#myGallery{ width: 200px !important; height: 100px !important; overflow: hidden; }

24 de fevereiro de 2012

Efeito dominó arrastará a maioria dos países da Zona do Euro



Mary Stassinákis, no Monitor Mercantil
Apesar da definitiva solução das condições do segundo acordo de salvação da Grécia ter sido costurada e aprovada, analistas e economistas internacionais examinam obrigatoriamente cada vez piores cenários para a Grécia.
"Se a Grécia sair do euro, a moeda comum européia perderá 10% contra o dólar, enquanto a volatilidade nas ações européias aumentará em cerca de 25%", de acordo com agência de gerenciamento de risco SunGard APT. "Portugal não deverá retardar-se e acompanhar a Grécia, e sua saída desvalorizará ainda mais o euro e, naturalmente, as bolsas européias de valores", opina Laurence Wormald, diretor do Setor de Pesquisas da agência.
Wormald declarou ainda que, "embora os mercados viveram uma pequena corrida, os fundamentos não foram modificados e as possibilidades são, ainda, orientadas pela política. Muitos dos riscos da saída da Grécia do euro já têm sido precificados pelos mercados, mas não todos".
Enquanto os empoados políticos da Zona do Euro têm incessantemente declarado que desejam conservar a Grécia na Zona do Euro, após o lance de xeque-mate do Banco Central Europeu (BCE) para apoiar o sistema bancário por intermédio de empréstimos baratos com prazo de três anos, vários analistas acreditam que "a saída da Grécia da Zona do Euro será menos séria agora do que antes do lance de xeque-mate do BCE".
Erik Nielsen, economista-chefe do Unicredit, considera que "enquanto o BCE ocupar-se dinamicamente da situação da Zona do Euro, estes problemas de dívida não resultarão em explosão nos mercados. Se a Grécia permanecer na Zona do Euro, o restante do setor público da Europa deverá, também, realizar uma reestruturação de dívida. Porque o nível de dívida na Europa é ainda muito alto".
Tiro longe do alvo
Outras mais diferenças entre a Alemanha - a qual coordena pelo lado da Zona do Euro as negociações - e a Grécia surgiram na semana passada, e como destaca Nielsen, "não existe uma opinião alemã ou uma opinião grega. E isto tem afetado a urdidura social da Grécia e a situação não é favorável no que diz respeito o front específico".
Um dos temas básicos que provocaram problemas sociais na Grécia são os necessários cortes nos gastos públicos e nas aposentadorias e pensões. "Se a Zona do Euro comete erros com relação aos desempenhos de suas exigências, podemos recusar o critério de 2009", estima Geoffrey Yu, analista-estratégico do Mercado de Câmbio do UBS. "Não existe quase nenhum plano para o crescimento neste momento na Grécia e, assim, matematicamente, haverá novo tiro fora do alvo e queda mais profunda em futuro próximo".
Certos economistas sustentam que "a frugalidade que tem sido programada e imposta à Grécia não proporciona o indispensável crescimento para ser reduzida em nível viável". Mas Yu considera que devemos todos "reconhecer que até agora este 120% do Produto Interno Bruto (PIB) para a dívida da Grécis em 2020 é, simplesmente, algo que o Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou dormindo, enquanto, por ocasião da eclosão da crise, diariamente mencionava-se a necessidade de um Plano Marshall para a Grécia, mas aquilo temos visto até hoje é qualquer coisa menos isto".
Novo Lehman Brothers
John Taylor, diretor de Investimentos da FX Concepts, em nota enviada aos clientes institucionais da empresa, afirma que "o mercado não tem sido conscientizado, ainda, das consequências que terá uma eventual derrocada da Grécia. A Zona do Euro será mortalmente ferida e o mundo sofrerá uma queda seríssima, tão profunda quanto aquela de 2008".
"Os bancos europeus perderão grande parcela de sua base de capital e muitos irão à falência. A exemplo do que aconteceu com o Lehman Brothers, os governos tentarão salvar os bancos e os portadores de debêntures dos bancos, sendo garantidos ou não, o apetite de investir em bônus estatais da Zona do Euro terá desaparecido por completo", diz Taylor.
"A frugalidade que atingirá, rapidamente, a maioria dos países europeus será muito mais forte do que aquela que já está sendo aplicada à Grécia, fatos que resultarão na queda profunda da Europa, que entrará nos livros dos recordes", conclui o diretor da FX Concepts.
Via Outro Lado da Notícia.

Satélite da NASA localiza Topo das nuvens mais perto da Terra,


 

Nuvens no céu ao entardecer.
A altura média das nuvens caiu cerca de 1 por cento na última década, segundo nova pesquisa a respeito .
CRÉDITO: Sebastian Kaulitzki , Shutterstock

O céu está caindo ... mais ou menos.  Ao longo dos últimos 10 anos, a altura das nuvens vem encolhendo, de acordo com uma nova pesquisa.
O prazo é curto, mas as observações futuras mostrarão  que as nuvens estão realmente ficando menores, poderia ter um efeito importante na mudança climática global . Nuvens que estão na parte inferior da atmosfera da Terra permitiriam em  arrefecer de forma mais eficiente os potenciais efeitos do aquecimento causado pelos gases de efeito estufa.
"Nós não sabemos exatamente o que faz com que as nuvens venham para baixo", disse  o pesquisador Roger Davies, da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia,  em um comunicado.  "Mas isso deve ser devido a uma mudança nos padrões de circulação de ar  que dão origem a formação de nuvens em alta altitude. "
As nuvens são um curinga para  se entender o clima da Terra. Efêmeras como elas são, elas são difíceis de acompanhar ao longo do tempo, e fatores como altura e localização fazem uma grande diferença se as  nuvens irão diminuir os efeitos do aquecimento global ou agravá-los.  E ninguém entende perfeitamente como as nuvens vão responder a um clima mais quente. [ Álbum: Leitura das Nuvens ]
Por uma década, no entanto, a Multi-ângulo Imaging Spectroradiometer de um satélite  espacial da NASA ,tem observado nuvens da Terra. Agora, Davies e seus colegas analisaram os primeiros  dispositivos de  10 anos de medições  de nuvens de altitude  a partir de março de 2000 a fevereiro de 2010.  Eles descobriram que a altura da nuvem média global diminuiu cerca de 1 por cento ao longo da década, a uma distância de 100 a 130 pés  ou (30 a 40 metros).  A maior parte da redução resultou de menos nuvens que se  formam em altitudes muito elevadas.
Os investigadores relataram seus resultados no jornal Geophysical Research Letters. O satélite de pesquisa da  Terra vai continuar a coleta de dados através do resto da década, o que ajudará a determinar se ou não a redução em nuvem é uma tendência consistente.
Tradução: Bússola escolar e adaptação do texto-Daniel-UND 
Live Science 

