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11 de junho de 2012

A OTAN prepara uma vasta operação de intoxicação

Via blog :Guerra Silenciosa 

Iminente golpe de Estado na Síria

Os estados membros na OTAN e do CCG preparam um golpe de Estado e um genocídio sectário na Síria. Caso pretendam opor-se a estes crimes, ajam quanto antes; façam circular estes artigos na Net e alertem os vossos conhecidos.


Dentro de poucos dias, talvez a partir de sexta-feira 15 de Junho ao meio-dia, os sírios que pretenderem ver as cadeias de televisão nacionais terão estas substituídas nos écrans por televisões criadas pela CIA. Imagens realizadas em estúdio mostrarão cadáveres imputados ao governo, manifestações populares, ministros e generais apresentarão a sua demissão, o presidente al-Assad tratando de fugir, os rebeldes reunindo-se no coração das grandes cidades e um novo governo instalando-se no palácio presidencial. Esta operação, diretamente monitorizada a partir de Washington por Ben Rhodes, conselheiro adjunto da segurança nacional dos Estados Unidos, visa desmoralizar os sírios e preparar um golpe de Estado. A NATO, que esbarrou no duplo veto da Rússia e da China, conseguiria assim conquistar a Síria sem ter de a atacar ilegalmente. Qualquer que seja o julgamento sobre os atuais acontecimentos na Síria, um golpe de Estado poria fim a toda a esperança de democratização.

De maneira absolutamente formal, a Liga Árabe pediu aos operadores de satélite Arabsat e Nilesat para cortarem a transmissão dos media sírios, públicos e privados (Syria TV, Al-Ekbariya, Ad-Dounia, Cham TV, etc.). Existe um precedente, dado que a Liga Árabe tinha já procedido à censura de televisão líbia de forma a impedir os dirigentes da Jamahiriya de comunicarem com o seu povo. Não existe rede hertziana na Síria, onde as televisões são exclusivamente captadas por satélite. Mas este corte não deixaria os écrans apagados. De facto, esta decisão é apenas a parte emersa do iceberg. Segundo informações de que dispomos, diversas reuniões internacionais foram levadas a cabo na semana passada para coordenar a operação de intoxicação. As duas primeiras, de natureza técnica, tiveram lugar em Doha (Qatar), a terceira, política ocorreu em Riade (Arábia Saudita).
Uma primeira reunião juntou os oficiais de guerra psicológica “embedded” em certas cadeias de satélite, entre as quais Al-Arabiya, Al-Jazeera, BBC, CNN, Fox, France 24, Future TV, MTV. Sabe-se que desde 1998 os oficiais da United States Army's Psychological Operations Unit (PSYOP) foram incorporados na redação da CNN; a partir daí, esta prática foi estendida pela NATO a outras estações estratégicas. Redigiram antecipadamente falsas informações, segundo um “storytelling” elaborado pela equipa de Ben Rhodes na Casa Branca. Um procedimento de validação recíproca foi posto em marcha, cada media devendo citar os outros de forma a contribuir para torná-los credíveis aos ouvidos dos telespectadores. Os participantes decidiram igualmente requisitar não apenas as cadeias da CIA para a Síria e o Líbano (Barada, Future TV, MTV, Orient News, Syria Chaab, Syria Alghad), mas também outras quarenta cadeias religiosas wahhabitas, as quais apelarão ao massacre confessional aos gritos de “Os cristãos para Beirute, os alauitas para o túmulo!”

A segunda reunião juntou engenheiros e realizadores, visando planear a fabricação de imagens de ficção, misturando uma parte em estúdio a céu aberto e uma parte de imagens de síntese. Os estúdios foram arranjados durante as últimas semanas na Arábia Saudita, de modo a reconstituir aos dois palácios presidenciais sírios e os principais lugares de Damasco, Alepo e Homs. Já havia estúdios deste tipo em Doha, mas eram insuficientes.

A terceira reunião agrupou o general James B. Smith, embaixador do EUA, um representante do Reino Unido e o príncipe Bandar Bin Sultan (a quem o presidente George Bush pai designou como seu filho adotivo, ao ponto de a imprensa norte-americana o ter designado como “Bandar Bush”). Tratava-se de coordenar a ação dos media e a do “Exército Sírio Livre”, do qual os mercenários do príncipe Bandar formam o grosso dos efetivos.

A operação, em gestação desde há meses, foi precipitada pelo conselho de segurança nacional dos EUA, depois de o presidente Putin ter notificado a Casa Branca de que a Rússia se oporia pela força a toda a intervenção militar ilegal da NATO na Síria.

Essa operação compreende dois vetores simultâneos: por um lado, diversificar as falsas contra-informações; por outro lado, censurar toda e qualquer a possibilidade de lhes responder.

A interdição das TVs por satélite como forma de conduzir uma guerra não é uma novidade. De facto, sob pressão de Israel, os EUA e a União Europeia impuseram sucessivas interdições a cadeias libanesas, palestinianas, iraquianas e líbias. Nenhuma censura foi imposta a cadeias de satélite provenientes de outras partes do mundo.

