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9 de setembro de 2011

OLá leitores.
Meus amados, graças a vocês que visitam e colaboram com o UND, terei o prazer de levar muito mais matérias interessantes que virão a seguir, fiquem ligados.
Não na TV, mas no blog que se interessa por Você. Até rimou. risos!
Estou pensando mais pra frente em lançar meus primeiros pod cast, mas ainda não.
Bem, todos já conhecem o blog Kafé Kultura, do meu amigo Mário Nunes, de Portugal e de lá um leitor em comum de nossos blogues, me indicou esta matéria que vão acompanhar, o início aqui e com link para o blog KK.
Acompanhem.
Colaborou com o UND-Jonh Boss my friend.
OBS do UND: Parece que o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, pode estar enfrentando o modelo de revolta popular que aflige ditaduras no mundo árabe.
Ainda mais ele que está no poder desde 1979 e não deixa de ser um dos dinossauros socialistas dos tempos da Guerra Fria. Creio que seus dias estão contados.

Luanda e se as vozes se calassem!

Tardou, mas... a revolta parece que chegou a Luanda.
A polícia angolana dispersou duramente, no passado sábado, dia 3 de Setembro de 2011, os protestos contra José Eduardo dos Santos e clique do MPLA, com a violência desproporcional de sempre...

Veja esta e outras notícias no EC

Acompanhe esta e outras notícias no Existência Consciente.

Geomagnético tempestade em andamento no 09 de setembro -


Notícias Clima Espacial  09 de setembro.
 2011 http://spaceweather.com tempestade geomagnética: Uma forte tempestade geomagnética (Kp = 7) está em andamento após o impacto de uma CME durante o horário de meio dia em 09 de setembro. Este poderia ser o primeiro de vários hits de uma série de CMEs esperado para chegar à Terra durante o fim de semana. Watchers alta latitude-céu deve estar alerta para auroras após o anoitecer. (Observando dica: As horas à meia-noite são muitas vezes melhor para avistamentos de aurora.) Verifique http://spaceweather.com para mais informações e atualizações. alertas meteorológicos SPACE: Gostaria de uma chamada quando tempestades geomagnéticas estão em andamento?
 Alertas de tempestade estão disponíveis a partir http://spaceweathertext.com 

Cometa Elenin e o Grande Terremoto, falta pouco tempo 9-9-11 Salfate

Tensão aumenta na Síria. Pais declara Estado de Guerra e oposição reage.

Olá Leitores.
Parece que a cada dia, os olhos se voltam para a questão síria e seus desdobramentos, visto que uma nova página da situação líbia começa a se configurar.
Agora todas as atenções começarão a se voltarem para a Síria, que vem enfrentando protestos populares diários desde março, contra o regime do ditador sírio Bashar Al Assad, há 11 anos no poder.
Desde então mais de 2500 pessoas já morreram por conta da repressão por parte das forças militares sírias e outros milhares estão detidos e tantos outros milhares se refugiaram no lado turco da fronteira com a Síria.
Esta situação só vem contribuindo com o aumento das tensões diplomáticas entre Síria e Turquia ( esta membro da OTAN ).
Parece que o mesmo percurso estamos vendo ser adotado pelas grandes potências, falo de Europa e EUA, que já adotaram sanções e outras penalidades contra o regime dos Al Assad, mas que segue sem dúvida para a tragetória do confronto, que tem todos os ingredientes para ser bem mais explosivo e perigoso em seu corpo, do que foi com a Líbia de Kadafi.
Estaremos atentos a estes desdobramentos e suas consequências.
As notícias abaixo, são um bom apanhado de G1,Blog Sempre Guerra e suas fontes, para que os leitores tanto do UND e de outros blogues dos acontecimentos na Síria que podem ter impactos imprevisíveis para o mundo.
Um forte abraço a todos.
Daniel-UND

