países da Europa Oriental. Elas a tingiram também a maioria dos outros países socialistas.

Na África, Angola e Moçambique, independentes de Portugal desde 1975, haviam feito a opção pelo socialismo. Mas as dificuldades para alcançar um grau mínimo de desenvolvimento eram enormes. Em Angola, os problemas vinham sobretudo da guerra civil travada contra um movimento de oposição armada, a Unita (União para a Independência Total de Angola). Em Moçambique, eram dois os obstáculos principais: um, a guerra de guerrilhas desenvolvida contra o governo e contra a própria população pela Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), ligada a antigos proprietários portugueses e a interesses da África do Sul; outro, não menos cruel, a seca (e a fome dela resultante).

Em Angola, as mudanças começaram no início de 1991, quando o Congresso angolano alterou a Constituição do país, acabando com o sistema de partido único, vigente nos 16 anos anteriores. Foram também elaboradas leis prevendo a volta da economia de mercado e do pluripartidarismo.

Em junho desse ano foram concluídas negociações entre o governo angolano e a direção da Unita, com a assinatura de um acordo de paz cujo cumprimento seria supervisionado pela ONU. Mas a guerra civil continuou, interrompida às vezes por períodos de trégua.

Em Moçambique uma reforma constitucional realizada em 1990 determinou as normas gerais para o funcionamento da economia de mercado e estabeleceu o fim do sistema de partido único, a liberdade de imprensa e a realização de eleições gerais. Em 1992 o Acordo de Roma pôs fim à guerra civil.

Outro país de grande importância é o Vietnã. Após a guerra com os Estados Unidos, à qual se seguiu uma guerra civil que terminou em 1975, o Vietnã do Norte uniu-se ao Vietnã do Sul, constituindo um só país, com capital em Hanói. Os princípios do socialismo eram rigidamente seguidos. Em 1991 o governo vietnamita iniciou um processo de reforma da Constituição, visando instaurar em parte a economia de mercado e acabar com o regime de partido único.

Também no Camboja o regime comunista, em vigor desde 1975, começou a ser abandonado em 1991. Foi assinado um acordo de paz entre o governo, líderes do Khmer Vermelho (grupo guerrilheiro comunista de oposição) e o príncipe Norodon Sihanouk (antigo presidente do país). Por esse acordo, ficou estabelecido um cessar- fogo na guerra civil e uma reorganização do país, com a participação dos três grupos políticos envolvidos.

Os países em que as reformas desencadeadas pela perestroika demoraram mais tempo para se iniciar foram Cuba e a Coréia do Norte.

Em Cuba, o fim da ajuda econômica da União Soviética causou uma terrível crise econômica, apesar de vários países – mas não os Estados Unidos – terem levantado o embargo mantido por mais de três décadas. Apesar das dificuldades, o presidente Fidel Castro manteve-se no poder e continuou resistindo às reformas por que passou todo o antigo bloco socialista.

Na Coréia, só no final da década de 1990 surgiram os primeiros sinais de reforma, em meio a uma aguda crise econômica. Em 2000 as duas Coréias deram os primeiros passos diplomáticos e cerimoniais (o desfile conjunto das delegações nas Olimpíadas de Sídnei) para a reunificação do país.

Rússia: do fim do Comunismo a crise atual
Introdução
Nenhum país recentemente passou por uma transformação tão profunda e radical como a Rússia de hoje. Abandonou um regime político-econômico que perdurou por mais de 70 anos, o do Socialismo, e lançou-se em reformas que visavam alterar sua própria essência. Foi uma imensa operação de reversão econômica de um modelo estatizante, baseado na propriedade coletiva dos meios de produção e no planejamento econômico centralizado, para um sistema oposto, o do Capitalismo laissez-faire. Adotaram como modelo, o estado liberal ocidental, onde o intervencionismo reduz-se a um mínimo e as propriedades estatais foram entregues ao controle e administração privados.

As reformas na Rússia ganharam amplo apoio, político e financeiro, dos principais países capitalistas ocidentais em função delas visarem a absorção dela ao sistema capitalista mundial(*). Foram estendidos à Rússia e ao governo de Boris Yeltsin generosos empréstimos que permitiram que ele sobrevivesse politicamente às naturais turbulências do processo. Tudo indica que com a crise asiática e a generalização dos seus efeitos, a Rússia marcha para uma depressão econômica. Tendo uma das maiores reservas do mundo de petróleo, gás, minerais e demais produtos estratégicos (com os quais paga suas dívidas e paga suas importações), qualquer abalo que ela sofra faz com que as economias dos países ricos também se afetem e sintam-se ameaçadas.