A Revolução Árabe e a Síria

sria2red_1

Lejeune Mirhan, no Grabois.org.br
Gostaria muito de tratar mais globalmente sobre a Revolução Árabe, iniciada há pouco mais de um ano. Poderia tratar do Egito e suas eleições, as eleições também ocorridas na Tunísia ou mesmo no Iêmen, cujo ditador de 33 anos acaba de cair de deve refugiar-se em alguma monarquia reacionária árabe da vizinhança o mesmo nos EUA (seu vice assumiu, mas segue sendo ditadura). No entanto, a pauta segue sendo a Síria. Por isso, voltamos ao tema neste artigo que, entre outras fontes, estão as abaixo consultadas.
Verdades e Mentiras sobre a Síria
Muito já se disse sobre o que ocorre na Síria hoje. Os meios de comunicação de massa, nacionais e internacionais, expressam o que pensa o Pentágono. Com honrosas exceções, tudo que recebemos no Brasil em particular, publicados em língua pátria na Folha, Globo e Estadão reproduz quase que sem retirar nenhuma frase, o que as agências noticiosas internacionais despacham para o mundo todo. Agências, diga-se de passagem, que sequer possuem um só correspondente em Damasco, capital da Síria.
A seguir, para auxiliar nossos leitores, fazemos um pequeno resumo de tudo que se diz sobre a República Árabe da Síria. Resumimos 15 pontos que se destacam na atualidade.
1. Governo de Bashar Al-Assad mata milhares – Mentira.
Dia após dia, manchetes garrafais estampam que o governo vem matando “milhares” de sírios, todos “inocentes”. A única fonte de informação que o Ocidente inteiro possui sobre tais “dados” de mortes é de um obscuro Observatório Sírio de Direitos Humanos (sic), com sede em Londres e que recebe farto financiamento de países do Golfo Pérsico, todos, sem exceção, monarquias antidemocráticas, absolutistas e extremamente reacionárias e pró-EUA.
Bashar El Assad
Como isso esta ficando uma vergonha para quem pratica um jornalismo sério, a grande imprensa, quando publica os números “assustadores” de mortos, ultimamente vem pelo menos acrescentando sempre “segundo o Observatório Sírio de DH”, que “não puderam ser comprovadas”.
Mercenários sírios
De fato, os únicos dados confiáveis são os fornecidos pelo próprio governo, que atesta que pelo menos dois mil soldados, policiais e cidadãos sírios foram assassinados por grupos terroristas e mercenários, seja em ataques diretos ou em atentados a bomba que vêm ocorrendo com maior intensidade nas últimas semanas.
2. Exército Síria Livre é formado por desertores – Mentira.
Não há desertores no Exército sírio. Pelo menos não em expressão. Todas as deserções em todas as divisões do Exército da República Árabe da Síria são pontuais e ocorrem apenas e exclusivamente na baixa oficialidade.
O que se tem de concreto é que essa organização é composta de mercenários altamente remunerados, usando armas contrabandeadas, inclusive do arsenal líbio. Se um AK-47, fuzil de assalto mais famoso no mundo, podia ser comprado a cem dólares tempos atrás, hoje, com os bilhões de dólares que a Arábia Saudita e o Qatar vêm despejando para a derrubada do governo do Dr. Bashar, não se compra uma arma dessa, muito popular, por menos que 1,5 mil dólares.
Esse tal “exército” esta acampado na fronteira com a Turquia e por esta é estimulado e seu comando vem de Istambul. O governo turco, que presta um péssimo papel achando que voltará a ter o comando do sultanato otomano, tem procurado dar guarida a essa milícia terrorista e facínora, apoiada por Israel e pelos EUA. Seu “comandante”, o coronel desertor Riad El Assad, esta na folha de pagamento do Departamento de Estado.
3. Liga Árabe pede Democracia e Liberdade na Síria – Mentira. Não tem moral para isso.
A Liga Árabe, organismo multilateral fundado em 1945, é integrado pelos 21 países árabes e a OLP que representa a Palestina. Ainda que possa ser duvidoso que em algum momento tenha cumprido algum papel relevante na vida dos árabes, a certeza é de que hoje ela é um organismo fracassado.
Tomado de assalto pelas monarquias do Golfo, com seus bilhões de dólares, esse organismo presta-se hoje como auxiliar tanto do CS da ONU, quanto da União Europeia e dos EUA. De árabe essa tal Liga não tem mais nada. Não representa mais os anseios e as verdadeiras aspirações do povo árabe, que hoje são quase 400 milhões de pessoas.
Esse organismo serve apenas para propor ao CS da ONU resoluções que os EUA e a União Europeia não teriam a coragem de propor. Os petrodólares da Casa de Saud e do emirado do Qatar é que sustentam a organização. Esta completamente esvaziada. Iraque, Líbano, Argélia e a própria Síria nem mais tem comparecido às reuniões, que perderam completamente a sua eficácia.
Mas, o que é pior. Que moral tem a Arábia Saudita e o Qatar em pedir democracia na Síria? Falam em liberdade, mas não a praticam em seus países, que não tem parlamento e nenhum partido funcionando. Uma hipocrisia completa. Uma falsa moralidade. Indignam-se com o que ocorre na Síria, mas é uma indignação seletiva.
4. Rússia e China vetam resolução anti-Síria na ONU – Verdade. E ambos têm suas razões.
Essas duas potências mundiais – ambos BRICS – ficaram escaldadas com o golpe europeu-estadunidense que, usando a OTAN, rasgaram a resolução 1973 de 17 de março de 2011, que mencionava apenas “proteção” a civis líbios. Com essa resolução a OTAN bombardeou toda a Líbia na linha da ordem dada por Obama/Hilary: derrubem o regime! A linha foi a da mudança de regime, coisa que só o povo líbio teria poder de decidir. Assassinaram mais de 200 mil líbios!
Os EUA e seus clientes europeus não aceitaram nenhuma modificação proposta por estes dois países na nova resolução proposta em 4 de fevereiro passado. E pior que isso. Expressaram sua indignação sobre o veto exercido dentro das regras da Carta das Nações. Quando os EUA vetam dezenas de resoluções contra Israel no CS/ONU nada se fala. Uma vez na vida duas potências vetam uma resolução que abriria brecha para a OTAN atacar a Síria, vem a indignação seletiva.
A embaixadora dos EUA da ONU, Susan Rice, chegou a dizer que o “mundo não poderia ficar refém de dois países” (sic). Tenho em mãos uma pesquisa sobre os vetos dos EUA contra resoluções a favor dos palestinos e que criticavam Israel. A pesquisa compreende apenas dez anos (1972 a 1982). Só nesse curto período foram exatos 43 resoluções vetadas pelos EUA!
Hoje, felizmente, tanto a China como a Rússia têm visto o que realmente ocorre no OM. Derrubar o governo da Síria hoje, passando por cima da soberania desse país árabe pode significar ainda um maior fortalecimento do imperialismo estadunidense e seus estados clientes europeus.
O fato é que a Rússia volta com força ao cenário internacional. Não titubeou nenhuma vez em defesa da soberania síria. Enviou armas e uma frota naval esta ancorada no estratégico porto de Tartous. Como já vimos falando, a unipolaridade no mundo tende ao seu fim. Vários pólos vão sendo criados e a Rússia vai ganhando seu espaço, fazendo-se ouvir depois de mais de vinte anos de um mundo unipolar.
5. EUA, Israel e seus aliados árabes são os maiores inimigos – Verdade. É preciso que sejam dados nomes aos bois.
Os maiores entraves para o avanço da Revolução no mundo Árabe são as petromonarquias. Elas têm nome: Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes, Qatar, Omã e Bahrein. A esses se somam países que não são fortes produtores de petróleo, mas são monarquias reacionárias e pró-EUA, como a Jordânia e o Marrocos.
O centro da resistência ao avanço revolucionário árabe vem de Riad, no reino dos sauditas. Estes reservaram em 2011 mais de cem bilhões de dólares para a contrarevolução. E contratam mercenários a peso de ouro. Apoiados pelos EUA, ainda que discretamente, e mais discretamente por Israel e sua inteligência do Mossad. Isso esta amplamente documentado. Pelo WikiLeaks e pela imprensa verdadeiramente livre e a blogosfera.
6. Se a Síria cair, isso reflete em todo o OM – Verdade.
Há hoje um eixo de resistência ao imperialismo estadunidense. Esse eixo apoia as mudanças profundas no OM, apoia a causa palestina, faz oposição à Israel, defende o rompimentos dos acordos de paz assinados com esse país pelo Egito e Jordânia, de forma unilateral.
O bloco de países que integram o eixo da resistência são hoje, além da Síria, o Iraque, Líbano, a Argélia e o Irã (que é persa). O Partido de Deus (Hezbolláh), do Líbano, que forma governo com os cristãos patrióticos (maronitas do Marada e MPL de Aoun), sunitas e xiitas de várias organizações (Amal de Berri e drusos de Jumblat) e o PC Libanês de Khaled, seria o primeiro a sofrer consequências. O Hezbolláh – apesar do nome, é uma organização política e não defende no Líbano um estado religioso – além de muitos deputados e ministros, tem a maior milícia armada de resistência ao exército sionista de Israel que insiste em ocupar o Sul do país.
A própria luta de resistência palestina contra a ocupação, com todas as suas organização que compõem a OLP e o Hamas (que não integra a Organização), se enfraqueceriam imensamente com a queda do governo sírio e a instalação nesse país de um governo pró-EUA.
7. A Irmandade Muçulmana encabeça a oposição na Síria – Verdade.
Essa organização tem seus tentáculos em mais de 70 países. Fundada por Hassan El-Bana em 1928, funciona como partido político, tendo uma ideologia de caráter teológico de linha islâmica fundamentalista. Na maioria das ditaduras e monarquias árabes, cujas liberdades partidárias são praticamente nenhuma, a única forma de uma parte da população expressar-se acaba sendo por essa Irmandade.
Não fiquei surpreso com o fato do seu braço político recém legalizado no Egito e na Tunísia terem ficado em primeiro lugar nas eleições ocorridas recentemente após a queda dos ditadores desses países. Não havia outra forma de expressão política além do islamismo, além da máscara de apelo ao Islã fundamentalista.
No entanto, é preciso deixar claro. Em que pese esse pessoal ter jogado algum papel na resistência à ditadura Mubarak, sempre fez acordos com ele. Aceitavam as regras do jogo, qual seja, que a oposição ao ditador pudesse chegar a no máximo 20% dos votos – eleições fraudadas – tanto para presidente como no parlamento.