Síria decreta Estado de Guerra e protestos continuam
Manifestantes sírios pediram nesta sexta-feira (9) proteção internacional contra a repressão militar aos protestos pelo fim do regime do presidente Bashar al-Assad, que já duram quase seis meses.
Ativistas disseram que uma grande multidão tomou parte de uma passeata na cidade de Homs, onde os militares e milicianos leais a Assad fizeram investidas esta semana em vários bairros, e na cidade de Deir al-Zor, que foi tomada por tanques no mês passado.
Houve também protestos em subúrbios da capital, Damasco, na região curda, situada no nordeste do país, na província de Idlib, que fica a noroeste e perto da Turquia, e na região sul, área de fronteira com a Jordânia.
Os protestos são parte da onda de levantes populares no mundo árabe contra regimes autocráticos. Assad vem reagindo às manifestações com investidas militares, as quais já causaram a morte de 2.200 pessoas, segundo as Nações Unidas.
Sírios que vivem na Jordânia protestaram em frente à embaixada síria em Amã nesta quinta (Foto: Majed Jaber/Reuters)Sírios que vivem na Jordânia protestaram em frente à embaixada síria em Amã nesta quinta (Foto: Majed Jaber/Reuters)
"O povo sírio exige proteção internacional aos civis", dizia uma faixa em Idlib. Em Hajar al-Aswad, no limite sul de Damasco, manifestantes levavam uma antiga bandeira síria, do período anterior à tomada de poder cerca de meio século atrás pelo Partido Baath, de Assad.
"Depois de todas essas matanças e ataques, onde está a proteção internacional?", dizia uma faixa levada por um manifestante, que gritava: "O povo quer a execução de Assad."
Essa foi a primeira vez que a oposição síria pediu diretamente a intervenção internacional.
A Comissão Geral da Revolução Síria, entidade que agrupa grupos de ativistas, fez um apelo às potências mundiais para que enviem observadores da situação dos direitos humanos para assim ajudar a deter os ataques militares contra civis.
Na quinta-feira as forças sírias revistaram várias casas e prenderam dezenas de pessoas na cidade de Homs, depois de operações militares que mataram pelo menos 27 civis na quarta-feira.
Irã
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, pediu à sua aliada Síria que dialogue com a oposição, num sinal da preocupação do governo iraniano com um movimento que está exigindo o fim do regime do presidente sírio.
Em entrevista concedida na quarta-feira à emissora portuguesa RTP, Ahmadinejad disse que a repressão militar "nunca é a solução correta", segundo relato feito pela semioficial agência de notícias iraniana Fars. "Os governos têm de respeitar e reconhecer os direitos das suas nações à liberdade e à justiça (...). Os problemas precisam ser resolvidos por meio do diálogo", afirmou Ahmadinejad, de acordo com a Fars.
No mês passado, o chanceler iraniano, Ali Akbar Salehi disse que Assad precisa atender às reivindicações do seu povo, mas, ao contrário do que fizeram outros governos da região, não criticou o uso da força na repressão aos protestos. Já Ahmadinejad disse que "os países da região podem ajudar a Síria resolver o problema."
Em 2009, o Irã reprimiu com violência manifestações decorrentes da polêmica reeleição de Ahmadinejad. Os EUA e outros países acusam o Irã de agora estar ajudando Assad a reprimir as dissidências. Teerã nega essa acusação, e acusa Washington e seus aliados de instigarem os protestos na Síria, por causa do contraponto que Damasco representa a Israel.
Autoridades iranianas, por outro lado, já chegaram a descrever as rebeliões da chamada Primavera Árabe como um "despertar islâmico" que prenunciaria o fim do domínio de elites pró-EUA na região.
Porém, analistas apontam para as preocupações do Irã com os protestos na Síria. "A Síria é uma aliada estratégia do Irã, e o colapso do regime de Assad irá enfraquecer a posição de Teerã no Oriente Médio contra rivais muçulmanos sunitas como a Arábia Saudita", disse o analista Hossein Heshmati.
Na terça-feira, o secretário de Defesa dos EUA, Leon Panetta, disse que uma revolução no Irã é apenas questão de tempo, e que o movimento reformista iraniano está aprendendo as lições das revoltas na Tunísia, Egito, Líbia e Síria.
Na quarta-feira, o ex-candidato reformista à Presidência do Irã Mirhossein Mousavi disse no seu site, o Kaleme, que o movimento reformista está vivo, apesar do intenso esforço do governo para silenciá-lo.
 Fonte G1

A operação "Bayrak al-Assad" foi implementado secretamente e é uma "grande operação militar", exigindo a mobilização total das forças militares na Síria para ofensivas e concentram-se em várias cidades do país, a fim de eliminar "terroristas que nos ameaçam", segundo o relatório.

Na sexta-feira, terroristas na Síria confessaram a construção de bombas, a fim de atacar civis e as forças sírias em Latakia, a Rádio Israel informou.

Além disso, os líderes da oposição da Síria exortou os manifestantes para organizar grandes manifestações todos os dias, segundo o relatório.

A nova operação militar da Síria é uma escalada da repressão violenta do Presidente Bashar Assad contra o que alguns chamam de "ativistas pró-democracia" e outros chamam de "terroristas", que começou em março.