Tão-pouco a difusão de notícias falsas constitui uma estreia. Entretanto, quatro novos passos significativos foram dados na arte da propaganda durante o decurso das últimas décadas:

- Em 1994 uma estação de música Pop, a “Radio Libre des Mille Collines” (RTML) deu o sinal para o genocídio no Ruanda apelando a “Matar as baratas!”.
- Em 2001 a NATO utilizou os media para impor uma interpretação dos atentados de 11 de Setembro e justificar os ataques ao Afeganistão e ao Iraque. Nesta altura, já Ben Rhodes tinha sido encarregado pela administração Bush de redigir o relatório da Comissão Kean/Hamilton sobre os atentados.
- Em 2002 a CIA utilizou cinco cadeias, Televen, Globovision, Meridiano, ValeTV et CMT, para fazer crer que manifestações monstruosas tinham forçado o presidente eleito da Venezuela, Hugo Chávez, a demitir-se, dado que tinha sido vítima de um golpe de Estado.
- Em 2011, aquando da batalha de Trípoli, a NATO fez realizar em estúdio e difundir pela Al-Jazeera e pela Al-Arabiya imagens de rebeldes líbios entrando na praça central da capital enquanto eles realmente ainda se encontravam longe da cidade, de forma que os habitantes, persuadidos de que a guerra estava perdida, cessaram toda a resistência.
Doravante, os media já não se contentam em apoiar a guerra, eles praticam-na diretamente. Este dispositivo viola os princípios básicos do direito internacional, a começar pelo artigo 19 de Declaração Universal dos Direitos do Homem relativo ao facto de “receber e difundir, sem consideração de fronteiras, as informações e as ideias por qualquer meio de informação”. Sobretudo, ele viola também as resoluções da Assembleia-Geral da ONU, adotadas no final da Segunda Guerra Mundial, para evitar as guerras. As resoluções 110, 381 e 819 interdizem “os obstáculos à livre troca de informações e de ideias” (no caso vertente, o corte das cadeias sírias) e “a propaganda de natureza a provocar ou encorajar toda a ameaça à paz, rotura da paz ou outro ato de agressão”.

No direito, a propaganda da guerra é um crime contra a paz, o mais grave dos crimes, dado que ele torna possíveis os crimes de guerra e os genocídios.
10/Junho/2012
O original encontra-se em www.domenicolosurdo.blogspot.pt/... . Tradução de JCG.

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/

Via :

http://marecinza.blogspot.com.br/

Coréia do Sul alerta para resposta militar dura ao Norte

  Publicado em: 11 jun 2012, 00:51
Editado: 11 de junho de 2012, 20:02
Exército sul-coreano K9 Trovão 155 milímetros automotora fogo Howitzers durante uma broca live-fogo em Pocheon, 65 kms a nordeste de Seul (AFP Photo / Dong-a Ilbo)
 Exército sul-coreano: Blindados K9 Trovão 155 milímetros automotora Howitzers durante uma manobra de fogo real em Pocheon, 65 kms a nordeste de Seul (AFP Photo / Dong-a Ilbo)
 
 Coreia do Sul avisou que poderá retaliar imediatamente contra o Norte e anunciou programados exercícios militares após  uma série de ameaças de Pyongyang.Uma semana atrás, o Norte ameaçou lançar ataques com foguetes contra escritórios de mídia no sul.
Forças armadas de Seul realizaram  exercícios na segunda-feira por causa de uma "série de atividades peculiares", disse  um porta-voz do ministério da Defesa à AFP.
Foi encomendado pelo ministro da Defesa do país, Kim Kwan-Jin assim que o Sul poderá "retaliar imediatamente fontes de provocações e as forças de apoio, bem como as forças de comandos centrais".A manobra envolveu  o comando de mísseis balísticos, unidades da linha de frente da artilharia e da Força Aérea, da Coréia do Sul  noticiou a mídia.
A tensão aumentou entre os estados vizinhos, após ameaça da Coréia do Norte contra os  meios de comunicação social sul-coreanos para o que Pyongyang chamou de cobertura crítica das suas políticas internas.
Os dois países muitas vezes trocam ameaças de ação militar, mas conseguiram evitar um conflito armado de grande escala.

Mídia de Seul e ataque  cibernético 

Como a Coreia do Norte acusou a mídia do sul de propaganda, um dos jornais o  JoongAng Ilbo relatou que- sobreviveu a um ataque cibernético grave no sábado.
 Sua filial o diaŕio Coréia JoongAng  também foi vítima de um ataque, que paralisara temporariamente servidores de banco de dados e websites.
 A conexão com o www.joongang.co.kr local foi cortada.  Uma foto de um gato branco e a frase "Hacked by Isone" foi publicado em seu lugar.
Ele também disse que uma mensagem sugeriu que mais sites de mídia iriam ser cortados em dois dias, entre os dias 19 e 29 de junho.
A Polícia sul-coreana está a investigar um possível envolvimento da Coreia do Norte na pirataria, embora a Coreia do Norte ameaçou apenas um ataque com mísseis, e não um ataque cibernético.
"Nós nunca vimos um ataque forte como isso antes", o jornal citou dizendo  Jong Seok-Hwa, o investigador-chefe do Centro de polícia nacional de Resposta ao Cyber Terror .
Seul acredita que Pyongyang tem uma equipe de elite de hackers e foi  culpando o  Norte por outros ataques anteriores deste tipo, incluindo um contra o governo e sites das instituições financeiras em julho de 2009 e março de 2011.
Em maio o Seul acusou Pyongyang de interferir nos sistemas de GPS de centenas de aviões civis e navios da Coreia do Sul entre 28 de abril e 13 de maio.
O Norte sempre rejeitou as acusações do Sul como "totalmente fabricadas ".

Eurocolapso: Farage e o salvamento espanhol: " O reforço do Fracasso"

Via: Zero Hedge  
Segunda-feira, 11 de junho, 2012
Embora os benefícios de curto prazo pode ser pesado contra qualquer solução de longo prazo de diversas maneiras, Nigel Farage fornece não apenas a soma mais colorida de situação, mas também o mais sucinto quando se refere à "loucura" da "intervenção para manter o Euro vivo "como"o reforço do fracasso ".
O melhor e mais corajoso, em sua opinião, coisa a fazer, é reconhecer que os países mediterrânicos nunca deveriam ter aderido ao euro, em primeiro lugar.Como já dissemos repetidas vezes, empurramos com a barriga uma vez mais para sustentar a zona do euro com resgate após resgate, tudo o que estamos fazendo é prolongar a miséria.
  A discussão sobre a Sky News escava nos danos colaterais de  'pipoqueiros' -sobre  o que vai acontecer de qualquer maneira - e, em seguida, 'Red' Ken Livingstone ( um político  socialista de tendência britânico que defendia para a Grã-Bretanha a adesão ao euro, quando foi formada) agora um pouco nomeadamente concorda com Nigel que "trancar a Europa em uma década de crise econômica permanente", acrescentando que uma vez que os países menores foram adicionados ao núcleo ", ela estava fadado ao fracasso".  Os dois 'estranho companheiros "continuaram a discutir a analogia dos EUA para os Estados Unidos da Europa observando que foi preciso uma guerra civil  um século antes de uma política monetária comum e fiscal foi aceita, acrescentando apenas que" a Europa de nações não vai abrir mão  da sua soberania ".

