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8 de dezembro de 2011

Síria

 Está em curso é uma verdadeira guerra de sabotagens e de contra informação no Oriente Médio por estes dias. E esta explosão pode ser mais uma dos alvos desta guerra silenciosa.

Oleoduto é alvo de explosão em Homs, na Síria

Ativistas dizem que oleoduto foi 'atacado', enquanto governo culpa 'terroristas'; oposição lança campanha de desobediência civil

Um enorme oleoduto sírio que transporta petróleo para uma refinaria na cidade de Homs foi alvo de uma explosão nesta quinta-feira, afirmaram ativistas e a agência estatal de notícias. Ninguém ficou ferido. O incidente aconteceu no mesmo dia em que militantes pró-democracia anunciaram o lançamento de uma campanha de desobediência civil e convocaram greves para sexta-feira e domingo para pressionar o regime do presidente Bashar al-Assad.
Foto: Reuters
Fumaça é vista em refinaria de petróleo em Homs, na Síria, após explosão de oleoduto
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, grupo de ativistas com sede no Reino Unido, afirmou que o oleoduto foi "atacado", enquanto a agência oficial de notícias Sana disse que “terroristas armados cometeram um ato de sabotagem”
Segundo uma autoridade do governo, a explosão causou um incêndio que ainda não foi controlado. Duas explosões similares atingiram oleodutos na Síria em julho, sem deixar vítimas. O diretor da Companhia de Petróleo da Síria, Nomair Makhlouf, afirmou que o oleoduto abastece o mercado doméstico e transporta o equivalente a 140 barris de petróleo por dia.
A explosão acontece em meio à onda de violência na Síria, conforme o governo tenta reprimir as manifestações contra Assad, que começaram em março. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), os confrontos deixaram mais de 4 mil vítimas.
Com o slogan de "greve da dignidade", os opositores conclaram os trabalhadores e operários de todos os organismos públicos, no interior e no exterior da Síria, para fazer uma paralisação na sexta-feira e domingo. Os militantes também pediram que os estudantes não assistam às aulas.
"Continuaremos com a nossa revolução pacífica e nossa luta civil até a vitória. A greve (...) é um passo na direção da desobediência civil (...) para cortar os meios financeiros do regime com os quais ele mata nossas crianças", afirma um comunicado divulgado na internet.
Sem culpa
Em entrevista transmitida pela rede americana ABC News na quarta-feira, Assad afirmou não sentir culpa pela repressão contra o levante popular de quase nove meses, apesar dos relatos de brutalidade das forças de segurança, afirmando que não ordenou a morte de manifestantes por não estar no comando das tropas por trás das ações.
"Fiz o melhor para proteger as pessoas, então não posso me sentir culpado", afirmou, rindo levemente. "Lamento as vidas que foram perdidas. Mas não se sente culpa quando não se mata ninguém."
Assad afirmou que não deu ordens de "matar ou ser brutal". "Elas não são minhas forças", respondeu quando questionado se os soldados sírios vinham reprimindo com muita força os manifestantes. "Elas são forças militares que pertencem ao governo. Não sou dono delas. Eu sou presidente. Não sou dono do país."
Em seu papel como presidente, Assad, de 46 anos, é comandante das Forças Armadas da Síria. De acordo com ele, os membros das forças de segurança que se excederam em suas funções foram punidos. "Toda 'reação brutal' foi de um indivíduo, e não de uma instituição. Isso é o que você precisa saber", disse. "Há uma diferença entre ter uma política de repressão e ter alguns erros cometidos por alguns oficiais. Há uma grande diferença."
A entrevista foi ao ar um dia depois de os EUA terem anunciado que seu embaixador na Síria, Robert Ford, retornará a Damasco depois de ter sido retirado em outubro por questões de segurança. O embaixador francês voltou ao país árabe na segunda-feira.
Com AP e BBC

Eurocrise

Ministro francês afirma que situação é grave e euro pode explodir 
 
France Presse



Paris - "A situação é grave, o euro pode explodir", advertiu nesta quinta-feira (7) o ministro francês de Assuntos Europeus, Jean Leonetti.

"A Europa pode desabar, o que seria uma catástrofe, não apenas para a Europa e para a França, mas para todo o mundo", declarou o ministro em entrevista ao Canal Plus, horas antes do início em Bruxelas de uma reunião de cúpula considerada decisiva.

Para Leonetti, na medida do possível, as discussões para resolver a crise da dívida da Eurozona devem acontecer entre os 27 países que integram a União Europeia (UE).

Mas França e Alemanha não descartam um acordo entre os 17 países da zona do euro, caso os Estados que não utilizam a moeda única não desejem uma associação.

Leonetti também criticou as agências de classificação financeira.

"Me irritam um pouco. Antes atuavam em função de critérios econômicos e financeiros, agora usam critérios políticos", disse o ministro.

Rússia

Rússia acusa EUA por protestos em curso no país 
 
O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, acusou nesta quinta-feira os Estados Unidos de estimular os protestos no país após as eleições parlamentares de domingo. De acordo com o premiê, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, “deu um sinal” aos opositores do governo ao denunciar supostas irregularidades na votação.
“Eles ouviram esse sinal e, com o apoio do Departamento de Estado americano, começaram a agir”, afirmou Putin, em discurso transmitido na televisão russa.