O objetivo declarado da nova ofensiva, o que exigiu a mobilização e preparação integral dos militares sírios, é "a eliminação da rebelião armada, proclamada por organizações terroristas contra a população civil e os elementos do exército e forças de segurança durante vários meses", segundo o relatório de Al Quds.

Fonte: Jpost

ATUALIZAÇÃO VIA Sempre Guerra- para mais informações atualizadas na íntegra visitem este link

Oposição síria insta a Rússia a intensificar os esforços para resolver conflitos

"A Rússia deve desempenhar um papel mais ativo e positivo na solução do conflito interno na Síria", disse Qurabi, um proeminente ativista de direitos humanos, durante uma conferência de imprensa em Moscou.


Mas o ministro dos Negócios Estrangeiros russo Sergei Lavrov, disse na quarta-feira, durante uma reunião com seu homólogo francês, Alain Juppé, em Moscou, que o apoio internacional para a oposição síria poderia levar a um "novo derramamento de sangue" no país. Ele disse que a recusa da oposição síria para realizar conversações com o governo significava que eles estavam buscando apoio internacional semelhante ao recebido por forças rebeldes na Líbia.

Fonte: Ria Novost





Santa Sara e aos ciganos

Eu como devoto e descendente de ciganos, não poderia deixar de fazer intuitivamente esta homenagem à Santa Sara, protetora do povo cigano e de todos aqueles que tenham na sua verdadeira essência, bons pensamentos e um bom coração.
Muitos não devem conhecer sobre Sata Sara Kali, a rainha dos ciganos.
Deixo aqui este registro, respeito e devoção, sobretudo a Deus e seus servos na Terra,e aos ciganos, com todo seu mistério, mágia e amor.

Em meio a tensão com Israel, Turquia se precavém

 Para evitar novos incidentes, Turquia decide escoltar barcos turcos que levam ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
O primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta quinta-feira que as forças navais do seu país escoltarão os barcos turcos que levarem ajuda humanitária à Faixa de Gaza, após a negativa de Israel de se desculpar pelo ataque a um navio turco em maio de 2010.




Foto: Reuters Ampliar
Erdogan deu as declarações em entrevista a Al Jazeera
Em entrevista ao canal Al Jazeera, Erdogan disse que navios de guerra turcos estavam autorizados a proteger as embarcações com destino a Gaza. "De agora em diante, nós não deixaremos esses navios serem atacados por Israel, como aconteceu com a flotilha da Liberdade", disse.
As relações entre Israel e Turquia têm enfrentado uma crise crescente, desde que forças israelenses entraram no navio Mavi Marmara, que estava a caminho de Gaza, e deixaram nove ativistas mortos. Israel afirmou que não iria pedir desculpas, pois suas tropas haviam agido em autodefesa. Em resposta, a Turquia cortou laços militares e expulsou o embaixador israelense de seu territótio.
Durante a entrevista, Erdogan também garantiu que seu país tem tomado medidas para prevenir a exploração unilateral dos recursos naturais no Mar Mediterrâneo por Israel. "A Turquia será firme em seu direito de controlar as águas territoriais no leste do Mediterrâneo", ressaltou.
A Turquia tem protestado contra a exploração de reservas de gás pelo governo do Chipre, porque o país não reconhece a área como território marítimo pertencente à ilha. Ao contrário, Israel fez o reconhecimento e espera encontrar fontes de gás natural ali. "Você sabe que Israel começou a declarar que tinha o direito de agir exclusivamente em áreas econômicas no Mediterrâneo", afirmou o primeiro-ministro. "Você verá que Israel não será dono desse direito, porque a Turquia, como responsável pela República Turca do Chipre do Norte, já deu os primeiros passos na região, tem tomado medidas na área, e será rápida e decisiva em obter o direito de participar do monitoramento das águas internacionais do leste do Mediterrâneo.".
Em resposta aos comentáros de Erdogan, o porta-voz do minisro de Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, afirmou a Reuters: "Essa é uma declaração que não vale a pena comentar."
Com AP, AFP,BBC

8 de setembro de 2011

Será que teremos um repeteco. Um novo ataque de falsa bandeira?

