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19 de agosto de 2011

UND-Regional-Vale do Paraíba

Onça é flagrada passeando pelo centro turístico de Campos do Jordão

A cena foi capturada pelas cameras públicas de segurança

 
Onça caminhando pelo centro de vila Capivari
Onça caminhando pelo centro de vila Capivari
19/08/2011 - A Policia Militar divulgou hoje imagens inusitadas de Campos do Jordão. Uma onça foi flagrada passeando pelo centro turistico da cidade.

As imagens que foram captadas na madrugada de 5 de agosto e mostram a onça andando livre e tranquilamente pelas ruas do Capivari que se encontravam vazias.

O secretário de Meio Ambiente de Campos do Jordão disse a imprensa que tem conhecimento da presença de onças nas matas da cidade, mas não é normal a presença na área urbana.

Assista aquio vídeo da reportagem.
 Fonte: www.camposdojordao.sp.gov.br

‪Terrorstorm: História do Terrorismo Governamental [Legendado]

Cadê a melhora da economia?

Agora a pouco escutei na rádio um economista dizendo com a cara de pau, que não há crise, o pior já passou e os mercados estão se recompondo melhor do que o imaginado.

Só se for na mente imbecil desse sujeito.

Miriam leitão: Crise é pior na Europa; há risco de colapso em vários países! 

Via Blog Conflito Final

Palestinos revidam com foguetes enquanto Israel adverte com escalada das ações



Palestinos lançaram foguetes contra Israel nesta sexta-feira, em resposta aos ataques aéreos israelenses contra a Faixa de Gaza. A força aérea de Israel deu início aos bombardeios na quinta-feira, horas depois de uma série de ataques em região do país que faz fronteira com o Egito.
De acordo com militares israelenses, militantes palestinos lançaram pelo menos dez foguetes contra Israel a partir de Gaza. Um deles foi interceptado e outro atingiu um local próximo a uma sinagoga em Ashdod e deixou seis feridos.

O porta-voz do Exército de Israel, general Yoav Mordechai, afirmou que é “muito cedo” para falar em "escala de violência iminente". “Mas se percebermos que os palestinos estão escolhendo esse caminho, não vamos hesitar para expandir o escopo de nossas ações, respondendo com força”, disse.
Nenhum grupo assumiu responsabilidade pelos ataques de quinta-feira, que mataram oito israelenses, sendo seis civis. Israel acusou a organização Comitês de Resistência Popular de estar por trás dos ataques, cujo líder teria sido morto em um dos bombardeios.
Um porta-voz do grupo não confirmou nem negou envolvimento, mas garantiu que a morte do líder e de outros quatro palestinos serão vingadas. O Hamas, que controla a Faixa de Gaza, negou qualquer envolvimento com a série de ataques e disse que os bombardeios israelenses mataram uma criança de 3 anos e um adolescente de 13.
A série de ataques de quinta-feira também provocou tensões entre Israel e Egito, já que o governo israelense afirmou que os agressores tinham entrado em seu território pela península egípcia do Sinai.
Israel acusou o Egito de ter perdido o controle da região após a queda do ex-presidente Hosni Mubarak, no início do ano. De acordo com autoridades do Egito, cinco guardas de segurança egípcio foram mortos a tiros durante a operação montada por Israel na península do Sinai para encontrar os autores dos ataques.
Com AP e Reuters

Elenin Planet X Nibiru is coming RT NEWS! NASA JPL ANGULAR CALCULATION I...

Bom dia Leitores!
Este vídeo mais um com comentários eleninicos e recente e para maior compreensão, por favor procure na barra inferior do vídeo, por CC e ao clicá-lo abrirá uma caixinha com alguns itens e clique no traduzir legendas.
Abrirá outra caixinha onde está inglês afrikâner, na barra de rolagem procure por português e de ok.
Pronto! Só que a tradução de legendas não é muito boa, mas dá para entender
Um forte abraço

Quem são os piratas da Somália?


O que levou os somalianos a atacarem os barcos em suas águas? Por que foram tachados de piratas?


Não se deixe levar pela péssima arte gráfica da bandeira de pirata do documentário, pois o filme é simplesmente notável, revelando a assustadora degradação ambiental sob o saque que os EUA e a Europa estão praticando num dos países mais miseráveis do mundo, a Somália.


Esse país foi vítima de uma colonização europeia que se estendeu até o séc. XX, quando então se tornou independente. Mas a democracia durou apenas 9 anos, pois os EUA conseguiram realizar o Golpe de Estado que deixou os somalianos de joelhos. Hoje, 2 décadas depois de ter se livrado do seu ditador, o país fragilizado, é palco de uma epidemia de fome, guerras civis violentas. Nesse contexto não há como proteger suas fronteiras marítimas, que são invadidas por gigantescos barcos pesqueiros que utilizam-se de todos os recursos ilegais banidos no resto do mundo para pescar o atum, ameaçando também gravemente a vida marinha da região. A ONU apesar dos inúmeros apelos, nada fez para mudar esse quadro perverso. Mas os absurdos não param por aí, Assista!

Assista o filme com legendas em português aqui.

Ou em espanhol logo abaixo!



¡Piratas! from Juan Falque on Vimeo.
(Espanha, 2011, 24 min. - Direção Juan Falque)

Fonte: Blog Doc Verdade
           http://docverdade.blogspot.com/2011/08/piratas-2011.html

18 de agosto de 2011

Estranho Fenômeno na Califórnia – Presságio de um Evento Sísmico de Grandes Proporções?

Bom dia leitores!

Bem vou dormir, estou pescando de sono.

Apesar de eu não acreditar nas versões oficiais da midiatrix e por algumas agências ou elementos a elas agregados, vejo também com muita atenção ao desenrolar dos acontecimentos.