O Possível ataque de falsa bandeira-ESL -OTAN na Síria

Segunda-feira, 11 de junho, 2012
RT alertou de um possível enredo a ser fomentado por rebeldes sírios com a OTAN e a Turquia seu membro.A trama envolve rebeldes sírios  na  implantação de armas químicas obtidas na Líbia contra civis sírios, em seguida, culpando o governo sírio pelo evento de ataque em massa. Isto, obviamente, iria fornecer ao Ocidente o "casus belli" que vem buscando para contornar o Conselho de Segurança e implementar a sua longa campanha planejada de mudança de regime.
Os Meios
Arsenal da Líbia havia caído nas mãos de extremistas sectários com assistência da OTAN no ano passado, no culminar de esforços para derrubar o governo de lá. Desde então, militantes da Líbia liderados por comandantes de Grupos como  a Al-Qaeda  e o Combatente Islâmico da Líbia (LIFG) armaram extremistas sectários em todo o mundo árabe, de tão longe como Mali, como Extremo Oriente como a Síria .
WARNING: Possible NATO FSA False Flag Attack in Syria  NBC
Imagem: Os símbolos de armas nucleares, biológicas e químicas.O Ocidente é o campeão indiscutível da implantação de cada uma destas armas de destruição em massa contra seus inimigos - a partir de bombas nucleares sobre o Japão, para o urânio empobrecido e fósforo branco sobre o Iraque, ao Agente Laranja em todo o Vietnã - é lógico que essas armas acabariam acabar nas mãos dos seus proxies também.
….Na Líbia o comandante da  LIFG Abdul Hakim Belhaj, de acordo com o Telegraph de Londres , tinha de fato viajado para a fronteira turco-síria de se consorciar com o chamado "Exército sírio Livre" (FSA), comprometendo-se com armas, dinheiro e até combatentes. Desde então, pelo menos, um  navio carregado com armas da Líbia com destino a militantes sírios foi interditado pelo Líbano , enquanto a imprensa ocidental, incluindo o Sydney Morning Herald , relatou em um afluxo maciço de combatentes estrangeiros e armas.Além de armas da Líbia, o Washington Post também confirmou  que os Estados do Golfo e os EUA  foram organizando a entrega de armas para militantes sírios.
Além disso, como resultado da intervenção da OTAN na Líbia, extenso arsenal militar disperso de  mísseis anti-aeronaves também tem caído nas mãos de militantes líbios, para então ser proliferaram em toda a rede LIFG de afiliados - todos os quais são extremistas sectários, muitos com vínculos diretos com a Al Qaeda. O Washington Post em seu artigo, " mísseis líbios à solta ", relatou:
"Dois oficiais de contraterrorismo da CIA me disseram na semana passada que os técnicos recentemente remodelaram 800 desses sistemas portáteis de defesa aérea sistemas (conhecido como MANPADS ) - alguns por um grupo jihadista Africano chamado Boko Haram, que muitas vezes  é visto como um aliado da al-Qaeda - para possível uso contra jatos comerciais que  voam em Níger, Chade e Nigéria, talvez ".
Claramente, os proxies da OTAN na Líbia tornaram-se um arsenal regional para semelhantes extremistas sectários - tudo demonstrativamente trabalhando em conjunto com planos ocidentais para derrubar os governos nacionalistas no Norte de África, e instalação de regiões de clientes em todo o Oriente Médio para, em seguida, ordenar ataque contra o Irã e, por extensão, ir contra a esfera de influência da Rússia em toda a região . Se a Líbia possuía armas químicas destacáveis, parece muito provável que eles iriam encontrar o seu caminho para os afiliados LIFG e seus legionários estrangeiros juntamente com o resto de sua terror exportado.
  A Motivação e Intenções
Há certamente espaço para a preocupação plausível em relação a todos os tipos de armas da Líbia caiam nas mãos do Exército sírio livre. Eles foram se comprometendo publicamente com comandante da  LIFG Belhaj, e eles foram interditados em rota pelo  vizinho Líbano . A evidência também sugere que  indiscriminados ataques em massa fazendo vítimas poderia ser realizado pela FSA e depois culpar o governo sírio, eles devem ser "dotado" com armas químicas da Líbia?
No artigo da Reuters de Abril de 2012, " ", admite-se que os rebeldes sírios começaram abertamente a realização de uma campanha de bombardeios terroristas, incluindo operacionais instalações  de  grandes bombas de tomada de instalações, não muito diferentes daquelas em Hama, que explodiram durante um acidente, matando mais de 70 pessoas, e nivelou um quarteirão da cidade.Muito revelador, a oposição, totalmente responsável pela perda catastrófica da vida, imediatamente culpou o governo sírio, alegando que a destruição em larga escala foi causado por um ataque com mísseis Scud .
WARNING: Possible NATO FSA False Flag Attack in Syria   59870796 jex 1389366 de27 1
Foto: A partir de Hama, na Síria, um quarteirão da cidade está em ruínas depois de um  acidente rebelde em uma fábrica de bombas  que causara uma enorme explosão. Em tentativas iniciais de girar e encobrir o envolvimento rebelde, BBC realmente funcionou com uma explicação da  oposição sugerindo que o governo sírio desmentiu "mísseis Scud" em Hama. Agora tem sido revelado que os rebeldes estão de fato operando fábricas de bombas através da Síria e de fato a realização de uma terrorista campanha de bombardeamentos.