EUA anunciam que há ameaça latente de ataque no 11 de Setembro de 2011

Prefeito e Comissário de Polícia de Nova York reafirmaram um possível ataque e anunciaram reforço no perímetro da cidade

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EUA anunciam que há ameaça real de ataque no 11 de Setembro Prefeito e Comissário de Polícia de Nova York reafirmaram um possível ataque e anunciaram reforço no perímetro da cidade
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EUA anunciam que há ameaça real de ataque no 11 de Setembro Prefeito e Comissário de Polícia de Nova York reafirmaram um possível ataque e anunciaram reforço no perímetro da cidade
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O Departamento de Segurança Interna dos EUA alertou nesta quinta-feira que há uma "ameaça real" de ataque no fim de semana do aniversário de dez anos dos ataques do 11 de Setembro. Apesar de o órgão não ter divulgado nenhum detalhe específico no momento, uma declaração disse "que é verdade que há uma informação de ameaça específica e crível, mas não confirmada".
Foto: AFP 
Prefeito e Comissário de Polícia de Nova York durante coletiva sobre um possível ataque no aniversário do 11/9
Em pronunciamento agora a noite direto da sede da polícia, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, disse que a ameaça terrorista contra a cidade é crível, mas que não foi confirmada.
Bloomberg afirmou que o departamento está disponibilizando recursos adicionais ao redor da cidade para manter os moradores seguros. “Nós tratamos muito seriamente toda informação sobre uma ameaça. Nós continuamos a pedir às pessoas para permanecerem vigilantes com o fim de semana a nossa frente”, disse o prefeito.
Já o Comissário de Polícia de Nova York, Raymond Kelly, afirmou que está aumentando as patrulhas e o número de carros guinchados que estão estacionados ilegalmente. Ele também disse que haverá mais cães farejadores nas ruas e um maior foco nas pontes, túneis e outras infraestruturas da cidade.
Autoridades dos EUA disseram nesta quinta-feira que estavam investigando um detalhado plano da Al-Qaeda envolvendo um carro-bomba tendo como alvo pontes ou túneis em Nova York ou Washington antes do décimo aniversário dos ataques.
Presidente dos EUA
Barack Obama, foi informado da ameaça na manhã desta quinta-feira, e ordenou que a comunidade de contraterrorismo dobrasse seus esforços em resposta à verossímil, mas não confirmada, informação, disse uma fonte da Casa Branca. Os dados sobre a ameaça foram recebidos na quarta-feira à noite, segundo a AP.
Supostos três suspeitos
Citando fontes de inteligência, a rede ABC e a CNN afirmaram que ao menos três indivíduos - sendo um deles possivelmente cidadão americano - entraram nos EUA em agosto com a intenção de lançar um ataque com um veículo em Washington ou em Nova York para marcar o décimo aniversário dos ataques de 2001.
Também segundo a ABC, acredita-se que os terroristas suspeitos embarcaram para os EUA no Afeganistão. De acordo com um oficial graduado, antes de chegar a território americano, os suspeitos passaram por pelo menos um outro país, possivelmente o Irã.
Segundo outra autoridade citada pela ABC, ao menos duas caminhonetes alugadas estão sendo buscados no país todo. A Budget GMC e a Penske GMC sumiram de locações em Kansas City, Missouri. Ainda não está claro se a busca está relacionada à conspiração.
Já a rede de TV CNN anunciou que o possível plano envolve também um carro-bomba. “Nós recebemos uma informação crível recentemente sobre um possível plano dirigido ao nosso território que parece se focar em Nova York e Washington”, disse um importante oficial do governo à correspondente no Pentágono, Barbara Starr.
Essa possibilidade surge a apenas três dias do décimo aniversário dos ataques. De acordo com a rede de televisão Fox News, as autoridades obtiveram informações do que acreditam ser "possíveis suspeitos" ligados à rede terrorista Al-Qaeda, responsável pelos ataques de 2001.
Fonte: IG, AFP e Agências vinculadas

Livros

Crise Mundial: O Caminho para o Mundo Depois", de Franck Biancheri
Em seu livro intransigente, diretor de estudos LEAP Franck Biancheri tenta suprir a falta de antecipação de líderes europeus e elites quando se trata da crise e apresenta uma visão concreta do futuro na França, Europa e no mundo até 2020.

"Porque esta crise que estamos enfrentando não é apenas o fim do" mundo antes ", é também uma oportunidade sem precedentes para reconstruir um" mundo depois ", desde que para não ser confundido sobre os perigos, desafios e oportunidades que se avizinham."

O fim do mundo como a conhecemos: A crise financeira e económica que o mundo vem enfrentando nos últimos dois anos marca o fim da ordem mundial estabelecida após 1945. Em 1989, o "pilar Soviética" entrou em colapso e agora estamos testemunhando a decomposição acelerada do "pilar ocidental" com os Estados Unidos no centro do processo de desintegração.

Um inimaginável mundo depois? Depois de duas décadas passou de vida no mito de uma "história terminou", em que o nosso campo ocidental seriam impostas universalmente, é quase impossível imaginar um "mundo depois", onde as tendências não seria definido em Washington ou Wall Street, onde "Anglo -americano "não significa necessariamente" moderno "e onde o dólar já não seria rei.

