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22 de julho de 2012

Duas horas para as armas químicas da Síria chegar ao Líbano. Quatro exércitos preparados

Mísseis  sírios capazes de transportar  armas químicas 
A IDF, e os exércitos da  Turquia, Jordânia e as forças dos EUA no Oriente Médio mudaram para o modo de preparação nas últimas horas no caso de a Síria começar a mover em direção ao Líbano no oeste seu arsenal de armas químicas , informam fontes militares ao relatório DEBKAfile . Agindo em uníssono, os exércitos estão preparados para a ação instantânea porque levaria não mais que duas horas para percorrer a distância da Síria para o Hezbollah que controla o Vale do  Bakaa no leste do Líbano. Sua chegada lá, a menos frustrado, significaria uma guerra contra o Hezbollah.

Portanto, Israel e os chefes militares norte-americanos preferem parar o arsenal em sua caminhada antes de atravessar a fronteira. Isto exigiria uma precisão cirúrgica  e uma ação rápida  contra um alvo indo a extremos para ficar escondido.

Na visão de uma fonte militar sênior dos EUA citado pela DEBKAfile, o risco é sólido, mas se trata de uma direção diferente. Ele ressaltou que "o presidente Assad não se decidiu a entregar suas armas químicas para o Hezbollah, nem tem o  líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah,  decidiu aceitá-los."

O arsenal químico é mantido na base de al-Safira  no noroeste de Damasco sob o cuidado da unidade do presidente da guarda pessoal, que recebe ordens de Bashar Al Assad e de  mais ninguém. Se os chefes de guarda que vejam o colapso do regime de repente - como era de se esperar para fazer na quarta-feira passada, quando os assassinos mataram os homens mais próximos ao presidente - o oficial americano diz: "É impossível prever como eles vão agir ou o que eles vão fazer e  usar  dos sistemas de armas sob a sua guarda. "

"Eles podem decidir fugir da Síria para o Líbano e levar consigo todo o arsenal como um seguro para sua segurança e futuro", sugeriu ele.
Segundo nossas fontes militares, o arsenal que poderia ser espirituoso ao Líbano que  contém muito mais do que as armas químicas. Ele também inclui mísseis Scud C e  Scud de superfície D capazes de carregar  ogivas químicas  e também o avançado sistema de mísseis anti-aéreos de  fabricação russa  Pantsyr-S1 (codinome OTAN SA-22 Greyhound) , que estão guardando as instalações  químicas.

Este fundo representa as palavras utilizadas pelo primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu e o ministro da Defesa Ehud Barak neste  domingo, 22 de julho, para tornar claro suas intenções:
"Israel terá de agir se o regime sírio entrar em colapso sem mudança e se há um risco de armas da Síria químicas e mísseis poderiam cair nas mãos de grupos militantes", como o Hezbollah ou da Al Qaeda, disse Netanyahu.

Questionado sobre se Israel poderia agir sozinho, ele disse que estoque da Síria era um "interesse comum" - insinuando a coordenação no lugar entre os israelenses, os exércitos turcos e jordanianos e as forças regionais dos EUA.
Barak foi mais específico: ". Eu ordenei que os militares israelenses para se preparar para uma situação em que teríamos de ponderar a possibilidade de realizar um ataque contra arsenais de armas da Síria", afirmou.

"O estado de Israel não pode aceitar uma situação onde os sistemas de armas avançadas são transferidos da Síria para o Líbano."

UFO 2012 OVNIs Melhores Aparições Filmadas - The best evidence ever capt...


Fonte:
Youtube.com

Netanyahu: Israel terá que agir para defender arsenal sírio.


DEBKAfile no Breaking News em 22 de Julho de  2012.
Se o regime sírio entrar em colapso ,sem chances em permitir que o Hezbollah ou a Al Qaeda tenham acesso ao arsenal de armas químicas  e de mísseis da Síria , Israel terá que agir ,disse o  Primeiro Ministro Binyamin Netanyahu  neste Domingo. Impedir que estas armas caiam em mãos erradas é a chave para a segurança de Israel.Questionado se Israel agirá sozinho, Netanyahu disse que o arsenal sírio é uma preocupação comum.O Ministro da Defesa Ehud Barak disse que ele ordenou aos militares israelenses para que estejam preparados para um possível ataque aos arsenais da  Síria. “Israel não vai admitir a transferência de armas avançadas da Síria para o Líbano.”

Mais fotos das ações dos Chemtrails. Florianópolis -SC-Brasil

UND: Mais algumas fotos tiradas e enviadas  por um leitor do UND mostra-nos mais casos dos terríveis Chemtrails borrifando seus agentes nocivos em nossos céus. Neste caso das fotos abaixo, são fotos tiradas há poucos dias nos arredores de Florianópolis, Estado de Santa Catarina.
Dêem só uma espiadinha:

Créditos  e agradecimento ao Leitor.
Fonte: UND-Um Novo Despertar

Exército turco mobiliza mísseis terra-ar na fronteira síria

domingo, 22 de julho de 2012

Um modelo de bateria anti -aérea da Turquia.
Mais estão sendo implantadas na fronteira com a Síria

O Exército turco reforçou o seu esquema de segurança ao longo da fronteira síria com o envio neste domingo de baterias de mísseis terra-ar e veículos de transporte de tropas em Mardin (sudeste), indicou a agência de notícias Anatólia.

