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26 de junho de 2012

Crise Sirio-turca


26 jun 2012
 

Turquia ameaça atacar a Síria

Primeiro-ministro da Turquia,, Recep Tayyip Erdogan , ameaçou atacar a Síria se militares se aproximam da fronteira entre os dois países.

Turkey Threatens to Attack Syria recep tayyip erdogan 200645  Turco PM Recep Tayyip Erdogan.
 
 "As regras de engajamento das Forças Armadas Turcas mudaram", disse ele na terça-feira. "Qualquer elemento militar que se aproxima da fronteira turca da Síria, colocando um risco a segurança e em perigo vai ser considerado como uma ameaça e tratado como um alvo militar."
Ameaça de Erdogan significa que a  Síria correrá o risco de guerra entre os dois países se ela responde aos ataques lançados a partir do lado turco da fronteira.
  Erdogan emitiu a ameaça depois que a Síria derrubou um avião turco que tinha atravessado em seu espaço aéreo na sexta-feira. "Mesmo que o avião estava em seu espaço aéreo por alguns segundos, isso não é desculpa para atacar", disse ele.
Ministro dos Negócios Estrangeiros da Síria, Jihad Makdissi , insistiu que o avião turco foi abatido sobre território sírio.Turquia afirma que o jato estava sobre as águas internacionais e brevemente se desviou para a Síria.
Turquia aumentou as tensões entre os dois países na segunda-feira quando disse que a Síria tinha ateado fogo em uma missão de busca e salvamento enviada para encontrar dois pilotos perdidos depois que o avião foi abatido. O avião de busca e salvamento também tinha entrado no espaço aéreo sírio.
OTAN entrou na briga nesta terça-feira. O Secretário-geral Anders Fogh Rasmussen condenou a derrubada do Phantom F-4 "nos termos mais fortes" depois de uma reunião a pedido da Turquia. OTAN realizou a consulta nos termos do artigo 4 º da carta de fundação da Organização do Tratado do Atlântico Norte . Artigo 4 º permite que os membros a proceder às consultas ", sempre que, na opinião de qualquer um deles, a sua integridade territorial, independência política ou segurança está ameaçada."

O Exército sírio livre  está sediado na Turquia e o governo turco estabeleceu "refúgios" para preservar  soldados sírios que aderiram à FSA e outros grupos de oposição.
Segundo o The Guardian, a Turquia tem permitido o estabelecimento de um centro de comando em Istambul de co-coordenação ao fornecimento de armas aos rebeldes na Síria, formados por mais de 20 movimentos nacionais principalmente sírios.  No começo de junho repórteres do The Guardian disse que eles testemunharam armas que estão sendo transferidos para além da fronteira da Turquia com a Síria.
Em 21 de junho, os New York Times confirmou que a CIA está operando dentro da Turquia e esmiuçando fuzis automáticos, lança-granadas, munições e armas antitanque na fronteira com a FSA e outros grupos.  As transferências de armas são conduzidas pelo ativo de inteligência britânico, a Irmandade Muçulmana e pagos pela Turquia, Arábia Saudita e Qatar.
"Imagine um cenário semelhante ao acontecimento, digamos, na fronteira México-EUA, no Arizona e Texas?,"  disse o jornalista Pepe Escobar do Asia Times  em abril.

Obama "reconsidera" ataque militar ao Irã

Debkafile 26 de junho de 2012, 10:28 (GMT +02:00)

Leon Panetta with Saudi intel chief Prince Moqrin
  Leon Panetta com o chefe de inteligência  da Arábia  Príncipe Moqrin
Na esteira da diplomacia que falhou,o  presidente dos EUA, Barack Obama está em processo de "repensar" a sua decisão de adiar a ação militar contra o Irã. O secretário de Defesa, Leon Panetta foi em Riad para sondar os governantes sauditas em uma operação norte-GCC combinado. Na sua próxima edição, na sexta-feira, Debka-Net-Weekly explora as perspectivas de que esta operação, junto com as revelações sobre discurso do Presidente Vladimir Putin com o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu. De Jerusalém, Putin lançou seu "alerta mais marcante a Obama."

Debkafile.com

Erdogan: exército turco responderá as violações da Síria

  Via REUTERS
/26/ 06/2012 13:41

" No fundo da derrubada de  um avião de caça turco pela Síria, Erdogan de  Ancara adverte "ira forte e devastadora."