Pela falta de antecipação: Como na Europa Oriental antes de 1989, nem a nossa mídia, nem os nossos líderes são capazes de nos ajudar "imaginar o inimaginável", eles estão muito ocupados tentando nos fazer "esquecer o inesquecível", em particular, o sócio-econômico consequências da crise em todo o mundo. Este livro tenta preencher essa falta de expectativa de nossos líderes e elites, dando uma visão concreta do futuro da Europa e do mundo até 2020.
cobrir-Inglês

Esperanças e medos: O que os conflitos podem neste mundo pós-crise-o-gerar? Como se preparar para perturbações monetárias e econômicas chegando no próximos anos? Como podemos e devemos enfrentar como europeus? Como irão interagir as potências emergentes, como Brasil, Índia, Rússia e China em primeiro lugar? Quais as dificuldades que esses países se encontram em seu caminho para cima? Como nossos filhos podem se posicionar para se preparar para esse mundo, depois, como cidadãos e como profissionais?

Um livro para ir para ele: Estes são algumas das perguntas que este livro tenta responder, fornecendo pistas para reflexão e ação para o indivíduo quanto para o grupo. Porque esta crise que estamos enfrentando não é apenas o fim do "mundo antes", é também uma oportunidade sem precedentes para reconstruir um "mundo depois", não prevista para ser confundido sobre os perigos, desafios e oportunidades que se avizinham.

Os recentes desenvolvimentos internacionais estão mostrando o quão rápido o "mundo depois" já está emergindo e como caótica seu caminho poderia se tornar.
Fonte: GEAB/LEAP 2020

Ouro e platina vieram do espaço, dizem cientistas

Pesquisadores concluíram que metais preciosos chegaram à Terra em violenta chuva de meteoros

BBC Brasil | 08/09/2011

Foto: Getty Images Ampliar
A maior parte do ouro está inalcançável, no centro da Terra

Cientistas britânicos dizem que metais preciosos, incluindo ouro e platina, vieram do espaço bilhões de anos atrás.
Os pesquisadores da Universidade de Bristol chegaram à conclusão após analisar amostras de algumas das pedras mais antigas do mundo, na Groenlândia.
Segundo eles, os isótopos encontrados nessas formações - átomos que identificam a origem e idade dos materiais - são claramente diferentes daqueles que se originaram na Terra.
Isso confirmaria a teoria de que os metais preciosos que usamos hoje chegaram ao planeta em uma violenta chuva de meteoros quando a Terra tinha apenas 200 milhões de anos.
"Nosso trabalho mostra que a maior parte dos metais preciosos nos quais se baseiam nossas economias e muitos processos industriais foram adicionados a nosso planeta por coincidência, quando a Terra foi atingida por cerca de 20 bilhões de toneladas de material espacial”, diz Mathias Willbold, que liderou a pesquisa da Universidade de Bristol.
'Estoque original'
Durante a formação da Terra, o planeta era uma massa de minerais derretidos, que era constantemente atingida por grandes corpos cósmicos.
O centro da Terra foi criado a partir de metais em estado líquido que afundaram.
De acordo com os cientistas, a quantidade de ouro e outros metais preciosos presente no coração do planeta seria suficiente para cobrir toda a superfície da Terra com uma camada de quatro metros de profundidade.
A concentração de todo o ouro e outros metais no centro do planeta deveria ter deixado as camadas externas da Terra praticamente livres da presença desses materiais, por isso a origem do ouro que exploramos na superfície e no manto terrestre (a camada imediatamente abaixo da crosta terrestre) já havia sido motivo de especulações no mundo científico.
Tecnologia
O estudo publicado na revista científica Nature foi o primeiro, segundo os pesquisadores, a conseguir realizar as medidas isotópicas com a qualidade necessária para descobrir que os metais preciosos vieram do espaço.
Os cientistas dizem que estudos futuros podem tentar descobrir mais sobre os processos que fizeram com que os meteoros que atingiram a Terra se misturassem ao manto terrestre.
Em seguida, processos geológicos formaram os continentes e concentraram os metais preciosos nos depósitos de minerais que são explorados hoje.

Vítimas de guerra.