A Irmandade é uma organização conservadora, que prega o fundamentalismo islâmico mais próximo do Wahabiya – linha da família Al-Saud, portanto sunitas. Sempre foi e sempre será anticomunista. Por baixo do pano sempre fez acordos, inclusive com o imperialismo britânico e mais recentemente o norte-americano. Seus líderes rapidamente disseram, depois dos resultados das eleições parlamentares no Egito, onde venceram, que não romperiam o acordo de paz com Israel.
Hoje, na Síria, os principais líderes da insurreição interna, que organizam os ataques terroristas aos prédios públicos, oleodutos, gasodutos, escolas e hospitais, são membros da Irmandade. Lamentável. Mas é a verdade amplamente documentada, mas omitida pela grande imprensa.
8. A oposição síria não tem unidade e tem força no exterior apenas – Verdade. Mas a grande imprensa não mostra isso.
É preciso que se diga. Há duas oposições na síria hoje. Uma interna e outra que funciona apenas e tão somente no exterior.
A que tem sede no exterior, seus escritórios ficam em Londres, Paris e Istambul. Esta não tem credibilidade alguma. Financiada pelas monarquias do Golfo e pelo Departamento de Estado – amplamente documentado – elas vivem para dar entrevistas na grande mídia internacional, que repercute amplamente essas “reportagens”. No Brasil, a Folha e o Estadão publicaram várias delas. Todas falsas, sem provas, com “líderes” que nunca ninguém viu. É uma oposição sem respaldo algum junto ao povo sírio. Defende abertamente uma resolução no CS/ONU que abra a possibilidade – que eles tanto sonham – da OTAN atacar a Síria. Como acreditar em “lideranças” que pedem que potências estrangeiras bombardeiem seu próprio país, ainda que a pretexto de “proteger civis inocentes”?
Povo sírio na luta pela sua soberania
Há outra oposição. A interna. No entanto, esta também se divide em duas grandes partes. Uma delas, participa do chamado Diálogo Nacional. Há uma mesa de negociações formada pelo governo da Síria. No rumo das mudanças que o país precisa de fato. E, tais mudanças, vêm ocorrendo (falaremos disso mais à frente). Não se sabe o tamanho dessa oposição. As eleições marcadas para o mês que vem devem mostrar a dimensão dessa oposição. Essa oposição prega a construção de um governo de unidade nacional. Em hipótese alguma defende a intervenção externa. Diz que os problemas dos sírios devem ser resolvidos pelos próprios sírios, sem ingerência externa.
A outra parte da oposição interna, não dialoga com o governo. Esta radicalizada. Arma-se até os dentes e apoia a sabotagem de prédios públicos. Alia-se com o autointitulado Exército da Síria Livre e com o Conselho Nacional Sírio. Prega também abertamente a intervenção externa, ainda que não de forma clara defenda os ataques da OTAN. Faz, na prática, o jogo das potências imperialistas.
A oposição não se unifica. Há pelo menos 53 grupos políticos e tendências atuando de forma conflitiva no tal Conselho Nacional Sírio, organismo criado no exterior e apoiado pelos EUA. Em reuniões com autoridades europeias, essa tal oposição exige que sejam feitas várias reuniões, pois eles não conseguem sequer sentar-se à mesma mesa. Não há unidade política entre eles. Talvez o único ponto em comum seja remover Assad do poder. Nada mais. Mesmo que as reformas sejam profundas – como esta ocorrendo de fato – isso hoje pouco importa. A única agenda, a agenda da CIA, dos EUA, de Israel, da Casa de Saud e do Mossad é mudar o regime. Nada mais lhes interessa.
Tanto a externa, quanto à interna que não dialoga com o governo, possuem amplo e plena interlocução em especial com os EUA, Inglaterra e França.
9. Bashar Al-Assad é um sanguinário e genocida – Mentira.
É evidente que os processos eleitorais tanto na Síria quanto em qualquer país árabe não seguem os padrões que vivemos no Brasil e no Ocidente. No entanto, não se pode falar em democracia na Síria e não se falar desse tema nos outros países árabes. Mesmo no Ocidente. Agora mesmo na Grécia se pede inclusive suspensão das eleições para que um possível novo governo de oposição não rompa os acordos de traição nacional que estão sendo assinados às claras e abertamente.
Os mesmos monarcas que falam em “democracia” na Síria, são os que mais reprimem seus próprios povos, como na Arábia Saudita, Qatar e Bahrein. Essa gente não tolera manifestação, não tolera povo organizado. Essas monarquias sequer possuem parlamento funcionando, partidos políticos são proibidos.
Em que pese todas as restrições às amplas liberdades na República Árabe da Síria, esse país ainda é o mais livre em termos de funcionamento de partidos políticos em todo o Oriente Médio. São oito os partidos políticos existentes e legalizados. Claro, o Partido Socialista Árabe Sírio, o Baath é o maior e do governo. Esta no poder há pelo menos 42 anos. Mas temos dois partidos comunistas no país funcionando. Temos o Partido Nacional Sírio e outros. Depois dos pleitos por reformas amplas, outros cinco partidos foram legalizados, ampliando para 13 o número de partidos com direito a concorrer nas próximas eleições.
O relatório dos observadores da Liga dos Estados Árabes – 160 pessoas que ficaram na síria por trinta dias – menciona em uma parte que contataram e viram funcionando 147 órgãos de imprensa nesse país árabe! Entre rádios, TVs e jornais que circulam amplamente.
Bem ou mal, as eleições para o parlamento sírio ocorrem a cada quatro anos e os oito partidos funcionam livremente. Não é a democracia mais avançada, popular, que defendemos, mas não se pode dizer que as restrições são totais. Há muito que se fazer. E esta sendo feito. Mas, a grande imprensa não divulga uma só linha sobre tudo isso. Chegou às minhas mãos – nunca divulgadas pela grande imprensa – um conjunto de 33 grandes medidas, ações governamentais, decretos e leis adotadas entre abril de 2011 e fevereiro de 2012 que mudam completamente a realidade política desse país árabe.
10. A Síria é o único país árabe hoje a apoiar com firmeza a causa palestina – Verdade.
E não se pode falar em apoio pela metade, parciais. Apenas a Síria, em sua capital, funcionam escritórios de todas as organizações da resistência palestina. O enfrentamento que o povo e o governo da Síria vêm dando à Israel, contra as ocupações que o estado sionista faz em terras árabes é o maior que se te visto em todo o OM.
Desde a derrubada do governo de Saddam Hussein e seu assassinato, que procurava dar enfrentamento à ocupação estadunidense de toda a região; desde a queda e o assassinato de Muammar Khadaffi em outubro passado, um a um foram caindo todos os focos de resistência ao imperialismo estadunidense e à Israel. Restou a Síria. É preciso instalar governos dóceis aos norte-americanos e aos sionistas em todo o mundo árabe para que se complete seu projeto neocolonial na região.
E é preciso deixar claro: derrubar Bashar hoje significa enfraquecer a resistência libanesa e palestina e isolar completamente o Irã! Quem não compreender essa geopolítica no OM não entende nada nem de OM nem de política internacional!
11. A OTAN e a Al Qaeda estão em aliança – Verdade.
Aqui é preciso esclarecer muitas coisas. Ainda que isso possa parecer inacreditável, para quem foi bombardeado durante anos com a informação de que a rede Al Qaeda de Osama Bin Laden sempre foi uma rede terrorista, que teriam feito os atentados às torres gêmeas em 11 de setembro de 2001, isso pode parecer mesmo um verdadeiro absurdo. Mas não é.
Escritores, jornalistas independentes e intelectuais progressista a cada dia vêm trazendo informações precisas e importantes que comprovam essa informação. E os próprios comunicados da organização Al Qaeda pelo seu novo “comandante”, o médico pediatra egípcio Ayman Al Zawahiri atestam isso. Textos recentes da lavra desse senhor ou a ele atribuídos, mencionam a importância fundamental da derrubada do governo sírio em aliança com as forças do autoproclamado Exército Síria Livre. E essa organização prega o Estado Islâmico.
Essa organização faz questão de não dialogar com o governo. Foi assim na Líbia quando ela apoiou abertamente a queda de Khadaffi e fez aliança com as forças da OTAN. Agora, da mesma forma, conversações de alto (?) nível entre emissários dessa organização militar europeia – agora mundial! – com líderes da Al Qaeda que atuam na Síria mostra essa aliança, que é abastecida fartamente com dólares do petróleo árabe das monarquias do Golfo e dinheiro da CIA e do Mossad de Israel, via território curdo.
Como diz Pepe Escobar, combativo jornalista brasileiro correspondente do Asia Times, “quem imaginaria que o que a Casa de Saud deseja ver na Síria é exatamente o que a Al Qaeda deseja para a Síria? Quem imaginaria que o CCG e a OTAN desejam para a Síria é o mesmo que a Al Qaeda deseja para esse país?”.
12. A Turquia e seu governo deram as costas para os árabes – Verdade.
É lamentável ter que reconhecer isso, mas o governo de Recep Tayyip Erdogan, cujo partido governa a Turquia há quase nove anos (desde 14 de março de 2003), com o seu Partido da Justiça e do Desenvolvimento – PJD (em turco AKP, ou Adalet ve Kalninma Partisi), tem outros projetos para seu país e para uma liderança de toda a região.
Como bem sabemos, a região do OM é habitada por diversos povos. Além do árabe, que são a esmagadora maioria, temos ainda os persas (Irã), os judeus (Israel) e os turcos na Turquia, que é um país laico (apesar de 97% da população pertencer ao islamismo sunita) e foi ocidentalizado de tal forma que até seu alfabeto foi modificado. A separação das entidades e instituições religiosas do Estado é absoluta. No entanto, com Erdogan isso vem sendo gradativamente modificado.
Na verdade, esse Partido vem vencendo as eleições por, gradativamente, ir modificando o cenário turco de tal forma que boa parte da população já admite certa islamização da sociedade. A imprensa apresenta Erdogan como membro de um partido “muçulmano moderado” (sic) sabe-se lá o que isso significa.
No entanto, o grande sonho, o grande projeto desse Partido, o AKP (em turco), é integrar-se à Europa. Isso o falecido cientista político estadunidense Samuel Huntington já havia previsto em seu artigo clássico da Foreing Office de 1995 que causou polêmica acadêmica no mundo todo intitulado Clash of Civilization (Choque de Civilizações, posteriormente transformado em livro pela Editora Objetiva, em 1997).