….A campanha de bombardeio  da FSA-matou e mutilou centenas de sírios, a maioria civis - e surpreendentemente apesar de admitir abertamente a produção e implantação de bombas, rebeldes, em seguida, negam a responsabilidade pelas explosões subsequentes e inevitáveis ​​de mortes civis, culpando-o em vez disso, o governo sírio .
Reportagem RT também de lembrou os leitores de uma recente tentativa dos rebeldes para matar 4 repórteres de um Canal de reportagem  do Reino Unido  e culpar as tropas do governo para fins de propaganda, enquanto o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ) avançou com provas ( tradução Inglês Google aqui ) implicando  os rebeldes como tendo encenado o "Massacre em Houla," infame-se - mais uma vez para fins de propaganda.
Para uma oposição tão transparente e  desonesta, e já pego tentando enquadrar o governo para a massa de feridos em eventos e atrocidades de seu próprio fazer, vemos o que é claramente um movimento militante capaz de também instalar armas de destruição em massa mais do que dentro de seus meios de obtenção, com as motivações insidiosas para usá-los contra populações civis, pois têm seus bombardeios indiscriminados, e a audácia para depois culpar o governo sírio.
O Aviso
 Enquanto que a reportagem da RT ainda não confirmada, é no mínimo muito plausível. Ao transmitir a história, RT pode estar antecipando interesses maliciosos contemplando tal manobra - percebendo que o público está agora totalmente inoculado para esta propaganda e que só iria sair pela culatra, tanto a FSA já vacilante, e os seus cada vez mais desacreditados patrocinadores ocidentais.
 
….Nota do Editor: O ponto deste artigo é não esta certo sobre isso.Através da sensibilização possível de todo o público, a sua eficácia como ferramenta de propaganda é muito reduzido e, portanto, reduz a probabilidade de que eles serão considerados, quanto mais realizado.
 Tony Cartalucci é o escritor e editor da   Land Destroyer

Facebook não quero nem que me paguem

UND: Uma que não acho a menor graça neste Facebook, eu fiz cadastro lá, mas vejo-no como algo tão mecânico, tão frio e com falso calor humano. Além de de ser uma porta aberta, mesmo para aqueles que alegam segurança e privacidade, para mim não convence e até porque eu decidi tentar, digo, tentar excluir todo meu perfil. Mas de fato não exclui e deixa a disposição para que se caso qualquer um que tente sair queira voltar, basta recolar os dados para acessá-lo. Democrático não? 

Um forte abraço amiga Pri do blog

http://priufo.blogspot.com.br

Rede social facebook - suspeitei desde o principio...

Tirem suas conclusões..