São cometas, o Elenin nem se fala, virou figurinha carimbada em vários blogues, também outros fatores que são especulados e que nem sabemos ao certo e ainda não ganharam destaque.

Mas tudo isto vem acrescentando um rol de ingredientes nesta sopa de possibilidades que se avisinham.

Os sinais estão aí,sejam profecias que se cumprem com os próprios ocorridos e este caso na Califórnia, que é delatado por geólogos e principalmente por moradores que estão preocupados com uma fumaça que vem tomando conta do dia- a-dia dessas pessoas como vocês leitores visualizarão nesta matéria.

Um forte abraço a Laura Botelho, Ravena e ao Acolon, por estes destaques a respeito desse assunto. Muito bom mesmo.

Voltarei amanhã, deixa eu dormir.

 

Estranho Fenômeno na Califórnia – Presságio de um Evento Sísmico de Grandes Proporções?


Sugiro a leitura do último post da brilhante Laura Botelho. Clique no link abaixo:

Via excelente blog AcolonSP

O fenômeno atinge a região das falésias na costa da Califórnia. Vapor e fumaça estão brotando das encostas. Jatos de vapor saem entre as rochas e já estão preocupando a população, que tem sido afastada da região de risco.

Segundo geólogos, o fenômeno pode ter sido causado, quando a cinco anos atrás um deslizamento de terra, pode ter aberto uma fenda na encosta adicionando oxigênio num local subterrâneo super-aquecido.

A zona quente está sendo controlada, para manter os curiosos da praia, afastados. Bombeiros de Santa Barbara dizem que não há ameaça imediata ou risco para o público.



Fonte: Evoluindo Sempre

Especial URSS-Um Novo Despertar

 A Era Kruschev, Crise dos Mísseis em Cuba e o Advento de Brejnev


A guerra fria entrou em nova fase com a morte de Stalin, em 1953, e a ascensão de Nikita Kruschev. Este procurou aliviar um pouco o pesado clima de opressão que dominava a sociedade soviética. Denunciou os abusos e os crimes de Stalin e iniciou um processo de liberalização, conhecido como degelo e desestalinização. Ao mesmo tempo, kruschev percebeu que seria vantajoso encontrar um termo de conveniência menos hostil com o Estados Unidos e o ocidente. Deu início ao processo chamado de convivência pacífica.

A morte de Stalin, em 1953, desencadeou uma acirrada disputa pelo poder. Venceu Nikita Kruschev, identificado com a burocracia dirigente do Partido Comunista da União Soviética (PCUS). Em 1955, sob essa nova liderança, a União Soviética passou por um processo de liberalização do regime. Uma das prioridades foi o aumento da produtividade agrícola, obtida pela descentralização de áreas econômicas, gerenciadas por conselhos locais.

Outro avanço notável ocorreu no âmbito da tecnologia espacial: no dia 4 de outubro de 1957, a União Soviética surpreendeu o mundo com a notícia de que tinha colocado em órbita da Terra um satélite artificial, o Sputnik. Era uma façanha sem precedentes. Menos de quatro anos depois, no dia 12 de abril de 1961, o mundo tomou conhecimento de outro feito espetacular: pela primeira vez, um homem se deslocava em órbita da Terra, livre da atração gravitacional. O nome do astronauta correu mundo: lúri Gagarin.

Mas a realização mais importante de Kruschev ocorreu no campo político. Internamente, ele deu início a um processo de abertura, amenizando o rigor da censura, reduzindo o poder da polícia política, reabilitando presos políticos e fechando diversos campos de trabalhos forçados. Esse processo recebeu os nomes de degelo e desestalinização, ou seja, eliminação dos traços deixados por Stalin na vida da União Soviética.

O marco decisivo da desestalinização foi o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, em fevereiro de 1956, no qual Kruschev revelou e denunciou os abusos e crimes cometidos por ordem de Stalin.

Esse fato repercutiu de maneira ampla nos países socialistas da Europa Oriental, estimulando dissidências. Mas a pesada herança stalinista ainda se fazia sentir: pela intervenção militar, a União Soviética não permitiu que rebeliões ocorridas em 1956 na Polônia e na Hungria desviassem esses países de sua linha ideológica.

No plano externo, Kruschev deu início a um processo de aproximação com os Estados Unidos. Num gesto de grande coragem, em 1959 fez uma visita de diversos dias àquele país. Era a primeira vez que um dirigente da União Soviética pisava solo americano. Ao retornar a seu país, Kruschev declarou: “Eu vi os escravos do capitalismo. E vivem bem.” Através dessa aproximação com os Estados Unidos, teve início o que se denominou coexistência pacífica entre as duas superpotências.

Em 1959 o bloco socialista seria ampliado com a inclusão de Cuba, primeiro país da América Latina a adotar o regime comunista, em decorrência de uma revolução liderada por Fidel Castro.

A política de degelo e a aproximação com o Ocidente não agradaram aos dirigentes da China, que tinha feito sua revolução socialista em 1949. Lá, o fervor revolucionário não admitia aproximações com os países capitalistas nem afrouxamento da rígida disciplina doutrinária. Para o líder Mao Tsé-Tung e seus seguidores, o que estava acontecendo na União Soviética, era revisionismo, desvio do caminho revolucionário idealizado por Lenin. Após um período de acusações, em 1960 os dois países romperam relações. Milhares de técnicos soviéticos que trabalhavam no desenvolvimento de projetos na China foram chamados de volta, deixando interrompidas numerosas obras.