Foto: AP
Putin participa de reunião em Moscou, na Rússia
Manifestantes saíram às ruas de Moscou e São Petersburgo por três dias consecutivos para protestar contra supostas irregularidades nas eleições e manipulações dos resultados. O partido de Putin, Rússia Unida, conseguiu cerca de 50% dos votos, forte queda em relação aos 64% obtidos na eleição de 2007.
Policiais reprimiram os protestos e entraram em choque com manifestantes, detendo centenas. Em Moscou, cerca de 50 mil policiais e militares estão nas ruas para garantir a segurança, e Putin sugeriu que as medidas podem ser reforçadas. “Precisamos pensar sobre a ideia de reforçar a lei e punir aqueles que realizam a tarefa de um governo estrangeiro de influenciar no processo político interno”, disse o premiê.
Segundo o premiê russo, as pessoas têm direito de manifestarem-se nas ruas, mas sem transgredirem a lei. "As pessoas têm o direito de expressar sua opinião desde que ajam dentro da lei", disse.
Putin afirmou que muito dinheiro externo foi usado para financiar campanhas eleitorais na Rússia. “Isso nos faz parar para pensar quanto dinheiro investido a partir do exterior é usado para interferir na atividade política interna do país”, afirmou. “É inadmissível o investimento de dinheiro externo em processos eleitorais.”
Na segunda-feira, Hillary citou preocupações sobre irregularidades na votação e, um dia depois, voltou a criticar as eleições russas dizendo que a população “merece uma investigação completa sobre fraudes e manipulações eleitorais”.
De acordo com a chanceler americana, as eleições russas não foram "livres e justas", afirmando que isso demonstra que menosprezam a confiança da cidadania em suas instituições. As declarações de Hillary foram criticadas pelo presidente russo, Dmitri Medvedev, e pelo Ministério das Relações Exteriores, que considerou o comentário “inaceitável”.
Nesta quinta, após as críticas de Putin, Hillary afirmou que suas declarações foram "bem fundamentadas" e que o fato de EUA e Rússia terem desentedimentos sobre a instalação de um sistema de defesa antimísseis na Europa não justifica a adoção de medidas de contenção por parte do governo russo.
Todos os setores opositores e observadores internacionais foram unânimes ao denunciar graves irregularidades na votação de domingo. As autoridades russas, por sua parte, dizem que a votação foi perfeitamente livres e justas e rejeitam todas as acusações de fraude.
Entre as denúncias se destacam a introdução em massa de cédulas e o transporte em ônibus de dezenas de pessoas a diferentes colégios para que votassem repetidamente no partido governista. "A qualidade do processo eleitoral se deteriorou consideravelmente durante a apuração, que foi caracterizada por frequentes violações de procedimentos e casos de aparente manipulação, incluindo indícios graves de introdução em massa de cédulas nas urnas", apontou o relatório dos observadores internacionais.
Nesta quinta-feira, Medvedev declarou em Praga que as supostas irregularidades devem ser investigadas. "As perguntas que os descontentes levantam sobre as eleições são razoáveis. Se há irregularidades é preciso investigá-las, mas para isso há juízes", afirmou em coletiva concedida após uma reunião com o governante da República Checa, Václav Klaus.
"Não há uma máquina eleitoral perfeita", reconheceu, afirmando que seu país escutou a voz dos observadores internacionais e agora a investigação "deve ser feita cuidadosamente, com vídeos e material fotográfico".
Com Reuters, AP e EFE

Irã mostra o drone capturado



Irã exibe o RQ-170 zangão dos EUA que foi capturado

Irã mostra  o US RQ-170 drone capturado

 O Irã exibiu o top-secret EUA zangão furtivo RQ-170 Sentinela capturado no domingo, 4 de dezembro. Sua condição quase perfeita confirmou as alegações de Teerã de que o UAV foi derrubado por um ataque cibernético, o que significa que não foi abatido, mas sem danos trazidos por uma emboscada de guerra eletrônica.
Esta é uma grande derrota para a tecnologia stealth dos EUA  que utilizam em seus aviões de guerra e da tecnologia desenvolvida pelo zangão por EUA e Israel.

O estado do UAV  perdido refuta o argumento de que os sistemas militares dos EUA do Sentinel  estão funcionando corretamente. Se isso tivesse acontecido, teria deixado de funcionar e ou seriam destruídos ou danificados. A condição do intacto RQ-170 obriga os EUA e Israel de realizar grandes mudanças em planos para um possível ataque contra o programa nuclear iraniano.

No início quinta-feira, DEBKAfile relatou:
Leia a matéria anterior postada hoje aqui no UND neste link:

http://2012umnovodespertar.blogspot.com/2011/12/contencao-militar-dos-eua-por-conta-de.html
Fontes: Um Novo Despertar e Debka.com