 Uma década de guerra: onda de suicídios afeta veteranos dos EUA


Um soldado mata sua mulher e se mata. Outro veterano de guerra se enforca, desesperado. Um terceiro coloca uma arma na cabeça e puxa o gatilho em um posto de gasolina durante confronto com homens da lei no Texas.
Suicídios cometidos por veteranos como os descritos acima poderiam ter deixado suas comunidades chocadas. Mas não é o que ocorre atualmente, já que as tropas e as famílias encaram esses eventos como "normais" para o Exército americano que já passa uma década em guerra.
Melissa Dixon percebe o estresse nas tatuagens que desenha nos soldados que retornam dos combates.
"Alguns deles têm problemas com suas mulheres e seus entes queridos, e ficam brigando, e outros têm amigos que cometeram suicídio", disse.
Não há lugar como Fort Hood no Exército. A base militar que enviou duas divisões de soldados ao Iraque três vezes desde a invasão, e registrou mais suicídios desde 2003 que qualquer outro - 107.
Soldados de grandes bases como Fort Hood, que tiveram papel importante na mobilização de militares, sofrem mais riscos de suicídios. A base de Killeen, a nordeste da capital do Texas, Austin, registrou um recorde no Exército no ano passado, com 22 suicídios.
Em outros lugares, como na cidade de Fort Bragg, Carolina do Norte, que abriga a 82ª Divisão Airborne, houve 77 suicídios de soldados desde 2003.
Em Fort Campbell, Kentucky, que abriga a 101ª Divisão Airborne, 75 soldados morreram pelas próprias mãos nos últimos oito anos.
Mas o problema é generalizado. No ano passado, um recorde de 300 soldados em atividade, da reserva ou da Guarda Nacional, se mataram.
Os números parecem ter caído levemente em 2011, mas 32 soldados em atividade se mataram em julho, o índice mais alto desde que o Exército começou a registrar o fenômeno, em janeiro de 2009.
O número dois na hierarquia do Exército, general Peter Chiarelli, expressou decepção, mas insistiu que os programas de prevenção ao suicídio instituídos no pico da onda de mortes foram úteis.
O Exército distribuiu cartilhas e cartões para ajudar a detectar comportamentos suspeitos, lançando uma força tarefa que registra as mortes e desenvolve novas estratégias de intervenção, dando início a dois grandes projetos de pesquisa.
"Enquanto o alto número de potenciais suicídios em julho é desalentador, estamos confiantes de que nossos esforços aumentam a resistência dos indivíduos, enquanto reduzem a incidência de comportamentos de alto risco dentro da força. Está havendo impacto positivo", disse.
No entanto, é difícil ver algum progresso. Os índices de suicídio subiram fortemente desde o início da guerra no Iraque, com o número dobrando de 80 em 2003 para 162 em 2009. A maior parte dos que morrem é militar de baixa patente.
Aproximadamente duas em cada três vítimas serviram em ao menos uma missão de combate. A maior parte delas é de homens.
Um deles, o sargento Jared Hagemann, foi encontrado morto com um tiro de revólver na cabeça no início deste verão no Hemisfério Norte. Soldado de comando no estado de Washington, ele esteve oito vezes em combate.
O Exército recentemente aposentou o general George Casey, mas não estava claro se sua dispensa ocorreu por motivos de estresse.
Mas no ano passado ele admitiu que sua saída estava ligada ao estresse, que ajudou a arruinar seus relacionamentos. "Ao olhar para o passado, houve estresse", disse Casey. Contudo, não são apenas soldados da ativa que sofrem com os problemas de estresse.
O aumento dos índices de suicídio do ano passado ocorreu também pela alta das mortes na guarda e na reserva.
Tendo passado mais da metade do ano, o comandante da reserva do Exército, general Jack Stultz, vê pouca melhora, mas ainda está tentando ajudar suas tropas, que são soldados-cidadãos frequentemente desconectados do apoio militar.
"As taxas de suicídio entre soldados da reserva estão mais ou menos no mesmo patamar que estavam nesse mesmo período do ano passado, então a boa notícia é que não estão aumentando, a má notícia é que não estão diminuindo", declarou.
Muitos dos suicídios ocorreram discretamente. O sargento Gregory Eugene Giger ficou deprimido após um divórcio que começou quando ele estava no Iraque.
Um dos 22 suicídios em Fort Hood em 2010, ele foi encontrado enforcado com uma gravata em seu apartamento. Sua mãe descreve o filho como um texano "alto e quieto", que estava devastado pela separação. "Acredito que havia muitas coisas que ele guardava para si mesmo", disse Helen Giger.
Killeen, uma cidade militar desde a Segunda Guerra Mundial, teve a sua fatia de violência que incluiu um massacre em 1991, quando um atirador matou 23 pessoas em um restaurante antes de se matar.
Aproximadamente dois anos atrás, um psiquiatra do exército, major Nidal Malik Hasan foi baleado depois de um ataque que deixou 13 mortos e 32 feridos em Fort Hood.
Em um fim de semana prolongado no ano passado, quatro soldados, todos veteranos de combate, cometeram suicídio.
Um deles, sargento Michael Timothy Franklin, foi acusado de matar sua mulher na casa deles antes de se matar.
Um mês antes, Armando Galvan Aguilar Jr., 26 anos, foi encurralado pela polícia em um posto de gasolina no nordeste de Fort Hood após uma perseguição de carro.
"Mando", como era conhecido entre os amigos, tinha voltado do Iraque havia um ano. Médicos de Fort Hood o trataram por estresse pós-traumático e depressão, mas ele ainda sofria. Ele tinha insônia e às vezes misturava álcool com medicamentos.
Na última noite de sua vida, Aguilar bebeu 30 latas de cerveja. Atirou na cabeça com uma arma calibre 45 emprestada de um amigo soldado que, ironicamente, estava tentando cometer suicídio.
AFP

