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6 de junho de 2011

Algumas notícias

Olá Leitores!
Hoje 4 temas o primeiro com algumas notícias tais como a vitória do candidato nacionalista peruano, Hollanta Humala, na eleição presidencial no Perú, ocorrida ontem em segundo turno.
Esperemos que ele não ressuscite o Império Inca.
Segue uma dica de filme para aqueles que, se já assistiram ou não ao fime sobre luzes que foram vistas nos céus de Phoenix-Arizona-EUA em 1997.
Também está aqui hoje um texto que fala sobre um possivel ataque nuclear de falsa bandeira nos EUA e enfim uma curiosidade sobre à Suiça.
Confira tudo isso aqui no blog Um Novo Despertar.
Até amanhã! Da Svidânia!
Daniel Lucas


Algumas notícias interessantes

Para presidente eleito, 'não é possível dizer que país avança enquanto há 12 milhões de pobres'

Centro-direita derrota socialistas em Portugal

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/centrodireita+derrota+socialistas+em+portugal/n1597005089577.html

Vulcão chileno em erupçãohttp://especiais.ig.com.br/zoom/a-erupcao-do-vulcao-puyehue/

REUTERS/Ivan Alvarado

Italia afirma que Gaddafi usa a migrantes como represalia

http://noticias.terra.com/noticias/italia_afirma_que_gaddafi_usa_a_migrantes_como_represalia/act2881423

Manifestantes querem conselho presidencial interino para dirigir o país -Sobre revolta no Iêmem

http://www0.rtp.pt/noticias/?t=Manifestantes-querem-conselho-presidencial-interino-para-dirigir-o-pais.rtp&article=449271&visual=3&layout=10&tm=7

Dica Um Novo Despertar: O Segredo do Céu (Night Skies, 2007)

Para quem como eu, adoram temas sobre Ovnis, Alienígenas e assuntos correlatos, vai mais esta dica de filme.


No dia 13 de Março de 1997 na cidade de Phoenix no Arizona,luzes estranhas no céu apareceram durante a noite onde muitas pessoas puderam presenciar o maior testemunho de OVNI já visto.Foi chocante para todas as pessoas que pela primeira vez na vida viram a aparição de um ovni e essas pessoas puderam ter a maior certeza de suas vidas a certeza de que nós realmente não estamos sozinhos no universo e esse acontecimento ficou conhecido como ''as luzes de Phoenix".Podem acreditar que esse fato é verdadeiro.
 
fONTE:gOOGLE

EUA.Um ataque nuclear de falsa bandeira sendo fabricado?


Conforme este texto, dá para observarmos quantas ideias malucas as autoridades norte americanas vem tentando embutir no publico através de sua midia mandada, sobre possibilidades de um ataque terrorista nuclear em solo americano, tendo a Al-Qaeda como suspeita.

Essa de que a Al -Qaeda poderia colocar centenas de artefatos nucleares em prédios públicos dos EUA, soa mais como algo puramente ridículo.
Não me espantaria que o próprio governo dos EUA, preparem terreno para algo tão bossal e jogar a culpa em uma Al-Qaeda da vida para justificar outros atos posteriores.
Nação falida no momento de desespero pode tudo. Ou não?
Leiam este texto que também se encontra em A Nova Ordem Mundial.
Muito bom este texto e também o compartilho com vocês leitores.

Palco Montado para um Ataque Terrorista de Falsa Bandeira Nuclear nos Estados Unidos


Muitos na mídia alternativa se perguntam se um ataque nuclear falsa bandeira dentro dos EUA é uma possibilidade real. Será que realmente fariam isto? Quem levaria a culpa? E quais cidades seriam atingidas?

Recentemente, o
New York Times relatou que estão se esgotando as reservas americanas de um gás raro que é utilizado para detectar materiais nucleares clandestinos.

A razão dada é que um braço do Departamento de Energia está vendendo o gás mais rapidamente do que o outro é capaz de acumulá-lo.

Enquanto isso poderia ser uma razão legítima, parece muito suspeito que um governo que está instalando um estado policial em todo o país para supostamente salvar os americanos de terroristas seria incapaz de obter o gás necessário para detectar o contrabando de armas nucleares.

Não seria um ataque nuclear contra os
EUA a mais importante ameaça a ser combatida?

Infelizmente, há um longo histórico de atividades nucleares suspeitas nos Estados Unidos, com reportagem após reportagem sendo publicada por toda a manipulada mídia corporativa.