Eurocrise: França e Alemanha

Alemanha espera amortecimento e  a França alerta para 'explosão' do euro

 
A Alemanha minimizou quarta-feira que espera uma reunião de cúpula da dívida crucial de que  vai salvar o euro como o presidente francês, Nicolas Sarkozy alertando para  o risco de uma "explosão" da zona do euro de que é muito real.
 Empilhando a pressão sobre os líderes da UE d que evem se reunir em Bruxelas, quinta-feira, Standard and Poors coloca um número de grandes bancos europeus sobre a revisão e colocou a União Europeia no relógio para um downgrade de seu rating de crédito AAA.
Autoridades alemãs disseram que  chegar a um acordo seria "difícil" como o secretário do Tesouro Timothy Geithner  dos EUA,pressionou  a Europa para uma ação decisiva para enfrentar a crise e presidente dos EUA, Barack Obama falou com a chanceler alemã, Angela Merkel.
 "A Europa não está fora da crise. O risco de uma explosão aumenta, desde que as decisões tomadas com Angela Merkel não são implementados", Sarkozy disse a legisladores de seu partido UMP, de acordo com um participante na reunião.
Bolsas dos EUA tentam reduzir  as perdas na última hora do comércio  de quarta-feira ao final na maior parte maior, mas  as  bolsas européias e o euro deslizaram  como pessimismo definindo-se
 Na segunda-feira, Sarkozy e a  chanceler alemã anunciaram planos de reforma abrangentes  para a zona do euro, tendo chamado para que as alterações dos 27 membros da UE  em um  tratado para melhorar um quadro da zona do euro geralmente visto como defeituoso quase 10 anos após a moeda comum foi introduzida.
" Merkel e Sarkozy enviaram uma carta ao presidente da UE Herman Van Rompuy na quarta-feira para traçar seus planos para "governança reforçada" da zona do euro "para assegurar a disciplina orçamental, bem como a competitividade crescimento mais forte e aumentou."
 Eles propuseram um "novo quadro jurídico comum" para aumentar a regulação do mercado financeiro e de trabalho, a harmonização da base de tributação das empresas ea imposição de um imposto sobre transações financeiras.
  Em Londres, o primeiro-ministro David Cameron, disse no parlamento quarta-feira que se a Grã-Bretanha é convidado a votar um novo tratado da UE para dar vida nova para o euro, tinha a intenção de extrair um alto preço
"Quanto mais que os países da zona do euro pedir, mais vamos pedir em troca", disse ele.
Cameron também repetiu sua ameaça de vetar qualquer mudança  no tratado se a Grã-Bretanha deixa de receber "garantias" de seus parceiros europeus, particularmente para a cidade de Londres de serviços financeiros hub.
A Cúpula desta semana, onde os líderes vão estudar formas de melhorar a disciplina orçamental e apertem a união econômica, é visto como crucial para os esforços para deter o contágio da dívida  e a ameaça  a  zona euro e para salvar a moeda única em apuros.
" Um porta-voz de Merkel, Steffen Seibert, disse aos jornalistas: "Estamos esperando fala muito desafiador e algumas vezes muito difícil."
Mais cedo, uma fonte do governo alemão, que insistiu no anonimato, jogou água fria sobre as esperanças de um acordo na cúpula.
"Vários parceiros ainda não entenderam a gravidade da situação" que a UE enfrenta, disse a fonte.
" Áustria juntou-se a Alemanha na quarta-feira jogando para baixo as expectativas, com o Chanceler Werner Faymann dizendo a legisladores a cúpula "não vai cumprir a meta de criar um firewall abrangente para a zona do euro para os próximos três a cinco anos."
" Em meio à preocupação internacional, a crise vai enfraquecer a economia global, Geithner disse que ele tinha dito a líderes europeus "como é importante para os EUA e países ao redor do mundo que a Europa ter sucesso."
"Estou confiante de que terá sucesso", disse ele após reunião em Paris com o ministro das Finanças francês Francois Baroin.
" Baroin ressaltou que, em Bruxelas, "nem Angela Merkel, Nicolas Sarkozy, nem vai sair da mesa sem um acordo forte que está sendo assinado".
Enquanto isso Obama falou com Merkel, com ambos enfatizando a necessidade de uma "solução duradoura e credível para a crise", segundo a Casa Branca.
Detentores de poder no topo da zona do euro vão se reunir em uma sessão restrita antes da cúpula completa na quinta-feira, disse um diplomata da UE.
Na reunião será Merkel, Sarkozy, presidente do Banco Central Europeu Mario Draghi, o primeiro-ministro luxemburguês Jean-Claude Juncker, que é a cabeça do corpo da zona euro de Ministros das Finanças, Van Rompuy e chefe da Comissão Europeia José Manuel Barroso.
Os líderes da UE estão sob intensa pressão para convencer os mercados que podem chegar a um plano de resgate rápido para a zona do euro após a ameaça de rebaixamento da dívida do possível pela Standard and Poor.
" S & P-chefe europeu economista Jean-Michel Six disse ao Le Monde da França diária quarta-feira a agência de ratings "queria fazer um sinal forte para enfatizar a gravidade da crise."
FTSE-100 de Londres, índice das principais empresas terminou o dia abaixo 0,39 por cento, enquanto em Paris o CAC-40 mergulhou 0,11 por cento e Frankfurt, DAX 30 caiu 0,57 por cento. O euro, que já havia ganho em relação ao dólar, caiu para 1,3391 dólares a partir de $ 1,3397 no final de New York na terça-feira.
Apesar do mal-estar europeu, os mercados dos EUA teve um impulso de um relatório final do Federal Reserve mostrando crédito ao consumo foi crescendo a uma taxa anual de 3,7 por cento em setembro, outro sinal de que os consumidores dos EUA estão a gastar, não acumulando, seus dólares.
Fonte: 

Irã

Contenção militar dos EUA por conta de drone abatido no Irã, reforça posição dos falcões israelenses a favor de um ataque de Israel ao Irã.