.
http://priufo.blogspot.com.br

AIEA fala sobre o colapso das negociações sobre programa nuclear do Irã


Por Peter Symonds

  11 de junho de 2012
As conversações entre o Irã ea Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) terminaram na sexta-feira sem acordo sobre os procedimentos para o exame de supostos aspectos militares do programa nuclear do Irã e não há  mais reuniões planejadas. O fracasso das negociações prepara o palco para um colapso das negociações internacionais mais amplas na próxima semana em Moscou.
Chefe da AIEA, Yukiya Amano, que no mês passado anunciou um acordo preliminar com o Irã, declarou que não poderá mais ser otimista após a reunião terminada "sem qualquer progresso" e "alguns contratempos". A AIEA vinha exigindo acesso às instalações iranianas, o pessoal nucleares e documentos, em base particular Parchin militares.
Teerã insiste que não tem planos para construir uma arma nuclear e rejeitou pedidos da AIEA sobre "possíveis dimensões militares" ao seu programa nuclear como sendo baseado em "forjadas e fabricadas" provas. As alegações da AIEA dependem fortemente de informações fornecidas por agências de inteligência estrangeiras, especialmente as dos EUA e Israel.
O embaixador do Irã na AIEA Ali Ashgar Soltanieh apontou a razão para o fracasso das conversações, quando declarou a questão Parchin tinha sido "politizada" por potências ocidentais que tentaram criar obstáculos a um acordo com a AIEA. A base militar Parchin não dispõe de instalações nucleares e, portanto, não sujeitas a inspecção, mas a AIEA diz que poderia ter sido o local para o teste explosivo convencional precisa para construir o gatilho para uma arma nuclear.
 Antes das negociações do último mês em Bagdá com o P5 +1 (os EUA, Grã-Bretanha, França, Rússia, China e Alemanha), o Irã deu a entender que iria permitir o acesso a Parchin e considerar outras concessões sobre seu programa nuclear.No entanto, a postura intransigente tomada pelos EUA e seus aliados europeus garantiram a quebra dessas negociações.
O Irã foi confrontado com uma série de ultimatos, incluindo a suspensão do enriquecimento de urânio ao nível de 20 por cento, a remessa de seu estoque de 20 por cento de urânio enriquecido para fora do país, e o fechamento de sua fábrica de enriquecimento de Fordow.Em troca destas "medidas de confiança", a Teerã foi oferecido praticamente nada: peças de reposição para seu avião comercial e uma promessa de que não há sanções adicionais seriam anunciados.
Negociadores iranianos vinha pressionando para o reconhecimento do seu direito sob a Não-Proliferação Nuclear (TNP) para produzir urânio pouco enriquecido para alimentar seu reator de potência. Os EUA deixaram claro, no entanto, que a "construção de confiança", foi apenas o primeiro passo para exigir o fim de toda enriquecimento de urânio. Todos estes níveis de enriquecimento são muito menos do que 90 por cento necessários para uma arma nuclear e são permitidas no âmbito do TNP.
O único acordo alcançado na reunião de Bagdá no mês passado foi uma proposta de última hora para realizar novas negociações, que deverá ter lugar em Moscou, na próxima semana. O governo Obama já deixou claro, no entanto, que não está preparado para fazer concessões. A secretária de Estado Hillary Clinton declarou na semana passada que Teerã tinha que "tomar medidas concretas", em outras palavras, aceitar as exigências de Washington.
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad resumiu a atitude de Teerã quando ele declarou recentemente: "Se alguns querem-nos a renunciar a esse direito [de enriquecer urânio], eles devem primeiro dar suas razões, e em segundo lugar [divulgar] o que vai dar a nação iraniana em troca. "
Em particular, o Irã está buscando um atraso nas sanções dos EUA e União Europeia (UE) que limitam severamente as exportações de petróleo em que o Irã é altamente dependente economicamente.  Os EUA ea  UE têm indicado que as sanções vão em frente no final deste mês, independentemente de qualquer acordo seja ou não  alcançado em Moscou.
Discutindo sobre a preparação para as negociações de Moscou sugere que ambos os lados já estão se preparando para culpar o outro pelo seu fracasso.Segundo o New York Times, o negociador em  chefe  nuclear do Irã  Saeed Jalali escreveu  chefe de política externa da UE Catherine Ashton, na semana passada, declarando que "o fracasso da UE" para organizar reuniões para discutir a agenda tinha "criado uma atmosfera de dúvida e ambiguidade para o sucesso de as negociações de Moscou ". Por sua vez, a vice de Ashton Helga Schmid culpou os negociadores iranianos para focar no procedimento, em vez de questões de fundo.
Se o colapso Moscou conversações, como parece provável, a responsabilidade principal recai sobre o governo Obama. Desde o início, vem buscando nada menos do que uma capitulação completa por Teerã. Os EUA estão explorando o  programa nucleare do Irã como um pretexto para uma campanha muito mais ampla que visa estabelecer um regime em Teerã mais em linha com as ambições americanas para garantir uma posição dominante nas regiões ricas em energia do Oriente Médio e Ásia Central.
 Presidente Obama tem repetidamente declarado que "todas as opções estão sobre a mesa", incluindo um ataque não provocado militar ao Irã.  Nos últimos meses, o Pentágono tem vindo a desenvolver sua capacidade militar no Golfo Pérsico, incluindo o estacionamento de dois grupos de porta-aviões de combate na região.  Autoridades norte-americanas alertaram ameaçadoramente que o tempo para as negociações está se esgotando.
O Subsecretário do Tesouro dos EUA David Cohen disse ao jornal israelense Ha'aretz, na semana passada que, se as negociações de Moscou desabam, "não há dúvida de que vai continuar a aumentar a pressão" sobre o Irã.  Ele disse que Israel e os EUA estavam considerando não especificadas novas medidas após a imposição de sanções de petróleo a partir de 1 de Julho.
 Militares de Israel  como o chefe do Estado-Maior tenente-general Benny Gantz, sublinhou a possibilidade de uma ação militar  na semana passada quando disse que um "super-pronta" ameaça militar era necessária em conjunto com os movimentos diplomáticos. Ele também sugeriu outros "distúrbios" para o programa nuclear iraniano. Israel, em conjunto com os EUA, estão  amplamente acreditando ter sido responsáveis do assassinato de cientistas de nível superior nucleares iranianos e ataques de guerra cibernética em instalações nucleares iranianas nos últimos três anos.
Falando em uma conferência de segurança em Israel recentemente, a ex-subsecretária de defesa dos EUA Michele Flournoy garantiu  ao seu público que os EUA estão militarmente preparados para um ataque ao Irã.  "Quando o presidente disse que todas as opções estão sobre a mesa, deixe-me garantir-vos que essas opções são reais e viáveis", declarou ela. "Depois sentou-se no Pentágono e passou muito tempo sobre esta questão, posso garantir-lhe a qualidade desse trabalho." Flournoy renunciou a  seu cargo em fevereiro para trabalhar na campanha de Obama  a reeleição.
O confronto liderado pelos EUA com o Irã está chegando  a um ponto de viragem perigoso. Com o fracasso das negociações provavelmente na próxima semana, os EUA e seus aliados estão prontos para imprudentemente escalar as tensões através da imposição de sanções econômicas e incapacitantes, se deixar de levar Teerã a seus joelhos, será o lançamento de uma nova guerra catastrófica.

Ahmadinejad Resistência é o Único Caminho que temos para impedir as tramas do inimigo

TEERÃ (FNA) - O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad em uma reunião com o Secretário Geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina Ahmad Jibril reiterou que a resistência é a única maneira de impedir tramas dos inimigos contra a região.


"Hoje, os grupos de resistência e requerentes de liberdade deve estar pronto mais do que qualquer outra época anterior. A única maneira de fazer abortar o inimigo continua a resistência", disse Ahmadinejad durante a reunião na noite de domingo.

Ele disse que a única maneira para a destruição do regime sionista é continuar o caminho de resistência pelos palestinos.
Ahmadinejad observou que este regime falso (Israel) é realmente o símbolo dos países ocidentais e os EUA.
"Em outras palavras, o regime sionista é o portão de entrada dos países ocidentais e os EUA para a região do Oriente Médio", disse ele.

O Irã sempre manifestou apoio aos movimentos anti-Israel de resistência.

Hezbollah Secretário-Geral Seyed Hassan Nasrallah destacou em fevereiro que o Irã tem desempenhado um papel fundamental e vital para as vitórias dos movimentos de resistência libaneses e palestinos nos últimos anos.

Dirigindo-se uma cerimônia em Beirute, por ocasião do aniversário do nascimento do Profeta Maomé (PECE) eo 33 º aniversário da vitória da Revolução Islâmica no Irã, Nasrallah afirmou que a vitória da Revolução Islâmica no Irã deu "momentum para o projeto da unidade islâmica ".