Nesta momento história, parece prudente descrever algumas das histórias mais ridículas que foram plantadas nas mentes do povo americano.

Preparando o Terreno

Uma das mais
recentes histórias de capa sobre bombas nucleares foi publicada no final de março. Esta história foi apenas isso, uma invenção completa e absoluta do que a Al-Qaeda poderia realmente fazer.
Uma alegação de que 25 cartas informando que bombas nucleares estão escondidas por todo
os Estados Unidos teriam sido enviadas para vários investigadores e cidadãos na área de Chicago.

A idéia de que a Al-Qaeda poderia colocar mais de uma centena de armas nucleares em prédios do governo dos Estados Unidos é 100% impossível. Moradores de cavernas não têm a capacidade de roubar ou criar armas nucleares, levá-las para os EUA, e de alguma forma plantá-las em prédios do governo.

No ano passado,
Obama rotulou um ataque nuclear contra os Estados Unidos como a maior ameaça que a nação enfrenta e mesmo assim eles são incapazes de obter o gás utilizado para detectá-las?

Ao chamar terroristas com armas nucleares de "a maior ameaça à segurança dos EUA",
Obama disse que o foco central "deste encontro é colocar a comunidade internacional no caminho no qual estaremos bloqueando materiais nucleares em um prazo muito específico e com um plano de trabalho específico", relatou o site Politico relatou em 2010.

No final de julho de 2010, o National Research Council
publicou um relatório intitulado "Forense Nuclear: Uma Capacidade em Risco". O relatório destaca o fato de que os Estados Unidos já não é mais capaz de rastrear as armas nucleares ameaçando o seu litoral!

Gordon Duff,
escrevendo para o Veterans Today, especulou que isto era um acobertamento que poderia ser usado em caso de um falso ataque nuclear:
"Um poderoso grupo nos Estados Unidos, com uma influência sobre a imprensa e a capacidade de inviabilizar uma investigação da mesma forma que foi feito nos ataques de 11 de setembro, ganharam a tarefa de preparar o terreno para um falso ataque terrorista aos Estados Unidos utilizando um material nuclear".

No
mesmo artigo, Gordon escreveu sobre um ataque um tanto desconhecido, que teve lugar em Indiana, e que ele acredita que foi relacionado com contrabando de armas nucleares.
"Outra peça do quebra-cabeça envolveu uma força-tarefa federal, o Departamento de Defesa, de Energi e o FBI, que foi até um armazém em Greenfield, Indiana, sob o pretexto de uma 'coleta de registros'. Este ataque no estilo Waco em uma instalação de armazenamento de móveis para dormitório da faculdade era muito mais do que parecia. Nenhum caso, penal ou civil, forneceu qualquer razão para a busca."

Em 2002,
o World Net Daily reportou sobre um livro escrito por um consultor do FBI afirmando que Osama Bin Laden tinha comprado 20 malas contendo bombas nucleares de agentes da KGB em 1998:
Um novo livro escrito por um consultor do FBI sobre terrorismo internacional, disse que a terrorista Al Qaeda de Osama bin Laden comprou 20 armas nucleares mala de ex-agentes da KGB em 1998 por US $ 30 milhões.

O livro, "Al Qaeda: Irmandade de Terror", de Paul L. Williams, também diz que este acordo foi um dos pelo menos três na última década em que a
Al-Qaeda comprou pequenas armas nucleares ou urânio que poderia ser utilizado em armas nucleares.

Obviamente, este livro foi uma das primeiras tentativas de implantar nas mentes do povo americano a possibilidade de que a Al-Qaeda executaria ataques nucleares contra os EUA.

E depois há o agora famoso fiasco de 2007 na Minot Air Force Base onde armas nucleares foram aparentemente perdidas por até 36 horas.

"
De acordo com uma ampla gama de relatórios, várias bombas nucleares foram "perdidas" por 36 horas depois de decolar em 29 de agosto de 2007, durante uma viagem sobre território nacional, a partir da Base da Força Aérea de Minot, em Dakota do Norte, até a fase USAF Barksdale, na Louisiana.

Consta que no total foram seis ogivas nucleares W80-1 armadas em mísseis de cruzeiro avançados (ACM) AGM-129 , que teriam sido "perdidos". A história foi relatada pelo Militar Times, depois de recrutas militares fazarem a história
", relatou Mahdi Darius Nazemroaya do Global Research.