A Decisão da administração Obama após debate interno de  não enviar um comando ou unidades de ar para o Irã para recuperar ou destruir em segredo  o RQ-170 zangão furtivo que caiu nas mãos iranianas tem fortalecido a posição dos falcões  da facção israelense que defende um ataque  para golpear as instalações nucleares iranianas sem esperar que os norte-americanos façam este movimento.
Funcionários diplomáticos e de segurança israelenses que acompanharam a discussão em Washington e concluiram que, ao não agir, a administração deixou o Irã não só com os segredos de revestimento do Sentinel stealth,  cm seus sensores e câmeras, mas também com os dados armazenados no seu computador células a alvos marcados pelo EUA e / ou de Israel para o ataque.
Fontes militares DEBKAfile dizem que este conhecimento obriga os EUA e Israel a rever seus planos de ataque para abortar o programa nuclear iraniano.Como todo sistema de armamento clandestino, o RQ-170 teve um mecanismo de autodestruição para evitar que  os seus segredos derramando-se para o inimigo em caso de um acidente ou captura. Isso não aconteceu. Teerã foi capaz de reivindicar o avião espião foi apenas ligeiramente danificado quando eles derrubaram ele.O porta-voz da OTAN afirmou  que controle foi perdido do UAV  dos EUA e que desapareceu, uma ocorrência comum para estas aeronaves não tripuladas.Os enigmas em torno de sua captura continuam a se acumular. Como é que o Irã sabe  que o zangão entrou no seu espaço aéreo? Como foi causada da caida em terra? Acima de tudo, por que o mecanismo de auto-destruição da aeronava que está programado para ativar automaticamente deixou de funcionar? E se ele não funcionou, por que não foi acionada por controle remoto?
Quinta-feira, 8 dezembro,  o The New York Times e o Wall Street Journal informam que a partir de domingo 4 de dezembro, quando Teerã anunciou capturar o avião invisível, a administração Obama pesou o envio de forças de comando especial para o Irã a partir de bases no Afeganistão para trazer o abatido avião de volta para o Afeganistão ou explodi-lo para destruir os sistemas de segredo quase intactos - ou por uma operação silenciosa  ou esgueirar-se por um ataque aéreo.
Autoridades iranianas declararam que o avião foi detectado perto da cidade iraniana de Kashmar, a 200 quilômetros da fronteira com o Afeganistão e, presumivelmente, mudou-se para uma base militar  dentro do país. O NYT revelou que a força especial teria usado "agentes aliados dentro do Irã" a caçar os aviões desaparecidos, a primeira vez que Washington admitiu ter o apoio de "agentes aliados" operando tanto às escondidas no Irã.
No final, o jornal citou uma autoridade dos EUA como a explicar que a opção de ataque foi descartada "por causa do potencial que ele poderia se tornar um grande incidente". Se uma equipe de assalto entrassem no país, os EUA "poderiam ser acusado de um ato de guerra" por Teerã.A Discussão interna do governo Obama sobre como lidar com a perda do avião de alto valor de reconhecimento foi seguido  de  modo tenso em Jerusalém. A decisão que tomou contra a montagem de uma missão para recuperar ou destruir o Sentinel top-secret foi percebida em Israel como sintoma de uma maior decisão de cancelar a secreta guerra que os Estados Unidos vem realizando há alguns meses contra o projeto do Irã para uma bomba nuclear - pelo menos até que o dano causado pelo incidente do  RQ-170  esteja totalmente avaliado.Um oficial de segurança israelense tinha dito: "Tudo o que aconteceu em torno da mostra RQ-170 que, quando se trata de Irã e seu programa nuclear, a administração Obama e Israel têm objetivos diferentes. Sobre esta questão, cada país precisa seguir seu próprio caminho. "
Fonte:

7 de dezembro de 2011

Quando você não sente remorço por quem você não matou....

Boa tarde leitores do UND;
O título da postagem dá a clara dimensão de como se sente o líder sírio, Bashar al Assad se posta perante o levante popular contra o seu regime,levante este que vem se arrastando na Síria desde março deste ano e que segundo fontes ligadas a grupos de defesa dos direitos humanos, já deixou um saldo de mais de 4 mil mortos.
Leiam a reportagem, mais um capítulo da crise síria que ameaça incendiar o Oriente Médio.
Volto mais tarde.
Daniel-UND

Presidente da Síria diz não sentir culpa por repressão a levante

Em rara entrevista, Assad diz que não comanda forças de segurança: 'Não se sente culpa quando não se mata ninguém'