A crítica que a Turquia receberia desse intelectual era de que o país viraria as costas para o mundo islâmico e teria maiores interesses em olhar para a Europa. Hungtinton afirmaria – quase que como uma profecia – que ele nunca seria admitido na Europa, por ser o continente extremamente preconceituoso, cristão e antiislâmico, por mais que a Turquia fosse um país laico. Sabe-se que o Vaticano se pronuncia contra o ingresso da Turquia na Europa. Era discreto com João Paulo II e agora é aberto com Bento XVI.
Nesse sentido, desde 2003 Erdogan vem se aproximando da Europa. Seu país é membro da OTAN e tem bases militares dessa organização militar, antes contra a URSS e hoje contra qualquer mudança progressista ou revolucionária em qualquer país do mundo. Chegou a ensaiar passos contra Israel. Não é para menos. O governo sionista de Netanyahú interceptou em 2010 uma flotilha de vários navios e fuzilou nove cidadãos turcos. Erdogan teve que subir o tom. Chegou a jogar um papel importante na tentativa de tirar o Irã do isolamento em seu programa nuclear que contou com o apoio de Lula do Brasil.
Dr. Bashar é recebido pelo presidente Lula
Mas, mudou de posição. Voltou ao que sempre foi. Tem um sonho de ser a grande liderança do Oriente Médio e dos árabes inclusive. Baixou completamente o tom de voz contra Israel. Apoiou os ataques da OTAN/Europa à Líbia e apoia abertamente a derrubada do governo da Síria em uma clara ingerência nos assuntos internos de um país vizinho que teria que respeitar. Dá abrigo ao exército mercenário estacionado nas suas fronteiras com a Síria. Faz uma manobra arriscada. Coloca em pé de guerra todos os milhões de curdos que vivem em território turco que odeiam o seu governo (pelo menos na Síria eles são melhores tratados). A política de Erdogan de “zero problemas com os vizinhos” hoje vemos uma situação de “zero amigos”.
Talvez sonhe com a volta do império turco-otomano. Mas não há espaço para isso. Ele terá que fazer escolha. E, neste momento, vem escolhendo o que tem de pior para o mundo árabe e para toda a Ásia, qual seja, uma aliança tácita com o imperialismo estadunidense e europeu. Lamentamos por isso.
13. Relatório sobre a Situação da Síria só Vale Quando Fala Mal do Governo – Verdade.
Dois relatórios foram produzidos nos últimos 90 dias sobre a Síria. Um, da lavra do representante da ONU para Direitos Humanos na Síria, o brasileiro e meu colega sociólogo Paulo Sérgio Pinheiro, da USP e outro, assinado pelo general sudanês, Mohammed Ahmad Al-Dabi.
Escrevi um artigo sobre o primeiro relatório. O Prof. Paulo Sério sequer entrou na Síria, mas escreveu sobre o que não viu. Fez um relatório faccioso, tendencioso, parcial. Não ouviu ninguém do governo, apenas opositores no exílio. Tal relatório foi amplamente saudado pela imprensa internacional como “equilibrado”. Atacava o governo de todas as formas possíveis.
O outro relatório foi feito sob a coordenação do experiente general sudanês, ex-presidente de seu país. A comissão formada era oficial da Liga Árabe. Era integrada por 160 pessoas. Passaram trinta dias na Síria. Visitaram várias cidades, ouviram oposicionistas e o governo. Não constataram a violência que o mundo diz haver no país. Não atestaram o número exorbitante de mortos que a imprensa ocidental divulga. Ao contrário. Constaram sim milhares de mortos das forças regulares, do exército e da polícia. Presenciaram milhões nas ruas em apoio ao governo do Dr. Bashar. Mas, como disse Kissinger em recente artigo o governo é amado pelo povo, mas mesmo assim tem que cair (sic). Esse foi o relatório que apontou a existência de 147 órgãos de imprensa funcionando livremente na Síria.
Imediatamente, a Liga Árabe, que representa hoje apenas as petro-monarquias do Golfo e os interesses da OTAN prontamente rejeitou tal relatório, levando o seu presidente a renunciar aos trabalhos. De fato, dois pesos e duas medidas. Só não vê quem não quer.
14. Os EUA vivem uma Indignação Seletiva – Verdade.
Nunca a famosa frase de “dois pesos e duas medidas” ficou tão claro e tão evidente como no momento atual da diplomacia norte-americana com Barak Obama. Seus planejadores do Pentágono e do Departamento de Estado são hoje mais ideólogos que planejadores. São seletivos em suas análises, facciosos.
Colocam-se contra o Irã e seu programa nuclear pacífico, mas nada falam sobre as duzentas ogivas nucleares que Israel possui. Falam o tempo todo contra o “ditador” Bashar, mas não se pronunciam contra as monarquias absolutistas, obscurantistas, fascistas e feudais do Golfo, por estes serem seus aliados, amigos e pró-Israel. Pronunciaram-se contra a “repressão” na Síria, mas calaram-se com o massacre dos xiitas no Bahrein. Falam contra o uso das forças armadas sírias que defende o país, mas calam-se contra a invasão que as forças armadas sauditas fizeram no Bahrein, sede da 5ª Frota dos EUA que patrulha o Golfo Pérsico-Arábico. Abusam do direito de veto no CS/ONU em favor de Israel, mas indignam-se contra um veto exercido dentro das regras previstas na Carta das Nações usado pela China e pela Rússia.
15. Terroristas agem abertamente na Síria – Verdade.
A grande imprensa apenas acusa o governo de matar dezenas, centenas de cidadãos. No entanto, ela tem sido obrigada a noticiar mais e mais atentados terroristas contra prédios públicos, oleodutos, gasodutos, escolas e até mesmo hospitais. São feitos por mercenários contratados a peso de ouro pelo obscuro Exército da Síria Livre. O objetivo desses ataques é quebrar a infraestrutura do país e jogar a opinião pública contra o governo.
É preciso destacar que a ação desses grupos mercenários conta com apoio e total suporte da OTAN que os treina e financia, a partir de acampamentos na fronteira da Turquia. Estão envolvidos nessa operação a CIA e o MI6 inglês, além, claro, como sempre, o Mossad de Israel. Isso não vem surtindo efeito. Ao contrário. Pesquisas confiáveis de opinião mostram o grande apoio da opinião pública ao governo.
Conclusões
Nunca tivemos dúvidas, desde o início do processo da Revolução Árabe, que a Síria viveria uma situação distinta, particular. O caráter de um governo se mede pelas tarefas que assume, pelos seus objetivos, pela ação que pratica. Por isso nunca duvidamos do caráter antiimperialista, popular e em defesa dos palestinos que o governo da família Assad sempre expressaram.
Defendemos, tal qual as organizações sindicais, populares e os partidos comunistas da Síria, reformas profundas no país, ampliação das liberdades políticas e de organização. No entanto, não podemos somar nossas vozes com grupos terroristas, mercenários à soldo do imperialismos de todas as matizes, sejam eles norte-americano, inglês ou francês. Não bastasse isso, já esta claro mais que provado por diversas fontes, a ampla aliança da Al Qaeda com a OTAN. E somado a isso, os serviços secretos da CIA, MI6 e Mossad israelense.
Este senhor da Al Qaeda também quer derrubar o governo da Síria
Somamos nossas vozes às do povo e do governo da Síria, em seu projeto em defesa da soberania nacional e sua autodeterminação. Não à ingerência estrangeira nos assuntos internos da Síria. Apoiamos e defendemos o diálogo nacional. Apoiamos as eleições livres que ocorrerão no mês que vem, sob nova e democrática constituição da República Árabe da Síria.
Fora imperialismo da Síria!
Ao que tudo indica, o jogo parece que vai terminando. E com uma derrota fragorosa para as forças imperialistas e sionistas. Para as forças que querem barrar o avanço da Revolução Árabe. A Rússia e China estão resolutas em não apoiar qualquer intervenção externa na Síria. Já chega de destruição de uma nação árabe. Não ficou pedra sobre pedra no Iraque. Agora a mesma coisa na Líbia, antes o país de maio IDH de toda a África. Sem falar na própria destruição do Afeganistão. Agora querem destruir e tomar a síria, último bastião e pilar do verdadeiro nacionalismo e panarabismo, herdados de Gamal Abdel Nasser. A oposição externa já perdeu as ilusões de apoios. Até Sarkouzy já disse que não se ganha uma guerra de fora do país!
A OTAN não tem como intervir e já disse isso com todas as letras. Resta-lhes apoiar os terroristas da rede Al Qaeda, financiada pela CIA. A Turquia vai acabar tendo que retirar todo seu apoio aos mercenários recrutados pelos dólares sauditas, a que ela vem chamando de Exército da Síria “Livre” (Free Syrian Army – FSA em inglês). Vai ficando isolada e sem amigos no OM.
O risco de um conflito regional no OM, que já foi maior, deve estar sendo redimensionado pelos tais planejadores de Washington. Não há como um conflito dessa natureza deixar de fora as capitais Tel Aviv, Riad e Ancara. Um incêndio de razoáveis proporções.
O CS/ONU e a Liga Árabe (do Golfo...) não conseguem mais executar a política estadunidense. Não pelo menos com antes, com a desenvoltura anterior. Há resistências da Rússia e China e agora do Líbano, Iraque, Argélia, do Irã e da própria Síria e do seu bravo povo. A Liga Árabe acabou. Precisará ser, no futuro, recomposta ou outra organização surgirá. Hoje, é palco para monarquias fascistas, feudais, como as da Arábia Saudita e do Qatar.
O governo da Síria, sob o comando do seu jovem presidente, o médico Bashar El Assad, segue no caminho da tentativa de pacificação do país. Mais de 30 decretos, portarias e novas leis, editadas em oito meses vão reformando o regime, o governo, o país, dando-lhes feições mais modernas e democráticas. Avança o diálogo nacional com todas as organizações, governamentais ou não, no rumo de eleições democráticas, nova constituição e eleições presidenciais em 2013. Novos pactos, novas alianças, regionais e internacionais, devem atender aos interesses dos sírios. Novos acordos econômicos com países amigos, em especial Rússia e China, devem ser assinados em breve.
Quero registrar meu profundo lamento a uma esquerda que não consegue compreender a dimensão do que está em jogo naquela região e insiste em somar suas forças, pequenas é verdade, às do império estadunidense e seus lacaios, tentando derrubar o governo patriótico da Síria.
Posso estar enganado, mas contas feitas pelo imperialismo e sionismo, pela direita islâmica, o melhor mesmo talvez seja melhor bater em retirada. Difícil prever em detalhes, mas é esse o cenário que vislumbramos.
___________
Fontes Pesquisadas e Citadas

