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20 de julho de 2011
Isso é que é País.
Vejam ao vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=89itVArFUwA&feature=channel_video_title
O comentário no vídeo, refere-se a questão econômica.
Ainda emendo, até quando estes governantes vão ficar brincando de que tudo está sobre controle?
Não puxo sardinha pra político nenhum, para ideologia nenhuma, não podemos portanto viver de sonhos e ninguém quer encarar o bicho feio e dentuço de frente.Bagunçar todo mundo quer. Mas arrumar a casa....Esta é grande verdade.
Crise lá fora. Mas tem ministro guru que não está Vênus nada de anormal.
Segundo o nosso Ministro da Faz de Conta$, Guido Mantega, o,guru da economia, diz que os EUA vão elevar o Teto da Dívida ( que seja apesar do embromation socity que é tudo isto ) e tem que elevar mesmo, pra salvar a pele deles próprios, pois imaginem uma situação fora de controle em um colapso do sistema.
Mas para ele, o país do Gastão e Tio Patinhas, é um problema mínimo, visto do que acontece na Zonoropolândia, onde ninguém entende mais ninguém e imaginem se fosse pior o que acontece por lá. Mas na cabeça do Ministro da Faz de Conta$, não existe nada que possa ser melhorado para piorar e ser piorado para melhorar. Não entenderam? Mas é isso que eles acham.
Eu sempre falo a turminha do lá de cima, vivem na Terra mas com os pensamentos em Vênus, e continuam não vênus nada que acontece no mundo o qual de certo não conhecem.
Mas leiam o que o Ministro da Faz de Conta$, o guru, disse a respeito dessa lambança toda que os noticiários martelam todos os dias.
Congresso dos EUA subirá teto da dívida, acredita Mantega
Segundo o ministro da Fazenda, Estados Unidos não terá nota rebaixada.
No caso de alguns países da Europa, questão é mais 'complicada', diz ele.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou nesta quarta-feira (20) que o Congresso norte-americano elevará o teto da dívida dos Estados Unidos, acabando, deste modo, com a tensão dos últimos dias. Na Europa, acrescentou ele, a situação é mais "complicada". Entretanto, segundo análise do ministro Mantega, a crise não respingará no Brasil. Mas não vai respingar mesmo. Aqui não faz parte da Terra.
"Nos Estados Unidos, a questão da autorização de gasto, é inevitável que o congresso acabe dando. Se não eles vão engessar o governo, e isso vai pegar mal também para o Congresso. Acredito em uma solução. Não vai haver rebaixamento dos EUA nem nada disso. Tenho certeza. Duvido que isso venha a acontecer. Isso não vai ter efeito no Brasil", afirmou Mantega.
"Nos Estados Unidos, a questão da autorização de gasto, é inevitável que o congresso acabe dando. Se não eles vão engessar o governo, e isso vai pegar mal também para o Congresso. Acredito em uma solução. Não vai haver rebaixamento dos EUA nem nada disso. Tenho certeza. Duvido que isso venha a acontecer. Isso não vai ter efeito no Brasil", afirmou Mantega.
O governo dos Estados Unidos está correndo contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador. Se até o dia 2 de agosto o Congresso não ampliar o limite de dívida pública permitido ao governo, os EUA podem ficar sem dinheiro para pagar suas dívidas: ou seja, há risco de calote.
Em maio, a dívida pública do país chegou a US$ 14,3 trilhões, que é o valor máximo estabelecido por lei. Isso porque, nos EUA, a responsabilidade de fixar o teto da dívida federal é do Congresso.
Europa
No caso de alguns países da Europa, como Grécia, Itália e Irlanda, que enfrentam dificuldades para honrar suas dívidas, o ministro Mantega avaliou que o "buraco é mais embaixo".
No caso de alguns países da Europa, como Grécia, Itália e Irlanda, que enfrentam dificuldades para honrar suas dívidas, o ministro Mantega avaliou que o "buraco é mais embaixo".
"É um pouco mais complicado. Mas lá eles vão continuar administrando essa situação até encontrar uma solução de fato para a Grécia e países adjacentes. O Brasil é um dos países que tem melhor capacidade de enfrentar qualquer consequência destas duas situações. Não acho que eles vão se agravar", acrescentou ele.
Venezuela tem maiores reservas de Petróleo do mundo. Até o momento...
Segundo
o relatório anual da Organização do Países Exportadores de Petróleo
(Opep). De acordo com a agência de notícias Dow Jones, o documento
indica que as reservas confirmadas da Venezuela chegaram a 296,5
bilhões de barris em 2010, o que representa um crescimento de 40,4% em
relação ao ano anterior. A Arábia Saudita, diz o mesmo estudo, tem
reservas de 264,5 bilhões de barris.
Não
se sabe ainda se todas as descobertas de petróleo da Venezuela são
economicamente viáveis. O levantamento confirma o anúncio feito pelo
governo venezuelano em janeiro, dando conta de que essa marca já havia
sido atingida. Houve aumento também nas reservas do Irã e do Iraque,
que, junto com a Venezuela, defendem preços mais elevados para o
petróleo no mercado internacional.
Segundo o relatório da OPEP, o Brasil era o 14º maior em reservas provadas de petróleo, com 12,9 bilhões de barris de petróleo.
Confira o ranking das 15 maiores reservas provadas de barris petróleo cru em 2010:
1º lugar-Venezuela: 296,5 bilhões de barris
2º-Arábia Saudita: 264,5 bilhões de barris
3º-Irã: 151,2 bilhões de barris
4º-Iraque: 143,1 bilhões de barris
5º-Kuwait: 101,5 bilhões de barris
6º-Emirados Árabes Unidos: 97,8 bilhões de barris
7º-Rússia: 79,4 bilhões de barris
8º-Líbia: 47,1 bilhões de barris
9º-Cazaquistão: 39,8 bilhões de barris
10º-Nigéria: 37,2 bilhões de barris
11º-Qatar: 25,4 bilhões de barris
12º-Estados Unidos: 19,1 bilhões de barris
13º-China: 18 bilhões de barris
14º-Brasil: 12,9 bilhões de barris
15º-Argélia: 12,2 bilhões de barris
Eu Juro que é sobre os Juros
Estamos em modo de espera, não estamos vendo notícias diferentes nos últimos dias. Parecem até que estão conspirando contra nós os que eles gostam de chamar de lunáticos conspiradores.Risos. E reafirmando o que disse meu amigo blogueiro do Proval Final, de que não há muito o que comentar.
Porém reproduzo um assunto que tem como blog fonte, Informação Incorrecta, via Prova Final.
Juros, muito bom este post, é sempre bom sabermos como agem os Juros na economia. Não caiam naquele conto de que comprei um rádio em 12 x sem juros, isto não existe, claro que o juro já está embutidido no preço deste produto.
Com vocês `Os Juros`.
Até mais
A metástase dos juros
Vamos enfrentar um assunto importante para perceber a nossa sociedade e todo o Capitalismo: os juros.
Os juros são hoje considerados normais, indispensáveis para o funcionamento dum qualquer banco.
De facto, parece normal: o banco empresta dinheiro, o banco ganha uma percentagem do dinheiro emprestado.
De facto, parece normal: o banco empresta dinheiro, o banco ganha uma percentagem do dinheiro emprestado.
É isso normal? Sim, na sociedade contemporânea é normal.
Este é o conceito de juro? Sim, e de usura também.
Este é o conceito de juro? Sim, e de usura também.
Pois temos que entender uma coisa: “juros” e “usura” são a mesma
coisa. A única diferença é que a usura é um juro “excessivo”. Mas que
significa “excessivo”? Quem estabelece quando um juro deixa de ser
legal e torna-se usura?