O presidente sírio, Bashar al-Assad, afirmou não sentir culpa pela repressão contra um levante popular de quase nove meses, apesar dos relatos de brutalidade das forças de segurança, afirmando que não ordenou a morte de manifestantes por não estar no comando das tropas por trás das ações.
Foto: AP
Manifestante pró-regime segura bandeira síria em frente de retrato de presidente Bashar al-Assad durante manifestação em Damasco (02/12/2011)
"Fiz o melhor para proteger as pessoas, então não posso me sentir culpado", afirmou rindo levemente em rara entrevista concedida ao canal de televisão americano ABC News, que foi ao ar nesta quarta-feira. "Lamento as vidas que foram perdidas. Mas não se sente culpa quando não se mata ninguém."
A Barbara Walters, da ABC, Assad afirmou que não deu ordens de "matar ou ser brutal". "Elas não são minhas forças", respondeu quando questionado se os soldados sírios vinham reprimindo com muita força os manifestantes. "Elas são forças militares que pertencem ao governo. Não sou dono delas. Eu sou presidente. Não sou dono do país."
Em seu papel como presidente, Assad, de 46 anos, é comandante das Forças Armadas da Síria. De acordo com ele, os membros das forças de segurança que se excederam em suas funções foram punidos. "Toda 'reação brutal' foi de um indivíduo, e não de uma instituição. Isso é o que você precisa saber", disse. "Há uma diferença entre ter uma política de repressão e ter alguns erros cometidos por alguns oficiais. Há uma grande diferença."
A entrevista foi ao ar um dia depois de os EUA terem anunciado que seu embaixador na Síria, Robert Ford, retornará a Damasco depois de ter sido retirado em outubro por questões de segurança. O embaixador francês voltou ao país árabe na segunda-feira.
A ONU estima que, desde o início do levante em março, mais de 4 mil foram mortos, incluindo muitos civis e manifestantes desarmados que reivindicam a queda do líder sírio. Na entrevista, Assad questionou a cifra, afirmando que que maioria dos mortos foi de partidários do governo, e não o contrário. De acordo com ele, há 1,1 mil soldados e policiais entre os mortos.
"Quem disse que as Nações Unidas são uma instituição confiável?", indagou quando questionado sobre as alegações de violência e tortura disseminadas. "Não matamos nosso povo", disse o líder sírio, que é um oftalmologista formado no Reino Unido. "Nenhum governo no mundo mata sua população; só se for liderado por uma pessoa louca."
A Síria proibiu a atuação da maioria dos jornalistas estrangeiros e impede o trabalho da mídia independente, tornando os relatos de testemunhas e de grupos de ativistas um canal chave de informação. Vídeos amadores divulgados na internet mostram a polícia e milícias pró-regime abrindo fogo contra manifestantes.
O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Mark Toner, disse que Assad tenta esquivar-se da responsabilidade. "Acho absurdo que ele tente blindar-se com alegações de que não detém a autoridade sobre seu próprio país", afirmou.
Assad, que herdou o poder de seu pai em 2000, insiste que o levante é liderado por extremistas com uma agenda externa para desestabilizar a Síria, e não por verdadeiros reformistas com objetivo de abrir o sistema político autocrático do país. Segundo ele, a violência é culpa de criminosos, extremistas religiosos e simpatizantes da rede terrorista Al-Qaeda que se misturaram com os manifestantes pacíficos. Mas ativistas e membros da oposição negam essas acusações, afirmando que reivindicam liberdades legítimas depois de mais de 40 anos de repressão da dinastia Assad.
No início da mobilização popular, Assad ofereceu algumas promessas de reforma enquanto lançou as Forças Armadas para reprimir os manifestantes com tanques e franco-atiradores. O banho de sangue contínuo pressionou manifestantes antes pacíficos a pegar em armas. Desertores do Exército que se aliaram aos manifestantes também se tornaram mais ousados, retaliando contra forças do regime e mesmo atacando bases militares.
Apesar disso, Assad insiste que tem o apoio dos sírios e disse não temer enfrentar o mesmo destino de líderes depostos durante a Primavera Árabe.
 Último Segundo com AP, BBC e AFP