Exercícios de Guerra

Centenas de exercícios de simulações nuclear em grande escala ocorreram nos Estados Unidos e no exterior durante os últimos dez anos.

Um dos exercícios mais sinistros, o
TOPOFF 4, teve lugar em Portland, Oregon. O exercício simulou um atentado nuclear sujo (usando bombas convencionais e material radioativo) em larga escala no coração do centro de Portland.
Zona radioativa e Zona de Morte de Portland, Oregon.

A descrição do exercício de Oregon parecia script de um filme de Hollywood.
Lembre-se que os americanos perderam grande parte de suas liberdades devido à ameaça do terrorismo mas ainda assim eles supostamente devem acreditar que terroristas das cavernas podem superar várias agências de inteligência ocidentais.

O exercício em larga escala T4 é baseado no Cenário de Planejamento Nacional 11 (NPS-11). Os terroristas planejaram os ataques em Oregon, Arizona, e no Território americano de Guam. Eles trouxeram material radioativo para os Estados Unidos.

O primeiro dos três ataques coordenados ocorre em Guam, com a detonação de um dispositivo de dispersão radiológica (RDD), ou "bomba suja", causando acidentes e contaminação generalizada em uma área populosa. Em poucas horas, ataques similares ocorrem em Portland e Phoenix.

Curiosamente, o exercício aconteceu ao mesmo tempo que o Vigilant Shield, uma grande operação que simulou a detonação de três artefatos de dispersão radiológica dentro das áreas de responsabilidade do USNORTHCOM e do Comando Americano do Pacífico.

Uma busca rápida na internet vai revelar centenas de exercícios semelhantes em várias cidades diferentes, todos com a mesma mentalidade. Uma mentalidade que é baseada na falsa premissa de que os terroristas possam obter material nuclear sem a ajuda dos principais governos.

Programação Preditiva

A mídia corporativa controlada e Hollywood têm desempenhado um papel muito importante na implementação de um possível ataque terrorista nuclear nas mentes de pessoas no mundo. Esta idéia não é apenas uma operação americana de alardeamento.

A
Operação Blackjack, um conjunto de histórias em quadrinhos em formato de slides que mostravam bombas nucleares sendo detonandas nas grandes cidades em todo o mundo, foi misteriosamente lançada em 2009 pelo jornal londrino The Telegraph. Neste post eu mostro detalhadamente os principais slides.

Os slides continham numerosos códigos e simbolismo que para alguns indicava que era uma operação muito real e que iria acontecer em 22 de junho, 2009 ou 2010. Obviamente, essas datas já passaram, mas a idéia que isso poderia realmente acontecer foi cimentada na mente das centenas de milhares de pessoas que leram os quadrinhos.

Curiosamente, Jericho, um popular programa de TV nos Estados Unidos, descreveu um cenário muito semelhante à
Operação Blackjack.

Os ataques nucleares em Jericó foram realmente realizadas por elementos corruptos do nosso governo, que imediatamente instituiu uma União Norte-Americana, a lei marcial, os
campos da FEMA e esquadrões da morte privados. Veja abaixo o trailer da série Jericho.



Doctor Who, uma série popular na Grã-Bretanha, gravou
um episódio que é um caso bem claro de programação preditiva. Ataque nuclear, lei marcial, e campos de trabalho forçado!

Enquanto a quantidade de programação preditiva em relação a ataques nucleares torna impossível enumerá-las todas, estas três mostram uma imagem clara do controle da mental que as pessoas têm experimentado.

As Perguntas Continuam

É claro que o trabalho base de cobertura para um ataque nuclear de falsa bandeira em uma grande cidade americana ou européia tem sido lentamente estabelecido.

Muitas questões permanecem. Será que os inúmeros trabalhadores, os patriotas americanos no governo e no exército irão impedir um ato terrível de acontecer? Será que os grandes poderosos não percebem que a culpa de um tal ataque seria diretamente apontada para eles? Será talvez usada uma outra forma mais viável de um
ataque de falsa bandeira?

Estas são questões que devem ser respondidas. O povo deve mostrar que não tolerará quaisquer forma de terrorismo de falsa banceira.

A medida em que os americanos continuamos a perder as liberdades em nome da segurança, eles se tornam mais vulneráveis do que nunca a um ataque de falsa bandeira em grande escala do mesmo nível do
11 de setembro ou ainda maior.