Não existe uma lei natural que possa ajudar: é o homem que decide
isso. A demonstração é que a “fronteira” entre juros e usura não é
igual em todos os Países.
Mas vamos com ordem.
Antiguidade: juros? Não, usura
Wikipedia, que tudo sabe e ensina, explica:
Documentos históricos redigidos pela civilização suméria, por
volta de 3000 a.C., revelam que o mundo antigo desenvolveu um sistema
formalizado de crédito baseado em dois principais produtos, o grão e a
prata.
No artigo Os bancos do Islão é explicada a forma como os bancos islâmicos funcionam: sem juros, pois estes são expressamente proibidos pela religião (riba, proibição de juros).
Mas, surpresa, os juros são condenados também na Bíblia:
Também a Republica de Roma proibia os juros; a Lex Genucia de feneratione, de 340 a.C., previa que o empréstimo com juros fosse proibido.
E ao longo da Idade Média as coisas não mudaram: São Tomás de Aquino (séc. XIII) argumentou que a cobrança de juros era errada, porque equivalia a “dupla cobrança”, cobrando tanto para a coisa que ao uso da coisa (São Tomás tinha ideias um pouco confusas acerca do assunto, mas enfim…).
A Igreja (e com ela toda a sociedade ocidental) considerou este como um pecado da usura: o Concílio de Lyon II, em 1274, e o Conselho de Vienne, de 1311, condenaram expressamente a cobrança de juros, entendendo o empréstimo como uma venda de dinheiro com pagamento diferido, cujos interesses não eram justificados pelo passar do tempo, sendo o tempo um “bem comum”.
A fórmula é um pouco contorcida, mas a síntese simplificada faz sentido: o empréstimo de facto é uma venda de dinheiro, então, enquanto venda, não é justo que o preço varie com o passar do tempo. O preço tem de ser estabelecido antes e não pode variar.
Resumindo: no Mundo Antigo as principais religiões eram contrárias aos juros (também o Budismo segue a mesma linha de pensamento), e por três razões:
Bawerk, em particular, afirma que os juros existem “por causa da manifestação das preferências temporais dos consumidores, já que as pessoas preferem consumir no presente do que no futuro”. Como dizer: os juros existem por causa dos consumidores, é apenas culpa nossa.
A ideia de fazer surgir no cidadão sentidos de culpa não é tão nova, afinal.
Repito: não há. Cada País estabelece um limite, além do qual a lei não reconhece o juro mas a usura.
Na Europa é geralmente aceite um limite de 30%, além do qual fala-se em usura. Mas há diferenças.
Em Italia, por exemplo, o limite é 50%, em França 113%, em Espanha não há um limite, que é estabelecido a segunda dos casos pelos juízes; nos Estados Unidos a lei Garn-St. Germain estabelecia 10% como limite, mas foi abolida em 1982.
E também na Europa as coisas estão prestes a mudar: existe uma proposta para liberalizar completamente o mercado do crédito, sem limites para os juros. E os Países que ainda aplicam controles anti-usura (Italia, França, Alemanha, Holanda) serão obrigados a interromper qualquer forma de controle.
De facto estamos perante a medida mais inteligente para combater a usura: torna-se a mesma usura legal. E, como já sabemos, o mercado que sabe auto-regulamentar-se faz o resto…
Mas se os juros são maus, como é possível imaginar um banco que trabalhe sem eles? Não será ficção científica?
A resposta é: não.
Já existem bancos que trabalham sem juros: são todos os bancos dos Países muçulmanos. Lembramos: não podem trabalhar com juros, seria um pecado particularmente grave.
Mas não apenas muçulmanos: um banco europeu sem juros existe já, é o JAK Medlemsbank, um banco da Suécia.
Antes de existirem as moedas, o empréstimo de metal era feito baseado em seu peso. Arqueólogos descobriram pedaços de metais que foram usados no comércio nas civilizações de Troia, Babilónia, Egipto e Pérsia. Antes do empréstimo em dinheiro ser desenvolvido, o empréstimo de cereal e de prata facilitava a dinâmica do comércio.Pergunta: mas o que isso tem a ver com os juros? Em verdade nada, aqui fala-se de empréstimos, de créditos, não de juros. Mas serve: serve para que o Leitor comece a considerar o juro como uma componente natural do empréstimo. O que é falso.
No artigo Os bancos do Islão é explicada a forma como os bancos islâmicos funcionam: sem juros, pois estes são expressamente proibidos pela religião (riba, proibição de juros).
Mas, surpresa, os juros são condenados também na Bíblia:
Não deves emprestar com juros ao teu irmão; interesse de dinheiro, interesse alimentar, interesse de tudo o que é emprestado
(Deuteronomio 23:19)
E se emprestardes àqueles de quem esperais receber, que mérito há nisso? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto.Mas ainda antes do Novo Testamento, os Gregos tinham chegado à mesma conclusão: neste caso Wikipedia versão italiana explica que
(Lucas 6:34)
além de Aristóteles, outros pensadores da Antiguidade condenaram a usura: Platão, Cato, Cícero, Séneca e Plutarco.O que é outra vez falso. O que Aristóteles diz é o seguinte:
nummus nummum parere non potestisso é: o dinheiro não pode gerar outro dinheiro. Aristóteles e companhia não tinham condenado a usura, mas todas as formas de ganhar dinheiro a partir do dinheiro. Tinham condenado os juros.
Também a Republica de Roma proibia os juros; a Lex Genucia de feneratione, de 340 a.C., previa que o empréstimo com juros fosse proibido.
E ao longo da Idade Média as coisas não mudaram: São Tomás de Aquino (séc. XIII) argumentou que a cobrança de juros era errada, porque equivalia a “dupla cobrança”, cobrando tanto para a coisa que ao uso da coisa (São Tomás tinha ideias um pouco confusas acerca do assunto, mas enfim…).
A Igreja (e com ela toda a sociedade ocidental) considerou este como um pecado da usura: o Concílio de Lyon II, em 1274, e o Conselho de Vienne, de 1311, condenaram expressamente a cobrança de juros, entendendo o empréstimo como uma venda de dinheiro com pagamento diferido, cujos interesses não eram justificados pelo passar do tempo, sendo o tempo um “bem comum”.
A fórmula é um pouco contorcida, mas a síntese simplificada faz sentido: o empréstimo de facto é uma venda de dinheiro, então, enquanto venda, não é justo que o preço varie com o passar do tempo. O preço tem de ser estabelecido antes e não pode variar.
Resumindo: no Mundo Antigo as principais religiões eram contrárias aos juros (também o Budismo segue a mesma linha de pensamento), e por três razões:
- não é correcto fazer dinheiro a partir de dinheiro
- uma mera questão de transparência (o preço fixo e invariável, antes)
- o perigo da usura (que depois são os mesmos juros).
Bawerk, em particular, afirma que os juros existem “por causa da manifestação das preferências temporais dos consumidores, já que as pessoas preferem consumir no presente do que no futuro”. Como dizer: os juros existem por causa dos consumidores, é apenas culpa nossa.
A ideia de fazer surgir no cidadão sentidos de culpa não é tão nova, afinal.
Qual a diferença?
Mas voltamos ao princípio: qual a diferença entre juro e usura?Repito: não há. Cada País estabelece um limite, além do qual a lei não reconhece o juro mas a usura.
Na Europa é geralmente aceite um limite de 30%, além do qual fala-se em usura. Mas há diferenças.
Em Italia, por exemplo, o limite é 50%, em França 113%, em Espanha não há um limite, que é estabelecido a segunda dos casos pelos juízes; nos Estados Unidos a lei Garn-St. Germain estabelecia 10% como limite, mas foi abolida em 1982.