Um comboio ferroviário transportando baterias de mísseis anti-aéreos e veículos de transporte de tropas chegou à estação de Mardin, informou a agência.

O comboio tinha pelo menos cinco veículos equipados com mísseis anti-aéreos, segundo imagens divulgadas pela rede NTV.

Fonte: Terra

Mais uma da Geoengenharia

Link enviado pela Patty ao UND.


UND: Bem que  a ação de fato já vem ocorrendo com os chamados Chemtrails ( Rastros Químicos na alta atmosfera ) e vem servindo para diversos propósitos maléficos, dentre os quais este relatado pelo The Guardian.
E assim prosseguem seus sórdidos intentos com a falsa premissa de estar ajudando a salvar o planeta, salvar de um modo bem sinistro, onde o povão é o alvo desta conspiração mortal.
Abraços

APELAÇÃO:  Cientistas pretendem bloquear o Sol com nuvem de partículas (visando impedir que as energias do sol promovam o despertar da humanidade)



De acordo com o The Guardian, uma dupla de geoengenheiros da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, anunciou que pretende utilizar aerossóis na atmosfera com o objetivo de liberar toneladas de partículas que devem refletir a passagem dos raios solares, reduzindo assim o aquecimento global.

A ação deve ocorrer no ano que vem, quando os cientistas esperam lançar um balão contendo partículas de sulfatos a aproximadamente 25 mil metros de altitude, imitando o que ocorre durante as erupções vulcânicas, que emitem essas mesmas partículas na atmosfera, bloqueando parte da incidência dos raios solares.
Prevendo o imprevisível

Segundo os cientistas, o experimento deve ter consequências mínimas — se alguma — e não deve interferir no clima do planeta. Além disso, com a emissão, os pesquisadores esperam medir qual será o impacto na estrutura química da camada de ozônio, assim como testar qual seria o tamanho adequado das partículas lançadas, em um estudo em microescala.

Contudo, como nenhum experimento desse tipo jamais foi realizado anteriormente — portanto, os cientistas não têm como prever com absoluta certeza quais serão as consequências —, já existe uma forte oposição ao projeto.

Segundo a publicação, grupos ambientalistas argumentam que medidas desse tipo não são capazes de diminuir as concentrações dos gases de efeito estufa, além de poder causar ainda mais danos à camada de ozônio, assim como interferir na quantidade de chuvas em várias regiões do planeta.

Fonte: The Guardian
http://stargatebrasil.blogspot.com.br/

NOTA:

Os Pleiadianos já algum tempo vem nos dizendo que o processo de despertar da humanidade, através da ativação das novas fitas de DNA, ativação dos chakras, etc. se fará pelas energias eletromagnéticas oriundas do sol e resultantes das explosões solares.

Mais recentemente o cientista e pesquisador alemão, Dieter Broers, comprovou isto (vide matérias a respeito publicadas neste blog) e agora estes malucos destes cientistas a serviço dos illuminatis e destes extraterrestres que nos manipulam e controlam (os draconianos, reptilianos, insetóides, anunakis, etc) vem com mais esta invenção para tentat bloquear e impedir os raios de sol de chegar a Terra, com esta desculpa esfarrapada de efeito estufa.

Efeito estufa não existe e isto ja ficou provado que é apenas mais uma falacia para o povo se sentir culpado e facilitar as manipulações.
Isto tudo mostra que eles sabem que o despertar da humanidade esta próximo e que ele será feito através do sol e estão entrando em desespero, apelando feio e tentando todo tipo de maluquice para tentar impedir isto.

Só faltava esta, se já não bastasse os Chemtrails que também tem este objetivo entre outros.

Se a humanidade não reagir e protestar eles vão acabar destruindo este mundo como fizeram com o planeta MALDECK de nosso sistema solar, que o explodiram transformando-o no que é hoje o Cinturão de Asteróides.

Esta vai acabar sendo a única alternativa que vai sobrar para eles, pois o despertar da humanidade eles não vão conseguir impedir mesmo, de forma nenhuma.



Fonte: http://ensinamentos-das-pleiades.blogspot.com.br/2012/07/apelacao-cientistas-pretendem-bloquear.html?utm_source=BP_recent

Um resuminho sobre o conflito na Síria.

UND: Imagem extraída do G1, um bem resumido para que você leitor entenda um pouco mais sobre os conflitos  na Síria.
Acompanhe:

Síria intensifica bombardeios e recupera territórios em Damasco


Reuters

A ofensiva mostra a determinação do presidente Bashar al-Assad para recuperar o controle, depois que uma bomba matou quatro membros de seu alto comando

Reuters |

Forças sírias bombardearam partes de Damasco com helicópteros de combate neste domingo, disseram testemunhas, retomando territórios dos rebeldes uma semana após os combatentes iniciarem o que chamaram de batalha final pela capital.
EFE

Forças sírias intensificam os bombardeios na capital Damasco neste domingo
 
Em escalada adicional do conflito envolvendo oponentes do presidente Bashar al-Assad e que se transformou em guerra civil, os combates também se espalharam ao redor da sede do principal órgão de inteligência na maior cidade da Síria, Aleppo - principal centro comercial e industrial do país - e em Deir al-Zor, no rio Eufrates, a maior cidade do leste.