Aisling Byrne. A realidade sempre mal contada na mídia sobre a Síria do Asian Times Online, de 4 de janeiro de 2012;
Assad Frangiéh, em www.elmarada.com.br em Editorial, O começo do fim. Agradeço ao Dr. Assad em particular por observações na primeira versão deste trabalho.
Camila Carduz. Irã promete apoiar resistência libanesa e palestina contra Israel. Prensa Latina.
Evguêni Satanóvski. Atual estratégia russa para o Oriente Médio permite ao país salvar as aparências e ganhar tempo. Presidente do Instituto de Estudos sobre o OM.
Michel Chossudovsky. Syria: NATO’s next “humanitarian” war? http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=29234
Pepe Escobar. Síria, a nova Líbia. Asia Times Online.
Pepe Escobar. É que o Bahrein não é a Síria... http://www.atimes.com/atimes/Middle_East/NB15Ak03.html
Robert Fisk, Bashar Al-Assad não cairá. Não, pelo menos, agora. The Independent.
Sharmine Narwani. Veterano diplomata americano questiona a narrativa sobre a Síria. Al-Akhbar, Beirute.
Thierry Meyssan. Fin de partie au Prouche-Orient. Rede Voltaire Net. http://www.voltairenet.org/Fin-de-partie-au-Proche-Orient
Observação: os artigos traduzidos para o português sem menção de páginas da Internet foram realizados pelo coletivo de tradutores da Vila Vudu, a quem de público agradeço.
Lejeune Mirhan é sociólogo, Professor, Escritor e Arabista. Colunista de Oriente Médio do Portal da Fundação Maurício Grabois (http://fmauriciograbois.org.br/portal/). Colaborador da Revista Sociologia da Editora Escala. E-mail: lejeunemgxc@uol.com.br
 Com Outro Lado da Notícia