Em 1961, novos acontecimentos viriam mostrar, de forma crua, que as relações entre os países comunistas e capitalistas estavam longe de se normalizar. Na Europa, o governo da Alemanha Oriental, para evitar a fuga de cidadãos para o outro lado, mandou erguer um muro fechando a fronteira entre Berlim Oriental e Berlim Ocidental. Símbolo da intolerância política e grande marco da guerra fria, o muro de Berlim só viria a ser derrubado em novembro de 1989.

A CRISE DOS MISSEIS EM CUBA-1962



Na América, apesar dos ensaios de entendimento entre a União Soviética de Kruscheve e os Estados Unidos de John Kennedy, Cuba se transformaria num perigoso foco de tensão internacional. Ao estatizar as empresas estrangeiras, o governo revolucionário que tomara o poder em 1959 provocou represálias dos Estados Unidos, na forma de boicote à importação de açúcar, principal fonte de divisas da ilha. Em 1961, exilados cubanos, treinados e equipados pela CIA (Agência Central de Inteligência), tentaram invadir a ilha para derrubar o governo de Fidel Castro, no episódio conhecido como a invasão da baía dos Porcos. Em decorrência, Washington e Havana romperam relações. Por pressão norte-americana, Cuba foi expulsa da OEA (Organização dos Estados Americanos), ficando política e economicamente isolada do resto do continente.

Esses fatos promoveram a aproximação de Fidel com os soviéticos. Cuba passou a receber da União Soviética ajuda financeira, técnica e militar para estruturar o país segundo moldes socialistas. Como parte da aliança, o Kremlin recebeu permissão para instalar mísseis em Cuba. Em outubro de 1962 o governo americano denunciou a existência desses mísseis e exigiu que fossem retirados. Foram dias de extrema tensão, com o mundo à beira de uma guerra nuclear. Depois de muitas negociações, os mísseis foram levados de volta para a União Soviética, mas as tentativas de aproximação entre os dois lados voltaram à estaca zero.

O fim da era Kruschve e o advento de Leonid Brejnev 

Dentro da União Soviética, Kruschev passou a sofrer pressões devido a seu reformismo. Em outubro de 1964, perdeu o poder para Leonid Brejnev.

Embora prometesse continuar as reformas internas e buscar a aproximação com o Ocidente, na prática Brejnev representava a retomada do controle pela poderosa burocracia, impermeável a mudanças, ainda que controladas. O novo governante teve de se equilibrar entre a estagnação da economia interna e o crescimento dos gastos militares. Além da produção de armamentos, a União Soviética gastava fortunas para manter suas tropas em constante estado de alerta, não só em suas próprias fronteiras, mas também em diversos pontos do globo em sua esfera de influência.

Nos 18 anos de poder, o governo de Brejnev exerceu severo controle sobre os países da Europa Oriental. Na Tchecoslovàquia, em 1968, um movimento de reformas1iberalizantes – Primavera de Praga, liderada por Alexander Dubcek – foi esmagado por tanques do Pacto de Varsóvia.

O contato com os Estados Unidos foi retomado durante a presidência de Richard Nixon (1968-1974). Mas as conversações sobre limitação de armas nucleares acabaram interrompidas em decorrência da invasão soviética do Afeganistão, em 1979. Nesse país, o exército soviético interveio para sustentar um governo pró-Moscou que acabara de derrubar a monarquia.

Fonte: Ed.Ática
Por Maria Helena Senise e Alceu Pazzinato


Crise no Oriente Médio

 Ataque de Israel a Faixa de Gaza se intensifica em resposta aos ataques terroristas ao sul de Israel
A Força Aérea de Israel castigou nas últimas horas a Faixa de Gaza, matando sete palestinos e três policiais egípcios, em resposta ao triplo atentado que deixou oito israelenses mortos nesta quinta-feira (18).
Na primeira ação, ainda na quinta-feira, aparelhos israelenses bombardearam a cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, matando seis palestinos, incluindo quatro dirigentes dos Comitês da Resistência Popular, entre eles o chefe desta organização radical em Gaza, Kamal al Nayrab.
Na noite desta quinta (madrugada de sexta-feira na região), outros sete ataques contra a Faixa de Gaza deixaram um adolescente morto e 17 feridos, informou uma fonte médica palestina.
Os bombardeios atingiram uma casa na cidade de Gaza, prédios dos serviços de segurança na mesma zona, duas bases de treinamento das Brigadas Ezedin Al Qasam no norte da Faixa de Gaza, a região de Khan Yunis e um túnel entre Rafah e o Egito.
Um helicóptero israelense também matou três policiais egípcios na noite de quinta-feira ao disparar contra militantes palestinos que fugiam pela fronteira entre o Egito e a Faixa de Gaza.