Turkish Prime Minister Recep Tayyip Erdogan  Foto: REUTERS / Umit Bektas
 
  Turquia irá tratar todas as unidades militares sírias que se aproximam da fronteira como uma ameaça e um alvo militar, advertiu o primeiro-ministro Tayyip Erdogan,  nesta terça-feira.
Erdogan também disse que a Turquia estava totalmente contra o direito da Síria de abate de um avião turco e que a resposta racional de Ancara para o incidente não deve ser confundida com fraqueza.
 "Todo mundo deve saber que a ira da Turquia será tão forte e devastadora", disse Erdogan em um discurso aos seus dirigentes deputados AK partido no Parlamento.
O regime  do exército de combate ao longo da fronteira dos dois países agora será mudado, disse ele.
  "Cada elemento militar que ousar se aproximar da fronteira com a Turquia e a Síria e que representa um risco de segurança e o    perigo vai ser avaliado como uma ameaça militar e será tratado como um alvo militar", disse ele.
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  Turquia rejeitou as afirmações de Damasco que suas forças não tinham opção a não ser disparar contra o jato F-4 quando ele vôou sobre as águas sírias perto da costa na sexta-feira e acusou  o disparo como um "ato de agressão". Ele diz que o avião era um avião de reconhecimento desarmado voando sobre águas internacionais.
O incidente aumentou as tensões entre a Turquia e a Síria já tensas durante o levante de 16 meses contra o governo do presidente sírio, Bashar Assad.
 Turquia exigiu o apoio de seus aliados da OTAN sobre a derrubada e convocou uma reunião em Bruxelas, nos termos do artigo 4 da Carta da Aliança, que prevê consultas quando um Estado membro sente a sua integridade territorial ou a segurança está sob ameaça.
Estados membros da OTAN condenaram a Síria na terça-feira por derrubar o jato turco, chamando-o de "inaceitável" e exigindo que Damasco tome as medidas para evitar novos incidentes.
  "Aliados da Otan expressaram forte condenação deste ato completamente inaceitável", disse o secretário-geral da OTAN Anders Fogh Rasmussen,  após o encontro.
  Rasmussen disse que a OTAN e a segurança são "indivisíveis", mas disse que o artigo 5 da OTAN que apela aos Estados membros para ver um ataque a um país como um ataque a todos os membros da aliança, não tinha sido discutido.
  "Estamos juntos com a Turquia em espírito de solidariedade", disse ele.
The Jerusalem Post

Pessimista Banco Central do Reino Unido visualiza agravamento da crise

Publicado em: terça-feira,26 de  junho 26, 2012 | 07:26 ET

Por: Reuters
  As perspectivas para a economia britânica se agravou ao longo das últimas semanas devido à turbulência na zona do euro e sinais de deterioração nos mercados emergentes, informou o Banco da Inglaterra nesta terça-feira.
Mervyn King
Getty Images 
  Governador do Banco da Inglaterra Mervyn King

O mundo não estava a meio caminho através de uma profunda crise e da turbulência da zona do euro foi a criação de uma enorme incerteza, deixando a Grã-Bretanha estava em risco de uma espiral descendente, quando as empresas adiou o investimento, o governador Mervyn King disse a um comitê parlamentar.
  Economia da Grã-Bretanha caiu em sua segunda recessão desde o início da crise financeira na virada do ano e os temores de uma recessão mais têm vindo a aumentar como as companhias que detêm o investimento e as exportações sofrem com a crise da zona do euro.
O governo eo banco central anunciou dois esquemas em 14 de junho obter o fluxo de crédito na economia, como um enorme défice orçamental limita quarto ministro das Finanças, George Osborne para aumentar os gastos para impulsionar o crescimento.
"Estamos no meio de uma crise profunda, com enormes desafios para colocar o nosso direito próprio sistema bancário e os desafios para o resto do mundo que eles estão lutando com," King disse Tesouro parlamento do Comitê.
  "Nas últimas seis semanas ... Eu estou muito impressionado com o quanto mudou desde que produzimos o nosso Relatório de Inflação de maio", disse King.
  "Eu estou pessimista (sobre as perspectivas da zona do euro). Estou particularmente preocupado porque mais de dois anos temos visto a situação na área do euro e piorar o problema que está sendo empurrada para baixo da estrada", disse ele.
O Comitê de Política Monetária do BCRU votou 5-4 contra a compra de mais títulos do governo com dinheiro recém-criado para impulsionar a economia, mas a maioria dos economistas esperam uma nova rodada de flexibilização quantitativa, em julho.
  Os formuladores de políticas Ben Broadbent e Spencer Dale - que tanto votaram contra mais estímulo em junho -, bem como Miles David todos identificados a crise da dívida da zona do euro como a principal ameaça para a economia da Grã-Bretanha nos seus relatórios anuais ao Parlamento.
Economista-chefe Dale disse que achava que aliviar os custos de crédito pode ser uma opção melhor para ajudar a economia.
Broadbent também disse que vai levar os novos sistemas em conta ao decidir sobre o seu voto no próximo mês.
 Preocupações globais
Vários legisladores expressaram dúvidas sobre a eficácia das compras de ativos mais, dizendo: 'relutância em fornecer crédito barato e empresas bancos falta de confiança para assumir mais dívidas eram mais um obstáculo ao crescimento.
Mas o banco central, Mervyn King - que votaram a favor de aumentar as compras de ativos de mais 50 bilhões de libras para 375 bilhões de libras - permaneceu inflexível que injeções de dinheiro poderia ainda estimular a economia.
  "O que me preocupou particularmente nos últimos meses - por isso votei a favor de políticas mais flexibilização - foi a minha preocupação com o agravamento vejo na posição na Ásia e outros mercados emergentes", disse King.
"E os meus colegas nos Estados Unidos estão mais preocupados do que eram no início do ano sobre o que está acontecendo com a economia americana", acrescentou.
Grã-Bretanha não se recuperou da recessão 2008/2009, que deixou muitos britânicos em pior situação, e teme que estão subindo outra recessão prolongada faria dano duradouro para a economia.
A pressão sobre o governo para aumentar os gastos diretamente vêm crescendo, mas um aumento inesperado nos empréstimos maio destacou os constrangimentos para o governo, que se comprometeu a apagar o défice orçamental ainda em torno de 8 por cento do PIB.
O novo financiamento para o regime de concessão de empréstimos - que visa reduzir os custos de financiamento dos bancos em troca de mais empréstimos a empresas e famílias, permitindo-lhes trocar ativos sem liquidez para os mais líquidos - deve ser instalado e funcionando com nas últimas semanas, disse King.