Os rebeldes disseram que capturaram uma terceira fronteira com a Turquia neste domingo, Bab al-Salam, ao norte de Aleppo, enquanto as autoridades iraquianas disseram que as forças sírias  conseguem recuperar o controle de um dos dois pontos fronteiriços tomados pelos rebeldes na fronteira com o Iraque.
Os bombardeios com helicópteros em Damasco e Deir al-Zor mostraram determinação do presidente Bashar al-Assad para recuperar o controle, depois que uma bomba matou quatro membros de seu alto comando, no golpe mais grave da revolta que dura mais de 16 meses.
Os rebeldes foram expulsos de Mezze, o bairro diplomático de Damasco, segundo moradores e ativistas da oposição, e tropas de elite da Quarta Divisão estavam cercando o bairro do norte de Barzeh, uma das três áreas do norte atingidas pelos ataques dos helicópteros.
A quarta divisão é chefiada pelo irmão mais novo de Assad, Maher al-Assad, de 41 anos, que é amplamente visto como a força que mantém quatro décadas de governo da minoria Alawite da família Assad.
Reuters
Manifestantes carregam o caixão de sírio morto pelas forças do governo Assad
 
Seu papel se tornou mais crucial, já que a defesa de Assad e os ministros de inteligência, um alto general e seu poderoso cunhado, foram mortos por uma bomba na quarta-feira, como parte do "Vulcão de Damasco" feito por rebeldes que buscam transformar a situação em uma revolta inspirada pelos levantes da Primavera Árabe na Tunísia, Líbia e Egito.
Assad não falou em público desde o bombardeio. Diplomatas e fontes da oposição disseram que as forças do governo estavam se focando em centros estratégicos, com um diplomata ocidental comparando Assad a um médico "abandonando os membros do paciente para salvar os órgãos".
O Observatório Sírio para Direitos Humanos, um grupo de oposição que monitora a violência no país, informou que 1.261 pessoas foram mortas na Síria desde domingo passado, quando aumentaram os combates em Damasco, incluindo 299 membros das forças de Assad, tornando esse período a semana mais sangrenta da revolta que já levou  mais de 19 mil vidas.
Um total de 180 pessoas, incluindo 48 soldados, foram mortos na Síria no sábado. Muitos deles morreram na província de Homs, o epicentro da insurreição.
A maioria das lojas em Damasco foram fechadas e havia pouco tráfego - embora mais do que nos últimos dias. Alguns postos policiais, abandonados no início da semana, foram colocados em operação novamente.
Muitos postos de gasolina foram fechados, depois de ficarem sem combustível, e aqueles que estavam abertos tinham filas enormes de carros esperando para encher o tanque. Moradores relataram longas filas em padarias.

Grecolapso:

Costas Lapavitsas: O Governo grego cairá em breve e a Grécia sai da moeda única até ao final do ano. Portugal que não se iluda: é o próximo da linha.


Entrevista com Costas Lapavitsas

“O debate tem de passar de como resgatar o euro a como gerir a ruptura ordeira do euro”