Um oficial e dois praças foram mortos quando o aparelho israelense disparou um míssil contra militantes palestinos que eram perseguidos após os atentados em Eilat, revelou um oficial do Egito.
O ataque, próximo à passagem de fronteira na zona da cidade de Rafah, feriu ainda dois policiais egípcios, segundo a agência oficial Mena.
Já a TV estatal egípcia informou que o ataque ocorreu ao sul de Rafah, na zona da localidade de Taba, a 12 km da cidade de Eilat.
"Um aparelho israelense que perseguia infiltrados do outro lado da fronteira disparou quando chegaram a Rafah. Havia vários membros da Segurança Central (egípcia) no local e foram atingidos pela explosão", revela a agência Mena.
O "aparelho" israelense foi identificado como um helicóptero Apache que perseguia os combatentes que atacaram dois ônibus, um automóvel civil e um veículo militar em Israel.
Os ataques ocorrem após o triplo atentado contra o balneário de Eilat, no sul de Israel, no qual morreram oito israelenses e sete terroristas. A ação deixou ainda 25 feridos.
Israel afirmou que os atentados, cuidadosamente coordenados, foram lançados a partir da Faixa de Gaza por combatentes palestinos que teriam se infiltrado pela península egípcia do Sinai, aproveitando os distúrbios no Egito.
O ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, havia advertido que "a fonte dos atos terroristas" era a Faixa de Gaza e que "atuaria com toda energia e determinação".
Mas o movimento palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, negou qualquer envolvimento nos ataques: "o governo (do Hamas) desmente as acusações do (ministro da Defesa israelense, Ehud) Barak sobre os incidentes de Eilat e afirma que não existe vínculo com o grupo de Gaza".
O primeiro ataque foi contra um ônibus da companhia pública Egged ao meio-dia local (6 da manhã pelo horário de Brasília), perto da fronteira com o Egito, a pouca distância do posto israelense de Netafim. O veículo circulava entre Beersheva e Eilat levando muitos militares que viajavam para este balneário para passar o fim de semana.
Meia hora depois, um veículo militar enviado ao local foi alvo de um ataque com bomba teleguiada.
O incidente mais sangrento, no qual cinco israelenses morreram, ocorreu às 13h local, quando um veículo particular foi destroçado por um foguete RPG antitanque perto de Beer Ora, 15 km ao norte de Eilat, desta vez perto da fronteira jordaniana.
Fonte: Yahoo

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Vejam só que coisa estranha

 Ameba devoradora come o cérebro 
de suas vítimas.

Mais uma para apimentar o caldo pessoal?


Duas crianças e um adulto morreram nos últimos dois meses, nos Estados Unidos, infectados por uma ameba rara que devora o cérebro. Courtney Nash, de 16 anos, faleceu semana passada no estado da Virgínia. Ela é a segunda vítima registrada este mês; Christian Strickland, de 9, morreu uma semana após ser infectado na Flórida. O terceiro caso, registrado em Louisiana, foi de um homem jovem cujo nome não foi revelado.

A espécie Naegleria fowleri foi identificada em 1960. Desde então, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDCs) dos EUA registraram 120 casos no país e apenas algumas centenas no mundo todo.

A contaminação acontece, normalmente, em lugares com água quente e parada, como lagos, ou rios e cachoeiras que formem poças. O calor contribui para criar o ambiente de procriação desta espécie de ameba.

A porta de entrada da ameba é o nariz. O microorganismo devora as mucosas, gruda no nervo olfativo e passa a destruir o tecido nervoso durante sua subida até o cérebro, onde continua o estrago.
Ameba que devora o cérebro, já matou 3 pessoas ( oficialmente ) nos EUA.

Apesar das infecções serem extremamente raras, a grande maioria delas é fatal. De fato, o CDC tem registro de apenas um sobrevivente entre todos os casos registrados.

As principais queixas das vítimas são dor de cabeça, febre e rigidez no pescoço. À medida que a ameba avança, as vítimas apresentam danos cerebrais, como alucinações ou mudanças de comportamento. Nenhuma droga conhecida tem efeito comprovado contra o parasita. Em menos de uma semana, o paciente pode entrar em coma e morrer.

Pesquisadores não sabem o porquê, mas crianças e adolescentes têm mais chance de ser infectadas, e os meninos mais que as meninas.
Fonte: Yahoo

Nova Pandemia causada por Meteoros

Programa Frequência Ufológica

Programa Frequência Ufológica
Felipe

O pesquisador do Projeto Portal Felipe Castelo Branco, com informações importantes sobre a crise financeira mundial e a escassez de alimentos.


Escute on-line no Ufotvonline

Felipe
O pesquisador do Projeto Portal Felipe Castelo Branco, com informações importantes sobre a crise financeira mundial e a escassez de alimentos.


Escute on-line no Ufotvonline

NIBIRU 2012 PSYCHIC AND SCIENTIFIC RESEARCH REVELATIONS!

No embalo dos cometas, um deles o Elenin que está pela redondeza, achei este vídeo postado algumasn horas atrás no Youtube.
Ele está em inglês, indico que na parte inferior do vídeo clique em" CC" e configure-no para legendas em português.
Não é uma tradução fidedigna, mas dá para pescar o que o apresentador está falando.
Um forte abraço a todos

Veja isto no blog E.C-Existência Consciente

Leitores, dêem uma passada no link do E.C que faço em parceria com Reginamaste.

Ela postou novo vídeo sobre o andamento do cometa Elenin.

Vale a pena conferir!

Cometa Elenin ou "Planeta" Elenin (Português) 

 

http://existenciaconsciente.blogspot.com/2011/08/cometa-elenin-ou-planeta-elenin.html

True Outspeak - 17 de agosto de 2011

Leitores.
Vira e mexe estou postando algumas video aulas do Prof.Olavo de Carvalho.
Vocẽ sabendo ultrapassar a barreira dos palavrões que o nobre professor profere em seus vídeos, você demonstrará interesse e entendimento pelos assuntos por ele tratados.
Sempre com muitos temas super interessantes , neste vídeo, Olavo comenta sobre um protesto que estão planejando nos EUA, levando em consideração o desmonte em curso da Economia norte americana pelo governo Obama.
Esta marcha quer unir, por exemplo, a classe rica e a classe pobre, contra a crise financeira em curso nos EUA ou seja, eles mesmos organizam uma manifestação contra eles mesmos.Manifestação Anti Capitalista.
Vejam ao vídeo.
Um forte abraço a todos

UND-Economia : Bolsas despencam com dados ruins da economia global

OLá leitores!
Boa Tarde!
Até que por estes dias os noticiários econômicos estavam meio quietos e agora voltam a receber notícias nada animadoras, que só confirmam que as coisas não andam bem.