Fontes:The Intel Hub: The Stage Is Set For a Nuclear False Flag
New York Times: Agencies’ Lack of Coordination Hindered Supply of Crucial Gas, Report Says
CBS News Chicago: Threats Claim Nuclear Bombs Hidden All Over U.S.
Politico.com: O Diário de Obama (sobre a ameaça terrorista nuclear)
National Academies: Nuclear Forensics: A Capability at Risk
Veterans Today: GORDON DUFF: FALSE FLAG NUKE ATTACK ON U.S. JUSTIFIED….”KING’S TORAH”
World Net Daily: Does al-Qaida have20 suitcase nukes?
Military times: B-52 mistakenly flies with nukes aboard
The TOPOFF 4 Full-Scale Exercise

Curiosidades.Os Helvéticos


        Folheando o Soldatenbusch percebe-se que os princípios democráticos estão firmemente arraigados na população. Num país onde o povo é armado não pode haver outra forma de governo que não seja democrático. Entende-se porque as instituições funcionam e porque existe respeito entre os cidadãos. A outra opção é o banho de sangue.

 Texto Completo 
        Uma velha anedota suíça reza que o príncipe alemão Wilhelm Hohenzollern certa vez, quando em visita a Suíça, foi convidado a assistir um dos inúmeros trei­namentos militares a que os cidadãos desse país são submetidos. A um dado mo­mento perguntou ao comandante do exercício: Quantos homens em armas você possue? Foi-lhe respondido: Um milhão. O príncipe, posteriormente Kaiser da Ale­manha, então indagou: O que você faria se cinco milhões de meus soldados cruzas­sem sua fronteira amanhã? Ao que o comandante suíço replicou: Cada um de meus homens daria cinco tiros e iria para casa!
        No debate sobre o direito a posse e uso de armas, aqueles favoráveis apon­tam para a Suíça onde a quase todo adulto do sexo masculino é legalmente permi­tido a posse de armas de fogo. Uma das poucas nações com taxa per capita de ar­mas mais alta do que os Estados Unidos, a Suíça praticamente não ostenta crimes com armas de fogo. Assim sendo, argumentam os que são a favor, o controle go­vernamental de armas não é necessário.
        Contudo, os que são contrários , apontam a Suíça como uma das nações desen­volvidas que apresentam controle mais rigoroso sobre armas. Afirmam que todas as armas são registradas e que a compra de armas curtas requer inspeção prévia e uma licença. Crimes com armas de fogo realmente são inexistentes na Suíça, portanto, concluem, é necessário um rigoroso controle sobre as armas.

Quem está certo?
        Como sempre os anti-armas estão errados, mas isso não torna o grupo
favorável necessariamente certo. A posse de armas na Suíça desafia as simplifica­ções e os chavões dos debates alhures.

UM POUCO DE HISTÓRIA
        Tal como os EUA, a Suíça ganhou sua independência através de uma guerra revolucionária feita por cidadãos armados. Em 1291, alguns cantões iniciaram uma guerra de libertação nacional contra o império Habsburgo da Áustria. Na lenda, a revolução foi precipitada por Guilherme Tell, embora não hajam provas definitivas sobre sua real existência.
                Ao longo do século seguinte a milícia suíça libertou a maior parte do pais dos austríacos. Os cidadãos que constituíam a milícia usavam as mais poderosas armas daqueles tempos: espadas e flechas. Para a vitória suíça foi crucial a motivação das suas tropas de voluntários.
                Desde os primeiros anos da independência os suíços foram obrigados a portar armas. Depois de 1515, a Suíça adotou uma política de neutralidade armada. Pelos quatro séculos seguintes grandes impérios europeus surgiram e caíram, levando consigo muitos países mais fracos. A Rússia e a França chegaram a invadir seu ter­ritório, e os Habsburgos, e posteriormente o Império Austro-Húngaro, foram uma constante ameaça.
                Mas a Suíça quase sempre manteve sua independência. A política suíça era "prevenção da guerra através da determinação em se defender".
                Durante a 1ª Guerra Mundial, tanto a França como a Alemanha consideraram a hipótese de invadir o território suíço para atacar o flanco do outro. Na 2ª Guerra Mundial, Hitler queria as reserva suíças de ouro e precisava de comunicação e trân­sito livres pelo país para abastecer as forças do Eixo no Mediterrâneo. Porém, quando os estrategistas militares viram os cidadãos bem armados, a terra monta­nhosa e as fortificações civis de defesa, a Suíça deixou de ser um alvo atraente para invasões. Enquanto duas guerras mundiais devastavam cidades e paí­ses, a Suíça gozava de uma paz segura.
                Na Suíça, a Confederação Helvética evoluiu para um governo central fraco dei­xando muita autoridade nas mãos dos cantões ou níveis mais baixos de governo. A tradição de autonomia local ajudou a deixar a Suíça livre das violentas guerras civis entre católicos e protestantes que devastaram a Alemanha, França e Ingla­terra. Em 1847/48 os liberais de toda Europa revoltaram-se contra os governos aristocráticos. Eles foram bem sucedidos apenas na Suíça, controlando a nação in­teira após um breve conflito chamado de Guerra de Sonderbrund (as baixas foram apenas 128). Os direitos civis foram firmemente garantidos e todos os vestígios de feudalismo banidos.
                Apesar da esperança dos reformadores alemães, o povo suíço não mandou seus soldados para a Alemanha em 1848 a fim de apoiar a revolução popular. Após a derrota da revolução germânica, a aristocrática Prússia pensou em invadir a Su­íça, porém concluiu que a tarefa era impossível. Como um historiador resume: "A Suíça foi criada em meio a batalhas, alcançou sua dimensão atual através de con­quistas e, depois disso, defendeu sua existência através da neutralidade armada. A experiência da historia suíça fez a independência nacional e o poder real­mente sinônimos de cidadãos armados".

