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28 de março de 2011

Revolta síria.EUA dizem que não será como na Líbia

Olá Leitores!
Bom dia a todos!
Acompanhamos os planos dos senhores do mundo em tomar a Líbia, em tomar o petróleo que lá tem.
Tá certo que Kadafi não é nenhum santo, mas não se resume esta ação militar ocidental, em apenas proibir as forças pró- Kadafi de atacar civis inocêntes e sim, colocar em marcha propósitos mais amplos do que isto.
Agora estamos vendo além do Iêmen, da próptia Líbia, Bahrein, à Síria enfentando revoltas populares, alí se trata de um inimigo histórico de Israel, além da Síria ser um importante aliado do Irã, também inimigo dos israelenses.
É um jogo de poder de consequências imprevisíveis, Al Assad já está concedendo algumas benésses a população, como  fim do Estado de Emergência que vigora há 48 anos, o que na prática proibia, livre manifestação, partidos políticos etc.
Mas Al Assado,nem se quer quer saber em optar pela renúncia, até porque o seu pacote de bondades, não aplacos os ânimos da população que quer mais e por querer mais o ditador sírio já vem mobilizando seu exército para sufocar as revoltas.
Podem ter certeza, isto não ocorre por acaso, são mudanças sim, mas orquestradas por forças que desconhecemos em tese, e assim estão remexendo o balaio de gato e dele pode sair qualquer coisa.
Façam suas análises e que isso não vai significar algo bom para aquela região, isto não vai.
O povo é massa de manobra para que uma elite consiga colocar em prática seus projetos de poder.

Assad da Síria convoca Exército em porto para manter a ordem

Presidente deve fazer pronunciamento à nação nesta segunda-feira


Reuters | 28/3/2011
O presidente Bashar al-Assad, enfrentando a mais grave crise em seus 11 anos de governo, mobilizou o exército pela primeira vez em Latakia, a principal cidade portuária da Síria, depois de quase duas semanas de protestos que se espalharam por todo o país.
Assad, de 45 anos, que não deu declarações desde que os protestos começaram no país, deve fazer um pronunciamento à nação em breve, informaram seus funcionários, sem dar mais detalhes.


Dezenas de pessoas morreram em manifestações pró-democracia na cidade de Deraa, no sul, e nas proximidades de Sanamein, bem como em Latakia, Damasco e outras cidades ao longo da semana passada. O governo diz que grupos armados não-identificados, possivelmente apoiados por potências estrangeiras, estão tentando incitar o conflito sectário na Síria.
O Ministério da Justiça pediu aos cidadãos pela televisão estatal para ignorar apelos "inverídicos" em mensagens de texto e folhetos para participar de um comício na Praça dos Omíadas de Damasco, no domingo. O ministério alerta a população para se manter afastada para a sua própria segurança.
O envio de tropas às ruas de Latakia, no sábado, sinaliza a apreensão crescente do governo sobre a capacidade da polícia em manter a ordem.
Latakia é uma mistura potencialmente volátil de muçulmanos sunitas, cristãos e alauítas que constituem o núcleo de apoio a Assad. Suas zonas residenciais abrigam grandes complexos da polícia secreta.
"Há um sentimento em Latakia de que a presença de tropas disciplinadas é necessária para manter a ordem", disse um morador à Reuters. "Nós não queremos saques."
EUA
A secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton disse no domingo que os Estados Unidos lamentam o derramamento de sangue na Síria, mas que uma intervenção ao estilo da Líbia não deve ser esperada. * É que alí além de não ter petróleo em abundância, não será tão fácil como atacar á Líbia, vao mexer com Irã e por aí vai...)
A agitação na Síria veio à tona depois que a polícia prendeu mais de uma dezena de alunos por fazerem grafites inspirados pelos protestos pró-democracia em todo o mundo árabe.
Tais manifestações seriam impensáveis há alguns meses, no mais rigidamente controlado país árabe, onde o Partido Baath está no poder há quase 50 anos. A Síria conquistou a sua independência da França em 1946.
Assad, um oftalmologista educado na Grã-Bretanha, comprometeu-se a fazer concessões e dar maior liberdade, mas não foi capaz de conter os protestos influenciados por revoltas no Egito e na Tunísia.
Bouthaina Shaaban, assessor de Assad, disse à TV Al Jazeera que a lei de emergência, odiada pelos reformistas da Síria pelos poderes que garante aos serviços de Segurança, seria suspendida, mas não estabeleceu datas.
Advogados afirmam que a lei de emergência tem sido usada pelas autoridades para proibir protestos, justificar as detenções arbitrárias e fechar tribunais além de dar carta branca à polícia secreta e ao aparato de segurança.

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