Por Ana Rita Faria
O Governo grego cairá em breve e a Grécia sai da moeda única até ao final do ano. Portugal que não se iluda: é o próximo da linha. Para o economista grego Costas Lapavitsas, só um plano Marshall pode salvar o euro.
Foi uma das vozes que se opôs, logo em 2010, ao acordo de resgate à Grécia e tem alimentado o debate europeu sobre a saída do país do euro e o colapso da moeda única. Costas Lapavitsas, professor de economia da SOAS (Escola de Estudos Africanos e Orientais da Universidade de Londres), acaba de publicar o livro Crisis in the eurozone (Crise na zona euro), em parceria com outros colegas do Research on Money and Finance (RMF) – um grupo de economistas, do qual faz parte o português Nuno Teles. Em entrevista por telefone ao PÚBLICO, o autor que tem influenciado as ideias do partido de esquerda radical, o Syriza, explica por que é que considera inevitável a desintegração da zona euro.
A Grécia formou um novo Governo. O pior já passou?
Não, de todo. Evitou-se o pior resultado, que seria uma saída caótica e violenta da Grécia da zona euro, no curto prazo. Mas este Governo, com o programa que tem de seguir, com as pessoas que o vão formar, não vai resolver a crise grega. Este Governo tem um período de vida curto.
Porquê?
Em primeiro lugar, porque o programa económico que vai seguir é basicamente o mesmo dos últimos dois anos e meio. É um programa com condições: austeridade, liberalização e privatização. Não correu bem até aqui e não vejo como pode resultar agora. Não vão conseguir nenhuma concessão significativa da União Europeia, no máximo um alargamento do prazo para as metas orçamentais. Se a Grécia continuar a aplicar este tipo de políticas, o caminho que se segue é de contracção e estagnação. Além disso, os políticos que formam este Governo são da velha escola. São os mesmos que colocaram o país nesta situação. Não estão habituados a trabalhar uns com os outros, a formar governos de coligação e a cooperar. Espero luta e fracções neste Governo.
O que vai acontecer então?
O Governo vai cair nos próximos meses e o partido de esquerda radical, o Syriza, será chamado a formar Governo e resgatar o país.
Mas o Syriza também diz querer manter o país no euro…
É verdade. Oficialmente, são muito defensores da ideia de manter a Grécia dentro da zona euro. Mas o Syriza também reconhece que há um limite até onde os gregos irão para manter o país dentro do euro. Se o que a zona euro lhes pedir para fazer for muito severo, vão recusar-se. Em última instância, isso irá significar a saída da Grécia do euro.
Isso acontecerá este ano?
Seria um milagre se a Grécia permanecer no euro no final do ano. Se a Grécia ficar e continuar a aplicar estas políticas, o futuro será muito mau para os gregos. A pobreza vai aumentar, o desemprego vai aumentar, não haverá futuro para os jovens. A economia vai estagnar durante anos. Será uma morte lenta. A Grécia tornar-se-á um país pobre, muito desigual, um país de velhos, pois os mais jovens sairão do país.
Se a Grécia sair, segue-se Portugal?
Sim. Não acho que Portugal tenha futuro dentro do euro. Sei que os portugueses acreditam que possa ser diferente com eles, mas estão a iludir-se. Portugal teve 10 a 15 anos de estagnação. A economia é fraca, não pode sobreviver facilmente dentro do euro. Portugal não pode sobreviver na união monetária com algum tipo de dinamismo. O que vale para a Grécia vale para Portugal. E o mesmo para Espanha. A Espanha não conseguirá recuperar facilmente nesta união monetária.
Mas, como diz no seu novo livro, a zona euro pode mudar…
Mas não pode mudar rapidamente. Seriam precisas mudanças estruturais dramáticas e profundas. As eurobonds, a intervenção do BCE, todas estas coisas que foram discutidas várias vezes são superficiais. Não podem resolver a crise e não podem ser introduzidas sem mudanças estruturais prévias. A Alemanha e a senhora Merkel estão certos em serem cépticos quanto a isso. O que a Europa precisa é de um plano Marshall.
Mas isso é precisamente o que a Alemanha não quer…
Exacto. Mas é o que a Grécia, Portugal e a Espanha precisam, para aumentar a produtividade do trabalho e tornarem-se mais competitivos. A Comissão Europeia e o FMI já entenderam que esse é o problema. Mas a maneira como o estão a tentar resolver é destruindo os custos laborais e os salários. Esta é a maneira mais brutal e menos efectiva de o fazer. Não vai funcionar, não só porque é violenta na destruição dos rendimentos das pessoas, mas também porque os salários da Alemanha permanecem muito baixos. Sem um plano Marshall, a periferia não tem hipótese.
O que seria esse plano?