O EXÉRCITO DO POVO
        Atualmente, o serviço militar para os homens suíços é universal. Por volta dos 20 anos de idade, todo o cidadão passa por 118 dias consecutivos de treinamento no "Rekrutenschule." Esse treinamento pode ser o primeiro encontro de um jovem com seus compatriotas que falam diferentes línguas (a Suíça tem 4 línguas oficiais: o alemão, o francês, o italiano e o romanche). Antes mesmo do serviço militar obri­gatório começar, rapazes e moças podem ter cursos opcionais com o fuzil de as­salto Stgw. 90 (SIG 550) do exército suíço. Eles ficam de posse da arma por 3 me­ses e recebem 6 sessões de 6 horas de treinamento. Dos 21 aos 32 anos de idade, o cidadão suíço constitue a linha de frente do exército, o "Auszug", e dispende 3 semanas do ano (em 8 dos 12 anos) para continuar o treinamento. Dos 33 aos 42 anos, ele serve no "Landwehr" (que é a Guarda Nacional); a cada poucos anos, ele se apresenta para treinamento de 2 semanas. Finalmente, dos 43 aos 50 anos, ele serve na "Landsturm"; neste período, ele só passa um total de 13 dias em cursos militares .
                Durante a carreira de soldado, o cidadão também passa por dias de inspeção obrigatória de equipamentos e pratica de tiro ao alvo. Assim, em uma carreira mi­litar obrigatória de 30 anos, o suíço gasta apenas 1 ano no serviço militar direto. Após a baixa do exército regular os homens ficam na reserva até a idade de 50 anos (55 para oficiais).
         Pela Constituição Federal de 1847, aos membros do serviço militar são dados equipamentos, armas e roupas. Depois do 1º período de treina­mento os recrutas devem guardar as armas, a munição e os equipamentos "am ihrem Woh nort" (em suas casas) até o termino do serviço.
                Hoje em dia aos alistados são distribuídos fuzis automáticos Stgw.90 e, aos oficiais, pistolas. A cada reservista são entregues 24 cartuchos de munição em em­brulhos selados para o uso em emergências. (Ao contrario do que dizem os anti-armas, está munição de emergência é a única pela qual o reservista tem de prestar contas).