Aproximação entre Argentina e Irã preocupa os EUA

A Argentina está discretamente se aproximando do Irã, o que preocupa os EUA e seus aliados, envolvidos num esforço para isolar o governo iraniano por causa do seu programa nuclear, disseram à Reuters diplomatas na ONU.
As relações da Argentina com o Irã estavam praticamente congeladas desde 2007, quando o país conseguiu que a Interpol (a polícia internacional) emitisse mandados de prisão de cinco iranianos e um libanês acusados de participação num atentado que matou 85 pessoas, em 1994, num centro judaico de Buenos Aires.
O Irã negou envolvimento no incidente, mas em julho se ofereceu para conversar com o governo argentino e “lançar luz” sobre o caso.
Dois anos antes do atentado a bomba na entidade judaica Amia, um grupo chamado Organização da Jihad Islâmica, supostamente ligado ao Irã e ao grupo xiita libanês Hezbollah, assumiu a autoria de um ataque que deixou 29 mortos na embaixada de Israel em Buenos Aires.
Durante mais de uma década, a Argentina pareceu ter pouco empenho na investigação. Isso mudou em 2003, quando Néstor Kirchner tomou posse como presidente e prometeu reabrir os processos, qualificando a negligência dos anos anteriores como uma “desgraça nacional”.
Anos depois, o ex-presidente iraniano Ali Rafsanjani estaria na lista de pessoas indiciadas por promotores argentinos e procuradas pela Interpol.
MUDANÇA DE DIREÇÃO
Mas agora há sinais de uma reaproximação. As exportações argentinas para o Irã, que haviam despencado durante o afastamento, cresceram 70% no ano passado, chegando a US$ 1,5 bilhão. O Irã é o maior comprador do trigo argentino, cultivo essencial para a economia do país sul-americano, que luta para aumentar seu superavit comercial.
“Enquanto o resto de nós trabalha para pressionar o Irã a acabar com seu programa de armas nucleares e parar de apoiar o terrorismo, o governo da Argentina tem considerado avançar na direção contrária”, disse um diplomata europeu, pedindo anonimato.
Em público, a posição argentina parece ter mudado pouco. Em maio, o procurador Alberto Nisman, chefe de uma unidade especial dedicada exclusivamente à investigação do atentado de 1994, conseguiu a renovação dos mandados de prisão da Interpol.
No mês passado, a Argentina votou com a maioria dos países participantes do comitê de direitos humanos da Assembleia Geral da ONU numa resolução que condenava a situação dos direitos humanos no Irã.
Por outro lado, a presidente Cristina Kirchner disse em setembro na Assembleia Geral que seu país está disposto a dialogar com o Irã, desde que a República Islâmica cumpra sua promessa de colaborar nas investigações do atentado. “Essa é uma oferta de diálogo que a Argentina não pode e não deve rejeitar”, disse a presidente em seu discurso.
Diplomatas ocidentais disseram que o embaixador argentino na ONU, Jorge Arguello, causou perplexidade entre seus colegas ao permanecer sentado durante o discurso do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na Assembleia Geral.
Ahmadinejad é conhecido por fazer ataques a Israel, Europa e Estados Unidos nos seus discursos. Em anos anteriores, o representante argentino boicotou o discurso, a exemplo de diplomatas de outros países ocidentais.
MOTIVAÇÕES
O Irã tem todas as razões para querer se reaproximar da Argentina. Enfrentando sanções e um crescente isolamento devido ao seu programa nuclear, o país tem poucos aliados. A Argentina é um dos 35 países que compõem a direção da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica, um órgão da ONU), onde o programa nuclear iraniano é exaustivamente discutido.
Diplomatas dizem que a motivação argentina é menos clara. Alguns afirmam que, além de ampliar o comércio, os argentinos querem adotar uma política externa mais afinada com a do Brasil, que enfatiza as relações com nações não alinhadas.
“Em geral, vemos um terceiro mundismo na política externa da Argentina –afirmando a independência em relação às grandes potências, e buscando novas relações com países como o Irã”, disse uma autoridade israelense à Reuters, em Jerusalém.
Vários diplomatas europeus observaram que Cristina é aliada de líderes esquerdistas sul-americanos como o venezuelano Hugo Chávez e o boliviano Evo Morales, que mantêm estreitas relações com o Irã.
A chancelaria argentina não respondeu aos pedidos da Reuters para comentar o assunto.

Tensão com distensão

 Autoridades de defesa dos EUA e China se reúnem


Autoridades chinesas e americanas de Defesa se reuniram nesta quarta-feira, no encontro de mais alto escalão desde setembro, quando Washington irritou Pequim por vender armas a Taiwan, disse a agência estatal de notícias Xinhua.
O evento, que sinaliza a intenção de preservar as relações apesar da tensão bilateral, envolveu o subchefe do Estado-Maior chinês, Ma Xiaotian, e a subsecretária de Defesa dos EUA, Michèle Fournoy, segundo a Xinhua.
"O fato de as consultas terem ocorrido conforme o agendado mostra que ambos os países estão sendo sinceros a respeito de manter o intercâmbio militar", disse Ma à Xinhua. "Tomara que ambos os lados aproveitem ao máximo essa oportunidade de ampliar o terreno comum, de manter os riscos sob controle e de evitar erros de avaliação."
Em setembro, a China disse que a venda de armas a Taiwan - ilha autônoma que Pequim considera uma "província rebelde" - poderia perturbar os contatos militares.
Contrastando com o clima amistoso do encontro, o presidente chinês, Hu Jintao, disse na véspera que a Marinha deveria "realizar amplos preparativos bélicos, a fim de oferecer uma maior contribuição na salvaguarda da segurança nacional e da paz mundial".
Mas um porta-voz da chancelaria disse que os comentários de Hu num congresso partidário da Marinha não devem ser motivo de alarme.
"A China do começo ao fim busca uma política defensiva de defesa nacional (sic), e se atém ao caminho do desenvolvimento pacífico", disse o porta-voz Hong Lei. "O desenvolvimento da China deu aos países do mundo uma oportunidade importante. Ela não representou no passado, e não representará no futuro, um perigo a nenhum país."
A notória intenção dos EUA de ampliar sua presença na região da Ásia/Pacífico despertou especulações em Pequim de que o governo de Barack Obama estaria tentando "cercar" a China.
Na semana passada, militares chineses criticaram EUA e Austrália por reforçarem sua cooperação militar, alertando que isso poderia abalar a confiança entre Pequim e Washington e alimentar antagonismos da Guerra Fria.
Recentes rumores sobre um pacto de defesa envolvendo Índia, Austrália e EUA também causaram preocupação na China. Austrália e Índia negaram que existam planos nesse sentido. 
Fonte: 
Notícias Terra
E se Portugal deixar o EURO?
Obrigado pela colaboração jonh Boss para com o UND
 