Ele elogiou o apoio do Irã para o grupo de resistência libanesa, e observou que "o Hezbollah recebeu do Irã o apoio moral, político e financeiro em todos os formulários disponíveis desde 1982".

"Esse apoio é um orgulho da república islâmica, porque a resistência conseguiu a vitória mais importante árabe sobre o inimigo. Esta vitória não seria alcançada sem o apoio do Irã e Síria tiveram um grande papel na vitória."

Fars News Agency

Netanyahu: Assad massacra civis sírios com a ajuda do Irã e do Hezbollah

  Vice-PM Mofaz acusa regime sírio de cometer genocídio durante 15 meses de revolta, pelo menos 35 pessoas morreram em novos confrontos em Homs.

Por Barak Ravid , Reuters e Associated Press

Syrians waving flag in Houla - AFP - June 7, 2012
Uma imagem de folheto divulgado pela oposição síria mostra sírios agitando a bandeira pré-Baath adotada pela revolução, quando eles saúdam aos observadores da ONU e do Crescente Vermelho em Houla em 7 de junho de 2012. Foto: AFP

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, disse neste domingo que o regime sírio está realizando um massacre de civis, surgiram relatos de que cerca de 100 pessoas foram assassinadas no fim de semana.
  "Vemos imagens horríveis de crianças e idosos", disse Netanyahu durante a reunião semanal de gabinete.
"O massacre não só é realizado pelo governo sírio, mas também é ajudado pelo Irã e Hezbollah", disse Netanyahu. "O mundo deve ver este eixo do mal para todo mundo deve entender em que mundo em que vivemos"
No início domingo, o vice-primeiro-ministro Shaul Mofaz acusou o presidente sírio, Bashar Assad de cometer genocídio durante a repressão de uma revolta de 15 meses.
Mofaz também criticou a Rússia por armar Damasco e repetiu a exigência de Israel para a intervenção militar internacional para derrubar Assad, semelhante à campanha do ano passado na Líbia.
Israel tem até recentemente sido lento para chamar para a queda de Assad, cuidado com o agravamento da turbulência na Síria - os dois países são inimigos, mas ter sido em um estábulo em sua maioria stand-off durante décadas.
Com os relatórios de horários de mídia em Israel da Síria mortes de civis, a raiva do público vem crescendo e as autoridades israelenses têm vindo a aumentar as suas críticas.
"Um crime contra a humanidade, genocídio, está sendo realizado na Síria hoje. E o silêncio das potências mundiais é contrário a toda lógica humana", disse Mofaz durante uma entrevista à Rádio do Exército.
  As potências estrangeiras foram "fazendo não com a condenação flácida" em vez de intervir para derrubar Assad, acrescentou.
"Pior do que isso é a conduta russa, que condena a matança fracamente enquanto continua a armar o regime assassino de Assad. Melhor caso, isso é irresponsabilidade, e pior, é uma parceria no abate", disse Mofaz.
Um antigo aliado da Síria, a Rússia se opõe a uma intervenção externa contra Assad. Moscou negou apoio a qualquer lado no conflito ou fornecimento de armas que poderiam ser usados ​​em uma guerra civil.
Mofaz disse que Israel tinha opções limitadas sobre a Síria, mas conclamou o Ocidente a intervir para impedir os assassinatos em massa ." "Nós não podemos envolver, por razões compreensíveis. Mas eu penso que o Ocidente, liderado pelos Estados Unidos, tem um interesse em  protegendo o começo [de modo] genocídios não acontece."
O presidente Shimon Peres também comentou sobre a situação na Síria e disse esperar que os rebeldes sírios vençam no conflito permanente com as forças de Assad, em entrevista transmitida neste domingo.
Ele disse à Rádio Israel que o mundo não estava fazendo o suficiente para parar o derramamento de sangue na Síria.
"Há mais assassinatos e mais a cada dia e é um escândalo sem precedentes. Eu tenho muito respeito para os rebeldes que saem todos os dias para demonstrar munição oposto, e espero que eles vão ganhar", disse ele.
 Um antigo aliado da Síria, a Rússia se opõe a uma intervenção externa contra Damasco. Moscou negou apoio a qualquer lado no conflito ou fornecimento de armas que poderiam ser usados ​​em uma guerra sírio civil.
Rússia diz que seria aberto a saída de Assad do poder desde que foi resultado de um processo político inclusivo entre os sírios.
 Mofaz, um ex-superior general e político centrista que se juntou governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu  na coalizão conservadora no mês passado, disse que Israel tinha opções limitadas sobre a Síria, mas teve de fazer lobby para a ação internacional.
"Precisamos contar com o Ocidente. Precisamos nossa voz seja ouvida. Este abate está sendo realizado não muito longe da fronteira de Israel", disse ele.
 "Nós não podemos envolver, por razões compreensíveis. Mas eu acho que o Ocidente, liderado pelos Estados Unidos, tem interesse em guardar o limiar (assim) o genocídio não acontece."
Falando em separado à Rádio Israel, o vice-chanceler Danny Ayalon disse que o governo Netanyahu estava preparado para ajudar os sírios que se refugiam na Jordânia e outros países com laços com Israel.
Enquanto isso, no domingo, as tropas sírias bombardearam a província rebelde de Homs, um grupo de oposição relatou.
As tropas também estavam usando armas pesadas para atacar diversas áreas em Homs, que é um reduto da oposição chave, acrescentou o Observatório de Londres Sírio para Direitos Humanos.
Pelo menos 35 civis foram mortos no ataque como aviões de reconhecimento foram vistos sobrevoando a área, disse a organização.
Dezenas de manifestantes foram mortos na Síria no fim de semana, como chegou a Damasco confrontos. Por quase 12 horas de combate, que durou até de madrugada sábado, rebeldes armados com rifles de assalto, principalmente combateu as forças sírias no combates mais pesados ​​na fortaleza de  Assad desde o que o levante de 15 meses  começou.
www.haaretz.com