A dez meses das eleições presidenciais, quadro é de incertezas no Paraguai .

O impeachment de Lugo não o impede de concorrer às eleições.

26 de junho de 2012  – A história política do Paraguai é marcada por avanços e recuos, além de uma das ditaduras mais longas das Américas, a comandada pelo general Alfredo Stroessner – que durou 34 anos, acabando em 1988. Em 2008, o país elegeu o ex-bispo Fernando Lugo, que prometeu reforma agrária e melhorias sociais. Com o impeachment de Lugo na última sexta-feira, o quadro de incertezas predomina no país a dez meses das eleições gerais.
O impeachment de Lugo não o impede de concorrer às eleições. Pela Constituição, ele preserva todos os direitos políticos, portanto, não há limitações legais à sua candidatura. No entanto, a legislação paraguaia proíbe a reeleição, o que não permitirá, por exemplo, que o novo presidente, Federico Franco, tente se manter no poder.  
Lugo não confirma nem descarta a possibilidade de se candidatar a um cargo eletivo em abril. Ao ser perguntado ontem sobre o que pretende fazer, ele foi evasivo: “Ainda não se pode definir”. Para analistas políticos, o ex-presidente não se manifesta sobre o futuro porque trabalha com a hipótese de poder retornar ao poder para concluir o mandato.
Em 21 de abril de 2013, todos os cidadãos paraguais de 18 a 75 anos são obrigados a votar. Serão escolhidos o presidente, o vice, 17 governadores e parte dos 45 senadores e 80 deputados federais. Porém, o impeachment de Lugo e o novo governo do presidente Federico Franco geraram uma série de especulações ainda sem respostas.
Pelo cenário atual da política paraguaia, as eleições deverão polarizar as disputas entre os candidatos do tradicional Partido Colorado, que fez oposição a Lugo e ao qual pertencia Stroessner, e o Partido Liberal. Alguns nomes se apresentam como eventuais candidatos para a Presidência da República, mas não há confirmações oficiais.
Os candidatos pelo Partido Liberal são Horicio Cartes, Zacarias Irún e Lilian Samaniego – que é a presidenta da legenda. Pelo Partido Liberal, devem estar na disputa Blás Llano, empresário e ligado ao governo Franco, e Efraim Alegre.
(Agência Brasil)

Bolivia busca preservar a paz com diálogo: Romero

Fonte: Outro lado da notícia

     

    Escalada da tensão na Síria:Forças britânicas na Síria:

    Dizem que complexo militar de Assad estaria sob ataque
    Forças especiais britânicas em missão
    Primeiros relatos não confirmados de fontes britânicas, francesas e turcas dizem  que forças  britânicas de operações especiais cruzaram da Turquia ao norte da Síria terça-feira, 26 de junho, e avançaram até 10 quilômetros dentro do país. As mesmas fontes relatam intensos combates em torno do composto da Guarda Presidencial, nos arredores de Damasco.Fontes militares DEBKAfile  notaram que este composto existe para defender o palácio presidencial de  Bashar Assad, no Monte Qaisoun com vista para Damasco.Estações britânicas e  de TV do Golfo estão novamente correndo entrevistas com dezenas de soldados sírios feitos prisioneiros pelas forças rebeldes e transferidos para centros do exército sírio  livre no Sul da Turquia. Mas desta vez, eles estão sendo exibidos em conjunto com esses dois acontecimentos, indicando fundamental e coordenada ação militar dentro do país em apuros, ou mesmo o início da intervenção ocidental contra o regime de Assad.Mais tarde, terça-feira, fontes militares do Golfo confirmaram a presença de forças especiais britânicas na Síria.Nossas fontes militares estimam que a unidade militar britânica para a Síria, se confirmada, é projetada para estabelecer a primeira zona de segurança ao longo da fronteira sírio-turca, a ser seguida por mais incursões militares ocidentais para estabelecer zonas adicionais de asilo seguro em outras partes da Síria .
    Esta ação de seguimento que dependem, substancialmente de respostas de   sírios, russos e iranianos (+ Hezbollah) para a fase inicial da operação.O relatado da  incursão britânica, se confirmado, ocorreu no fim da visita do presidente russo, Vladimir Putin, de 24 horas para Israel até a  manhã desta terça-feira e seria um desafio direto à sua repetida advertência de que Moscou não toleraria uma intervenção militar ocidental na Síria e preveniria ativamente ela. Avisos semelhantes emitidos a partir de Teerã.Quanto ao timing, o disco duplo militar contra Assad também ocorreu horas antes de uma "consulta" da OTAN em Bruxelas, na derrubada de um avião turco pela Síria  na última sexta-feira, 22 de junho, que Ancara afirmou segunda-feira "não devem ficar impunes".
    A operação em duas frentes - a incursão relatada  britânica e grande choque na porta da frente do palácio presidencial de Assad - parece ser destinado a ampliar as rachaduras no seu regime e acelerar o seu colapso final.