(*) Por sugestão da França fundou-se, em 1989, o Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento, para amparar as transformações que estavam ocorrendo no Leste europeu.
A Crise Econômica
Um dos mais graves problemas que acometem a Rússia atual diz respeito a questão das propriedades. Não tendo uma burguesia autocne e um empresariado preparado, as grandes empresas estatais de petróleo, gás, carvão, ouro, etc...caíram em mãos de seus antigos administradores, de seus ex-gerentes. Eles usurparam aquelas propriedades que eram patrimônio público. A transição da propriedade coletiva para a privada foi desastrosa entre outras razões porque não resultou de um consenso. Um pequeno grupo de homens poderosos, uma oligarquia de arrivistas e oportunistas, tornou-se a nova classe dirigente da Rússia.

Chamaram-nos de os “Sete Boiardos”(*) e se equiparam aos “barões ladrões” surgidos na metade do século 19 nos E.U.A. Ao concentrarem quase toda a riqueza produtiva do pais, exercem enorme influencia junto a Boris Yeltsin e tem rejeitado aceitar as políticas tributárias dele. Em quanto isto os negócios médios e pequenos têm sido controlados por “máfias”, grupos privados que se adonaram de parcelas do mercado e rivalizam-se com os demais. Isto tornou Moscou uma das cidades mais violentas do leste europeu.

As industrias deficitárias, por sua vez, com tecnologia obsoleta, ficaram ainda no controle do estado aumentando-lhe ainda mais o déficit público.

Para criar a sensação de que a Rússia partilhava do mundo do consumo, a administração Yeltsin abriu seu mercado interno aos produtos estrangeiros (grande parte deles de luxo), os quais, até pouco tempo, pagava com a exportação de grãos, petróleo e minerais.

Paralisia econômica e desastre social
Graças ao volumoso auxilio que recebia do Ocidente (tanto do FMI como dos E.U.A. e Alemanha) o governo russo conseguiu sobreviver as crises internas (a mais retumbante foi a guerra, entre 1994-96, contra a Chechênia, uma pequena república separatista do norte do Cáucaso) e à oposição que a maioria da Duma lhe faz (o parlamento russo é majoritariamente composto por deputados comunistas e nacionalistas, ambos hostis à política liberal e pró-ocidental de Yeltsin). Porém, sem conseguir modernizar seu aparato industrial e produtivo, nem legitimar o sistema de propriedades, e menos ainda regularizar o seu sistema tributário, (a sonegação fiscal banalizou-se), o governo esvasiou-se, ficou sem recursos.

Os serviços públicos (educação, saúde, transportes e segurança) entraram em colapso e os salários, além de muito baixos, são recebidos com enorme atraso. Afetada pela crise asiática que, em rápidos passos, desloca-se em direção ao Ocidente, e pela volúpia especulativa, a Rússia não resistiu à fuga dos capitais. O governo, tremendamente endividado, apelou para a moratória (suspensão de pagamentos).

As desigualdades sociais tornaram-se gritantes. As ruas e praças das principais cidades russas acolhem um número impressionante de aposentados e pessoas pobres que procuram vender seus escassos bens. A desvalorização do rublo provocou uma alta do dólar, e os bancos, para evitarem a quebra geral, congelaram as contas correntes dos seus depositantes.

Neste cenário sombrio não se vislumbrou, até o momento, alternativas que acenem para uma solução não traumatizante. O governo está paralisado, o presidente Boris Yeltsin enfraquecido politicamente e doente, se esvai a cada dia que passa. A oposição por sua vez propõe algum tipo de reestatização, retomando as antigas bandeiras do regime coletivista desaparecido em 1991. Evidentemente que um governo de coalisão - de salvação nacional - entre os reformistas, os comunistas e os nacionalistas poderia fazer com que pelo menos o pais voltasse a estabilidade. O problema são suas desavenças ideologicas e administrativas.