E o petróleo de mansinho sobe por conta de tensões

Preço do petróleo superou 120 dólares por barril


 
24.02.2012, 13:45
foto: EPA



O preço de um barril do petróleo Brent para abril atingiu um recorde de 124 dólares, levando em conta os eventos no Irã e a estatística positiva dos EUA. O preço do petróleo WTI também cresceu – de 0,61% até 108,49 dólares por barril.
As sanções dos EUA e da Europa em relação ao Irã e as ações iranianas em sua resposta foram a causa principal do crescimento da demanda entre os investidores. O mercado russo já reagiu ao preço do petróleo com uma queda do valor do dólar em relação ao rublo.

Ataques a cidade rebelde matam pelo menos mais cinco na Síria

Comunidade internacional deve dar 'ultimato' ao regime de Assad.
Na véspera, relatório da ONU acusou governo de ordenar crimes no país.

Do G1, com agências internacionais

As forças de segurança da Síria dispararam e mataram pelo menos mais 5 pessoas no distrito de Baba Amro, na cidade de Homs, nesta sexta-feira (24), disseram ativistas da oposição na terceira semana de bombardeios contra bairros oposicionistas da cidade.
"Baba Amro está sendo atingida por artilharia de 122 milímetros direcionada contra o bairro vindo de vilas vizinhas. Um pai e seu filho de 14 anos estão entre os mortos. Eles estavam tentando fugir do ataque, quando foram atingidos na rua", disse Mohammad al-Homsi à Reuters.
Segundo a ONU, mais de 5.000 pessoas, a maioria civis, já morreram na repressão aos protestos contra o governo do presidente Bashar al Assad na Síria.
O governo sírio diz enfrentar a ação de "terroristas armados" que, com patrocínio estrangeiro, tentam desestabilizar o país.
É difícil confirmar os relatos do governo e da oposição, já que quase toda a imprensa estrangeira foi expulsa do país.

Os militantes da oposição ao regime programaram para esta sexta-feira um dia de manifestações de apoio Baba Amr, ao mesmo tempo que a Tunísia recebe uma reunião internacional para definir um plano de ajuda humanitária para a Síria e aumentar a pressão sobre Damasco.
Imagem de satélite tomada em 15 de fevereiro e divulgada nesta quinta-feira (23) mostra oleoduto em chamas após bombardeio de forças do regime em Homs, na Síria  (Foto: AP)Imagem de satélite tomada em 15 de fevereiro e divulgada nesta quinta-feira (23) mostra oleoduto em chamas após bombardeio de forças do regime em Homs, na Síria (Foto: AP)

Potências árabes e ocidentais que se reúnem em Túnis devem exigir que as autoridades sírias permitam acesso imediato de ajuda para as cidades de Homs, Deraa, Zabadani "e outras áreas sob cerco" de acordo com um esboço da declaração obtido pela Reuters.
A proposta de declaração da reunião dos "Amigos da Síria" também pede para que o governo sírio "parasse imediatamente com a violência" e promete entregar ajuda humanitária dentro de 48 horas caso a Síria "pare de atacar áreas civis e permita o acesso".
O grupo também se compromete a aplicar sanções voltadas para pressionar as autoridades sírias a pararem com a violência, incluindo banimento de viagens, congelamento de bens, interrupção das compras de petróleo sírio, encerrar investimentos em infraestrutura e serviços financeiros relacionados ao país, reduzir laços diplomáticos e impedir cargas de armamentos para o governo sírio.
Na véspera, relatório de comissão da ONU afirmou que as forças de segurança síria cometem crimes contra civis por ordem das autoridades do regime.
Pelo G1

23 de fevereiro de 2012

Fascismo Financeiro -- A Grécia deve se revoltar contra a escravidão!


Fonte: Youtube

Israel sinaliza possibilidade de ataque militar ao advertir Irã



EFE


Jerusalém, 23 fev (EFE).- O presidente de Israel, Shimon Peres, afirmou nesta quinta-feira que seu país está realmente disposto a aplicar "todas as opções" para frear o programa nuclear do Irã, referindo-se sobre a possibilidade de um ataque militar.

"Quando dizemos que 'todas as opções estão sobre a mesa', realmente falamos a sério", afirmou Peres durante a conferência de presidentes das principais organizações judaicas americanas, realizada em Jerusalém, segundo um comunicado divulgado por seu escritório.

O chefe de Estado ressaltou que Israel é "soberano" e "tem todo o direito e toda a capacidade de defender-se perante qualquer ameaça".

"Imaginem se o Irã vencesse. Nenhum país poderá impedi-lo de exportar livremente terrorismo ou de dominar a economia mundial. Um Irã com a bomba nuclear é uma catástrofe", acrescentou Peres, citado pela edição online do jornal "Yedioth Ahronoth".

As declarações ocorrem no mesmo dia em que o jornal "Ha'aretz" publicou em sua capa  que Peres manifestaria ao presidente americano, Barack Obama, sua oposição a uma operação militar no Irã no curto prazo,con no encontro que os dois líderes manterão em Washington no dia 4 de março.

Peres viaja a Washington com toda as informações sensíveis sobre o programa nuclear iraniano recolhidas pelos serviços de inteligência israelenses.

Síria: Buscando um conveniente casus belli

 Alegadas morte de dois jornalistas ocidentais na Síria usados ​​para dançar ao redor  do veto do CSNU.
  Tony Cartalucci

  Infowars.com
  Quinta-feira, 23 de fevereiro, 2012
 
  Está uma nação em guerra com o mundo inteiro assistindo.  Seus aliados a Rússia ea China acabou de fazer uma decisão importante no Conselho de Segurança da ONU a seu favor com muito de sua reputação e futuro em jogo.  Os propagandistas ocidentais têm sido implacavelmente inventando histórias de notícias a respeito de sua nação, não importa o que você faz, por quase um ano, começando com " Menina Gay em Damasco ", que ativistas sírios insistiu ainda era verdadeira , mesmo após as dúvidas começaram a surgir, e que conduz a diária relatórios de "ativistas dizem "que vem de Londres, Inglaterra .
As suas escolhas: ". Exército sírio Livre" continua uma campanha para restaurar a ordem em Homs, que é reconhecidamente invadida por transfronteiriços militantes e terroristas estrangeiros que operam com o apoio da OTAN e outros braços, lutando sob a bandeira da liberdade, gastar seu tempo em vez de matar intencionalmente mulheres e crianças na frente de jornalistas britânicos e franceses antes da plotagem sobre rádios facilmente interceptadas  e suas mortes espetaculares na frente de um mundo assistindo?