Seria um investimento massivo proveniente de fundos do centro europeu, mas também know-how, profissionais qualificados, novos mecanismos institucionais. Um cenário diferente para criar capacidade produtiva na periferia e aumentar a produtividade do trabalho. Para isso, é preciso uma mudança de política económica e filosofia económica na Alemanha. A Alemanha criou uma economia que é internamente fraca. As pessoas não percebem isso, pensam que a economia germânica é muito forte. Mas não é. A procura doméstica está permanentemente deprimida, os salários são baixos, as pequenas empresas alemãs têm dificuldades em sobreviver. É uma economia que sobrevive contando dinheiro e gerindo-se de uma forma muito apertada. É muito bem-sucedida no que toca às exportações, porque mantém salários baixos. Este modelo pode resultar para os bancos e grandes empresas na Alemanha, mas não funciona para os cidadãos alemães e certamente não funciona para a união monetária.
Está a dizer que o euro não é apenas mau para a periferia, mas para a própria Alemanha?
Exactamente. O euro foi muito mau para os cidadãos alemães e eles sabem-no. É por isso que não querem fazer sacrifícios. Os alemães viveram durante 15 anos sob uma forte restrição salarial por causa do euro. Por isso, quando se diz que os alemães têm de pagar, eles zangam-se. A Alemanha tem de mudar o seu modelo económico, fortalecendo a procura interna, deixando de prestar tanta atenção às exportações e reequilibrando assim toda a união monetária. Ou seja, é preciso um plano Marshall para a periferia e um reequilíbrio da economia alemã.
Isso bastaria?
Há o primeiro passo essencial: o perdão da dívida. A dívida acumulada na união monetária é enorme, tanto pública como privada. É uma dívida nunca será paga e um enorme fardo sobre a economia. A Europa precisa de se livrar dessa dívida. Há duas maneiras de o fazer: uma é através de uma reestruturação, outra é através da inflação, que gradualmente iria diminuir esse fardo. Além disso, é preciso um sistema bancário unificado na Europa.
Vê os líderes europeus a chegarem a acordo para essas mudanças?
Não. Uma vez que se começa a ir tão fundo, percebe-se quão complicada e difícil seria essa transformação. Realisticamente, não vejo estas mudanças a serem implementadas.
Então o colapso do euro é inevitável?
Acho que alguma espécie de ruptura violenta é inevitável. Que forma irá assumir, não sei. Ninguém sabe, porque, até certo ponto, isso dependerá dos acontecimentos. De quem irá sair primeiro e como.
Mas não teme também as consequências que uma saída do euro teria na Grécia ou em Portugal?
Estou muito preocupado com isso e, de certa forma, também estou muito zangado com as pessoas que criaram este incrível mecanismo e puseram as nações europeias nele, sem pensarem no que significaria sair dele. Sair do euro será muito doloroso, para a Grécia, para Portugal, para Espanha, para quem quer que seja. Se o euro colapsar completamente, será uma catástrofe para a Europa. Por isso, se os líderes europeus têm algum bom senso ainda, devem pensar seriamente em como tornar a saída do euro o mais suave possível. O debate na Europa tem de passar de como resgatar o euro a como gerir uma ruptura ordeira do euro. A Grécia, por exemplo, irá enfrentar grandes problemas se sair: na circulação monetária, nos bancos, que terão de ser nacionalizados, e no comércio, porque não será capaz de comercializar internacionalmente. Irá precisar de ajuda para comprar petróleo, comida, medicamentos. Será um choque enorme. Será um contexto de guerra, mas também já o é neste momento. Se houver algum bom senso, os líderes gregos e europeus têm de começar a falar sobre como organizar essa saída. Mas, infelizmente, acredito que irá acontecer de uma forma violenta e caótica.
Em Portugal também?
Portugal é um pouco diferente. O sistema político é diferente, as pessoas são diferentes, a sociedade portuguesa é diferente. Não é tão de confronto, de oposição como a grega. Mas claro que o problema é fundamentalmente o mesmo. Por isso, se Portugal sair do euro, enfrentará os mesmos problemas. Irá precisar de ajuda. Mas é a única maneira que vejo de estas economias recuperarem. No médio prazo, é a única esperança. Claro que a saída do euro, por si só, não basta. É importante referir isso. A saída é um passo necessário, mas não é suficiente.
O que os países que saírem do euro precisarão?
Irão precisar, claro, de um default na dívida pública. Mas irão também precisar de um programa amplo de reorganização das suas sociedades, o equivalente de um plano Marshall interno. Terão de reorganizar os seus recursos, reequilibrar as suas economias, terão de controlar os bancos e de lançar uma política industrial. A periferia da Europa precisa de reorganizar o seu sector produtivo, apostar em algumas áreas, ligar a produção à educação, reorganizar o Estado social.
Fontes:

 

O Plano de Obama para quebrar a " Economia de Guerra Permanente" gerando pânico as elites globais.






Um relatório surpreendente elaborado pelo Ministério das Finanças para o presidente Putin, hoje estima que até US $ 35 trilhões" elites globais "foram perdidos para os paraísos fiscais globais por temores de que o presidente Barack Obama está prestes a "quebrar" os Estados Unidos a"economia de guerra permanente", que está em vigor desde 1944. em ativos detidos pelo que se estima ser dos 10 milhões de indivíduos classificados como
A quantidade de dinheiro incrível deste tesouro da  elite, que supera toda a economia dos Estados Unidos (a maior do mundo) foi confirmada pela Justiça Tributária Network ( TJN ), cujo porta-voz, John Christensen, disse ao Guardian News Service  de Londres ontem:
"No total, 10 milhões de indivíduos ao redor do mundo possuem ativos offshore, mas é quase a metade da estimativa mínima de US $ 21tn - $ 9.8tn - é  de propriedade de apenas 92.000 pessoas.  E isso não inclui os ativos não financeiros - arte, iates, mansões em Kensington -. Que muitos dos migrantes do mundo e os xeques  gostariam de usar como casas para as suas imensas riquezas "
O CEO da General Eletric e vice-presidente do Conselho de Produção de Guerra, Charles Edward Wilson (1886-1972) advertiu no final da Segunda Guerra Mundial que os EUA não devem voltar a uma economia civil, mas deve manter  uma " economia de guerra permanente  ", criando assim o Complexo Militar-Industrial ( MIC ) (aka. " The Iron Triangle ") pelo qual o conluio entre o militarismo e a guerra  de especulação tornou-se manifesta como uma indústria permanentemente subsidiado.
Entre os anos de 1944-1961 o poder deste complexo industrial-militar havia se tornado tão grande que o presidente Dwight D. Eisenhower (1890-1961) em seu último discurso ao povo americano em 17 janeiro, 1961 advertiu:
Não devemos nunca deixar que o peso dessa combinação coloque  em perigo nossas liberdades ou processos democráticos. Nós devemos tomar nada como garantido. Somente um cidadão  alerta e bem informado pode obrigar o bom entrosamento da grande  máquina industrial e militar de defesa com nossos métodos e metas pacíficos, de modo que a segurança ea liberdade possam prosperar juntas ".
Após o assassinato de Kennedy em 1963 o seu sucessor o presidente Lyndon B. Johnson (1908-1973) adotou totalmente o complexo militar-industrial que garantia a sobrevivência da "economia de guerra permanente".  
Ainda pior, sob  a Defesa de    L. Johnson estava o  secretário, Robert Strange McNamara (1916-2009) era a  forma como o complexo militar-industrial operado na "economia de guerra permanente" foi alterado.
Dentro do Pentágono que McNamara governou quando Johnson assumia a Presidência, funcionários civis e uniformizados estavam em conflito sobre os procedimentos de como determinar os custos de armas a serem contratados para a fabricação. Por um lado, liderada por um engenheiro industrial, a ideia era os custos de base para a formulação de projetos alternativos de produção e métodos-uma abordagem competitiva, que promoveu o crescimento econômico.
 O outro lado proposto gerando custos com base no que foi anteriormente gasto.Para o Pentágono, isso significava seguir o "cost-plus" sistema utilizado durante a Segunda Guerra Mundial, também conhecida como custo maximizado.  Em outras palavras, "os empreiteiros poderiam assumir o custo anterior de fazer um produto para o Pentágono e simplesmente adicionar uma margem de lucro acordado."
O resultado foi que em 1980, o custo de produção de grandes sistemas de armas havia crescido a uma taxa anual de 20 por cento, ou seja, que em 1996, o custo do bombardeiro B-2 ultrapassou o valor de seu peso em ouro .
Tão prejudicial tornou  para os EUA  a sua "economia de guerra permanente" que em março de 2003,  o New York City lançou um pedido de proposta a gastar entre US $ 3 e US $ 4 bilhões para substituir os carros do metrô. Não é uma oferta única de  empresa dos EUA sobre a proposta em parte porque o país já não tinha as ferramentas necessárias para construir seus próprios trens do metrô.  Calculou-se que, se este trabalho de fabricação foram feitas nos Estados Unidos teria gerado, direta e indiretamente, cerca de 32.000 postos de trabalho.
Não ser compreendido pelo povo americano é que a operação de uma "economia de guerra permanente" faz  do presidente Barack Obama o Diretor Presidente dos Estados Unidos  do  Complexo Militar-Industrial a controlar o maior bloco de recursos de capital que o mundo já conheceu e que passou só este ano  dos quase US $ 1,5 trilhões .
Para ser notado é que essa combinação de poderes [econômica, política e militar] nas mesmas mãos tem sido uma característica de sociedades estatistas-comunista, fascista, e outros, onde os direitos individuais não podem limitar regra central.
Presidentes desde Kennedy, no entanto, Obama foi o primeiro líder americano desde 1963 para tomar "cautelosa" medidas contra o complexo militar-industrial com este relatório afirmando ainda que, após sua reeleição, ele começará um "assalto" para recuperar sua economia para uso civil em vez de guerra.
No nosso relatório anterior, " Militares dos EUA revelam plano de golpe para derrubar Obama ", notamos como Obama foi construindo as forças policiais internas para incluir a militarização da polícia  em quase todos os locais nos Estados Unidos, um movimento, que  este relatório sugere, que  ele comprometeu-se assim , ao contrário de Kennedy, de que  estará  se preparado quando suas próprias forças militares se voltarem contra ele.
Para que lado o povo americano vai voltar como esta luta titânica interna que vai se intensificar  este relatório não diz. Mas, e importante notar, como os mais ricos investidores dos  EUA   já foram avisados ​​em 09 de julho para se prepararem  para uma "mudança fundamental geopolítica", isso só parece prudente que as massas de  americanos divididos seguem sua liderança.

Combates em duas cidades importantes na Síria: Damasco e Aleppo.Casa Branca monitora situação das armas químicas sírias



DEBKAfile no Breaking News  22 de  Julho de  2012, 1:46 PM (GMT+02:00)
 Em Damasco, a 4ª Divisão militar de Elite apoiada por helicópteros foi reportado pela Agência  Reuters estarem bombardeando os subúrbios ao norte de  Barzeh  com fraco-atiradores disparando de cima de telhados neste domingo. Moradores estão sob fogo . Tropas estão sendo mobilizadas no subúrbio ocidental de Mezzeh e tanques posicionados cortando os setores nordeste de  Qaboun.
Em Aleppo, rebeldes estão reportando combaterem forças do governo próximas ao quartel de inteligência no centro da cidade enquanto as forças de segurança livram as cidades de Atareb, Kafr Karmeen e Abazmo entre  Aleppo  e a fronteira turca.
Fontes de oposição com sede em Londres reportam em 17 meses de conflito que o número de mortos na Síria já ultrapassa os 19.000, incluindo 13.300 civis,  4,860 do pessoal das forças de segurança e 949 desertores do exército.

Armas Químicas:

Casa Branca está monitorando situação das Armas Químicas na Síria.