Israel: Síria tem maior arsenal químico do mundo

Syrians look at a destroyed military tank at the northern town of Ariha, on the outskirts of Idlib, Syria - AP
Sírios olhar para um tanque  militar destruído no norte da cidade de Ariha, nos arredores de Idlib, Síria - AP
A Síria tem o 'maior arsenal de armas químicas no mundo', que ela poderá usar para ameaçar o Estado judeu, alertou hoje um General  vice-chefe da IDF de  Israel, .
"A Síria construiu o maior arsenal de armas químicas no mundo e tem mísseis e foguetes capazes de atingir qualquer parte do território israelense", advertiu o major-general Yair Naveh em declarações entregues na noite de domingo e levou na rádio militar israelense nesta segunda-feira.
Naveh apontou para a repressão mortal nas anti-governamentais manifestantes sendo travadas pelo presidente Bashar al-Assad e suas forças, dizendo que era uma prova de que a Síria não mostra nenhuma restrição em qualquer ataque contra Israel.
  "Os sírios que tratam seu povo  e da mesma forma vai fazer contra nós se eles têm a oportunidade", disse ele.
 Israel vem aumentando o alarme durante meses sobre armas da Síria  em  arsenais químicos, com a advertência do chefe do exército no comando norte  de que eles podem acabar nas mãos do Hezbollah, grupo libanês milícia xiita.
Israelitas analistas militares dizem que a Síria passou os últimos 40 anos produzindo sarin e gás de nervos, bem como o gás mostarda, que podem ser usados em mísseis.
 E no início deste mês, chefe de gabinete o tenente-general Benny Gantz disse ao premiê  que a agitação na Síria estava afetando a estabilidade estratégica nas Colinas de  Golan  , metade do planalto que é controlado pela Síria, enquanto a outra metade é ocupada por Israel.
 "Em Colinas de Golã, há uma instabilidade em desenvolvimento que está em ascensão, como resultado de eventos na Síria, incluindo na zona adjacente à fronteira", Gantz disse à comissão parlamentar dos Assuntos Externos e de defesa.
"Os incidentes não atingiram o nível de atividade terrorista, mas pode chegar lá", disse ele em comentários citados por um porta-voz.
Israel ainda está tecnicamente em guerra com a Síria, mas a linha de armistício que separa os vizinhos tem sido em grande parte tranquila nos últimos anos, levando alguns observadores sugerem que a queda de Assad poderia ser ruim para o Estado judeu.
Mas nos últimos meses, depois de inicialmente se recusando a fazer qualquer comentário público, os líderes israelenses condenaram repressão de Assad, dizendo que é apenas uma questão de tempo antes que ele seja derrubado.