Bolsas despencam até 6% com nova rodada de notícias ruins

Números nos EUA, relatório de banco falando em recessão, controle dos Bancos Centrais e Fitch azedam humores. Ibovespa cai 4,4%

 

As bolsas no mundo voltam a ter um dia tenso, após alguns pregões de recuperação. As perdas nas principais praças mundiais giram entre -4% e -6%. O Ibovespa, às 11h30, despencava 4,46%, cotado em 52.615 pontos.

Foto: Associated Press 
Operadores nervosos no pregão de Nova York
Em Nova York, Dow Jones cai 3,79% e Nasdaq recua 4,40%. Na Europa, Londres tem desvalorização de 4,7%, Paris -5,6%, Alemanha -6,2%, Espanha -5,7% e Itália -6%.
São várias as explicações para a volta do nervosismo ao mercado nesta quinta-feira. Números ruins do mercado de trabalho nos Estados Unidos, relatório do Morgan Stanley falando em grandes chances de recessão nos EUA e na Europa, além de notícias sobre aperto do cerco aos bancos dos Estados Unidos pelos BCs daquele país. Além disso, ontem a Fitch rebaixou a classificação de risco do estado de Nova Jersey (EUA). O cardápio, somado à recuperação dos últimos dias, torna o mercado propenso a fortes quedas. Vale lembrar que, ontem, o Ibovespa atingiu o maior nível desde 3 de agosto, ou seja, havia recuperado toda a perda da semana de pânico e subido um pouco mais.
Nos EUA, o mercado de trabalho e a inflação deram sinais de piora. O número de pedidos de auxílio-desemprego subiu 9 mil, para 408 mil, na semana passada, superando bastante a expectativa de alta de 5 mil pedidos, para 400 mil. Já o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,5% em julho, superando previsão de alta de 0,3%. O núcleo, no entanto, subiu 0,2%, como esperado.
O Morgan Stanley informou que revisou suas previsões para o crescimento dos EUA e da zona do euro e disse que os novos cálculos indicam que as duas regiões estão se aproximando perigosamente de uma recessão. "As principais razões para a redução nas projeções, além dos indicadores econômicos decepcionantes, são recentes erros políticos nos EUA e na Europa somados à perspectiva de mais aperto fiscal em 2012", diz.
A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro foi cortada para 1,7% neste ano e 0,5% em 2012. Anteriormente, as projeções do banco eram de expansão de 2,0% e 1,2%, respectivamente.
Além disso, as autoridades reguladoras federais e estaduais nos Estados Unidos estariam intensificando seu monitoramento das unidades americanas de grandes bancos da Europa diante do temor de que a crise da dívida europeia possa respingar no sistema bancário dos EUA. A informação foi passada por pessoas a par da situação ao Wall Street Journal.
O Fed Nova York, que supervisiona as operações americanas de muitos bancos europeus, teria realizado recentemente várias reuniões com credores para avaliar suas vulnerabilidades à escalada das pressões financeiras. O Fed, segundo as fontes ouvidas pelo WSJ, está pedindo mais informações dos bancos sobre o acesso aos recursos necessários para as operações do dia a dia nos Estados Unidos.
As autoridades reguladoras buscam evitar uma repetição da crise de 2008, quando o sistema financeiro global começou a emperrar. Agora, conforme a reportagem do WSJ, a preocupação é de que a crise da dívida na zona do euro possa afetar a capacidade dos bancos europeus de financiar empréstimos e de atender a outras obrigações financeiras nos EUA.
O analistas da Lerosa investimentos afirmam que a impressão de que há um “descompasso entre a velocidade da crise bancária européia e a tentativa de solução por parte dos políticos europeus” está piorando o humor dos investidores. Para eles, as revisões de crescimento nos Estados Unidos e o aumento do controle das subsidiárias norte-americanas na Europa por parte do FED indicam que a situação econômica mundial volta a ter contornos de indefinição e aumenta o grau de aversão pelo risco.
Com a busca dos investidores por segurança, o ouro está cotado em sua máxima histórica e os retornos dos títulos norte-americanos estão em baixa.
Para completar o quadro adverso, a Fitch Ratings rebaixou a classificação de risco dos bônus do Estado de Nova Jersey (EUA) de AA para AA-, apesar de ter contrariado a Standars and Poor's e mantido o rating dos Estados Unidos, como país. A perspectiva do rating também foi reduzida de estável para negativa.
Também não agradou o ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schauble, ter dito que rejeita a ampliação do fundo de resgate da zona do euro, a Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, em inglês).
(com Agência Estado e Valor Online)

 

Terror em Israel


Série de ataques voltam atingir Israel
 
Três ataques deixaram mortos e feridos nesta quinta-feira na região sul de Israel, próximo à fronteira com o Egito. Uma emissora local noticiou um quarto ataque, que ainda não foi confirmado oficialmente.

De acordo com o Exército israelenses, os alvos dos atentados foram um ônibus de passageiros, um automóvel particular e um grupo de soldados. Os militares ainda não informaram o número exato de vítimas, mas a imprensa local afirma que os ataques, que aconteceram na região de Eilat, deixaram ao menos cinco mortos.
No primeiro atentado, homens armados que estavam dentro de um carro abriram fogo contra um ônibus de passageiros. O veículo levava militares e civis da cidade de Beersheba para Eilat.
Os detalhes dos demais ataques ainda não foram divulgados, mas a imprensa local afirma que foram usados foguetes e bombas. De acordo com o porta-voz do Exército israelense, general Yoav Mordechai, as forças de segurança perseguiram alguns dos agressores e trocas de tiros ainda estariam acontecido.
Por enquanto, nenhum grupo armado reivindicou a autoria dos ataques. O ministro da Defesa israelense, Ehud Barak, afirmou que terroristas da Faixa de Gaza estão por trás dos ataques.
"A fonte dos atos terroristas é Gaza e nós atuaremos com plena força e determinação contra eles", disse, em comunicado.
Barak classificou os ataques como "um grave ato terrorista" que "mostra a fraqueza do controle egípcio na península do Sinai e o alcance das atividades de agentes terroristas".
Imagens de TV mostraram o ônibus com vidros quebrados e a porta danificada. Por dentro, poltronas estavam manchadas de sangue e bagagens estavam espalhadas pelo chão. "Eu estava conversando com alguém sentado ao meu lado quando ouvimos tiros", afirmou uma passageira em entrevista a uma emissora local. "Imediatamente nos abaixamos e percebemos que havia feridos."
Com AP e BBC

Especial URSS-Um Novo Despertar

 Pós Segunda Guerra Mundial, Guerra Fria, e Europa Oriental.
 