 O Governo dos EUA informa que está acompanhando de perto a situação do arsenal das armas químicas na Síria  e está ativamente consultando os países vizinhos para enfatizar a preocupação quanto a segurança destes armamentos, disse a Casa Branca na noite deste sábado. O governo do  Iraque disse que os rebeldes sírios tomaram um posto de controle fronteiriço entre  os dois países.
Tradução e adaptação: Daniel Lucas-UND 

 

Putin adverte contra ação sobre a Síria fora das Nações Unidas; ESL reivindica o controle das passagens de fronteira com Iraque

Russian President Vladimir Putin warned Western powers not to take unilateral action against the Syrian government outside the U.N. (Reuters)
 O presidente russo, Vladimir Putin advertiu as  potências ocidentais  a não tomar medidas unilaterais contra o governo sírio fora da ONU (Reuters)
 O presidente russo, Vladimir Putin advertiu potências ocidentais a não tomar medidas unilaterais contra o governo sírio fora do Conselho de Segurança da ONU, depois que  rebeldes sírios alegaram o controle de um ponto de fronteira com Iraque-Síria.

O Kremlin disse que Putin entregou os comentários em uma reunião fechada do poderoso  Conselho de Segurança da Rússia que agrupa todos os principais ministros e decide estratégia sobre os assuntos mais sensíveis nacionais e estrangeiros.


Na opinião do presidente russo, quaisquer tentativas de agir fora do Conselho de Segurança da ONU será ineficaz e apenas  vai minar a autoridade desta organização internacional," as agências de notícias citou dizendo na reunião o porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov .
O porta-voz disse Putin também rejeitou as acusações ocidentais de que a Rússia estava incitando ainda mais violência na Síria, bloqueando com sanções possíveis contra a China seu aliado Médio Oriente pela terceira vez na quinta-feira.
"Os membros do Conselho de Segurança russo ressaltaram a inadequação completa e inaceitabilidade de tentativas de amarrar as tensões na Síria para a posição tomada pela Federação Russa", disse Peskov.
Seus comentários foram emitidos apenas momentos após o Conselho de Segurança aprovou por unanimidade uma resolução estendendo uma missão de monitores da ONU na Síria por mais 30 dias.
Rússia saudou a extensão como um sinal de compromisso porque excluía uma chamada anterior ao governo de seu principal aliado Oriente Médio para retirar as armas pesadas para fora das cidades e outras áreas controladas pela oposição armada.
O mandato da missão também pode ser estendido, caso o relatório das Nações Unidas uma escalada de violência  e o fim da utilização do regime, de armas pesadas como tanques no mês seguinte.
Mas nações como os Estados Unidos pediram esta extensão o final das missões - originalmente no local para supervisionar a implementação de um plano de paz que nunca entrou em vigor - e prometeu procurar novas soluções para a crise de 16 meses.
Enquanto isso, os rebeldes da Síria afirmaram que ainda estavam no controle de um ponto de fronteira Iraque-Síria que tinham capturado no dia anterior, quando as forças iraquianas de segurança aumentou e fechou a travessia.
O ponto de fronteira Albu Kamal, um dos três entre os dois países que um alto funcionário iraquiano disse que estavam nas mãos do Exército sírio rebelde , era o local de pesados ​​combates na quinta-feira.
Na sexta-feira, o lado iraquiano da travessia, conhecido no Iraque como al-Qaim, foi inundado com o pessoal de segurança, com o  exército iraquiano e várias unidades policiais mobilizados para estabelecer postos de controle e realizar patrulhas, afirmaram os jornalistas  à AFP.
Aqueles que desejavam atravessar a fronteira em al-Qaim, 340 km (210 milhas) a oeste de Bagdá, foram impedidos de fazê-lo.Mais cedo, autoridades de segurança iraquianas disseram ter fechado a passagem completamente.
A torre de vigia na fronteira com a Síria parecia estar vazia e os edifícios que atravessam também pareciam estar desertos,  disse um fotógrafo da AFP.  Ele relatou que um cartaz do presidente sírio, Bashar al-Assad tinha a cabeça arrancada, e que não foram levantadas bandeiras acima do ponto de fronteira.
Um oficial do  ESL que falou à AFP por telefone, de Albu Kamal disse que os rebeldes estavam no controle da travessia.
"Nós controlamos a fronteira de Albu Kamal, após uma batalha", disse o Primeiro Tenente Khalid Abu Ziad do ELS . ” "Nós atacamos os soldados com armas leves e alguns deles fugiram, alguns deles se juntaram a nós."
"Não estamos à espera de ser atacados, mas não há bombardeio contra a cidade (de Albu Kamal). ” Apreendemos armas e munições e alguns foguetes. "
Um médico do lado sírio da travessia declarou à AFP por telefone que a situação em Albu Kamal era difícil como farmácias e hospitais não haviam recebido nenhum suprimento médico no mês passado.
"Há uma escassez de tudo - água, eletricidade, remédios", disse Abu Abdullah,  de 60 anos e outro residente Albu Kamal. "Estamos cercados por dois incêndios - o fogo do Estado e do fogo do ESL."
Moradores de al-Qaim são parte de tribos que há muito tempo vivem na  fronteira de 600 quilômetros (375 milhas) entre o Iraque e a Síria.
"Temos ouvido contínuos combates durante dois dias a partir do lado sírio da fronteira", disse Abu Yusuf, um servo civil iraquiano, disse à AFP em al-Qaim. ” Um rapaz de 26 anos continuou: "Nossos parentes no lado sírio nos chamou e disse: 'Nós te ajudamos durante a sua guerra com a América, é difícil para você para nos ajudar hoje?"
Ele estava se referindo à oposição de muitas cidades sunitas, como  al-Qaim, à invasão norte-americana do Iraque em 2003, e os nove anos de presença militar americana no país que se seguiu. ” Abu Yusuf disse que seus parentes da Síria pediam "bolsas de sangue" de al-Qaim, mas "não podemos porque o exército estão a impedir-nos, porque eles são fortemente estacionados , em um nível que nunca vimos antes."
O Vice-ministro do Interior do Iraque Adnan al-Assadi disse à AFP na quinta-feira que os rebeldes sírios tinham tomado o controle de todas as três passagens de fronteira entre o Iraque e a Síria, e disse que as autoridades iraquianas estavam considerando fechar  toda a fronteira para manter a segurança.
Assadi, disse guardas de fronteira iraquianos haviam testemunhado o Exército sírio livre assumir o controle de um posto de fronteira, deter um tenente-coronel  do exército sírio , e depois cortaram-lhe os braços e pernas.
"Então eles executaram 22 soldados sírios, em frente aos olhos de soldados iraquianos."
A conta das mortes não puderam ser verificadas de forma independente.
Na sexta-feira,  a TV estatal Iraqiya informou que oito aviões cheios de iraquianos haviam feito a viagem entre Damasco e Bagdá, depois que o governo iraquiano pediu aos seus cidadãos para voltar para casa em face da escalada da violência na Síria.
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Áudio ufologia.