Elas estavam correndo a  solta em Nova York, uma operação militar mobilizada para neutralizá-los não seria descrita como um "massacre" pela mídia corporativa.
…. ....
  Muito claramente há algo errado com essa narrativa que está sendo dada a nós pelo Ocidente, que se estabelecem por uma margem confortável como mentirosos seriais. Iraque perdeu um milhão de filhos e filhas a estas mentiras.  Líbia também foi retratada como uma nação "massacrando civis "Quando se está agora a limpar esses" civis "eram norte-americanos pelo Departamento de Estado  e listados terroristas do Grupo Islâmico Combatente da Líbia que estão agora conduzindo massacres em todo o país .
 Lendo qualquer relatório fora da mídia corporativa  , encontramos campanha da Síria contra os rebeldes armados reconhecidamente paradoxalmente referidos como um "massacre", e um fervor quase palpável para justificar e contornar o veto na  última resolução do CSNU. Quando a notícia sai da morte de dois jornalistas estrangeiros em Homs, Ochlik Remi e Colvin Marie que conseguiram ir  para a Síria e estavam operando clandestinamente, para começar, os líderes ocidentais são unanimidade  em chamar isso de "ponto de ruptura".  O francês Nicolas Sarkozy chegou a afirmar , "isso é o suficiente agora, este regime deve cair e não há nenhuma razão para que os sírios não têm o direito de viver suas vidas e escolher o seu destino livremente."
 Uma pergunta, onde  está a fortaleza moral de Sarkozy foi quando em janeiro, enquanto cobria uma manifestação pró-Assad, em Homs, o jornalista francês Gilles Jacquier foi morto em um ataque rebelde . Inacreditavelmente, não só faz como  contradiz a notícia que tenho dito ao longo de Assad liderando uma campanha brutal contra os manifestantes pacíficos, mas enquanto o ataque foi condenado pela França, foi o governo sírio, que foi acusado de não proteger os seus jornalistas de bandidos armados . Onde estavam as chamadas para os rebeldes a depor as armas? Onde estava a cessação do apoio político para o "Exército sírio livre?" Onde estava a decisão da OTAN de descontinuar o seu apoio para os rebeldes que já tinha assassinado um jornalista ocidental?
Claramente, a razão não está a conduzir a política externa ocidental, em vez disso uma busca por um conveniente "casus belli" para servir onde a sua "responsabilidade de proteger" a doutrina falhou.  Nós não saberemos o que realmente aconteceu na Síria esta semana em relação aos dois jornalistas supostamente mortos lá, desde que " os ativistas dizem "está ligado a cada declaração feita sobre os eventos.
O que sabemos é que o Ocidente há muito tempo está  predeterminado que a mudança de regime vai ocorrer na Síria, e que eles vão fazer qualquer coisa necessária, a qualquer custo para alcançá-lo.

Tony Cartalucci é o escritor e editor no Relatório Destroyer Terra

O colapso econômico:55 fatos interessantes sobre a economia dos EUA em 2012

Coisa que a mídia maniipuladora de mentes e corações não lhe mostra:







Como andará  a economia dos EUA  em 2012? Infelizmente, ela não está fazendo tão bem como os principais meios de comunicação nos querem fazer crer.  Sim, as coisas se estabilizaram para o momento, mas essa bolha de falsa esperança não vai durar por muito tempo.