Os bancos fechavam as portas, as fronteiras seriam controladas. Este seria o primeiro acto da saída do euro. A moeda desvalorizaria, disparava a inflação e o desemprego. E chegaria mais austeridade. As potenciais vantagens só viriam depois
Imagine este cenário. Após extenuantes horas de discussão numa das 27 capitais europeias a reunião do Conselho Europeu chega, finalmente, ao fim. Os jornalistas que resistiram até à conferência de imprensa são surpreendidos pela entrada na sala dos primeiros ministros português e grego. Seguem-nos os presidentes do Eurogrupo, do BCE e da Comissão. São três da manhã de sexta para sábado, a maioria dos portugueses está a dormir. Quando acordarem, o euro já não será a moeda do seu país. Os levantamentos de dinheiro terão de ser feitos já em “novos-escudos” directamente nos balcões dos bancos. As fronteiras estarão temporariamente fechadas e as entradas e saídas de capital proibidas. É decretado o estado de emergência. É o fim do euro para os portugueses.
Fonte: 


  Hu Jintao diz China Marinha: Prepare-se para a guerra

Pessoal da Marinha chinesa, arquivo de imagem  
Militar da China construir tem causado preocupação no resto da região
Marinha da China deve acelerar o seu desenvolvimento e se preparar para a guerra, o presidente Hu Jintao afirmou.
Ele disse militares devem "fazer os preparativos para a guerra prolongada".
China está bloqueado em disputas territoriais com vários outros países no Mar da China Meridional. A Tensão política também está crescendo com os EUA, que está buscando ampliar sua presença na região.
Após comentários de Hu, os EUA disseram que a China tinha o direito de se defender.
 "Ninguém está olhando para um pedaço aqui", disse o porta-voz do Pentágono o almirante John Kirby nas citações realizadas pela agência de notícias AFP.
"Certamente nós não invejar qualquer outra nação a oportunidade de desenvolver as forças navais."
 Sênior dos EUA e as autoridades chinesas estão mantendo conversações sobre questões militares.
 A reunião de um dia acontece a cada ano, com o objectivo declarado de garantir que não há mal-entendidos entre as duas nações.
 
"Soberania disputa '
China adquiriu recentemente o seu primeiro porta-aviões e tem sido vocal sobre suas ambições navais.
Mas seus militares permanece principalmente uma força terrestre, naval e as suas capacidades ainda são diminuídos por os EUA.
 Hu disse a um encontro de oficiais militares que a Marinha deve "acelerar a sua transformação e modernização de uma forma resistente, e fazer os preparativos para a guerra prolongada, a fim de fazer contribuições maiores para garantir a segurança nacional".
A palavra "guerra" foi usado em meios de comunicação oficiais, mas outras traduções usado "combate militar" e "luta militar".
Analistas dizem que os comentários de Hu são extraordinariamente franco, e é provável que sejam destinadas a os rivais dos EUA e Pequim no Mar da China Meridional.
Ambas as Filipinas e Vietnã têm repetidamente acusado a China de agressão aberta na região.
Eles estão entre as nações reivindicando soberania sobre ilhas no mar, na esperança de que poderia haver petróleo e gás lá.
E presidente dos EUA, Barack Obama anunciou no mês passado que os EUA estavam aumentando sua presença na região, e uma base de força-tarefa completa Marinha no norte da Austrália.
 Analistas dizem que a iniciativa dos EUA é um desafio direto às tentativas da China para dominar a área, e é provável que reforçar os aliados dos EUA na disputa do Mar do Sul da China.
Mapa de localização

Fonte:BBC

Eurocrise: Reino Unido

Reino Unido ameaça vetar tratado europeu

Caso líderes europeus recusem proteger posição de Londres na cimeira europeia

É um discurso muito mais duro do que o habitual. O primeiro-ministro britânico tem endurecido o tom no que toca às propostas de revisão do Tratado de Lisboa. Desta vez, David Cameron ameaça mesmo vetar o tratado europeu se não conseguir garantias financeiras para o Reino Unido e caso os líderes europeus se recusem a proteger a posição de Londres na cimeira europeia que arranca quinta e sexta-feira em Bruxelas.

«Quando for a Bruxelas, vou lá estar para defender e promover os interesses do Reino Unido. E, neste momento, esses interesses passam pela resolução dos problemas da Zona Euro que têm tido efeitos nefastos sobre a nossa economia».

E, prosseguiu, «isto significa obviamente que os países da Zona Euro têm de agir em conjunto. E se escolherem usar o tratado europeu para isso é óbvio que haverá salvaguardas e interesses britânicos nos quais vou insistir».

Fica então o aviso: «Eu não assinarei um tratado que não garanta essas salvaguardas, como a importância do mercado único ou o funcionamento dos serviços financeiros». 
Vejam o vídeo no link fonte:
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/cameron-reino-unido-tratatos-tratado-europeu-crise-cimeira/1306023-1730.html

Leiam este artigo:

China e Rússia se juntam, ordens militares e os preparativos para uma Terceira Guerra Mundial