E também na Europa as coisas estão prestes a mudar: existe uma proposta para liberalizar completamente o mercado do crédito, sem limites para os juros. E os Países que ainda aplicam controles anti-usura (Italia, França, Alemanha, Holanda) serão obrigados a interromper qualquer forma de controle.
De facto estamos perante a medida mais inteligente para combater a usura: torna-se a mesma usura legal. E, como já sabemos, o mercado que sabe auto-regulamentar-se faz o resto…
Mas se os juros são maus, como é possível imaginar um banco que trabalhe sem eles? Não será ficção científica?
A resposta é: não.
Já existem bancos que trabalham sem juros: são todos os bancos dos Países muçulmanos. Lembramos: não podem trabalhar com juros, seria um pecado particularmente grave.
Mas não apenas muçulmanos: um banco europeu sem juros existe já, é o JAK Medlemsbank, um banco da Suécia.
JAK: banco sem juros
Como funciona? Como pode um pobre banco sobreviver sem juros?
A filosofia do JAK (que funciona desde 1933) é simples:
JAK propõe um modelo financeiro alternativo e um conceito de poupança livre da ideia do juro especulativo, somando 35.000 sócios que emprestam o dinheiro um ao outro sem a intervenção dum banco clássico.
Obviamente, no JAK não existem juros (que o banco considera, justamente, como usura) e os custos administrativos e de desenvolvimento são pagos com a quota associativa e a “taxa sobre o empréstimo”, igual a 2,5 % (fixo) em linha com a taxa de inflação.
A ideia é simples: cada sócio acumula pontos-poupança e pontos-despesa, e estes dois têm de equilibrar-se. Ao pedir um empréstimo, é claro que os pontos-despesa serão maiores dos pontos-poupança; então o sócio terá de poupar para acumular outros pontos-poupança.
Como ganhar pontos-poupança? Com depósitos que, entretanto, servirão de empréstimo para outros sócios. Uma vez reembolsado o crédito, os pontos-despesa serão iguais aos pontos-poupança e tudo começa outra vez.
Sem juros.
Funciona? Sim, funciona: em 2008 os sócios tinham poupado 97 milhões de Euros, dos quais 86 utilizados sem empréstimos. E, tanto para não gerar confusões, a propriedade do banco pertence aos sócios: cada sócio uma acção, não mais (e mais seriam inúteis, pois o objectivo do banco não é o lucro).
Tendo como base o modelo do JAK, nasceram dois bancos do mesmo género na Dinamarca e um na Alemanha.
- os rendimentos dos juros são inimigos da estabilidade económica
- o juro provoca desemprego, inflação e destruição do ambiente
- o juro desloca matematicamente dinheiro dos pobres para os bolsos dos ricos
- o juro favorece projectos que atinjam altos lucros em pouco tempo
JAK propõe um modelo financeiro alternativo e um conceito de poupança livre da ideia do juro especulativo, somando 35.000 sócios que emprestam o dinheiro um ao outro sem a intervenção dum banco clássico.
Obviamente, no JAK não existem juros (que o banco considera, justamente, como usura) e os custos administrativos e de desenvolvimento são pagos com a quota associativa e a “taxa sobre o empréstimo”, igual a 2,5 % (fixo) em linha com a taxa de inflação.
A ideia é simples: cada sócio acumula pontos-poupança e pontos-despesa, e estes dois têm de equilibrar-se. Ao pedir um empréstimo, é claro que os pontos-despesa serão maiores dos pontos-poupança; então o sócio terá de poupar para acumular outros pontos-poupança.
Como ganhar pontos-poupança? Com depósitos que, entretanto, servirão de empréstimo para outros sócios. Uma vez reembolsado o crédito, os pontos-despesa serão iguais aos pontos-poupança e tudo começa outra vez.
Sem juros.
Funciona? Sim, funciona: em 2008 os sócios tinham poupado 97 milhões de Euros, dos quais 86 utilizados sem empréstimos. E, tanto para não gerar confusões, a propriedade do banco pertence aos sócios: cada sócio uma acção, não mais (e mais seriam inúteis, pois o objectivo do banco não é o lucro).
Tendo como base o modelo do JAK, nasceram dois bancos do mesmo género na Dinamarca e um na Alemanha.
O sócio parasita e o regresso ao futuro
Como vimos, não existe diferença entre juro e usura: é exactamente
a mesma coisa, só que um é legal, a outra não. E o limite entre
legalidade e ilegalidade varia consoante o País.
Agora, pensamos nisso: ao pedir um empréstimo para iniciar uma
actividade comercial, assinamos um papel com o qual reconhecemos que ao
longo de X anos uma parte dos nossos lucros ficarão nas mãos duma
terceira entidade (o banco): não para devolver o empréstimo (coisa
justa), mas para pagar os juros do empréstimo.
É a mesma coisa que ter um sócio. Com a diferença que nós temos de trabalhar, enquanto o sócio nada faz e limita-se a ficar com o lucro.
Acham isso normal?
Esta é a actividade dum banco.
O banco ganha com as despesas ligadas à manutenção da conta.
O banco ganha com as comissões das operações.
O banco ganha com as despesas da prática.
O banco ganha com os juros sobre o montante emprestado.
O banco ganha com o fecho da conta (sic!).
Continuam a achar isso normal?
A doutrinação perpetrada pela sociedade ao longo dos séculos fez que hoje todos consideremos os juros como uma componente natural do empréstimo e da actividade dum banco. Até para alguns é difícil entender um banco que funcione sem empréstimos. Mas assim não é: é tudo falso.
Lembrem:
É a mesma coisa que ter um sócio. Com a diferença que nós temos de trabalhar, enquanto o sócio nada faz e limita-se a ficar com o lucro.
Acham isso normal?
Esta é a actividade dum banco.
O banco ganha com as despesas ligadas à manutenção da conta.
O banco ganha com as comissões das operações.
O banco ganha com as despesas da prática.
O banco ganha com os juros sobre o montante emprestado.
O banco ganha com o fecho da conta (sic!).
Continuam a achar isso normal?
A doutrinação perpetrada pela sociedade ao longo dos séculos fez que hoje todos consideremos os juros como uma componente natural do empréstimo e da actividade dum banco. Até para alguns é difícil entender um banco que funcione sem empréstimos. Mas assim não é: é tudo falso.
Lembrem:
- os rendimentos dos juros são inimigos da estabilidade económica
- o juro provoca desemprego, inflação e destruição do ambiente
- o juro desloca matematicamente dinheiro dos pobres para os bolsos dos ricos
- o juro favorece projectos que atinjam altos lucros em pouco tempo
Para perceber até que ponto os juros desenvolvam um papel
importante (fundamental) nas nossas vidas, pensamos na actual tragédia
do Mundo Ocidental, a dívida pública, mas sem os juros.
Quem compraria a dívida dos Países sem juros? Ninguém, pois não
haveria nada para ganhar: os Países seriam obrigados a orçamentos mais
cuidadosos, pois bem poucos seriam propensos a emprestar dinheiro sem
juros (isso é, sem ganhar nada).
Isso significa que os Países deveriam cuidar mais do próprio tecido produtivo, única fonte importante de liquidez: a verdadeira riqueza voltaria a identificar-se com a produção de bens e com a relativa venda, não com a capacidade de contrair dívida.
Agência de rating? Para quê? O que seria avaliado sem lucros e ninguém a comprar as dívidas dos Países?
Especulação na dívida? Especulação de quê?
Credit Swap Default? Futures e outros mecanismos financeiros? Seriam palavras sem sentido.