    25 de junho de 2012

    UND.

    UND: Illgner do IAnotícias.
    Sucesso meu caro amigo e a toda sua equipe neste novo empreendimento que fará a diferença na informação.
    O UND faz votos de muitas conquistas nesta nova etapa e saiba que o UND sempre estará de portas abertas para você e equipe.
    Que Deus os abençoem e neste período pude   acompanhar e muito sua total dedicação enquanto liderou   seu blog  click aí em IAnotícias.
    Parabéns Illgner.
    Atenciosamente,
    Daniel Lucas

    Segue a informação abaixo:

    Putin para Israel: Irã não terá uma bomba nuclear. Não haverá necessidade de ataque militar israelense
    Vladimir Putin em Jerusalém

    O ponto alto da palestra de 90 minutos do presidente russo, Vladimir Putin, foi notável com o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu em Jerusalém nesta  segunda - feira, 25 de junho, foi a declaração de Putin de que o Irã não terá uma bomba nuclear. Este é divulgado exclusivamente por Jerusalém DEBKAfile e fontes de Moscou.
    Ele também negou relatos de que a terceira rodada de conversações  em Moscou de seis  potências  com o Irã (Junho 18-19) levaram a lugar algum, salientando que eles estavam falando sério e substancial. A próxima rodada acontece em Istambul, em Julho, para discussões técnicas é, de acordo com o presidente russo, de primordial importância. Pela primeira vez, ele explicou, as negociações nucleares com o Irã terá até as questões centrais e seria, portanto, de maior importância do que as sessões de "Ashton-Jalili".
    (Ele estava se referindo a executiva estrangeiro Europeia, Catherine Ashton, que preside as negociações e Jalili Saeed, negociador iraniano sênior).
    Putin corrigiu a impressão geral de que a Rússia se limitou ao papel de espectador passivo na negociação com o Irã: Muito pelo contrário, ele disse: Moscou estava trabalhar ativamente para acordo nos bastidores e sua "entrada" para o processo "é considerável . "
    Embora a palavra "inteligência" não foi mencionado, claramente a entender por que o visitante russo ele disse: "Nós [os russos] sabemo mais sobre o que está acontecendo em relação as (nuclear)  capacidades do Irã do que os norte-americanos."
    Foi a maneira de Putin a zombar de Israel para investir tanto tempo e ativos estratégicos em disputas intermináveis ​​sobre como lidar com a ameaça iraniana com a segurança americana, militares e chefes de inteligência, quando o governo de Netanyahu estaria melhor servido por poupar uma fração desse tempo para falar com Moscou.

    Em conclusão, ele ressaltou a Netanyahu que não era necessário para Israel usar a força militar contra o programa nuclear iraniano. Israel sabe exatamente o quanto a Rússia tem feito para impedir que o Irã construa uma arma nuclear ", disse ele. "Uma arma nuclear em mãos iranianas seria contrária aos interesses russos, e por isso não vai ter um", frisou.
    Mais detalhes exclusivos da conversa Putin-Netanyahu será divulgado na próxima edição da Debka-Net-Weekly a próxima sexta-feira.