Bibliografia
Broué, Pierre - União Soviética: da revolução ao colapso, Editora da Universidade, Porto Alegre, 1996

Calvocoressi, Peter - World Politics since 1945 - Longman, Londres e Nova Iorque, 1996, 7ª edição

Freeze, Gregory L. (ed.) - Russia a History - Oxford University Press, Oxford, 1997

Gorbachev, Mikhail - Perestroika: novas idéias para o meu país e o mundo, Editora Best-Seller, São Paulo, 1987

Medvedev, Zhores -Gorbachev - José Olympio Editora, Rio de Janeiro, 1987

Nove, Alec - A Economia Soviética - Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1963

Pomeranz, Lenina (org.) - Perestroika: desafios da transformação social na URSS - Edusp, São Paulo, 1990

Remmick, David - How Russia is Ruled - The New York Review of Books, 9 de abril de 1998, vol XLV, nª 6

 Ed.Ática por
Maria Helena Senise e Alceu Pazzinatto

21 de agosto de 2011

Economia Fascista.

Em uma economia fascista, a propriedade privada dos bens de produção é mantida, porém o governo determina quantas e quais empresas poderão atuar em cada setor-chave. Esse é o modelo econômico que mais agrada aos grandes empresários, que podem assegurar maiores lucros e deixar de se preocupar com o aparecimento de novos concorrentes.


Em maio de 1993, revelamos em nosso programa de rádio que a planejada economia da Nova Ordem Mundial será um sistema que os economistas chamam de “fascismo”. A transcrição desse programa de rádio está preservada no artigo CE1066 (não traduzido). Permita-se fazer uma citação desse artigo, pois você precisa ver que os EUA estão agora fazendo a transição para uma economia fascista. Descobri em minha pesquisa em 1988 que a economia planejada para a N.O.M. será a economia fascista que Hitler estabeleceu na Alemanha.
Esta citação enfoca a capacidade do governo de peneirar as empresas que produzem os mesmo produto, ou que oferecem o mesmo tipo de serviço. No sistema capitalista, o número de empresas concorrentes é determinado pelo mercado, isto é, “aquilo que o mercado esteja disposto a aceitar”. No entanto, no fascismo, o governo fecha algumas empresas para que outras companhias, mais favorecidas, possam continuar no negócio, fortalecidas pela realidade que o governo extinguiu a concorrência.
Veja o que escrevemos em maio de 1993:

“Fascismo é o tipo de economia em que as empresas privadas retêm o controle dos meios de produção, como fábricas, minas e todos os tipos de negócios, porém o governo determina quanto de cada item será produzido, quando será produzido e como a distribuição será feita. O governo também determina o nível de concorrência dentro de cada setor da economia, um ponto que é de muito interesse para qualquer empresário, uma vez que eles detestam a competição. A concorrência força os preços para baixo, desse modo reduzindo os lucros possíveis. No fascismo da Nova Ordem Mundial, não haverá uma concorrência muito grande dentro de cada setor da economia. Haverá somente um ou dois fabricantes de cada tipo de produto, de modo que eles poderão cobrar aquilo que quiserem, obtendo assim níveis de lucratividade sem precedentes para os proprietários das empresas. Lembre-se, para atingir esse objetivo de concorrência econômica e mercados controlados, um governo totalitário é necessário para forçar sua vontade sobre as pessoas cujos negócios forem escolhidos para serem fechados, e para desencorajar qualquer um que pense que possa competir com as empresas escolhidas. Obviamente, essa coerção será mais eficiente se as pessoas não a virem como uma coerção, e aceitarem alegremente sua nova sina na vida.”
Em um sistema capitalista, o governo não tem autoridade alguma para peneirar o número de concorrentes que produzem o mesmo produto ou que oferecem o mesmo tipo de serviço. Essa autoridade somente é dada ao governo de uma economia fascista. Com esta compreensão, vamos analisar a Lei Barney Frank, que concede ao governo exatamente esse tipo de capacidade de peneirar as empresas privadas.
Resumo da Notícia: “Democrata chama a Lei Barney Frank de ‘TARP com anabolizantes’”, Victoria McGrane, Politico News, 29 de outubro de 2009.
“Os legisladores de ambos os partidos estão atacando uma proposta da Casa Branca que dará ao governo federal poderes para fechar empresas do setor financeiro — uma autoridade que um democrata chamou de ‘TARP com anabolizantes’. [NT: TARP é o acrônimo de Troubled Asset Relief Program, um programa criado pelo governo norte-americano em 2008 como parte de um conjunto de medidas para tratar a crise causada pelas hipotecas de alto risco.] Com o Secretário do Tesouro Timothy Geithner ouvindo em uma sala de audiências da Casa, os legisladores já enfadados com os socorros financeiros estão passando a manhã da quinta-feira esmiuçando uma proposta do representante Barney Frank (D-Mass) que procura dar esse “poder de decisão” ao governo, similar à autoridade que a FDIC (Federal Deposit Insurance Corp. — NT: uma companhia seguradora do governo que garante os depósitos nas contas correntes e aplicações financeiras até certo valor) tem sobre os bancos que se tornam insolventes.”
Esse poder não tem precedentes na economia norte-americana, pois o país sempre operou sob a proteção do capitalismo, onde as leis são redigidas para proteger as empresas das ações ditatoriais e sem mandado judicial por parte do governo. Entretanto, os Illuminati querem derrubar a economia capitalista para que possam implantar seu cobiçado sistema fascista. Como eles conseguiriam provocar essa aparentemente impossível derrubada?
Eles recorreram à sua divisa, bem testada e verdadeira: “Ordo Ab Chao“, ou “Ordem a Partir do Caos”.
Começando quase uma década atrás, as regras para os bancos e seguradoras foram modificadas e afrouxadas para que excessos fossem incentivados. Foi necessário quase uma década inteira para conseguir, mas por volta de 11 de setembro de 2008, o sistema econômico nos EUA estava pronto para um colapso controlado. As pessoas ficaram tão atemorizadas que permitiram que o governo federal desmantelasse sistematicamente o antigo sistema capitalista muito rapidamente. O caos foi tão ruim, e as finanças das pessoas ficaram tão ameaçadas, que a população suficientemente aterrorizada permitiu que mudanças drásticas fossem feitas para que a economia pudesse ser salva do total colapso.
A maioria das pessoas não observou que os passos iniciais para a derrubada do capitalismo foram dados pelo presidente George W. Bush, que era um republicano e considerado por muitos como conservador. É uma das ironias da história que uma administração republicana supostamente conservadora tenha sido escolhida para enterrar o capitalismo!
Seguindo o mesmo modelo que o presidente Bush seguiu, o presidente Obama continuou tomando as medidas específicas necessária para completar a implementação dessa economia controlada pelo governo. O projeto de lei apresentado pelo representante (deputado) Barney Frank é apenas a legislação mais recente e revoltante necessária para estabelecer plenamente esse sistema econômico.
“O rep. Luis Gutierrez (D-Ill) criticou duramente a proposta de lei que quando o governo tiver o dinheiro inicial para cobrir os custos do encerramento de uma firma moribunda, outras grandes firmas financeiras grandes pagarão a conta por meio de uma cobrança avaliada após o fato… O rep. Scott Garret (R-NJ) expressou preocupação com o poder que a Reserva Federal receberá com a nova lei… ‘Em nome de mitigar o risco sistêmico, o Fed também recebe poder ilimitado para desmantelar sistematicamente uma empresa privada. Isto é muito mais massacrante do que impor uma exigência de capital mais rígida.’”
Como a legislação é tão provocativa, o rep. Frank não deu aos seus colegas congressistas muito tempo para lerem o projeto de lei.
“Spencer Bachus, do Alabama, o republicano de mais alto escalão na comissão, reclamou que Frank liberou o rascunho do texto na tarde da terça-feira, menos de 48 horas antes da sessão, não dando aos membros ou às testemunhas tempo suficiente para digerir o conteúdo.”
Essa foi a tática da administração Bush quando apresentou a ditatorial Lei Patriótica I no Congresso. Suponho que a tática funcionou tão bem que está sendo repetida. A maioria dos cidadãos ainda acredita que os membros do Congresso realmente debatam os projetos de lei que aparecem em seu caminho. Na verdade, ainda ouço apresentadores conservadores de programas de rádio incentivando os ouvintes a inundarem o Congresso com petições e telefonemas, incentivando-os a dizer aos seus congressistas como querem que eles votem. Recentemente, fui entrevistado por um apresentador conservador, que entusiasticamente disse a um ouvinte que telefonou, que ele estava convencido que o Congresso não teria os votos para aprovar a legislação de Assistência à Saúde que o presidente Obama enviou ao Congresso.
A realidade é bem diferente! Basta lembrar o chocante testemunho do Dr. James Dobson, da organização Focus on the Family, em junho de 1987. Dobson tinha acabado de retornar para seu escritório em Colorado Springs, vindo da capital Washington, onde tinha passado uma semana, fazendo lóbi a favor de uma legislação antiaborto. Ele anunciou bem no início de seu programa naquele dia que teria uma declaração muito importante a fazer.
Ele disse que tinha feito a seguinte descoberta: cada congressista e senador é instruído sobre como deve votar em cada projeto de lei! Antes de o projeto de lei entrar em votação, os líderes de ambos os partidos se reúnem secretamente e decidem se o projeto será ou não aprovado. Além disso, os líderes de ambos os partidos decidem como cada membro de seu partido no Congresso deve votar. Se um congressista é de um distrito cujos eleitores são veementemente contrários a uma determinada legislação, esse congressista é instruído a votar contra. Entretanto, os líderes do Congresso sempre são cuidadosos para garantir que o número total de votos em cada questão seja exatamente aquilo que a Casa Branca ou o partido querem.
Portanto, a ação dos congressistas em qualquer projeto de lei é pré-determinada pelos líderes partidários. A votação é manipulada!
O representante Frank então defendeu o propósito de seu projeto de lei, chamando a atenção para o caos deliberado que tinha sido criado:
“Frank acusou os críticos de reescreverem a história, lembrando-os que os socorros financeiros à seguradora AIG e a outras empresas ocorreram porque o governo federal não tinha o poder para lidar com uma situação que não podia ser tratada pelos procedimentos tradicionais de concordata. ‘Todo nosso propósito hoje é mudar essa situação e evitá-la’, ele declarou.”
Assim, o rep. Frank está agora apresentando um projeto de lei que “evitará” o tipo de situação que os Illuminati criaram desde o início. Eles criaram o caos para que agora possam alcançar sua Nova Ordem.
Esses eventos verdadeiramente nos dizem que o fim dos tempos está realmente se aproximando.
Fonte: Fim dos Tempos.net