AS ARMAS DO POVO
         Depois da dispensa militar, ao ex-reservista é dado um fuzil de repeti­ção sem registro ou outras obrigações. A partir de 1994, o governo passou a dar fuzis automáticos aos ex-reservistas também. Os oficiais também re­cebem suas pistolas ao final do serviço.
                Quando o exército adota um novo fuzil de infantaria, os velhos são vendidos a população a preços subsidiados. Os reservistas são encorajados a comprar munição militar (7,5 e 5,6mm - 5,56mm nos outros países - para fuzis, e 9mm e 7,65mm Luger para pistolas) que é vendida a preço de custo pelo governo objetivando a prática do tiro ao alvo. A munição não-militar para armas longas e a munição .22 LR não são subsidiadas, porém não possuem qualquer controle de vendas . As mu­nições não-militares para armas curtas mais poderosas do que o .22LR ( como a .38 Spl) são registrada no momento da venda .
                A munição militar suíça deve ser registrada se comprada em loja particular, mas não precisa de registro se for adquirida num estande militar. Os 3000 estandes oficiais de tiro da Suíça vendem a maioria absoluta de toda munição. Tecnicamente, a munição comprada no estande deve ser consumida no local, mas a lei é muito pouco conhecida e quase nunca observada.
                O exército vende regularmente uma variedade de metralhadoras, submetralha­doras, armas anti-tanques, canhões antiaéreos, morteiros e canhões. Os compradores dessas armas precisam obter uma licença cantonal, o que é feito facilmente, e as armas precisam ser registradas.
                Em uma nação de 6 milhões de pessoas, existem pelo menos 2 milhões de armas, incluindo 600.000 fuzis totalmente automáticos, 500.000 pistolas e nume­rosas metralhadoras. Praticamente em todo lar há uma arma. Além das armas mi­litares subsidiadas, o suíço também pode comprar outras armas facilmente. En­quanto as armas longas não precisam de procedimentos especiais de compra, as armas curtas são vendidas somente para aqueles com um waffener werbsschein (certificado de compra) emitido por uma autoridade do cantão. O certificado é emi­tido sem problemas para todo requerente maior de 18 anos que não seja criminoso ou deficiente mental. Não existem restrições para o transporte de armas longas. Cerca da metade dos cantões tem rígidos procedimentos para a concessão do porte de armas curtas, e a outra metade simplesmente não tem regulamento algum. Não há diferença perceptível na taxa de criminalidade entre os cantões como conse­qüência das diferentes políticas de porte de arma. Graças a uma ação movida por grupos suíços pró-armas, fuzis semi-automáticos não necessitam de permissão de compra e não são registrados pelo governo. Assim, as únicas armas longas regis­tradas são as totalmente automáticas (metralhadoras) (três cantões exigem que os colecionadores que possuam mais de 10 armas automáticas sejam registrados). As vendas de armas de uma pessoa para outra são controladas em 5 cantões e com­pletamente livres em todo o resto. Comerciantes de armas no varejo devem manter registro de suas vendas , mas as transações não são apresentadas ou cobradas pelo governo. Na Suíça, as vendas de armas longas e de carabinas de pequeno calibre não são nem mesmo lembradas pelos negociantes.

MOBILIZAÇÃO
        Se algum dia uma nação teve uma milícia bem preparada, este pais é a Su­íça. O economista do século XIX, Adam Smith, achava que a Suíça era o único lugar onde todas as pessoas haviam sido treinadas com sucesso em tarefas militares. Na realidade, a milícia é virtualmente sinônimo de nação. "O suíço não tem um exército: eles são o exército", diz uma publicação do governo. Completamente mobilizado, o exército suíço apresenta 15,2 homens por quilometro quadrado; em contraste, os EUA e a Rússia tem apenas 0,2 soldados por Km2. A Suíça é 76 vezes mais densa em soldados do qualquer outra super potência. Realmente, somente Israel tem mais exército por Km2.
                A Suíça é também a única nação do ocidente que tem abrigos completamente fornidos de comida e suprimentos para um ano para todos os seus cidadãos em caso de guerra. Os bancos e os supermercados subsidiam em muito esta estoca­gem. Os bancos também tem planos para deslocar seu ouro para o centro montanhoso da Suíça no caso de invasão. A nação está pronta para se mo­bilizar rapidamente. Disse um soldado suíço: "se nós começarmos pela manhã, estaremos mobilizados pelo final da tarde. Isso porque a arma está em casa, a munição está em casa. Todos os jovens tem metralhadoras. Eles estão prontos para lutar". Os cidadãos-soldados, em seu caminho para os pontos de mobilização, podem fazer parar os automóveis que estiverem passando e ordenar seu transporte.

DEMOCRACIA
        Desde 1291, quando as assembléias se reuniam em círculos nas praças das vilas, e somente os homens portando espadas podiam votar, as armas tem sido a marca da cidadania suíça. Como um porta voz do Departamento Militar disse," é uma velha tradição suíça que somente um homem armado tem direitos políticos". Essa política é baseada no entendimento de que somente àqueles que assumem a obrigação de manter o pais livre é permitido gozar completamente dos benefícios da liberdade. Em 1977, o movimento INICIATIVA MUNCHENSTEIN propôs permitir aos cidadãos a escolha do trabalho social, ou em hospitais, como alternativa ao serviço militar. A proposição foi rejeitada nas urnas e nas 2 casas do parlamento (o "Bundesversammlung's Nationalrat" e o "Standerat"). Existe previsão legal para objetores de consciência, mas esse grupo é de apenas 0,2% dos convocados.