    O que os Estados Unidos podem ganhar com o golpe no Paraguai

    Por Luiz Carlos Azenha
    A reação de Washington ao golpe “democrático”  no Paraguai será, como sempre, ambígua. Descartada a hipótese de que os estadunidenses agiram para fomentar o golpe — o que, em se tratando de América Latina, nunca pode ser descartado –, o Departamento de Estado vai nadar com a corrente, esperando com isso obter favores do atual governo de fato.
    Não é pouco o que Washington pode obter: um parceiro dentro do Mercosul, o bloco econômico que se fortaleceu com o enterro da ALCA — a Área de Livre Comércio das Américas, de inspiração neoliberal. O Paraguai é o responsável pelo congelamento do ingresso da Venezuela no Mercosul, ingresso que não interessa a Washington e que interessa ao Brasil, especialmente aos estados brasileiros que têm aprofundado o comércio com os venezuelanos, no Norte e no Nordeste.
    Hugo Chávez controla as maiores reservas mundiais de petróleo, maiores inclusive que as da Arábia Saudita. O petróleo pesado da faixa do Orinoco, cuja exploração antes era economicamente inviável, passa a valer a pena com o desenvolvimento de novas tecnologias e a crescente escassez de outras fontes. É uma das maiores reservas remanescentes, capaz de dar sobrevida ao mundo tocado a combustíveis fósseis.
    Washington também pode obter condições mais favoráveis para a expansão do agronegócio no Chaco, o grande vazio do Paraguai. Uma das preocupações das empresas que atuam no agronegócio — da Monsanto à Cargill, da Bunge à Basf — é a famosa “segurança jurídica”. Ou seja, elas querem a garantia de que seus investimentos não correm risco. É óbvio que Fernando Lugo, a esquerda e os sem terra do Paraguai oferecem risco a essa associação entre o agronegócio e o capital internacional, num momento em que ela se aprofunda.
    Não é por acaso que os ruralistas brasileiros, atuando no Congresso, pretendem facilitar a compra de terra por estrangeiros no Brasil. Numa recente visita ao Pará, testemunhei a estreita relação entre uma ONG estadunidense e os latifundiários locais, com o objetivo de eliminar o passivo ambiental dos proprietários de terras e, presumo,  facilitar futura associação com o capital externo.
    Finalmente — e não menos importante –, o Paraguai tem uma base militar “dormente”  em Mariscal Estigarribia, no Chaco. Estive lá fazendo uma reportagem para a CartaCapital, em 2008.  É um imenso aeroporto, construído pelo ditador Alfredo Stroessner, que à moda dos militares brasileiros queria ocupar o vazio geográfico do país. O Chaco paraguaio, para quem não sabe, foi conquistado em guerra contra a Bolívia. Há imensas porções de terra no Chaco prontas para serem incorporadas à produção de commodities.
    O aeroporto tem uma gigantesca pista de pouso de concreto, bem no coração da América Latina. Com a desmobilização da base estadunidense em Manta, no Equador, o aeroporto cairia como uma luva como base dos Estados Unidos. Não mais no sentido tradicional de base, com a custosa — política e economicamente custosa — presença de soldados e aviões. Mas como ponto de apoio e reabastecimento para o deslocamento das forças especiais, o que faz parte da nova estratégia do Pentágono. O renascimento da Quarta Frota, responsável pelo Atlântico Sul, veio no mesmo pacote estratégico.
    É o neocolonialismo, agora faminto pelo controle direto ou indireto das riquezas do século 21: petróleo, terras, água doce, biodiversidade.
    Um Paraguai alinhado a Washington, portanto, traz grandes vantagens potenciais a interesses políticos, econômicos, diplomáticos e militares estadunidenses.
    Fonte: Viomundo

    Crise na Bolívia:

    Na Bolívia, policiais rejeitam acordo e mantêm greves e protestos
    BBC Brasil


    Policiais bolivianos rejeitaram neste domingo um acordo firmado entre as lideranças do setor e o governo do presidente Evo Morales. Os oficiais queimaram o documento que o negociador tinha assinado após conversas com o ministro do Interior.
     
    Os protestos de policiais que entraram em greve por aumentos salariais tornaram-se violentos e se espalharam pelas ruas da Bolívia no sábado.Muitos chegaram a incendiar prédios durante as manifestações que têm como uma de suas maiores reivindicações equiparar os salários de policais aos de membros do Exército.
     
    A violência teve início na quinta-feira durante protestos na capital, La Paz, quando dezenas de policiais tomaram o controle de postos de segurança em torno do palácio presidencial.
     
    O presidente boliviano, Evo Morales, se viu forçado a cancelar uma viagem ao Brasil para ficar no país e lidar com crise.
     
    O governo diz que Morales está disposto a reunir-se com os policiais mas os oficiais se recusam a ceder, e reiteram que os soldados não podem ganhar mais do que eles.

     

    Tensão entre Turquia x Síria

    Turquia acusa Síria de derrubar segundo avião

    Denúncia ocorre em meio à crescente crise sobre avião turco abatido por forças sírias na semana passada e deserção de militares sírios

    O vice-premiê turco, Bulent Arinc, disse nesta segunda-feira que forces sírias abriram fogo contra um segundo avião turco que buscava destroços do jato turco que havia sido derrubado por forças sírias na semana passada.
    Segundo Arinc, forças sírias atacaram um avião de busca e resgate, dias após o incidente envolvendo um F-4 Phantom que aumentou a tensão entre os países e colocou em alerta potências internacionais. De acordo com o vice-premiê turco, os sírios só pararam de atacar o avião depois de um alerta feito por militares turcos.
    AP
    Primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan (D, chega para reunião de gabinete em seu escritório em Ancara, Turquia
     