E os bancos? Na maioria estariam nas mãos do público, pois as margens dos eventuais lucros seriam muito reduzidas.
O que os homens do Mundo Antigo tinham percebido é que a verdadeira riqueza está na capacidade de produzir bens tangíveis (comida, máquinas) e no comércio: ganhar dinheiro a partir do dinheiro (isso é, sem fazer nada e desfrutando o trabalho dos outros) é uma aberração.
Eles tinham chegado a esta conclusão, nós temos que entende-la outra vez.
Ipse dixit.
Links: Infelizmente não há um banco sem juros ou uma associação que trate deste assunto em língua portuguesa. Em Italiano há o JAK Italia, enquanto em Inglês existe The Reciprocal Bank; depois há o site sueco do JAK, disponível também em Inglês.
Isso significa que os Países deveriam cuidar mais do próprio tecido produtivo, única fonte importante de liquidez: a verdadeira riqueza voltaria a identificar-se com a produção de bens e com a relativa venda, não com a capacidade de contrair dívida.
Agência de rating? Para quê? O que seria avaliado sem lucros e ninguém a comprar as dívidas dos Países?
Especulação na dívida? Especulação de quê?
Credit Swap Default? Futures e outros mecanismos financeiros? Seriam palavras sem sentido.
E os bancos? Na maioria estariam nas mãos do público, pois as margens dos eventuais lucros seriam muito reduzidas.
O que os homens do Mundo Antigo tinham percebido é que a verdadeira riqueza está na capacidade de produzir bens tangíveis (comida, máquinas) e no comércio: ganhar dinheiro a partir do dinheiro (isso é, sem fazer nada e desfrutando o trabalho dos outros) é uma aberração.
Eles tinham chegado a esta conclusão, nós temos que entende-la outra vez.
Ipse dixit.
Links: Infelizmente não há um banco sem juros ou uma associação que trate deste assunto em língua portuguesa. Em Italiano há o JAK Italia, enquanto em Inglês existe The Reciprocal Bank; depois há o site sueco do JAK, disponível também em Inglês.
Fonte: Informação Incorrecta
Estudo: Brasil seria um dos 10 mais destruídos por asteróide
O estudo foi divulgado poucos dias após uma pedra do tamanho de um
ônibus passar a 12 mil km de distância da Terra. Apesar de seu tamanho,
o meteoro dificilmente resistiria à passagem pela atmosfera terrestre e
se desintegraria antes de colidir com a superfície do planeta. Mas a
proximidade de sua rota com a Terra e o fato de que ele não foi
detectado até cinco dias antes de sua passagem foram o bastante para
levantar preocupações.
Mísseis são abduzidos na Romênia.
Olá leitores!
Estes dias misteriosamente 64 ogivas de mísseis foram abduzidas de um trem na Romênia.
Para onde que foram estas ogivas?
Estraaaanho, muuuuuiito estranho...
64 ogivas de mísseis roubados de trem na Romênia
As
autoridades da Romênia estão investigando o roubo de 64 ogivas de
mísseis a partir de um trem de transporte de equipamento militar para a
Bulgária.
O
porta-voz do ministério Interior, Marius Militaru, disse neste domingo
que os componentes não são perigosos por conta própria - apenas quando
integradas em sistemas de mísseis. Os promotores disseram que estão
investigando o roubo.
Funcionários não responderam a perguntas se as ogivas continham explosivos.
Trabalhadores ferroviários
notaram que os selos em uma porta de carro foram rompidos no sábado, e
não foi bem fechada quando o trem chegou em Giurgiu, um porto do
Danúbio que faz fronteira com a Bulgária.
Tohan Zarnesti, a empresa
romena que estava enviando as ogivas, produz munições de artilharia,
mísseis terra para terra e ar para mísseis terra e ogivas para mísseis
122 milímetros.
Fonte: News.com
UFO Charuto em Minas - Clássicos da Ufologia - widescreen
O charutinho voador.
Clássicos da Ufologia. Acompanhem!
Clássicos da Ufologia. Acompanhem!
19 de julho de 2011
Rede social= plataforma para Governo Global?
É meus caros leitores, quando nós blogueiros te reportamos assuntos, que muitos acham como coisas de lunáticos, vejam só a própria midiatrix ( midia da matrix-dos senhores do mundo ) intencionalmente já começam a publicar notícias como esta que logo lerá bem abaixo.
Parece algo assim, como dizem, sem valor, onde todos podem participar, usando uma ferramenta simples que o sistema nos dá, as chamadas redes sociais. Estas verdadeiras redes da Aranha negra e sedenta por controlar os seus.
Se escrevessemos isso há uns dois anos atrás, tenho certeza que muitos diriam: Nooossa isto é um absurdo. Você está louco! Que imaginação fertil. Será?
Bem, aos poucos com iniciativas tão fáceis assim, vão condicionando o zé povão para o que eles ( os senhores do mundo ) querem.Um verdadeiro esboço do que poderá vir a ser um governo global dessa gente.
Não estamos longe disso, estamos mais próximo do que vocês imaginam e vejam só que meio midiático lhes informa sobre isto. Não vou responder, até porque verá qual é.
Sigam a matéria...
Notícia: Rede social vai eleger governo global
Nova rede social pretende colocar à disposição dos usuários um fórum para questões de interesse mundial, além de eleger representantes
Wikimedia Commons
Assembleia
da ONU: o "governo" escolhido pela rede social não terá valor legal,
mas poderá encaminhar propostas e pressionar políticos
São
Paulo -- Em um ato simbólico diante da sede da ONU, em Nova York, foi lançada neste mês de julho, uma rede social diferente, a Mynetgov. A
plataforma nascida em Portugal pretende colocar à disposição dos
usuários da internet um fórum para questões de interesse mundial, além
de eleger representantes para um também simbólico governo planetário. O
ambicioso objetivo da comunidade é influenciar decisões tomadas por
governos nacionais em diferentes partes do globo.
Um
debate sobre o futuro e a preservação da Amazônia, por exemplo, poderia
ocorrer na rede, incentivando a elaboração de um "projeto de lei" do
governo virtual. Se aprovado, passaria a ser uma causa defendida pelo
Mynetgov. O processo, é claro, não tem valor legal.
Qualquer
usuário a partir de 13 anos poderá se cadastrar. Todos os participantes
poderão, por sua vez, se candidatar a cargos do "governo": serão 6.000
congressistas (equivalente aos deputados federais e senadores
brasileiros), doze ministros e um presidente. Haverá, também, "cargos"
de juiz. Ao menos oito ministérios serão obrigatórios: internet,
globalização, paz, educação, ambiente, esporte, cultura e humor.
UE. EURO – “União Monetária não pode ser mais salva”
Por causa do alto endividamento estatal dos países membros da União
Européia, a Europa está ameaçada de colapso. A moeda européia se
transforma num progressivo material explosivo para a União Monetária. O
papa do ouro, Walter K. Eichelburg, alerta há muitos anos sobre o
grande crash. Em sua página na internet – www.hartgeld.com
– ele fala do fundo da alma a todos aqueles que já perderam a confiança
no papel-moeda. Na entrevista, Eichelburg conta como ele vê o futuro do Euro.
As três maiores agências de risco estão sob crítica, elas alimentam a crise ainda mais. Você acha que as agências de risco exercem grande influência?
Entrevista
Herr Eichelburg, o que você espera da cúpula sobre o Euro na próxima quinta-feira?
Eichelburg: Nada será decidido. A época para salvamentos já passou.
Os problemas da união monetária são ainda solucionáveis?