RELACIONAMENTO COM OS VIZINHOS
        Em 1978, a Suíça recusou-se a ratificar uma decisão do Conselho da Europa sobre controle de armas de fogo. Desde então, a Suíça tem sofrido pressões por parte dos outros governos europeus, que a acusam de ser uma fonte de armas para terroristas. Como resultado, em 1982, o governo central propôs uma lei proibindo estrangeiros de comprar na Suíça armas que eles não poderiam comprar em seus próprios países, e também exigindo que os cidadãos suí­ços obtivessem uma licença para a compra de qualquer arma, não apenas para as armas curtas.
                Os ultrajados usuários de armas suíças formaram, então, um grupo chamado Pro Tell em homenagem do herói nacional Guilherme Tell. Em 1983, o Conselho Fe­deral (o gabinete executivo) abandonou a proposta cerceadora porque a oposição era muito forte, e sugeriu que os cantões regulassem cada um a sua maneira, a questão. Alguns meses antes, o parlamento do cantão de Friburgo já tinha apro­vado tal lei com um único voto de vantagem. Um plebiscito popular anulou a lei no ano seguinte, com 60% dos votos.

CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS
        Qualquer que seja o efeito das armas fora da Suíça, eles nem mesmo apresen­tam os pequenos crimes triviais em qualquer outro pais. ro estatístic  A taxa de suicídios, entretanto, é quase o dobro da americana . As armas são usadas em cerca de 1/5 de todo os suicídios na Suíça, comparados aos 3/5 nos EUA e ao 1/3 dos suicídios canadenses.
                Não é o verniz cultural suíço, ou suas leis sobre armas, que explicam essa taxa de crimes. Na verdade é a ênfase na atuação comunitária (onde a posse de uma arma é uma parcela de peso) que explica o baixo índice de criminalidade. No livro Cidades com poucos Crimes (CITIES WITH LITTLE CRIME), o autor Marshall Clinard compara a baixa taxa de crimes na Suíça com a mais alta incidência na Su­écia, pais onde o controle de armas é mais severo. Esta comparação é mais surpre­endente tendo em vista a densidade populacional mais baixa e a homogeneidade étnica da Suécia. Uma das razões para tão pouca criminalidade, diz Clinard, é que as cidades suíças cresceram relativamente devagar. Muitas famílias vivem por ge­rações no mesmo lugar. Portanto, grandes cidades heterogêneas com enclaves de favelas nunca surgiram.
                Orgulhosa por ter o governo central mais fraco do ocidente, a Suíça é gover­nada principalmente pelos seus 3. 095 "Einwohrnergemeinde" (comunas, sub-esta­dos de um cantão). Poucos cantões ainda fazem suas leis pelo tradicional sistema "Labdsgemei", quando todos eleitores qualificados reúnem-se anualmente ao ar li­vre.
                Diferente da polícia do resto da Europa, a polícia suíça é descentralizada. Jui­zes e jurados são eleitos pelo povo. Com menos mobilidade e laços comu­nitários profundamente desenvolvidos, é natural que existam poucos cri­mes.
                A maioria das nações democráticas impõe longos períodos de prisão aos crimi­nosos, mas não a Suíça. Para todos os crimes, exceto assassinatos, o suíço raramente fica mais que um ano na prisão; mesmo sérios delinqüentes tem suas sentenças comutadas. Como no Japão, o foco do sistema está na reintegração do transgressor à sociedade, muito mais que na sua punição.
                Para os suíços não criminosos, dito é que cada um é seu próprio policial. Visi­tantes estrangeiros ficam surpresos ao ver os pedestres sempre esperando nos si­nais de trânsito mesmo quando não há tráfego. O sistema de transporte público funciona, com sucesso, na base do pagamento voluntário.
                Clinard deduz que os fortes governos centrais enfraquecem a inicia­tiva dos cidadãos e a responsabilidade individual. As comunidades, ou Cida­des, que desejam se precaver do crime e da violência devem encorajar uma des­centralização política maior através do desenvolvimento de pequenas unidades go­vernamentais e do encorajamento da responsabilidade do povo para com a obedi­ência às leis e ao controle da delinqüência.
                No livro NAÇÕES NÃO POSSUÍDAS PELO CRIME, Fred Adler chega as mes­mas Conclusões de Clinard. Ela também receita o sistema de governo comunal no qual as leis são decretadas através do voto popular e a estabilidade residencial.
                A maioria dos suíços ainda vive em famílias patriarcais tradicionais . De fato, a Suíça tem a mais baixa porcentagem de mães trabalhando em relação a qualquer país europeu. Enquanto no resto do mundo as mulheres estavam lutando por igual­dade de direitos, os suíços ainda estavam decidindo se as mulheres poderiam ou não votar (a longa demora na aprovação do sufrágio feminino deve ter algo a ver com a questão dos direitos civis e o serviço militar).