    A queda do avião agrava ainda mais a crise entre os países fronteiriços. No fim de semana, a Turquia pediu uma reunião da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para debater a crise.
    Ancara, que acusou Damasco de ter derrubado o avião sem advertência, admitiu que a aeronave pode ter invadido o espaço aéreo sírio, mas disse que não houve quaisquer más intenções. Já a Síria afirmou que o avião "violou a soberania síria", segundo a chancelaria do país.
    As principais potências ocidentais, lideradas por Estados Unidos e França, se mobilizaram após o incidente.
    A secretária americana de Estado, Hillary Clinton, prometeu trabalhar com Ancara para uma reação apropriada ao que classificou de inaceitável e um desrespeito às "leis internacionais, pela vida humana, pela paz e pela segurança".
    Seu colegao francês, Laurent Fabius, também classificou a ação das forças sírias de inaceitável. "Esse avião estava desarmado e realizava um voo de rotina. Foi derrubado sem que tenha havido uma advertência prévia", disse.
    Já o chanceler britânico, William Hague, disse que Damasco não pode agir dessa forma com impunidade.
    Deserção
    Nesta segunda-feira, dezenas de soldados da Síria desertaram durante a madrugada para a Turquia, cruzando a fronteira com suas famílias enquanto as tensões entre os dois países aumentaram nos últimos três dias depois que forças de Damasco abateram um avião militar turco.
    Milhares de soldados abandonaram o regime sírio, mas a maioria são oficiais de baixa patente. O Exército Livre da Síria - cuja base fica na Turquia - é formado basicamente de desertores.
    De acordo com a Anadolu, um total de 224 pessoas cruzaram a fronteira durante a madrugada, o mais recente golpe ao regime do presidente sírio, Bashar al-Assad. Ativistas dizem que mais de 14 mil morreram desde o início do levante, em março de 2011, e o número de mortos aumenta diariamente.
     Via Último Segundo *Com AP e AFP

    Crise paraguaia:

    Com governo paralelo, Lugo pretende retomar poder no Paraguai

    Líder cassado diz que seu gabinete continuará em vigor para fiscalizar governo de Federico Franco e anuncia que tentará reverter impeachment com aliados internos e no exterior

    iG São Paulo | - Atualizada às
    Fernando Lugo, presidente cassado no Paraguai na sexta-feira, disse nesta segunda-feira que objetiva voltar ao poder, reunindo aliados em casa e no exterior para forçar o Congresso a reverter uma votação que o destituiu do poder na sexta-feira e que ele caracterizou como quebra da democracia.
    AP
    Gabinete do novo presidente do Paraguai, Federico Franco, toma posse em Assunção
    Lugo criou um gabinete paralelo, atacando a legitimidade do governo que o substituiu, e disse que faria suas reivindicações no cenário internacional nesta semana durante a reunião do Mercosul em Mendoza, Argentina, assim como desafiaria os novos líderes sobre o papel do Paraguai em uma aliança mais ampla das nações sul-americanas.
    "Solicitamos à presidente Argentina Cristina Kirchner (anfitriã da cúpula do Mercosul) ter uma presença nessa reunião para poder explicar pormenorizadamente o que aconteceu aqui na semana passada", afirmou depois de reunir-se com seu ex-gabinete no centro de Assunção. Lugo reiterou que também prevê assitir à reunião da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), que, a princípio, será realizada em Lima.
    Lugo afirmou que seu gabinete continuará em vigor para fiscalizar o novo presidente Federico Franco, que, por sua vez, deu posse a novos ministros no Palácio Presidencial. 
    "Queremos virar fiscais, observadores e monitorar tudo o que farão os novos ministros", disse o presidente destituído. A reunião aconteceu na sede do Partido País Solidário, integrante da coalizão que o respaldava no poder, no centro de Assunção.
    Entre os ex-ministros estavam o ex-chanceler Jorge Lara Castro e o ex-ministro do Interior Carlos Filizzola, cuja substituição após o massacre de Curuguaty (nordeste) - que deixou seis policiais e 11 camponeses mortos - desatou a atual crise política.
    Ao mesmo tempo, Franco deu posse nesta segunda-feira a vários ministros na sede do governo. Entre os principais nomeados estão o ministro das Relações Exteriores José Félix Fernández Estigarribia, Partido Liberal, e o ministro do Interior Carmelo Caballero, Partido Colorado.
    Reação na América Latina
    Um dia depois de o Mercosul ter suspendido a participação do Paraguai do encontro desta semana, os governos latino-americanos continuaram tomando medidas de pressão contra o Paraguai pelo impeachment relâmpago de Lugo na sexta-feira.
    Os governos do México e do Peru chamaram para consultas seus embaixadores. Ao tomar a medida, o governo mexicano disse que está "muito atento" à evolução dos eventos no Paraguai, ao mesmo tempo em que realiza consultas com outras nações da região "para examinar ações que possam contribuir para uma solução num marco de legalidade".
    "A presença do (embaixador Fernando) Estrada Sámano nos permitirá contar com informação de primeira mão sobre a situação no Paraguai" afirmou a Chancelaria do país em nota.
    Outros países da região, como Brasil, Argentina, Equador, Venezuela, Uruguai, Chile e Colômbia retiraram ou chamaram para consultas seus embaixadores, diante do que consideram a falta de garantia de defesa no processo no julgamento do ex-presidente.
    Informações via Último Segundo-site iG