Eichelburg: Uma solução límpida seria
aquela onde os “países pagadores” como Alemanha, França, Áustria,
Holanda etc, abandonassem o Euro. As novas moedas já estão sendo
impressas. Na forma atual, não é mais possível salvar o Euro.
Então não é mais possível salvar a União Monetária?
Eichelburg: Não.
A crise do Euro não é apenas uma crise da moeda comum, mas sim de toda a União Européia?
Eichelburg: Exato. Não apenas o Euro entrará em
colapso, mas a própria UE. Esta se transformou entrementes numa
abrangente ditadura. Algo assim os cidadãos não querem. Exemplos disso:
a proibição de lâmpadas incandescentes ou a vigilância estatal.
A nova versão do Marco alemão seria o melhor para a Alemanha?
Eichelburg: Sim, sem dúvida alguma. A “moeda
comum”, o Euro, foi um beco sem saída, pois ela forçou o casamento de
países incompatíveis sob a mesma moeda.
Agora a Itália também foi atingida pela crise do Euro. Você poderá pagar um cafezinho em Roma no verão de 2012 ainda com Euro?
Eichelburg: O cafezinho em Roma já será vendido em
2012 com seus valores expressos na nova Lira – caso a Itália consiga se
estruturar uma nova moeda – caso contrário no que restou do Euro
hiperinflacionado.
Eichelburg: Sim, as agências de rating
exercem uma grande influência: no cérebro dos gerentes de fundos. Por
isso em minha página www.hartgeld.com, estes são chamados de
“Bondaffen” (macacos dos fundos de investimentos). Eles permitem que as
agências pensem por eles. Mas os políticos, que vão agora contra as
agências, são ainda mais estúpidos.
O preço do ouro bate um recorde atrás do outro. Você vê uma grande
fuga para os portos seguros dos metais preciosos? O pequeno poupador
parece ainda vender seu metal nobre para os tradicionais comerciantes
de ouro, ao invés de investir.
Eichelburg: Sim, a massa das ovelhas vende ainda seu antigo ouro, enquanto o Smart Money e uma crescente proporção do Big Money
troca seus Dólares e Euros por ouro. Somente quando a cotação do ouro
for 10 vezes maior do que a atual, as ovelhas irão querer comprar
novamente. Isso não muda nunca.
O Franco suíço também se valoriza claramente, a economia suíça reclama. O Franco também é um porto seguro?
Eichelburg: O Franco também é apenas papel, mas uma
moeda de fuga especialmente do Euro. O Franco irá subir, portanto,
algumas vezes em relação ao Euro quando este cair de vez. Aí a economia
pode reclamar quanto quiser. Mas através da desvalorização, nenhum país
recuperou sua economia.
A 2 de agosto, os EUA poderiam tornar-se insolventes. Você acredita que chegar-se-á num entendimento no congresso dos EUA?
Eichelburg: É um tipo de guerra religiosa no
congresso. Se ambos os lados chegarão num consenso, está incerto. Um
default dos EUA levará imediatamente ao colapso do sistema financeiro
mundial.
A maioria dos países e cidadãos vivem de crédito. Independente da crise atual, isto estará condenado?
Eichelburg: A vida baseada em crédito logo encontrará seu fim. Pois após a quebradeira, não existirá crédito por muitos anos.
Como você investiria hoje 10.000 Euros?
Eichelburg: Uma quantia pequena assim deveria ser investida exclusivamente em moedas de prata.
Eichelburg não é um consultor financeiro, mas sim investe seu próprio capital. Aí está a diferença crucial – NR.
markenpost.de, 18/07/2011.
No vídeo abaixo, com a inacreditável participação de Mr. Goebbels,
podemos ver o último pronunciamento do parlamentar europeu, Nigel
Farage, sobre a atual insanidade da corrupta e traidora união européia:
http://www.youtube.com/watch?v=jKfdL0WHm7c&feature=player_embedded
COLOQUE A LEGENDA EM CC, E BOTE PRA TRADUZIR PRA PORTUGUÊS
Saiba um pouco sobre os Ciganos.Gitanos.
CIGANOS
| Aos que curtem Gipsy Kings, parece que está se delineando o novo trabalho do grupo flamenco franco-espanhol. Vamos aguardar.Abaixo um clip que encontrei no Youtube com uma nova canção. | ||||||
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Novidades Roswell
Roswell: teste recente teria confirmado que detritos são extraterrestres
Por Alejandro Rojas/OpenMinds
Tradução: Jânder Magalhães/CSPU
Novas pistas podem determinar com precisão a realidade de um caso histórico
Um professor do Instituto Militar
do estado norte-americano de Novo México, em Roswell, pode ter
descoberto a primeira evidência científica de um artefato feito em
outro planeta. Além do mais, esse material foi encontrado próximo à
área onde os restos de um suposto disco voador foram resgatados nos
arredores de Roswell, em 1947.Frank Kimbler
é docente na disciplina de estudos da Terra numa faculdade, e geologia
numa escola em Roswell. Ele afirma que sempre se interessou em estudar
UFOs e particularmente teve sua própria experiência por volta de seus
20 anos de idade. Então, quando se mudou para a cidade, decidiu
utilizar sua capacidade profissional para testar e colocar à prova
elementos do mais famoso incidente ufológico de todos os tempos, a
queda em Roswell [Caso Roswell].
Ele diz que seu principal objetivo era encontrar evidência física, quando começou a observar algumas imagens de satélite no local dos supostos destroços. O professor conheceu o fazendeiro Mac Brazel, que havia dito que a Força Aérea tinha encontrado pedaços do UFO que caiu. Kimbler usou infravermelho para melhorar algumas imagens obtidas a fim de destacar as áreas onde o solo foi alterado pela queda.
Ficou surpreso ao localizar um quadrante que era similar ao que testemunhas haviam descrito, de aproximadamente 1,2 quilômetros de comprimento e algumas centenas de metros de largura, de frente para a direção que tinham historicamente relatado. Ele também notou que essa área possuia bordas muito simples, algo incomum para uma ocorrência natural.
Seu próximo passo era chegar até lá e começou a fazer viagens para o local a partir de maio de 2010. Usando um detector de metal que poderia encontrar pedaços mínimos e até sob três centímetros abaixo da superfície, seria capaz de procurar pequenos pedaços - exatamente seu objetivo. Em escavações arqueológicas anteriores, a área foi peneirada através de telas com buracos grandes o suficiente para fragmentos muito pequenos transpassarem-nas. Kimbler imaginou que, se havia mais alguma coisa, seria minúscula e, talvez, escondida em tocas de animais ou formigueiros. Foi justamente num formigueiro onde ele descobriu sua primeira peça.
Ele diz que seu principal objetivo era encontrar evidência física, quando começou a observar algumas imagens de satélite no local dos supostos destroços. O professor conheceu o fazendeiro Mac Brazel, que havia dito que a Força Aérea tinha encontrado pedaços do UFO que caiu. Kimbler usou infravermelho para melhorar algumas imagens obtidas a fim de destacar as áreas onde o solo foi alterado pela queda.
Ficou surpreso ao localizar um quadrante que era similar ao que testemunhas haviam descrito, de aproximadamente 1,2 quilômetros de comprimento e algumas centenas de metros de largura, de frente para a direção que tinham historicamente relatado. Ele também notou que essa área possuia bordas muito simples, algo incomum para uma ocorrência natural.