22/07/2012


Visión OVNI - Ademar José Gevaerd 21/07/2012

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Assad reconstrói seu comando de ataque e novamente retalia a Turquia

Syrian tanks in Damascus

Tanques sírios em Damasco

O Presidente Bashar Assad rapidamente se recuperou do  duro golpe que ele sofreu com a perda de seus quatro principais aliados na  última quarta-feira, 18 de julho. Dentro de 24 horas, ele colocou em prática um novo comando liderado por seu irmão mais novo general Maher Assad, comandante da 4 ª Divisão para combater os rebeldes,relatam fontes militares e de intligência ao DEBKAfile exclusivamente. Ele também nomeou o general Ali Mamloukh para chefiar o Serviço de Segurança Geral, o general Hafez Makhlouf, comandante militar de Damasco, e o general Ali Hassan, o novo chefe da milícia Shabiha Alawite.
Gen. Fahad Jassim al-Freij foi empossado como ministro da Defesa, quinta-feira.
Apesar de uma onda de deserções, o exército sírio voltou logo  ao trabalho, não apresentando sinais de choque ou oscilando no nível de comando.
Dentro de 48 horas, o exército tinha expulsado com suceso os rebeldes para fora do distrito de Maidan de Damasco. E enquanto alguns meios de comunicação focados nos rebeldes, na captura de dois cruzamentos sírio-iraquianos no sábado, nossas fontes informaram que Assad e seu novo comando já se mudaram e estavam ocupados com um movimento tático, em retaliação contra a Turquia pelos assassinatos no círculo de alto comando interior de Assad, : Eles abriram a porta para um fluxo de rebeldes do PKK turco (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) no Iraque para a Síria, as regiões curdas do norte sírio, com permissão para criar bases de operação ao longo da fronteira turca.

Esta etapa teve três conseqüências imediatas:

1. Ao dar aos separatistas da armada  de bases curdos  na Turquia movimentação  de ataque contra Ancara, o regime  de Assad foi capaz de pacificar a sua própria e forte minoria curda de  2.300.0000 curdos (10 por cento da população) e certifica-se que  suas cidades curdas no norte do país  não vão participar da revolta síria contra o governo.
2. Ao garantir  a sua própria minoria curda, lealdade  a Assad  ele pode lançar as tropas postadas lá para combater os rebeldes da Síria em outras frentes.
3. Embora atuando como anfitriões para os rebeldes do Exército sírio livre a Turquia está se expondo
a uma nova ameaça estratégica a partir da sua fronteira sul com a Síria, com os rebeldes sírios que estão em campanha contra Damasco .
Fontes militares e de inteligência ao DEBKAfile relatam que o fluxo de combatentes curdos turcos no norte da Síria avançou para a unidade local, que são  os  curdos separatistas sírios liderados pelo Partido da União Democrática síria. Sexta - feira, 20 de julho,  o PYD e combatentes do PKK no Iraque uniram forças para tomar o controle de duas cidades  na fronteira turco-síria , Afrin e Ayn al-Arab.
Assad calcula que  o status semi-autônomo alcançado pelos curdos sírios na Síria agiria como um forte apoio para o PKK no outro lado da fronteira e incentivará seus ataques contra o  governo turco e alvos militares em apoio a sua demanda para  um estado curdo na Turquia.
DEBKAfile atualização: O PKK foi rápido  no gatilho:nesta  sexta-feira, explodira  um  oleoduto que liga Kirkuk-Ceyhan l e leva cerca de um quarto das exportações de petróleo do Iraque, na cidade do sudeste turco de Midyat perto da fronteira síria.
Assad, portanto, começa a se vingar contra a Turquia pelos assassinatos que se abatem ao seu círculo íntimo.

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