Depois da Segunda Guerra Mundial, os países da Europa Oriental ficaram sob a área de influência da União Soviética. Com exceção da Iugoslávia e da Albânia, todos eles seguiam rigorosamente as diretrizes do Partido Comunista da União Soviética. É claro, portanto, que a introdução da perestroika e da glasnost iria desencadear enormes mudanças também nesses países.

Por seu significado no jogo da guerra fria, o grande marco dessas mudanças foi a queda do muro de Berlim, em novembro de 1989. A destruição do muro – que o mundo inteiro viu com a sensação de estar assistindo ao próprio desenrolar da História – simbolizou como nenhum outro fato o esfacelamento do mundo socialista e a redefinição do poder no mundo.

Vamos examinar a transformação ocorrida nos países da Europa Oriental, um por um: Polônia, Hungria, Tchecoslováquia, Bulgária, Romênia, Albânia, Alemanha Oriental e Iugoslávia.
 
Polônia 


Na Polônia, o processo de transformações políticas e econômicas começou antes que em qualquer outro país socialista. Já no final da década de 1970 e início da de 1980, movimentos grevistas agitaram os principais centros industriais do país, principalmente os estaleiros de Gdansk.

Diante da falta de iniciativa das autoridades e dos sindicatos, atrelados ao governo, um grupo de operários e de intelectuais fundou um sindicato independente, o Solidarnosc (Solidariedade). Sua combatividade entusiasmou os operários, que aderiram em massa à organização.

A iniciativa dos trabalhadores e de seus líderes, entre os quais se destacava Lech Walesa, atingiu frontalmente as autoridades, que passaram imediatamente a combater o Solidariedade. Como não conseguiram resultado, em 1982 o governo instaurou a lei marcial, e o sindicato foi declarado ilegal e proibido de funcionar.

Os anos seguintes foram extremamente difíceis. O Solidariedade funcionou na ilegalidade e diversos membros da sua direção estiveram presos.

Com a perestroika na União Soviética, a partir de 1985, a situação começou a mudar, e em 1988 o sindicato emergiu novamente com força, liderando uma onda de greves. O governo foi obrigado a ceder. Por um acordo assinado entre o Solidariedade e o governo, em abril de 1989, a ilegalidade do sindicato foi revoga da e foram estabelecidas novas regras para o jogo político: foi criado o cargo de presidente da República e instituído um Parlamento com duas câmaras.

Em junho do mesmo ano, o Solidariedade, agora transformado em partido, conquistou 99 das 100 cadeiras do Senado e 35% das da Câmara dos Deputados (65% haviam sido reservadas aos comunistas e seus aliados). Tadeus Mazowiecki, um dos principais líderes do Solidariedade, assumiu o cargo de primeiro-ministro.

O Partido Comunista, após as eleições, passou a perder força a cada dia, até tornar-se totalmente inexpressivo.
Em 1990 Lech Walesa venceu a primeira eleição para presidente da República. Durante seu governo, procurou acelerar o processo de retorno da economia polonesa às regras do livre mercado.
Hungria



Em 1956 a Hungria fez uma tentativa de mudar os rumos do socialismo. Imre Nagy liderou um movimento que propunha a democratização do regime, com maior liberdade de expressão e certa liberalização da economia, mas as tropas enviadas pela facção stalinista do PC esmagaram a rebelião.

O sucessor de Nagy , embora seguisse inicialmente a orientação de Moscou, começou lentamente a introduzir algumas reformas na economia. A produção de bens de consumo passou a ter prioridade e as empresas estatais ganharam maior autonomia. A coletivização da agricultura foi abandonada, os camponeses ganharam liberdade para comercializar suas safras. Graças a essas medidas, o abastecimento alcançou excelentes níveis de eficiência, difíceis de observar nos outros países socialistas.

Com o advento da perestroika, essas reformas foram aceleradas por iniciativa do próprio Partido Socialista Operário Húngaro (o Partido Comunista). Em fevereiro de 1989 foi abolido o sistema de partido único e introduzido o pluripartidarismo. No ano seguinte realizaram-se eleições para a Presidência da República e o Parlamento.

A transição para a economia de mercado manteve-se em ritmo acelerado. Em 1990 a Hungria inaugurou a primeira bolsa de valores do mundo socialista.
Tchecoslováquia
 

Em 1968, Alexander Dubcek, então secretário-geral do Partido Comunista da Tchecoslováquia, iniciou um intenso movimento de democratização do país, que ficou conhecido como Primavera de Praga. Os tanques do Pacto de Varsóvia interromperam violentamente as reformas e Dubcek foi destituído do cargo.

Só em 1977 é que um novo movimento começou a estruturar-se com a publicação de um manifesto assinado por diversos intelectuais. A Carta 77 protestava contra a repressão e exigia maior respeito aos direitos humanos. A violenta reação do governo interrompeu o processo, que seria retomado apenas na segunda metade da década de 80, graças à perestroika.