Chile faz maior mobilização de treinamento frente a um possível Tsunami/Terremoto.

Santiago do Chile, 20 ago 2011 (Lusa) — Cerca de 240 mil pessoas foram mobilizadas, na costa norte do Chile, no âmbito do maior exercício de simulação de sismo e tsunami realizado pelo país sul-americano para testar a resposta das autoridades.
O simulacro , que durou mais de uma hora, envolveu a polícia e organizações voluntárias que avaliaram a sua capacidade de difundir o alarme e de ajudar as pessoas a adotar medidas de proteção, além de terem fiscalizado todo o processo de evacuação.
Fonte: Fim dos Tempos. Net




A NASA E OS GOVERNOS MUNDIAIS ESCONDEM ELENIN


Canal: Ronieyy1

Especial URSS-Um Novo Despertar

A era das Reformas- O Advento de Bóris Yeltsin 

 
Em março de 1989, pela primeira vez na União Soviética, realizaram-se eleições livres para a escolha do Congresso dos Deputados do Povo; 180 milhões de soviéticos foram à urnas, confiantes de que viviam um momento único de sua história. O pleito, de certa forma, referendou as diretrizes de Gorbatchev, pois acabou impondo humilhante derrota aos candidatos oficiais.

Nesse novo cenário político, surgia com força a figura de Bóris Yeltsin, eleito representante da cidade de Moscou com 89,4% dos votos e adepto de reformas mais aceleradas. Yeltsin havia sido prefeito de Moscou e importante figura do Partido Comunista. Logo que Gorbatchev lançou as propostas da glasnost e da perestroika, Yeltsin passou a defendê-las com vigor. Era um ultra reformista. Por isso, passou a sofrer violentas pressões dos conservadores e acabou renunciando a seus cargos e passando para a oposição.

Em fevereiro de 1990, uma nova legislação partidária permitiu a organização de partidos políticos. Era o fim da hegemonia absoluta do Partido Comunista, que vigorava desde a Revolução de 1917.

Logo ganhou força a Plataforma Democrática, frente política liderada por Bóris Yeltsin. Isso acentuava a pressão sobre Gorbatchev no sentido de ampliar as reformas políticas e econômicas.

Mas a tarefa de transformar as velhas estruturas não podia se concretizar de maneira tão rápida. Mais de 70 anos de centralismo, produção subsidiada e rigidez burocrática não se desfazem sem grandes transtornos. A passagem do modelo estatizado de produção para a economia de mercado gerou alta de preços e escassez de produtos, aumentando a insatisfação popular.