Seu próximo passo era chegar até lá e começou a fazer viagens para o local a partir de maio de 2010. Usando um detector de metal que poderia encontrar pedaços mínimos e até sob três centímetros abaixo da superfície, seria capaz de procurar pequenos pedaços - exatamente seu objetivo. Em escavações arqueológicas anteriores, a área foi peneirada através de telas com buracos grandes o suficiente para fragmentos muito pequenos transpassarem-nas. Kimbler imaginou que, se havia mais alguma coisa, seria minúscula e, talvez, escondida em tocas de animais ou formigueiros. Foi justamente num formigueiro onde ele descobriu sua primeira peça.
CRÉDITO: FRANK KIMBLER
Imagem
de satélite Landsat multiespectral mostrando o campo de destroços. A
imagem mostra claramente uma queimadura (ou área perturbada),
abrangendo a localização exata do campo de destroços, como descrito por
testemunhas
O que
Kimbler achou foi um metal prateado que parecia alumínio. Isto foi
estranho porque não existiam indícios de qualquer tipo de objetos de
alumínio na área. Ocasionalmente encontrou estanho, que se originou a
partir de telhados de zinco, e alguns pregos. Acabou descobrindo mais
desses artefatos prateados, e diz que pareciam estar desfiados. Algumas
das bordas até poderiam ter sido derretidas. Ele também encontrou
alguns botões de alumínio que parecem ser do tipo usado em uniformes
militares na década de 40, que confirmariam a presença de militares
naquela área e época.
CRÉDITO: FRANK KIMBLER
Os botões. Provisoriamente, identificados como de fardas militares dos anos 40 e 50
Auxílio especializado e desprezo
O professor considerou a necessidade de fazer análise nos pequenos pedaços de prata. Para obter ajuda, procurou o Museu Internacional de Roswell [Roswell international UFO Museum and Research Center], principal centro de pesquisa da suposta queda na região. Mostrou o material ao diretor do museu, Julie Shuster, e acompanhou o processo de análise com o pesquisador Don Schmitt. Eles decidiram financiar o primeiro teste, que foi feito pela instituição Novo México Tech, em Socorro. Usando uma microssonda, foram capazes de determinar a composição do material. Acabou por ser uma lata de alumínio, silício, liga de cobre e manganês. Não é desconhecido, mas utilizado em construções e não são encontrados normalmente em forma de alumínio.
Este fato incentivou Kimbler a fazer uma nova análise, de isótopo, sobre a peça. Informa que este trabalho é muito importante porque as relações são "muito parecidas com nossas impressões digitais". Determinadas concentrações de elementos no solo são exclusivos para a Terra. Então, "se você sabe proporções de isótopos de magnésio, será o mesmo para qualquer coisa terrestre com magnésio, mas se não for da Terra, ela terá uma relação diferente", explanou. "Por exemplo, meteoritos têm proporções diferentes, porque não são da Terra. A análise isotópica é necessária para determinar se um material é da Terra ou de outro mundo".
O professor considerou a necessidade de fazer análise nos pequenos pedaços de prata. Para obter ajuda, procurou o Museu Internacional de Roswell [Roswell international UFO Museum and Research Center], principal centro de pesquisa da suposta queda na região. Mostrou o material ao diretor do museu, Julie Shuster, e acompanhou o processo de análise com o pesquisador Don Schmitt. Eles decidiram financiar o primeiro teste, que foi feito pela instituição Novo México Tech, em Socorro. Usando uma microssonda, foram capazes de determinar a composição do material. Acabou por ser uma lata de alumínio, silício, liga de cobre e manganês. Não é desconhecido, mas utilizado em construções e não são encontrados normalmente em forma de alumínio.
Este fato incentivou Kimbler a fazer uma nova análise, de isótopo, sobre a peça. Informa que este trabalho é muito importante porque as relações são "muito parecidas com nossas impressões digitais". Determinadas concentrações de elementos no solo são exclusivos para a Terra. Então, "se você sabe proporções de isótopos de magnésio, será o mesmo para qualquer coisa terrestre com magnésio, mas se não for da Terra, ela terá uma relação diferente", explanou. "Por exemplo, meteoritos têm proporções diferentes, porque não são da Terra. A análise isotópica é necessária para determinar se um material é da Terra ou de outro mundo".
CRÉDITO: FRANK KIMBLER
Alguns dos fragmentos de liga de metal encontrados enterrados e espalhados sobre o campo de destroços
Procurou a Universidade do Novo México, através do Instituto de Meteorítica,
e conversou com seu especialista em isótopos para realizar uma análise.
Kimbler não tinha contado nada ao perito sobre as amostras, disse que a
única razão do teste seria porque ele suspeitava que o material era do
espaço exterior e queria saber a origem. Mas quando contou a história,
o especialista se recusou em realizá-lo, afirmando que a idéia de uma
nave espacial caindo em Roswell era "um monte de besteira".
Um dos outros cientistas no instituto, na verdade argumentou a possibilidade de que o material fosse algo fora do comum, e se dispôs a dar uma olhada. Este era especialista de microssonda da universidade e, embora sem poder fazer qualquer análise de isótopos, foi capaz de obter informações mais específicas sobre a composição e confirmar o trabalho inicial que tinha sido feito.
O instituto Bigelow Aerospace [Do bilionário Robert Bigelow, personalidade com intenso interesse em tecnologia extraterrestre, que já esteve inclusive no Brasil em busca de evidências, veja Robert Bigelow alerta para o perigo dos UFOs] mostrou alguma boa vontade em ajudar Kimbler com sua análise, mas depois de passar meses com poucos resultados, decidiu procurar outro lugar. Encontrou outro laboratório com várias certificações e com profissionais dispostos a fazer o trabalho. O Museu Internacinal de Roswell investiu na análise e os resultados vieram em cinco dias. Kimbler diz que quase caiu de costas quando verificou a informação. A orígem estava fora do planeta, e como ele coloca, havia apenas duas respostas para explicar os resultados: "O laboratório cometeu um erro de análise ou o material não é da Terra".
Um dos outros cientistas no instituto, na verdade argumentou a possibilidade de que o material fosse algo fora do comum, e se dispôs a dar uma olhada. Este era especialista de microssonda da universidade e, embora sem poder fazer qualquer análise de isótopos, foi capaz de obter informações mais específicas sobre a composição e confirmar o trabalho inicial que tinha sido feito.
O instituto Bigelow Aerospace [Do bilionário Robert Bigelow, personalidade com intenso interesse em tecnologia extraterrestre, que já esteve inclusive no Brasil em busca de evidências, veja Robert Bigelow alerta para o perigo dos UFOs] mostrou alguma boa vontade em ajudar Kimbler com sua análise, mas depois de passar meses com poucos resultados, decidiu procurar outro lugar. Encontrou outro laboratório com várias certificações e com profissionais dispostos a fazer o trabalho. O Museu Internacinal de Roswell investiu na análise e os resultados vieram em cinco dias. Kimbler diz que quase caiu de costas quando verificou a informação. A orígem estava fora do planeta, e como ele coloca, havia apenas duas respostas para explicar os resultados: "O laboratório cometeu um erro de análise ou o material não é da Terra".
CRÉDITO: FRANK KIMBLER
Fracionamento
de isótopos de magnésio modificado a partir do gráfico usado pelo Dr.
Peter Sturrock em sua análise do fragmento da explosão de UFO em Ubatuba (SP, 1957).