A partir de 1987 a oposição se reorganizou e recomeçaram os protestos contra o regime. O movimento intensificou-se em 1989, quando os intelectuais da Carta 77 passaram a liderá-lo. Eles tinham fundado o Fórum Cívico, cujo líder mais importante era Vaclav Havel, grande escritor e teatrólogo.

Rapidamente o movimento de oposição, fortalecido por grandes manifestações populares, obrigou o Partido Comunista a deixar o poder, que foi assumido pelo Fórum Cívico. Em dezembro de 1989 Alexander Dubcek assumiu a presidência da Câmara dos Deputados. Vaclav Havel tornou-se presidente da República. As mudanças na Tchecoslováquia receberam o nome de revolução de veludo.

Com a democratização, voltou a manifestar-se o nacionalismo eslovaco, represado durante o regime socialista. Em 1º de janeiro de 1993, concluindo um processo pacífico de negociação, a Tchecoslováquia dividiu-se em dois Estados indepentendentes: a República Tcheca e a Eslováquia.
Alemanha Oriental


A República Democrática Alemã, ou Alemanha Oriental, era o país mais desenvolvido de todo o Leste europeu. Erich Hõnecker era seu dirigente máximo.

Na década de 1980, para manter a política de subsídios, característica dos regimes socialistas, o governo recorreu a empréstimos externos, endividando o país e diminuindo os investimentos em infra-estrutura. Em decorrência, a economia entrou em crise. Mais do que nunca, os alemães orientais se viram tentados a cruzar a fronteira com a Alemanha Ocidental, o país mais rico da Europa, em busca de novas oportunidades de trabalho. Nem o muro de Berlim conseguia desestimular as fugas.

No final de década de 1980, com a abertura dos regimes da Polônia e da Hungria, consolidou-se uma via segura de evasão. Como não era necessário passaporte para transitar entre os países socialistas, os alemães orientais dirigiam-se para a Polônia e a Hungria e dali para o Ocidente, sem maiores dificuldades.

Em agosto de 1989, quando a Hungria abriu suas fronteiras com a Áustria, milhares de alemães orientais atravessaram a Tchecoslováquia, a Hungria e a Áustria e chegaram à Alemanha Ocidental.

Em setembro começaram a ocorrer em diversas cidades grandes manifestações populares em favor de reformas. A polícia política – Stasi –tentava reprimi-las, mas com pouco sucesso. Em 1989, Egon Krenz, um dos altos dirigentes do Partido Comunista, derrubou Erich Hõnecker e deu início a reformas no partido e no regime.

Em novembro de 1989, sem ver outra alternativa, o governo de Egon Krenz determinou a derrubada do muro de Berlim.
Foi uma festa. Milhares de pessoas ajudaram alegremente a quebrar a muralha. Todos queriam participar daquele momento histórico. Em três dias, 3 milhões de alemães-orientais foram visitar Berlim Ocidental. Eram recebidos com alegria e ganhavam de presente do governo ocidental alguns marcos para comemorar a liberdade.

O muro de Berlim, que tinha sido o marco principal da divisão do mundo entre capitalismo e socialismo, tornava-se o símbolo mais importante da derrocada do mundo socialista.

A população passou a se organizar em partidos, sindicatos e grupos políticos diversos, alguns dos quais defendiam a reunificação da Alemanha. Entre esses movimentos destacou-se o Novo Fórum, com uma plataforma contrária reunificação e a favor da democratização do socialismo. Era, até o início de 90, a agremiação favorita nas eleições previstas para abril.

Mas, de olho na unificação, partidos políticos da Alemanha Ocidental interferiram na política interna Oriental, especialmente Helmut Kohl, chanceler (primeiro-ministro) e membro da Democracia Cristã. Procurando agrupar os conservadores, Kohl conseguiu formar uma coalizão – Aliança pela Alemanha – com um discurso pró-unificação que surtiu efeito junto ao eleitorado alemão oriental, esvaziando a força do Novo Fórum.

Nas eleições, a Aliança pela Alemanha recebeu sozinha 48% dos votos para o Parlamento da Alemanha Oriental. Helmut Kohl conseguira seu intento: em 3 de outubro de 1990 a Alemanha foi reunificada.

Após os festejos que uniram alemães dos dois lados, começou o processo de absorção da parte oriental pela parte ocidental. Muitas empresas do leste foram fechadas, pois utilizavam tecnologia superada. A moeda oriental foi trocada pela ocidental. Como a unificação se deu muito rapidamente, acabou sendo traumática para muitas pessoas, que perderam seus empregos.
Bulgária 


A Bulgária sempre foi um país fielmente ligado à União Soviética. Por isso, as mudanças começaram apenas em 1989, quando o movimento já estava muito adiantado em outros países da Europa Oriental.

No final de 1989, começaram manifestações exigindo reformas. Todor Jivkov, que estava no poder havia 35 anos, foi substituído por um dirigente identificado com a perestroika, que prometeu implantar o pluripartidarismo no país. Na mesma época surgiu a União das Forças

Democráticas, que levou 100 mil pessoas às ruas para exigir eleições livres e o fim do regime de partido único.
As manifestações prosseguiram e, no início de 1990, Jivkov foi preso e acusado de crimes contra o Estado. O próprio Partido Comunista adotou a denominação de Partido Socialista e passou a defender a economia de mercado.

Ainda em 1990 foi eleita uma Assembléia Constituinte, que elaborou uma nova Constituição, promulgada no ano seguinte. Foi instaurada a democracia e definido o parlamentarismo como forma de governo. Na economia, iniciou-se o processo de privatização das empresas estatais.