  As tendências de longo prazo que estão rasgando nossa economia e nosso sistema financeiro em pedaços continuam existindo.  Quando você voltar atrás e olhar para o quadro mais amplo, é difícil negar que estamos em forma muito ruim e que as coisas estão piorando rapidamente.  Mais adiante, neste artigo você vai encontrar uma lista de fatos interessantes que mostram o verdadeiro estado da economia dos EUA. Espero que muitos de vocês irão encontrar esta lista para ser uma ferramenta útil que você pode compartilhar com sua família e amigos. Cada dia os fundamentos da nossa economia desmoronam um pouco mais, e precisamos acordar como muitos americanos que pudermos com o que realmente está acontecendo enquanto ainda há tempo. Temos acumulado dívida de forma demasiada, consumimos muito mais riqueza do que produzimos, milhões de nossos trabalhos estão sendo transferidos para o exterior, as nossas grandes cidades estão se deteriorando, os orçamentos familiares estão sendo pressionados mais do que nunca, a pobreza é generalizada e que têm levantado várias gerações dos norte-americanos que esperam que o governo a corrigir todos os seus problemas. A economia dos EUA está em uma encruzilhada, e as decisões que o povo americano fazer em 2012 vai ser extremamente importante.
Eles praticamente falam por si.
Depois de ler esta lista, será difícil para qualquer um argumentar que estamos no caminho certo. 
A seguir estão 55 fatos interessantes sobre a economia dos EUA em 2012 ....
# 1 Enquanto você lê este, há mais de 6 milhões de hipotecas nos Estados Unidos que estão atrasados.
# 2 Em janeiro, os preços domésticos dos Estados Unidos foram os mais baixos do que foram em mais de uma década .
 # 3 Na Flórida, agora, alguns motoristas estão pagando cerca de 6 dólares
por um litro de gasolina.
  # 4 Em média, você poderia comprar cerca de 10 litros de gás por uma hora de volta o trabalho em meados dos anos 90. Hoje, a hora média de trabalho você irá obter menos de 6 litros de gasolina .
# 5 Infelizmente, 43 por cento de todas as famílias americanas gastam mais do que ganham a cada ano.
 # 6 De acordo com o Gallup, a taxa de desemprego estava em 8,3% em meados de janeiro, mas subiu para 9,0% em meados de fevereiro.
# 7 A porcentagem de americanos em idade de trabalhar que têm emprego não está a aumentar. O emprego a proporção da população permaneceu bastante estável (oscilando entre 58% e 59%) desde o início de 2010 .
  # 8 Se você reuniu todos os trabalhadores que são "oficialmente" desempregados nos Estados Unidos em uma só nação, eles constituem o maior país 68 em todo o mundo.
# 9 Quando Barack Obama primeiro mandato, o número de "longo prazo" trabalhadores desempregados nos Estados Unidos foi de aproximadamente 2,6 milhões. Hoje, esse número está sentado em 5,6 milhões .
# 10 A duração média do desemprego nos Estados Unidos está pairando perto de um recorde de todos os tempos .
# 11 Segundo a Reuters , cerca de 23,7 milhões de trabalhadores americanos estão desempregados ou subempregados agora.
# 12 Há cerca de 88 milhões de americanos em idade activa que não são empregados e que não estão procurando emprego.  Isso é um recorde de todos os tempos.
# 13 De acordo com CareerBuilder, apenas 23 por cento das empresas americanas planejam contratar mais funcionários em 2012.
 # Voltar 14 no ano de 2000, cerca de 20 por cento de todos os empregos nos Estados Unidos foram a fabricação de empregos.  Hoje, cerca de 5 por cento de todos os empregos nos Estados Unidos são de fabricação empregos.
# 15 Os Estados Unidos perderam uma média de cerca de 50.000 empregos na indústria de um mês desde que a China aderiu à Organização Mundial do Comércio em 2001.
# 16 Surpreendentemente, mais de 56.000 instalações de manufatura nos Estados Unidos foram fechados desde 2001.
# 17 De acordo com o autor Paul Osterman, cerca de 20 por cento de todos os adultos americanos estão atualmente trabalhando em empregos que pagam a pobreza em nível de salários.
# 18 Durante a administração Obama, os custos do trabalhador de seguros de saúde subiram 23 por cento .
# 19 Um todo-tempo recorde 49,9 milhões de americanos não têm qualquer seguro de saúde em todos, neste ponto, ea percentagem de americanos cobertos por planos de saúde com base no empregador caiu para 11 anos em uma fileira .
# 20 De acordo com o New York Times , cerca de 100 milhões de americanos estão a viver na pobreza ou na "zona irritado logo acima dele".
  # 21 Nos Estados Unidos hoje, os lucros corporativos estão em alta de todos os tempos . A porcentagem de americanos que vivem em " pobreza extrema "é também em uma elevação de todos os tempos de acordo com os EUA Census Bureau.
# 22 Nos Estados Unidos hoje, o mais rico de um por cento de todos os americanos têm um patrimônio líquido maior do que os 90 por cento inferior combinado .
# 23 Os mais pobres 50 por cento de todos os americanos agora coletivamente possui apenas 2,5% de toda a riqueza nos Estados Unidos.
# 24 O número de crianças vivendo na pobreza no estado da Califórnia aumentou em 30 por cento desde 2007.
 # 25 De acordo com o Centro Nacional para Crianças na pobreza, 36,4% de todas as crianças que vivem em Filadélfia estão vivendo na pobreza, 40,1% de todas as crianças que vivem em Atlanta estão vivendo na pobreza, 52,6% de todas as crianças que vivem em Cleveland são vivendo na pobreza e 53,6% de todas as crianças que vivem em Detroit vivem na pobreza.
# 26 Uma vez que Barack Obama chegou à Casa Branca, o número de americanos sobre o vale-refeição aumentou de 32 milhões para 46 milhões .
  De acordo com uma análise do Pew Research Center, apenas 51 por cento de todos os americanos que são pelo menos 18 anos, são casados. Em 1960, 72 por cento dos adultos norte-americanos foram casados.
  # 28 Em 1984, o patrimônio líquido médio de lares chefiados por alguém 65 anos ou mais era 10 vezes maior do que o valor médio líquido dos lares chefiados por alguém 35 anos ou menos.  Hoje, o patrimônio líquido médio de lares chefiados por alguém 65 anos ou mais é 47 vezes maior do que o valor médio líquido dos agregados familiares liderados por alguém 35 anos ou menos.
# 29 Se você pode acreditar que, 37 por cento de todas as famílias norte-americanas que são conduzidos por alguém com idade inferior a 35 anos têm um patrimônio líquido de zero ou menos de zero.
  # 30 Após o ajuste para a inflação, os estudantes universitários americanos estão pedindo dinheiro cerca de duas vezes tanto como eles fizeram uma década atrás.
 # 31 De acordo com o Relógio da Dívida Student Loan , a dívida total do empréstimo de estudante nos Estados Unidos vão superar a marca de 1 dólar trilhões em algum momento em 2012.Se você saiu agora e começar a despesa de um dólar a cada segundo, levaria mais de 31.000 anos para gastar um trilhão de dólares.
# 32 Hoje, 46% de todos os americanos carregam um saldo de cartão de crédito de mês para mês.
# 33 Incrivelmente, um em cada sete americanos tem pelo menos 10 cartões de crédito .
# 34 A taxa média de juros no cartão de crédito que está a levar a um equilíbrio agora é de até 13,10 por cento .
  # 35 das famílias norte-americanas que têm dívida de cartão de crédito, o valor médio da dívida de cartão de crédito é um espantoso $ 15.799 .
# 36 No geral, os americanos estão levando um total de 798.000 milhões dólares em dívidas de cartão de crédito. Se você estava vivo quando Jesus nasceu e você gastou um milhão de dólares a cada dia desde então, você ainda não teria gasto 798 bilião dólares até agora.
# 37 Pode ser difícil acreditar, mas a verdade é que a dívida do consumidor nos Estados Unidos aumentou em uma gritante 1700% desde 1971.
  # 38 Neste momento, cerca de 70 por cento de todas as compras de automóveis nos Estados Unidos envolvem um auto empréstimo.
# 39 Nos Estados Unidos hoje, 45 por cento de todos os auto empréstimos são feitos a tomadores de empréstimos subprime.
# 40 A dívida hipotecária como percentagem do PIB mais do que triplicou desde 1955.
# 41 De acordo com um estudo recente conduzido pela BlackRock Investment Institute, o rácio da dívida das famílias com a renda pessoal nos Estados Unidos é agora 154 por cento .
  # 42 Para obter o mesmo poder de compra que você saiu de R $ 20,00 em 1970 você teria que ter mais de 116 dólares hoje.
  # 43 Quando Barack Obama primeiro mandato, uma onça de ouro estava indo para cerca de US $ 850. Hoje uma onça de ouro custa mais de US $ 1700 a onça.
# 44 O número de americanos que não estão pagando os impostos federais renda está em alta de todos os tempo .
# 45 A surpreendente 48,5% de todos os americanos vivem em uma casa que recebe alguma forma de benefícios do governo.  Em 1983, esse número foi abaixo de 30 por cento.
# 46 A quantidade de dinheiro que o governo federal dá diretamente aos norte-americanos aumentou 32 por cento desde que Barack Obama chegou à Casa Branca.
# 47 Durante 2012, o governo dos EUA deve rolar cerca de 3 trilhões de dólares de dívida antiga.
# 48 A dívida dos EUA em relação ao PIB atingiu 101 por cento .
# 49 No momento, os EUA dívida nacional está sentado em um total de $ 15,419,800,222,325.15 .
# 50 A dívida nacional dos EUA está agora mais de 22 vezes maior do que era quando Jimmy Carter tornou-se presidente.
# 51 Durante a administração Obama, o governo dos EUA acumulou mais dívidas do que fez a partir do momento em que George Washington tomou posse para o tempo em que Bill Clinton assumiu o cargo .
# 52 Se o governo federal começou neste exato momento para reembolsar os EUA dívida nacional a uma taxa de um dólar por segundo, levaria mais de 440.000 anos para saldar a dívida nacional.
# 53 Se Bill Gates deu a cada centavo de sua fortuna para o governo dos EUA, seria apenas cobrir o déficit orçamentário dos EUA para cerca de 15 dias .
# 54 Neste momento, os EUA dívida nacional está a aumentar em cerca de 150 milhões de dólares a cada hora.
# 55 Gastos do governo federal responsável por cerca de 2 por cento do PIB em 1800 de volta. Foi responsável por 23,8 por cento em 2011, e de acordo com o ex-EUA Controladoria-Geral David M. Walker, que serão responsáveis ​​por 36,8 por cento do PIB em 2040.
Más notícias, hein?
Mas não é apenas nossa economia que está se deteriorando.
  Estamos testemunhando uma tremenda quantidade de decadência social.Como escrevi outro dia, a América está rapidamente em decomposição bem na frente dos nossos olhos.
  Quando o nível de água de um rio desce o suficiente, ele irá revelar rochas que foram escondidos da visão por um tempo muito longo. Bem, uma coisa semelhante está acontecendo na América agora. Durante décadas, a nossa prosperidade alimentado pela dívida tenha mascarado um monte de decadência social que vem acontecendo.
Mas agora que a nossa prosperidade está evaporando, um monte de coisas assustadoras está sendo revelado.
Infelizmente, uma outra grande crise financeira está se aproximando rapidamente e as condições econômicas nos Estados Unidos vão ficar muito pior.
  Então, o que é o nosso país vai parecer quando isso acontece?
Essa é uma pergunta muito boa.
Fonte:

Tradução e adaptação: Daniel Lucas-UND 

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...