Só um adendo

E por que teriamos que acreditar que a versão oficial é sempre a correta e outras discordantes não?
Aí quem acredita em Teorias da Conspiração é taxado de louco, digno de não ter credibilidade.
Por que só o que as autoridades competentes constituidas, dizem dizer a verdade sobre fatos e causas se elas podem mentir oficialmente?
Interesses tinham e de sobra para fazerem o que fizeram no 11 de setembro e querem  passar a imagem do governo como vítimas junto das verdadeiras vítimas daquele macabro ataque.
Muitas perguntas sem respostas e forjar uma falsa verdade por trás da legalidade é algo muito fácil e ainda mais quando se tem uma ferramenta mais que útil no engodo, que é o de se usar a própria TV como um show para chocar a todos, como um país sendo vítima d eum ataque covarde de supostos extremistas islâmicos que eles mesmos ( os senhores do mundo ) patrocinam e contra patrocinam, com um só intuito. Seus próprios interesses em jogo e o povão é bem esta massa que o sistema quer enganar.
Muito da  verdade é metiroso e a mentira oficial pode ser a verdade não oficial jamais sabida.
Daniel Lucas- UND

11 de Setembro de 2001.Uma bela encenação macabra

Segundo James Fetzer, atentados foram encenação para enganar o povo.
Holograma e falsificação de vídeos teriam forjado imagens de aviões.