Compostos de magnésio, metais e minerais devem todos se mostrar sobre
ou muito perto da linha. A chondrite é um tipo de meteorito e desde que
não se origina a partir da Terra não desenha na linha. O 'AH-1 Roswell'
liga parcelas da linha. O enredo do AH-1 é uma anomalia, quer seja um
erro de análise ou de o material realmente não ser da Terra. São
necessários mais ensaios para verificar os dados e determinar se é um
equívoco ou originado de outro mundo
Apenas o início
No entanto, o trabalho não está terminado. "Seguindo o protocolo do bom método científico, um conjunto maior de dados é necessário", diz. Para provar se o laboratório cometeu ou não um erro, precisa realizar outras avaliações. Diz que mais dois laboratórios certificados estão na fila para fazer testes isotópicos adicionais, confirmando ou contestando a pesquisa realizada até agora, e que ele pode ter em mãos estes resultados dentro das próximas semanas. Kimbler lembra que para a confirmação de que o material não é da Terra (extraterrestre), é necessário haver dois ou três laboratórios mostrando os mesmos resultados.
Outro aspecto importante do material, se comprovado ser de alumínio e mostrando as possível orígem insólita, é que tem de ser fabricado em alumínio. Ao contrário de alguns elementos naturais, como, por exemplo, ouro e prata que podem ser encontrados como pepitas em sua forma bruta, o alumínio não é encontrado na natureza. Isso significa que este artefato é algo que foi fabricado em outro lugar. Até agora os humanos não são nada em manufatura espacial [Produção de materiais no espaço], muito menos de algo que cairia do espaço exatamente no local onde uma alegada nave espacial foi encontrada em 1947.
Kimbler discorre que está sendo cuidadoso antes de fazer qualquer reclamação definitiva, mas permanece "esperançoso". Ele fala que laboratórios certificados normalmente não cometem erros, e que essas pessoas que fizeram a análise são algumas das melhores no ramo.
As implicações destes resultados, se acabarem atestando nova e definitivamente a origem e fabricação extraterrestre, serão, naturalmente, surpreendentes. Ele poderia ter a arma fumegante para provar que estamos sendo visitados por uma civilização inteligente de outro planeta, e que um de seus veículos caiu em Roswell em 1947? Kimbler afirma que vai manter a todos informados e tem sido gentil o suficiente para nos fornecer imagens do material e análise.
No entanto, o trabalho não está terminado. "Seguindo o protocolo do bom método científico, um conjunto maior de dados é necessário", diz. Para provar se o laboratório cometeu ou não um erro, precisa realizar outras avaliações. Diz que mais dois laboratórios certificados estão na fila para fazer testes isotópicos adicionais, confirmando ou contestando a pesquisa realizada até agora, e que ele pode ter em mãos estes resultados dentro das próximas semanas. Kimbler lembra que para a confirmação de que o material não é da Terra (extraterrestre), é necessário haver dois ou três laboratórios mostrando os mesmos resultados.
Outro aspecto importante do material, se comprovado ser de alumínio e mostrando as possível orígem insólita, é que tem de ser fabricado em alumínio. Ao contrário de alguns elementos naturais, como, por exemplo, ouro e prata que podem ser encontrados como pepitas em sua forma bruta, o alumínio não é encontrado na natureza. Isso significa que este artefato é algo que foi fabricado em outro lugar. Até agora os humanos não são nada em manufatura espacial [Produção de materiais no espaço], muito menos de algo que cairia do espaço exatamente no local onde uma alegada nave espacial foi encontrada em 1947.
Kimbler discorre que está sendo cuidadoso antes de fazer qualquer reclamação definitiva, mas permanece "esperançoso". Ele fala que laboratórios certificados normalmente não cometem erros, e que essas pessoas que fizeram a análise são algumas das melhores no ramo.
As implicações destes resultados, se acabarem atestando nova e definitivamente a origem e fabricação extraterrestre, serão, naturalmente, surpreendentes. Ele poderia ter a arma fumegante para provar que estamos sendo visitados por uma civilização inteligente de outro planeta, e que um de seus veículos caiu em Roswell em 1947? Kimbler afirma que vai manter a todos informados e tem sido gentil o suficiente para nos fornecer imagens do material e análise.
Fonte: Portal da Ufologia Brasileira
18 de julho de 2011
Pensando com meus botões
Custo um pouco a acreditar, mais uma vêz cito Lindsey Williams, que revelou algumas coisas que podem acontecer com a economia global.
Uma delas é o ouro em elevação e aqui no computador, escutei a notícia de que agora, não mais à Arábia Saudita, mas à Venezuela que tem as maiores reservas de petróleo do planeta. Arábia Saudita em segundo, Brasil em 14ª posição e os EUA nem aparecem, porém não me assustará a notícia futura de que os EUA tem as maiores reservas de petróleo do globo. Parece que aos poucos vão anunciando as coisas, preparando para futuros anúncios de grande impacto.
Quanto a reserva norte americana, Williams afirma em seus depoimentos que os EUA tem este potencial, daí teriamos petróleo em abundância e o preço do produto despenca .Servirá para quê? Quem vai comprar de quem se há excesso de oferta e pouca procura?
Foi o mesmo com o sal no passado, temos hoje a palavra salário, que vem de sal, que nos tempos antigos era um produto raro e servia como moeda de pagamento, hoje o sal é encontrado facilmente e não é tão caro. Mesmo será com o petróleo e talvêz por isso que os próprios americanos dão tanta ênfase a energias renováveis, já sabendo que lá na frente não será a questão de que o petróleo vai acabar. Nada disso, pois o petróleo sempre vai existir, mas vai deixar de ser a energia motora que alimenta grandes economias.
O futuro nos dirá, pois é apenas um palpite meu, baseado nas informações tanto de Lindsey Williams, quanto que escutei da própria midiatrix. Me faz lembrar as palavras de Lindsey Williams em uma entrevista a Rodney Ballance uns dois mêses atrás e que também se encontra no canal Verdade Oculta.
Lá ele fala claramente sobre o comportamento do ouro e da prata, sobre o petróleo e o que pode vir acontecer, se os EUA anunciarem que realmente tem as maiores reservas de petróleo do globo.
Se Willliams estiver correto no que diz e pelas perspectivas que estão a mostras para todos nós, a matéria abaixo começa a ilustrar isto, indica de forma quase que substancial, uma mudança nos índices de confiança dos investidores quanto a moeda corrente. Leiam a notícia e pesquisem sobre Lindsey Williams, vejam os vídeos e tirem suas conclusões.
Ouro ultrapassa pela 1ª vez US$ 1.600 a onça em Nova York
DA EFE, EM NOVA YORK
O
ouro superou nesta segunda-feira pela primeira vez na história os US$
1.600 a onça na Bolsa Mercantil de Nova York, que nos últimos quatro
dias fechou com recorde graças a sua posição de valor refúgio diante
das dúvidas sobre a sustentabilidade das contas públicas na Europa e
nos Estados Unidos.
Cerca de duas horas após do início das negociações no mercado, o futuro do ouro mais negociado, com vencimento para agosto, somava US$ 10,8 a onça (0,68%) e tocava US$ 1.600,9, superando pela primeira vez em Nova York a simbólica cota de US$ 1.600.
O ouro continuava assim esta segunda-feira com tendência de alta na semana passada, na qual o metal precioso acumulou avanço de 3,1% após amarrar quatro recordes históricos consecutivos: na terça-feira fechou US$ 1.562,3, na quarta-feira US$ 1.585,5, na quinta-feira US$ 1.589,3 e na sexta-feira terminou a US$ 1.590,1.
A escalada do ouro responde "a falta de disciplina fiscal em Washington e na Europa, principalmente quando os investidores esperam que o Federal Reserve [Fed, banco central americano] lance um novo plano de estímulo e vejamos mais resgates na zona do euro", segundo explicou nesta segunda-feira à Agência Efe o sócio de investimento Perpetual Portfolio, Tom Winmill.
O economista prevê que este ano o ouro alcance preço máximo de US$ 1.700 a onça, enquanto garante que em 2012 o metal alcance US$ 1.800.