Enquanto isso, o movimento separatista, iniciado nas repúblicas bálticas em 1990, crescia e se espalhava para outras repúblicas.

Somente respostas positivas na economia poderiam reforçar os laços que mantinham juntas as quinze repúblicas soviéticas. Em março de 1991, um plebiscito em toda a União Soviética confirmou por larga maioria (76% ) o desejo de manter a união do país, na forma de uma “federação renovada de repúblicas soberanas”, com direitos iguais.

Ainda nesse ano, o Congresso dos Deputados do Povo aprovou um programa econômico para acelerar a introdução da economia de mercado, com a liberação dos preços, a privatização de empresas e o estímulo ao comércio exterior.

Gorbatchev achava-se numa posição delicada, pressionado de um lado pelos ultra-reformistas, sob o comando de Yeltsin, e de outro pelos comunistas ortodoxos, que faziam tudo para solapar as reformas em curso. 


O Golpe de Agosto de 1991 

Em 19 de agosto de 1991, uma notícia causou comoção mundial: a agência soviética Tass divulgou que Mikhail Gorbatchev havia deixado a presidência da União Soviética por “problemas de saúde”, e um certo Comitê Estatal de Emergência assumira o poder. O sentido era inequívoco: Gorbatchev fora vítima de um golpe de Estado. A “linha dura” do Partido Comunista pretendia reinstalar um regime totalitário.

Mas a população reagiu. Milhares de pessoas saíram às ruas e passaram a enfrentar os soldados e os tanques que se dirigiam ao edifício do Parlamento da República da Rússia. Barricadas impediam o avanço dos tanques, e sua tripulação era retirada à força de dentro dos veículos. Bóris Yeltsin passou a comandar a resistência, que ganhou até mesmo a adesão de muitos militares.

O noticiário dava conta de que o golpe fora liderado por Guennady Yanayev, vice-presidente da União Soviética; Bóris Pugo, ministro do Interior; Dmitri Yazov, ministro da Defesa, e Wladimir Kryuchov, chefe da KGB (a polícia secreta soviética).

Gorbatchev permaneceu 60 horas preso na Criméia, numa casa de praia onde tinha ido descansar. Aos poucos, os golpistas foram perdendo força diante da resistência de quase toda a nação. Graças à glasnost e à perestroika, a União Soviética mantinha agora contatos abertos com o exterior, que pôde acompanhar o desenrolar dos acontecimentos. A televisão do mundo todo transmitiu a imagem de um Yeltsin inflamado, discursando no alto de um tanque para uma multidão cheia de entusiasmo patriótico. Vários chefes de Estado do
Ocidente exigiram enfaticamente a recondução de Gorbatchev ao poder.

Após três dias de resistência, Yeltsin e os militares legalistas tinham recuperado totalmente o controle da situação, e os golpistas foram presos. Gorbatchev desembarcou livre em Moscou. De volta ao cargo, o líder soviético reafirmou seu compromisso com o socialismo democrático e sua intenção de somar forças com Yeltsin, agora extremamente fortalecido por comandar a resistência aos golpistas.

Afastada a ameaça antidemocrática, faltava à União Soviética superar seus grandes problemas econômicos e resolver a questão dos nacionalismos dentro do país, já que os movimentos separatistas,. principalmente nas repúblicas bálticas, não tinham cessado. 

A desintegração da URSS

O golpe de agosto de 1991 praticamente abriu as comportas para o movimento de independência das repúblicas que compunham a União Soviética. As repúblicas do Báltico já tinham tentado separar-se em 1990, mas foram severamente reprimidas, pagando com sangue sua ousadia. Com o fracasso do golpe, o cenário mudou totalmente. As forças conservadoras estavam derrotadas e quem mandava realmente era Bóris Yeltsin – e não mais Gorbatchev, cujo poder estava completamente esvaziado.

Já no mês seguinte, setembro, as repúblicas da Letônia, Estônia e Lituânia, uma após a outra, reafirmaram, agora em caráter definitivo, suas declarações de independência. A própria Rússia foi um dos primeiros países a reconhecer a independência dessas repúblicas.

Estava aberto o processo para as outras, que em sua grande maioria também se declararam separadas.