O único avião que vimos na TV foi o UA 175, que bateu na torre sul. O vídeo já foi profundamente estudado e foi possível ver que ele voava a uma velocidade impossível de ser atingida por aquele tipo de avião”
James Fetzer, defensor de teoria da conspiração
As imagens mais icônicas da última década não passam de uma fraude. “Tudo foi uma grande encenação para enganar o povo americano”, defende James Fetzer. Fundador do grupo Scholars For 9/11 Truth, ele tem certeza de que os vídeos e fotos que mostram aviões penetrando as torres gêmeas do World Trade Center em 11 de setembro de 2001 são forjadas.
Fetzer lidera um grupo que enxerga a digital do próprio governo americano no ataque que vitimou quase 3 mil pessoas. Para essas pessoas, nenhum avião foi sequestrado e nenhum avião se chocou contra prédios há dez anos nos EUA.
As cenas que paralisaram o mundo em 2001 teriam sido concebidas com tecnologias de falsificação de vídeo e hologramas de última geração, criando um atentado de mentira com o poder de fazer as pessoas acreditarem ter visto os choques dos aviões. “Isso nunca aconteceu”, afirma Fetzer.
Teorias da conspiração sobre o 11 de Setembro existem às centenas e surgiram de forma quase simultânea aos atentados. A internet abriga milhares de páginas que recorrem até à física para tentar comprovar que o Pentágono (outro alvo do ataque terrorista há dez anos) jamais foi alvo de um avião, e que o voo 93 – cujo provável destino final era a Casa Branca – foi abatido por caças americanos, e não derrubado numa planície distante da residência oficial do presidente após um ato heroico dos passageiros.
Em entrevista que será exibida no domingo (11) pelo National Geographic Channel, o então mandatário americano, George W. Bush, reafirma que autorizou a derrubada do quarto avião envolvido na mais espetacular ação terrorista da história, mas que a aeronave perdeu o controle e se espatifou no solo sem que um tiro fosse disparado.
Mentira elaborada
Mas nenhuma teoria conspiratória chega perto da tese defendida por Fetzer, que nega o que registros em vídeo e foto nos escancaram. “O único avião que vimos na TV foi o UA 175, que bateu na torre sul. O vídeo já foi profundamente estudado e foi possível ver que ele voava a uma velocidade impossível de ser atingida por aquele tipo de avião”, disse. “Trata-se de uma mentira muito bem elaborada, que foi usada para convencer as pessoas de que aquilo tudo era real, quando está bem claro que até aquele vídeo foi falsificado de alguma forma.”
Segundo ele, o governo dos EUA coordenou explosões no subsolo dos torres gêmeas simultaneamente à ilusão de um avião se chocando com o prédio. “Seria muito difícil para um piloto, viajando a altas velocidades, acertar os prédios. Pilotos tentaram replicar o ataque em simuladores, e não conseguiram acertar as torres. Eles [o governo dos EUA] provavelmente não conseguiriam atingir os prédios com aviões reais, e tiveram que falsificar”, disse Fetzer.
Para ele, é difícil explicar exatamente como isso foi feito. “O governo pode ter usado até hologramas para parecer que o avião bateu lá. Há tecnologia muito sofisticada de holograma de que o público não tem consciência. É provavelmente como eles fizeram, usando hologramas, composições de vídeo ou algum tipo de imagem geradas por computador. De qualquer forma, o prédio estava cheio de explosivos e foi derrubado de cima para baixo”, argumenta.
Fetzer rejeita todas as explicações oficiais do relatório da Comissão oficial que investigou os atentados, e diz que ele faz parte do engodo. Por mais que centenas de pessoas tenham se envolvido no estudo do caso, ele diz que o relatório serviu apenas para reforçar o “mito” criado pelo governo.
“Os ataques foram falsos, tudo ensaiado. Foi uma operação psicológica para deixar o povo americano com medo e fazê-lo apoiar a política externa do governo, que queria iniciar guerras”, disse Fetzer. “O governo nunca conseguiu provar que os seqüestradores estavam a bordo dos aviões. As ligações que foram feitas dos aviões foram todas falsas. Nenhum dos envelopes com dados dos vôos, que precisam ser liberados antes de o avião partir, foram revelados. Cada avião tem milhões de partes identificáveis, mas o governo não conseguiu mostrar nenhuma. Os dados de registro dos quatro aviões continuaram válidos até 2002 e mesmo 2005, dando a entender que as aeronaves continuavam voando”, disse.
Conspiração e ciência
Fetzer é um nome conhecido entre os que estudam teorias da conspiração. Ele é referência para os que acreditam que tudo é uma encenação do governo e é um nome sem credibilidade para os adeptos das versões oficiais.
Apaixonado pelo tema, cita dados, nomes e testemunhas para dar maior força à sua tese, ignorando completamente qualquer argumento fundamentado que vá de encontro a ela.
Professor de filosofia da universidade de Minnesota, ele usa argumentos “lógicos” e “científicos” para negar a versão oficial e “comprovar” a sua. Antes de focar sua atenção no 11 de Setembro, Fetzer já havia empregado métodos de pesquisa e apresentado teorias de conspiração para explicar o assassinato do presidente americano John Fitzgerald Kennedy, ocorrido em 1963 – o acusado de crime e outras testemunhas-chave também foram mortos posteriomente em circunstâncias jamais explicadas.
Fetzer liga os pontos e detecta relação direta entre os dois acontecimentos tão marcantes na história da maior potência mundial. “O princípio básico é que um governo que está disposto a matar 3 mil cidadãos em explosões pode facilmente matar uns pouco mais para se livrar de testemunhas”, disse.
G1

Série de imagens mais recentes do SOl

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As imagens acima são mostrados na ordem das posições relativas dos três pontos de vista, por trás, Terra e Ahead.  Para o Heliospheric Imager (HI) imagens abaixo, a ordem é invertida para refletir o fato de que os telescópios HI Ahead olham para a esquerda do Sol, e aqueles por trás olham para a direita.  Além disso, as imagens HI não são rodados para colocar a norte solares para cima.
STEREO Ahead STEREO Ahead
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  Os dados nesta página incluem telemetria coletados pelas seguintes organizações:
  • NASA Deep Space Network NASA Deep Space Network
  •  Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicações: Koganei, Japão
  •  France Centre National d'Etudes Spatiales: Toulouse, França

  • AMSAT-DL/Bochum Observatory, Germany AMSAT-DL/Bochum Observatório, Alemanha
: Nós também gostaríamos de RECONHECE a assistência passado das seguintes organizações:
  • Rutherford Appleton Laboratory: Chilbolton, UK

  •   Amador estação KA9Q, Phil Karn, para escrever e doar o software de decodificação utilizado nas estações de solo.
  •   Espaço NOAA Centro de Previsão de Tempo para a organização e programação da rede de estações terrestres.
  • http://stereo.gsfc.nasa.gov

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