A abertura em alta do preço futuro do ouro em Nova York respondia um dia mais à estagnação das negociações entre republicanos e democratas no Congresso dos Estados Unidos para elevar o teto de endividamento do país, até agora limitado a US$ 14,29 trilhões, já que, se não alcançar acordo, a nação teria de declarar moratória a partir de 2 de agosto.
As preocupações que levantam a situação, assim como as crescentes dúvidas sobre a dívida soberana de diferentes países da zona do euro, provocaram nesta segunda-feira o preço da onça de ouro à vista também alcançasse pela primeira vez US$ 1.600 no mercado de Londres.
Fonte: Agências Internacionais
Cerca de duas horas após do início das negociações no mercado, o futuro do ouro mais negociado, com vencimento para agosto, somava US$ 10,8 a onça (0,68%) e tocava US$ 1.600,9, superando pela primeira vez em Nova York a simbólica cota de US$ 1.600.
O ouro continuava assim esta segunda-feira com tendência de alta na semana passada, na qual o metal precioso acumulou avanço de 3,1% após amarrar quatro recordes históricos consecutivos: na terça-feira fechou US$ 1.562,3, na quarta-feira US$ 1.585,5, na quinta-feira US$ 1.589,3 e na sexta-feira terminou a US$ 1.590,1.
A escalada do ouro responde "a falta de disciplina fiscal em Washington e na Europa, principalmente quando os investidores esperam que o Federal Reserve [Fed, banco central americano] lance um novo plano de estímulo e vejamos mais resgates na zona do euro", segundo explicou nesta segunda-feira à Agência Efe o sócio de investimento Perpetual Portfolio, Tom Winmill.
O economista prevê que este ano o ouro alcance preço máximo de US$ 1.700 a onça, enquanto garante que em 2012 o metal alcance US$ 1.800.
A abertura em alta do preço futuro do ouro em Nova York respondia um dia mais à estagnação das negociações entre republicanos e democratas no Congresso dos Estados Unidos para elevar o teto de endividamento do país, até agora limitado a US$ 14,29 trilhões, já que, se não alcançar acordo, a nação teria de declarar moratória a partir de 2 de agosto.
As preocupações que levantam a situação, assim como as crescentes dúvidas sobre a dívida soberana de diferentes países da zona do euro, provocaram nesta segunda-feira o preço da onça de ouro à vista também alcançasse pela primeira vez US$ 1.600 no mercado de Londres.
Obama especifica prazo por aprovação de novo teto
Conforme as informações que chegam, o Presidente dos EUA, deu até o próximo dia 22 de julho, como prazo limite para que Republicanos e Democratas cheguem a um acordo sobre corte de gastos e elevação do Teto da Dívida dos EUA, que em maio último atingiu o recorde de 14,3 trilhões de dólares estabelecido pelo próprio congresso americano.
Depois disso a situação começará a ficar muito mais complicada e para complementar a matéria, vejam as últimas informações a respeito.
SÃO PAULO - Os preços do petróleo recuam com a alta do dólar e o
cenário instável com relação a um acordo político para o aumento do
teto da dívida dos EUA.
Há pouco, em Nova York, o WTI com entrega em agosto recuava US$ 1,97, saindo a US$ 95,27. O contrato de setembro registrava US$ 95,60, queda de US$ 2,00.
Em Londres, o Brent para setembro era transacionado a US$ 116,19, queda de US$ 1,07. O vencimento de outubro se encontrava em US$ 116,12, recuo de US$ 1,15.
Obama definiu a próxima sexta-feira como o prazo limite para que os líderes do Congresso de ambos os partidos acertem um acordo para elevar o teto da dívida. Ele disse que a data de 22 de julho daria ao Congresso mais tempo para redigir e aprovar a legislação antes de 2 de agosto, quando o governo não terá mais recursos para honrar os compromissos.Os congressistas têm até o dia 02 de agosto para elevar o teto do endividamento federal, atualmenmte em US$ 14,3 trilhões. Neste fim de semana, segundo a agência de notícias CNN, os legisladores americanos fizeram pouco progresso no fim de semana sobre o limite de endividamento.
No câmbio externo, o ajuste de preço da moeda americana é mais acentuado. Avessos ao risco, os agentes buscam proteção do dólar, que tem como melhor característica a liquidez. Há pouco, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, subia 0,73%, a 75,67 pontos. O euro perdia 0,57%, a US$ 1,403.
Há pouco, em Nova York, o WTI com entrega em agosto recuava US$ 1,97, saindo a US$ 95,27. O contrato de setembro registrava US$ 95,60, queda de US$ 2,00.
Em Londres, o Brent para setembro era transacionado a US$ 116,19, queda de US$ 1,07. O vencimento de outubro se encontrava em US$ 116,12, recuo de US$ 1,15.
Obama definiu a próxima sexta-feira como o prazo limite para que os líderes do Congresso de ambos os partidos acertem um acordo para elevar o teto da dívida. Ele disse que a data de 22 de julho daria ao Congresso mais tempo para redigir e aprovar a legislação antes de 2 de agosto, quando o governo não terá mais recursos para honrar os compromissos.Os congressistas têm até o dia 02 de agosto para elevar o teto do endividamento federal, atualmenmte em US$ 14,3 trilhões. Neste fim de semana, segundo a agência de notícias CNN, os legisladores americanos fizeram pouco progresso no fim de semana sobre o limite de endividamento.
No câmbio externo, o ajuste de preço da moeda americana é mais acentuado. Avessos ao risco, os agentes buscam proteção do dólar, que tem como melhor característica a liquidez. Há pouco, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, subia 0,73%, a 75,67 pontos. O euro perdia 0,57%, a US$ 1,403.
Fonte: Uol
Informação.Oriente Médio
Tensão no Oriente: Irã ataca bases do Iraque
As
forças da Guarda Revolucionária do Irã tomaram o controle de três bases
de um grupo de oposição iraniano curdo no vizinho Iraque, a agência de
notícias estatal informou nesta segunda-feira.
O IRNA citou o coronel Delavar
Ranjbarzadeh, um comandante local da Guarda Revolucionária, dizendo que
"um grande número" de membros da oposição iraniana do grupo curdo PEJAK
foram mortos em confrontos nos últimos dois dias. Os confrontos ainda
estão em curso.
"Três
bases em território iraquiano foram prestar assistência aos
terroristas. ... Todas as bases têm caído nas mãos das forças
(iraniano)," IRNA citou Ranjbarzadeh. Ele disse que os rebeldes PEJAK sofreram uma "derrota pesada e histórica".
Os rebeldes do PEJAK dizem que
as forças iranianas entraram na região semi-autônoma curda do Iraque
para combatê-los. Eles afirmam que os rebeldes mataram 53 soldados
iranianos e feriram 43, enquanto apenas dois membros do PEJAK foram
mortos e sete feridos em confrontos.
O Irã ameaçou na semana
passada para atacar bases PEJAK no Curdistão iraquiano depois de acusar
o presidente do governo regional, Massoud Barzani, de fornecer bases
para o grupo sem informar o governo central em Bagdá.
O PEJAK, que em curdo
significa o "Partido da Vida Livre do Curdistão", tem se envolvido em
confrontos armados esporádicos com forças iranianas nos últimos anos.
Os rebeldes dizem que estão lutando por mais direitos para sua
comunidade minoritária.
O Irã acusou os EUA,
Grã-Bretanha e Israel de tentar incitar a tensão nas fronteiras do Irã
para desestabilizar o governo em Teerã, as taxas desses países negaram.
O Irã bombardeou basesdo PEJAK esporadicamente, dentro do Curdistão iraquiano.
Fontes; Associated Press / Google
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