    China e Coreia do Norte desconfiam de exercícios marítimos dos EUA-Coreia do Sul

    A BORDO DO USS George Washington - Autoridades dos EUA dizem que o USS George Washington está no Mar Amarelo para exercícios que eles descrevem como rotina, mas a China ea Coréia do Norte manifestou preocupação com a proximidade de suas águas territoriais e analistas dizem que a presença do porta-aviões simboliza a mudança nos EUA  no foco militar para a Ásia-Pacífico.
    O George Washington mobilizado em um exercício de dois dias com as marinhas de Japão e Coréia do sul, na semana passada na península coreana.Um exercício de três dias está agora sob a caminho do oeste da península com os navios do sul.
    Repórteres foram levados a bordo do George Washington no domingo para uma olhada no que o porta-aviões e seu grupo o atacante tem feito.
      O Pentágono disse que os exercícios não infringe as águas territoriais de outros países da região. Mas as autoridades da China e da Coréia do Norte manifestaram publicamente a preocupação com o grande navio tão perto de suas costas.
    "A China acredita que a comunidade internacional, especialmente os países da região Ásia-Pacífico, devem contribuir mais para garantir a paz e a   estabilidade da península coreana, bem como a região Nordeste da Ásia, não piorar as coisas," a China Foreign porta-voz do Ministério Liu Weimin foi citado no início deste mês, dizendo, em referência aos exercícios navais.
    Jornais  norte-coreanos de  mídia supostamente alertaram na semana passada que os EUA e a Coréia do Sul enfrentarão "graves conseqüências" se continuarem o que eles chamavam de ações provocativas, como os exercícios.
    "Mesmo a menor provocação na península pode rapidamente levar a uma guerra nuclear total entre os dois lados", disse um deles.
    "Nuvens escuras de uma nova guerra estão, assim, suspensas pesadamente no nordeste da Ásia, incluindo a península", disse outro.
     Com a  nova postura do governo dos EUA em defesa se concentrando mais na região da Ásia-Pacífico, os analistas locais vêem a presença do George Washington como um sinal de nova intenção.Mas eles também alertam que uma nova Guerra Fria poderia surgir a partir dessa política.
    "Os EUA anunciou que vai manter a sua influência em nível global", disse Baek Seung Joo, um pesquisador sênior do Instituto Coreano de Análises Centro de Defesa "para a Segurança e Estratégia em Seul.  "Assim, os exercícios de olhar para afiliar-se a nova estratégia de defesa dos EUA articulada para a região Ásia-Pacífico."
    Yang Mu-jin, professor na Universidade de Estudos da Coreia do Norte em Seul, disse: "Os EUA gostariam de manter sua supremacia na Ásia. Estou preocupado com uma nova Guerra Fria - (com) os EUA, Japão e Coreia do Sul contra a China e a Coréia do Norte - pode ser mais e mais, em conjunto, "pela presença recente de George Washington está fora da península coreana.
    "Nós precisamos reexaminar a aliança americano-coreano", disse ele. "Deve ser uma aliança para a paz na península coreana e ao nosso povo. Não deve ser uma aliança para aumentar as tensões na península coreana e do poder (crescente) de qualquer regime. "
     O porta-voz do Pentágono capitão John Kirby disse na semana passada que não havia grande significado por trás dos dois exercícios navais, que não prática.
    "Uma das coisas que falamos é a necessidade não só para as boas relações bilaterais em que parte do mundo, mas multilaterais", disse ele. "E esta é uma relação muito forte trilateral que temos com esses dois países.
    "Nós vamos continuar a procurar oportunidades para melhorar a interoperabilidade entre nós."
    Esses comentários foram repetidos domingo na ponte de George Washington pelo capitão David A. Lausman, comandante do navio.
    "Isto não é sobre a Coréia do Norte", disse ele.  "Trata-se de duas marinhas grandes com uma tradição rica e longa, trabalhando juntos novamente, melhorando a nossa compreensão do outro."
    Questionado sobre o que mensagem de presença da operadora no Mar Amarelo, foi o envio à Coreia do Norte e China, Lausman disse: "A mensagem a George Washington envia é realmente a mensagem que a tripulação envia - que estamos aqui a trabalhar ... para aumentar a estabilidade ea segurança das águas internacionais.
    "Isso é nada de especial ou novo que estamos fazendo", disse ele. "Temos operado nas águas internacionais ao redor da península coreana a cada ano que estivemos aqui. Esta é uma rotina padrão para nós. "
      Maior Conjunto da Coréia do Sul de pessoal anunciou que cerca de 10 navios e submarinos, 8.000 Servicemembers e uma variedade de aeronaves estão participando do exercício Mar Amarelo, a oeste da cidade de Taean, cerca de 125 quilômetros ao sul da fronteira marítima da Coréia do Norte.
    Os funcionários teria dito que durante o exercício, as duas marinhas praticaria como eles iriam acompanhar um norte-coreano de mísseis de longo alcance se foram lançados, bem como encontrar e destruir os submarinos norte-coreanos.
    No domingo, com perto de duas dezenas de representantes de mídia olhando, um fluxo constante de aviões decolou e pousou na plataforma da transportadora, como dezenas de tripulantes correram em volta no caos coordenada.
    Esta não é a primeira vez que o George Washington entrou em controvérsias fora da península coreana. Em 2010, o porta-aviões foi enviado para participar em exercícios na esteira dos ataques norte-coreanos em um navio de guerra sul-coreano e ilha fronteira, incidentes que deixaram 50 mortos.
      Autoridades dos EUA disse que a presença da operadora no primeiro exercício no Mar do Japão - conhecido por coreanos como o Mar do Leste - foi "projetado para enviar uma mensagem clara à Coreia do Norte que seu comportamento agressivo deve parar."