Romênia
 

A onda de liberalização do Leste Europeu não deixou de atingir a Romênia, governada com mão de ferro por Nicolae Ceausescu durante 24 anos. Justamente por sua resistência a acompanhar o processo desencadeado pela perestroika, ele acabou derrubado do poder de forma violenta e fuzilado no dia de Natal de 1989.

Na década de 1970, Ceausescu lançara um ambicioso plano de industrialização, centralizado na petroquímica e financiado por empréstimos externos. Em meados da década, em decorrência da crise internacional do petróleo, o déficit comercial da Romênia atingiu cifras elevadas. Considerado pelo Ocidente como um bom pagador, Ceausescu resolveu honrar seus compromissos à custa de sacrifícios impostos à população. Trabalho redobrado, racionamento de gêneros de primeira necessidade, cortes no fornecimento de energia, fazia-se de tudo para ampliar as exportações e carrear recursos para os cofres públicos. Qualquer contestação era duramente punida.

Como parte de seus planos, o ditador decretou a <i>romenização</i> da minoria húngara que vivia no país. Esse ato de força desencadeou forte reação popular a partir da cidade de Timisoara, berço da minoria húngara, em dezembro de 1989. Ceausescu mandou reprimir com violência as manifestações. Houve milhares de mortos. A revolta se intensificou mais ainda, alcançando praticamente todo o país, incluindo a capital. Diante disso, o Exército também se revoltou, indo engrossar a oposição.

Permaneceu ao lado do ditador apenas a Securitate, sua polícia secreta, que no entanto não deu conta de protegê-lo. Ceausescu acabou preso quando tentava fugir de helicóptero. Ele e sua mulher foram em seguida submetidos a um tribunal militar, condenados à morte e fuzilados, diante das câmaras de televisão.

Na falta de partidos de oposição oganizados, foi criada a Frente de Salvação Nacional, formada basicamente por ex-dirigentes do Partido Comunista que haviam caído em desgraça sob o governo de Ceausescu, tendo à frente Ion Iliescu.

Foi anunciado imediatamente o fim da censura, a liberdade partidária, a dissolução da Securitate e o fim do racionamento dos gêneros de primeira necessidade. Em 1990 Iliescu foi eleito presidente por ampla margem de votos.

A falta de uma tradição democrática retardou a reorganização da sociedade romena. Além de sofrer os problemas econômicos e políticos próprios de um período de transição, o país assistiu ao ressurgimento de grupos ultra-nacionalistas e racistas, que pressionavam pela expulsão da minoria húngara.

Apesar desses conflitos, em novembro de 1991 foi aprovada uma
nova Constituição, que consagrou a propriedade privada e estabeleceu diretrizes para levar o país à abertura econômica, a exemplo dos demais países do Leste Europeu.

Albânia
 

Último reduto do stalinismo na Europa, a Albânia resistiu o quanto pôde aos ventos da abertura. Sob a condução de Enver Hohxa, que governou o país desde o fim da Segunda Guerra Mundial até 1985, a Albânia se isolou do mundo. Em 1961 afastou-se até da União Soviética e do Comecon, por não concordar com a desestalinização proposta por Kruschev. Alinhou-se então com a China.

Sua política econômica sempre privilegiou a indústria pesada, aproveitando as fontes de matéria-prima existentes no país, como o petróleo e o cromo. Na agricultura a regra era a coletivização. A médio prazo, esse modelo fez o país atingir a auto-suficiência em alimentos. Trocas no exterior, só a dinheiro, e quando absolutamente imprescindíveis.

A partir dos anos 80, já rompida também com a China, a Albânia iniciou uma pequena aproximação econômica com o Ocidente. Mas sua política permaneceu inalterada até 1985, quando Enver Hohxa morreu. Seu sucessor continuou com essas diretrizes, e o país chegou ao final da década com um padrão de consumo muito restrito. Produtos banais – absorventes, por exemplo – não existiam no mercado local.

O governo apresentava, como conquistas importantes, bons sistemas de saúde, educação, transporte e habitação. Mas esse argumento não sensibilizava os mais jovens, que ansiavam por um padrão de vida melhor, que conheciam pelos programas de televisão captados da Iugoslávia, da Itália e da Grécia.
Em julho de 1990, milhares de albaneses começaram a invadir embaixadas estrangeiras na capital, Tirana, em busca de asilo. O governo acabou autorizando a emigração. Simultaneamente, tomou medidas para afastar os ministros mais duros, que queriam reprimir a população.

Os albaneses conseguiram obter legalmente seus passaportes, pequenas empresas familiares foram autorizadas a funcionar, a entrada de capital estrangeiro foi permitida, ainda que timidamente, e os camponeses foram autorizados a vender sua produção aos preços de mercado. Após o relaxamento da censura, foi concedida também liberdade religiosa e partidária.
Finalmente, em março de 91, realizaram-se eleições parlamentares, que deram 66% dos votos aos candidatos do Partido do Trabalho, o Partido Comunista local.

Apesar desses avanços, parte da população decidiu não esperar mais pela melhoria das condições de vida, ainda bastante duras em comparação corn os vizinhos mais prósperos.

Em agosto de 91, uma leva de 22 mil albaneses tentou emigrar para a Itália, através de Brindise, no sul do país. O governo italiano, que havia acolhido albaneses anteriormente, dessa vez se recusou, pois o mercado de trabalho no sul da Itália, região menos desenvolvida do país, não comportaria tal volume de imigrantes. Sob protesto, 17 mil albaneses foram repatriados.

Em março de 1992, novas eleições para o Parlamento deram vitória ao Partido Democrático (não-comunista). Era o fim da experiência socialista na Albânia.

 Ed.Ática : URSS-Formação e Queda do Império
Alceu Pazzinato e Maria Helena Senise

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