Outra conseqüência importante do golpe foi a suspensão, determinada por Yeltsin em toda a Rússia, das atividades do Partido Comunista, que implicou até mesmo o confisco de seus bens. A KGB, o poderoso serviço secreto soviético, teve sua cúpula dissolvida.
Gorbatchev admitiu a implosão da União Soviética, mas ainda tentou manter o vínculo entre as repúblicas, propondo a assinatura do chamado Tratado da União. Mas suas palavras não tiveram eco, e o processo de separação se tornou irreversível.

Em 4 de setembro de 1991, Gorbatchev, como presidente da União Soviética, Bóris Yeltsin, na qualidade de presidente da Rússia, e mais os líderes de outras nove repúblicas, em sessão extraordinária do Congresso dos Deputados do Povo, apresentaram um plano de transição para criar um novo Parlamento, um Conselho de Estado e uma Comissão Econômica Inter-Republicana. Embora tentasse estabelecer os parâmetros para uma nova união entre as diversas repúblicas, esse plano, na verdade, significava o desmantelamento formal da estrutura tradicional do poder soviético. De qualquer forma, a proposta acabou sendo aprovada.

Percebendo a importância de Gorbatchev para a estabilidade da nação, naquele momento, Yeltsin prometeu o apoio da República russa ao novo plano.

Enquanto isso, os líderes ocidentais também davam sinais de uma clara preferência pela permanência de Gorbatchev no poder, embora demorassem a assumir o compromisso de uma ajuda econômica mais efetiva à União Soviética.

O agravamento da situação econômica era justamente o que tornava mais delicada a posição de Gorbatchev. Decididamente, o povo soviético tinha perdido a paciência com os problemas econômicos, que se manifestavam na vida diária de cada cidadão. A desorganização da economia era visível nas prateleiras vazias dos supermercados e nas filas intermináveis para comprar os produtos mais corriqueiros, como sabonete ou farinha de trigo.

Aprovado o plano de mudanças, faltava agora conseguir a assinatura do Tratado da União com todas as repúblicas. Mas em 1º de dezembro de 1991 a situação se precipitou com a consolidação da independência da Ucrânia, aprovada em plebiscito por 90% da população.

Uma semana depois, numa espécie de golpe branco contra Gorbatchev, os presidentes das repúblicas da Rússia, Ucrânia e Bielo-Rússia, reunidos na cidade de Brest (Bielo-Rússia), criaram a Comunidade de Estados Independentes (CEI), decretando o fim da União Soviética.

Diante disso, James Baker, secretário de Estado norte-americano, declarou: “O Tratado da. União sonhado pelo presidente Gorbatchev nunca esteve tão distante. A União Soviética não existe mais”.
De fato, em 17 de dezembro Gorbatchev foi comunicado de que a União Soviética desapareceria oficialmente na passagem de Ano Novo.

No dia 21 de dezembro, os líderes de 11 das 15 repúblicas soviéticas reuniram-se em Alma Ata, capital do Casaquistão, para referendar a decisão da Rússia, Ucrânia e Bielo-Rússia e oficializar a criação da Comunidade de Estados Independentes e o fim da União Soviética.
Gorbatchev governava sobre o vazio. 

A Renuncia de Gorbatchev 
 

No dia de Natal, em cerimônia transmitida por satélite para o mundo inteiro, o líder soviético renunciou ao cargo de presidente e comandante chefe das Forças Armadas da União Soviética, transferindo a Bóris Yeltsin o controle do arsenal nuclear.

Nas palavras de um comentarista: “Gorbatchev é comunista e desabou com o comunismo sendo comunista. Assumiu o poder, casou em si uma das mais difíceis combinações humanas, a que une entusiasmo com prudência, entendendo que a tolerância, em determinadas circunstâncias, é uma virtude revolucionária, mas não ousou ir até o fim (...) Descontente com o autoritarismo (...), acreditou que a saída estava dentro do próprio comunismo e, para isso, bastaria reformulá-lo. Padeceu da utopia de que um sistema que esgota a sua experiência pode ser retocado em reuniões e protocolos (...) Gorbatchev nunca enxergou para fora do comunismo e aí parou e andou para trás. Perdeu. Isso não o faz um estadista de perspectivas limitadas mas, sim, leal à necessidade de entendimento, no círculo mesmo da História, que os homens têm de seu tempo e seu limite”. (Antônio Carlos Prado. Isto é/Senhor, 25/12/91.)
Fontes: Ed.Ática
Por Maria Helena Senise e Alceu Pazzinatto

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