    Coisas estranhas acontecem na América do Sul

    UND: Não só no Oriente Médio principalmente onde as coisas acontecem e aqui até então na nossa região, estava tudo aparentemente tranquilo, até que ocorre   aquele sinistro Golpe de Estado disfarçado no Paraguai, tensão entre governo e militares grevistas na Bolívia, trazendo a tona rumores de Golpe.

    Argentina fazendo simulacro de guerra, fora a tensão no que concerne as Malvinas para os argentinos e Falklands  para os ingleses.

    Aqui além dos infindáveis escândalos de corrupção, uma estranha ação do PCC.

    Parece que uma nova etapa da agenda globalista começa a ser colocada em prática, bem nas nossas barbas, é de se esperar isso. Agora dá a impressão que querem criar vários focos de atenção de crise em alguns pontos do globo, para além de irem prosseguindo os objetivos da agenda globalista, não focando apenas as atenções num só ponto de crise no planeta.

    Acompanhem o texto abaixo que vem via blog Libertar-in

    Somos o novo alvo da TIRANIA! Exército leva tropas e blindados para a Argentina em simulação de GUERRA

    argentina exército brasil operação guarani (Foto: Comando Militar do Sul/Divulgação)
    ATENÇÃO!
    Enquanto você assiste o jogo do seu time preferido, uma GUERRA está aflorando na América do Sul!
    E a Rede Globesta não te informa!
     
    A maioria está se preocupando apenas com o que ocorre do outro lado do mundo no Oriente Médio, aqui na nossa região as coisa estão "meio estranhas", e cada dia vemos fatos novos acontecendo muitos passando despercebidos outros nem tanto, nosso continente é uma região que já teve vários problemas não só relacionado a guerras do passado, quanto crises e ditaduras.

    Muito interessante a relação desses exercícios justamente serem para "salvar" a Argentina em caso de guerra, nesses momentos de crise com a Inglaterra pelas ilhas Malvinas, eu creio que não estamos livres das crises que cercam o mundo.


    Eis a notícia.....

    O Exército brasileiro enviou para a Argentina 260 militares e 84 veículos, entre eles diversos blindados, para realizar um treinamento que simula uma guerra real no país vizinho. Segundo o general Sergio Etchegoyen, a operação “simula uma agressão sofrida pela Argentina em que o Brasil a socorre devido a acordos internacionais”.


    “O Congresso argentino autorizou a entrada de tropas e blindados brasileiros no território deles, assim como o nosso país autorizou a operação conjunta. É um exercício regular que tem como objetivo desenvolver a capacidade de trabalharmos em conjunto”, diz o general ao G1.



    A Operação Guarani, como foi denominada, começou no domingo (24), quando as tropas, armas e veículos do Exército brasileiro começaram a atravessar a Ponte da Integração, que liga a cidade gaúcha de São Borja a São Tomé, na Argentina.


    Mais de 1.100 militares e 210 carros dos dois países participam do reinamento, que ocorre na cidade Argentina de Apóstoles até o próximo sábado, 30 de junho. O ambiente em que o treinamento é realizado simula uma guerra convencional – país contra país.


    O general negou que a ação tenha relação ao questionado argentino de soberania das ilhas Malvinas, arquipélago britânico em disputa desde 1982, quando Argentina e Inglaterra travaram uma guerra pela posse do território.


    Blindados do Exército participam de treinamento

    (Foto: Comando Militar do Sul/Divulgação)
    “A disputa pelas Malvinas tem 30 anos e o exercício não tem nenhuma relação com isso, foi marcado há algum tempo”, disse Etchegoyen.

    Exército Vermelho x Força Azul

    Os soldados brasileiros da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, sediada em Santiago (RS) e da Brigada de Infantaria de Monte XII, da Argentina, formam a Força Azul (ou Partido Azul), que tem como oponente fictício o Exército vermelho.

    No exercício, os soldados do Exército Vermelho atacam os militares do Partido Azul, que são obrigados a recuar, perdendo terreno mas ganhando tempo, buscando cansar o inimigo.

    Os militares azuis têm como objetivo é atrasar o adversário, para que suas tropas tenham tempo para reunir mais homens e contra-atacar, recuperando a área perdida inicialmente pelo invasor.

    Fonte: G1 e http://conflitofinal.blogspot.com.br/

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