Spanolapso: A operação de salvamento espanhol e o espectro da década de 1930

 
11 de junho de 2012
 O anúncio de que Espanha vai receber um € 100.bilhões de euros em resgate do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira marca a intensificação da crise do capitalismo. O próprio fato de que quatro anos depois do colapso do Lehman Brothers e dois anos após a primeira resgate da Grécia tornou-se necessário para salvar uma das economias centrais da Europa desmente todas as afirmações sobre a viabilidade do capitalismo.
As condições em que o resgate foi acertado deixam claro seu caráter ad-hoc e desesperado.O anúncio foi feito após o esforço de intensa pressão por potências, particularmente importantes dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e França, na Alemanha, que tinha resistido a impressão adicional de dinheiro para reforçar o sistema bancário na Europa em ruínas. A pressa em concluir o acordo antes das eleições gregas do  próximo domingo refletiu os temores no seio da burguesia internacional de uma votação maciça contra a austeridade seguido por uma reação em cadeia de  corrida aos bancos na Espanha, Itália e outros países europeus e uma crise financeira maior do que de setembro de 2008.
Ninguém deve tomar como maré boa as alegações de que o socorro vem sem amarras. Ao contrário das injeções de dinheiro para a Grécia, Irlanda e Portugal, os banqueiros que dominam a União Europeia estão negando o público os novos ataques sobre a classe trabalhadora que eles estão exigindo para pagar os empréstimos.
Espanha já se comprometeu a € 27 bilhões em medidas de austeridade em 2012 e uma quantidade similar no próximo ano.  Estes cortes têm contribuído para a criação de depressão como as condições em Espanha, onde a taxa de desemprego oficial é de 25 por cento eo desemprego dos jovens é mais do que 50 por cento.
A perspectiva de uma saída de Grego da zona euro, em conjunto com o agravamento da crise bancária na Europa e sinais de uma desaceleração global provocaram um crescente número de comentários no aviso da grande mídia de um retorno às condições da década de 1930. Os economistas e colunistas estão observando com crescente apreensão a falta de qualquer acordo entre as grandes potências e uma atmosfera geral de perplexidade e paralisia.
O fato de que tais pressentimentos estão sendo manifestado publicamente atesta a fase avançada da crise mundial. Em um artigo publicado na semana passada, intitulada "Panic tornou-se demasiado racional," Financial Times Martin Wolf econômica comentarista escreveu que o Ocidente já estava em uma "depressão contida."
"Antes de agora," ele disse, "Eu realmente nunca tinha entendido como a década de 1930 poderia acontecer. Agora eu faço. Todas as necessidades são frágeis economias, um regime rígido monetária, um intenso debate sobre o que deve ser feito, a crença generalizada de que o sofrimento é bom, políticos míopes, e incapacidade de cooperar e incapacidade de ficar à frente dos acontecimentos. "
Em um artigo posterior, escrito em resposta a um dos líderes do Ministério das Finanças alemão, que rejeitou "medidas de curto prazo" ea criação de obrigações em euros, Wolf avisou: "Ele é muitas vezes esquecida, não menos, na Alemanha, que o ida de Adolf Hitler ao poder foi precedida não pela grande inflação, que ocorreu uma década antes, mas pela grande depressão e da austeridade de Heinrich Brüning, em resposta. "
Seguindo linhas semelhantes, o historiador Niall Ferguson eo economista Nouriel Roubini publicou um comentário comum no Financial Times de sábado sob o título "Berlim está ignorando as lições da década de 1930." Eles escreveram: "fixado sobre a ameaça não de inflação, os alemães de hoje parecem dar mais importância ao 1923 (o ano da hiperinflação) do que para 1933 (o ano da democracia morreu). Eles fariam bem em se lembrar de como uma crise bancária europeia dois anos antes de 1933 contribuiu diretamente para o colapso da democracia não apenas em seu próprio país mas em todo o continente europeu. "
Dois anos atrás, Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central Europeu, alertou que a Europa estava "enfrentando a situação mais difícil desde a Segunda Guerra Mundial, talvez mesmo desde a Primeira Guerra Mundial." Naquela época, a noção de que a Grécia pode sair da zona do euro e da moeda comum pode desvendar foi universalmente declarado "impensável". Agora, a crise se espalhou a partir da chamada "periferia" para o núcleo da Europa.
Se principais comentaristas burgueses estão agora publicamente advertindo de depressão global e invocando o fantasma de Adolf Hitler, que está sendo dito em privado?
O colapso do capitalismo na década de 1930 trouxe com ele o fascismo e uma segunda guerra mundial que custou as vidas de 70 milhões de pessoas. Esses horrores ocorreu porque lutas revolucionárias da classe trabalhadora que foram gerados pela crise do capitalismo foram traídos pelo stalinismo ea social-democracia.
No programa de fundação da Quarta Internacional, escrito em 1938, Leon Trotsky caracterizou a situação global da seguinte forma: estagnar "A humanidade de forças produtivas. Já as novas invenções e melhorias não conseguem elevar o nível de riqueza materialCrises conjunturais, nas condições da crise social de todo o sistema capitalista privações e sofrimentos cada vez mais pesados ​​sobre as massas. O crescimento do desemprego, por sua vez, aprofunda a crise financeira do Estado e mina os sistemas monetários instáveis. Os regimes democráticos, bem como fascistas, vão de uma bancarrota a outra. A própria burguesia não vê nenhuma saída. "
Dificilmente uma palavra de esta avaliação precisa ser mudado para descrever a situação presente. E a conclusão central de Trotsky chamou, animando sua luta para fundar a Quarta Internacional, como o Partido Mundial da Revolução Socialista, mantém toda a sua urgência hoje: "A crise histórica da humanidade se reduz à crise da direção revolucionária."
Trabalhadores em todo o mundo deve tomar as invocações da década de 1930 como um aviso e tirar as conclusões necessárias. Como então, um período de lutas de classes revolucionárias está se abrindo. Como então, as alternativas são o socialismo ou barbárie.
  A tarefa central é a construção da nova liderança revolucionária da classe trabalhadora para armar a massa vinda luta com uma estratégia bem elaborada e um programa que articula os interesses da classe trabalhadora.Apenas um programa socialista e internacionalista vai fazer, e apenas o Comitê Internacional da Quarta Internacional e do Partido da Igualdade Socialista lutar por tal programa.Todos aqueles que vêem a necessidade de uma luta pelo socialismo, em oposição ao sistema capitalista não deve tomar a decisão de juntar-se e construir a setembro

  Por Andre Damon

Crise síria:

Síria elogia postura inalterada da Rússia sobre a crise atual

 PEQUIM, 11 de junho (Xinhuanet) - Ministério das Relações Exteriores da Síria elogiou o que descreveu como postura inalterada da Rússia sobre a crise atual.Ele também aplaudiu a confiança de Moscou na capacidade do governo para restaurar a ordem.

 O comentário a seguir a uma observação do ministro das Relações Exteriores da Rússia que Moscou não se oporiam a partida Assad se fosse a vontade do povo sírio.

Analistas dizem que a saída de Assad pode piorar a situação.
  (Fonte: CNTV.cn)

Rússia diz que Irã tem "pleno direito" para mediar no conflito da Síria



c_330_235_16777215_0___images_stories_edim_02_mh5.jpg TEERÃ - vice-chanceler russo Gennady Gatilov disse que a República Islâmica tem um "pleno direito" para mediar no conflito com a Síria.
Em uma entrevista à agência de notícias russa Interfax, no sábado, Gatilov disse que a influência do Irã à Síria significa que ele pode desempenhar um "papel construtivo na busca de maneiras para resolver o conflito com a Síria."
 Rússia pediu uma reunião internacional sobre a Síria, dizendo que as sanções ou de intervenção militar seria "apenas agravar a atmosfera já é difícil."
"Nossa lógica é que não é necessário agora aplicar uma pressão adicional, a introdução de sanções ou usar a ameaça da força", disse Gatilov agência de notícias Interfax.
  "Introdução de medidas restritivas ou forte claramente não irá promover (paz) e só vai agravar a já difícil situação no  ambiente", afirmou Gatilov.
  Em 6 de junho, dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov pediu ao Irã e da Turquia para ser incluído em uma próxima reunião internacional dedicada a acabar com a crise na Síria.
"Acreditamos que é necessário para montar uma reunião de estados com influência real sobre diferentes grupos de oposição.  Não há que muitos ", disse Lavrov em Pequim, onde acompanhou o presidente Vladimir Putin em uma reunião de segurança da Organização de Cooperação de Xangai (SCO).
"É todos os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, os países líderes na região, é a Turquia, não se deve esquecer o Irã, a Liga Árabe, Organização da Conferência Islâmica, a União Europeia poderia contribuir, eu acho", acrescentou Lavor .
http://www.tehrantimes.com/

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