Um boletim do  Ministério da Defesa  emitido  hoje ao primeiro-ministro Putin e Medvedev na Presidência afirma que o presidente Hu ", concordou, em princípio" que a única maneira de parar a agressão do Ocidente liderado pelo Estados Unidos é através da "ação direta e imediata  de ações militares" a que o líder chinês ordenou que suas forças navais para que se  "preparem -se para a guerra."  
O Apelo de Hu para a guerra se junta  a do contra-almirante chinês e proeminente comentarista militar  Zhang Zhaozhong que, do mesmo modo, advertiu na semana passada que "a China não hesitará em proteger o Irã, mesmo com uma Terceira Guerra Mundial", e  do General russo Nikolai Makarov, que recentemente declarou na semana passada, "Eu não descarto mais a eclosão de  conflitos armados  locais e regionais  em desenvolvimento para uma guerra em grande escala, incluindo o uso de armas nucleares".
O aumento das tensões globais entre o Oriente e o Ocidente  explodiu esta quinzena passada, quando o embaixador russo Vladimir Titorenko e dois de seus assessores retornando da Síria foram brutalmente agredidos e colocados no hospital por forças de segurança  do Qatar auxiliados pela CIA e agentes do MI6 britânico  que estão  tentando obter acesso aos  malotes diplomáticos contendo informações de inteligência síria que os Estados Unidos estavam inundando a Síria e o Irã, com os mesmos mercenários apoiados pelos EUA e  a Al Qaeda , que derrubou o governo da Líbia.
Mais uma prova nessas malas diplomáticas, este boletim diz, revela que os Estados Unidos estão preparando para muito breve uma "solução final" para a crise do Médio Oriente  e deve m desencadear uma guerra nuclear  ao sair atacando Síria e Irã  com agentes biológicos letais  pois a real  intenção é a  de matar dezenas de milhões de civis inocentes.
 A descoberta do agente biológico a ser usado pelo Ocidente foi revelado há duas semanas pelo virologista holandês Ron Fouchier do Erasmus Medical Centre, na Holanda, que lidera uma equipe de cientistas que descobriu que apenas cinco mutações no vírus da gripe aviária será suficiente para torná-lo muito mais letal e  facilmente  de se espalhar e se tornar o assassino mais letal que a  humanidade já inventou.
  A começar um ataque utilizando esse vírus mortal, este boletim continua, o seu método mais provável de entrega seria através dos seus RQ-170 Drone Sentinela , que são operados pela CIA .
Estas avaliações assustadoras  de futuras ações dos EUA contra seus inimigos foram revelados neste boletim com base  em exames de  analistas de inteligência  e de que a RQ-170 Drone Sentinela derrubado sobre o território iraniano na semana passada por sistemas iranianos de fabrico russoa  Avtobaza terrestres eletrônicos e sistema de bloqueio utilizado contra este veículo aéreo não tripulado com poucos danos e que mostrou ser equipado com um sofisticado sistema de aerossol de entrega.
Importante a notar é que as potências ocidentais  em sua  primeira utilização de um vírus da gripe mortal para destruir seus inimigos e derrubar a ordem estabelecida global foi usado pela primeira vez menos de um século atrás, em 1918, quando a variante de gripe espanhola foi desencadeada no fim da Primeira Guerra Mundial e matou um número estimado de 500 milhões de pessoas o que representou 3%  de toda a população do mundo.
Arquivados  pela antiga KGB sobre a pandemia da gripe espanhola que sempre afirmou que o vírus mortal foi uma  "bio-engenharia" feita  por cientistas militares dos EUA que usaram como  "cobaias" os soldados americanos que estavam entre as  vítimas registradas pela primeira vez e foram estacionados em Fort Riley Fort Riley no Kansas . 
Para entender plenamente as razões subjacentes atrás dos Estados Unidos e seus aliados ocidentais de  empurrar o mundo para a Guerra Total Global foi recentemente detalhada pelo excelente  jornalista investigativo americano Greg Hunter cujo chocante relatório detalhado intitulado " Is the World girando fora de controle? "revelou que todo o edifício dos sistemas económicos ocidentais está desmoronando sob o peso de mais de $ 100 trilhões em dívidas, ninguém é capaz de pagar e no qual ele alertou: "Nunca na história do mundo chegamos  tão próximo ao total caos financeiro e da guerra nuclear, ao mesmo tempo. "
Infelizmente, mas como sempre, o povo americano não está sendo permitido  a saber  do futuro horrível  que seus líderes  de elite estão planejando para todos, uma situação ainda pior na semana passada quando o Senado dos EUA aprovou uma nova lei pelo voto 93-7 que advertiu vai destruir na América em  todos os tempos,  o que dará total  controle dos EUA uma vez livre  as suas forças militares e assim destruir sua Constituição .  
 Como observamos em nosso relatório anterior , vale a pena mencionar novamente as palavras do fundador americano, Thomas Jefferson, que alertou os seus concidadãos  há mais de 200 anos  sobre o que está acontecendo hoje, dizendo:
"Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos permanentes. Se o povo americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, depois pela deflação, os bancos e corporações que crescerão em volta irão privar o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem-teto no continente  que seus pais conquistaram. 
07 de dezembro de 2011 © UE e os EUA todos os direitos reservados.  Permissão para usar este relatório em sua totalidade é concedida sob a condição que é ligado de volta para sua fonte original na WhatDoesItMean.Com. Nota: Os governos ocidentais e os seus serviços de inteligência da campanha ativamente contra as informações encontradas nestes relatórios de modo a não alarmar os cidadãos sobre a Terra muitas mudanças catastróficas e eventos por vir, uma postura que o Sisters of Sorcha Faal discorda fortemente em acreditar que é todos os seres humanos direito de saber a verdade.   Devido a conflitos de nossas missões com o de os governos, as respostas de seus "agentes" contra nós tem sido uma campanha de desinformação / misdirection de longa data destinada a desacreditar e que é abordada no relatório " Who Is Sorcha Faal? "].

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