        As escolas são severas e os adolescentes têm menos liberdade do que na maior parte da Europa. Os estudos mostram que os adolescentes suíços, diferen­temente daqueles nos outros países, sentem-se mais próximos de seus pais do que de seus amigos. A comunicação entre as gerações é muito fácil.
                Entre os fatores que contribuem para a harmonia entre gerações está o ser­viço militar, que oferece uma oportunidade para todos os grupos masculinos intera­girem entre si. Adultos e jovens compartilham muitos esportes, como o esqui e a natação. O tiro ao alvo é outra importante atividade comunal, com prêmios e tro­féus muitas vezes exibidos em restaurantes e tabernas. Todo ano celebra-se o fim de semana "Feldschiessen", quando mais de 200 mil suíços participam das compe­tições nacionais de tiro ao alvo e são consumidos cerca de 5 milhões de cartuchos.
                Em Casa, escreve Jonh Mcphee, enquanto o pai limpa o fuzil na mesa da cozi­nha, seu filho está a observá-lo e a criança, assim, fica familiarizada com a arma. Marshall Clinard explica que, por causa das armas do exército serem guardadas em casa . . . muitas atividades associadas ao cuidado no manejo de armas, prática de tiro ao alvo, ou conversas sobre atividades militares, tornam-se comuns nas famí­lias. Tudo isso, juntamente com várias outras atividades levadas a cabo na Suíça envolvendo diversas faixas etárias, têm servido para inibir a separação de gera­ções, alienação, e o crescimento de uma cultura jovem à parte, que tem se tor­nado, de maneira crescente, uma característica de muitos outros países desenvol­vidos,. Embora estes fatores representam somente uma parte do jeito suíço de ser, eles são uma parcela de peso para a baixa taxa de criminalidade e a propensão ao crime.

CONCLUSÕES
        Uma análise da legislação de armas suíça mostra como é frágil a argumenta­ção dos anti-armas de que elas são por si só maléficas (o mal materializado). Mos­tra, também, que o raciocínio simplista "mais armas significam mais crime", tão a gosto de nossos políticos, não é válido.
                O oposto também não é verdadeiro. - Será que se o exército começasse a ven­der canhões e metralhadoras a preços subsidiados ao povo haveria um declínio da criminalidade em nosso país? Certamente não nos primeiros trinta anos.
                A Suíça nos mostra apenas que não há relação entre criminalidade e a pre­sença de armas na sociedade. Mostra que mais importante que o número de armas é seu contexto cultural. Na Suíça, as armas são um importante elemento de coesão de uma estrutura social que apresenta baixa taxa de criminalidade. Nota-se, clara­mente que, o controle dos indivíduos é mais eficiente e mais importante que o controle do Estado.
                Para nós, entusiastas de armaria, o sistema suíço parece ser o paraíso. Mas é preciso observar a sociedade como um todo. Na Suíça, ter uma arma em casa não é uma questão de opção individual. É uma obrigação imposta pelo governo e uma exigência da sociedade. Em que outro pais uma imposição deste tipo seria aceita pelos cidadãos?
                O que o mundo tem a aprender com a Suíça é que a melhor maneira de se reduzir o mau uso das armas é promover o seu uso com responsabilidade.

FIM
Traduzido e adaptado da revista American Rifleman de fevereiro de 1990 por autorização da National Rifle As­sociation dos EUA.

O SOLDATENBUSCH (Livro do soldado)
Cada cidadão que entra para o exército suíço recebe um exemplar do Soldatenbusch. Lá estão os rudimentos das táticas e técnicas militares, instruções sobre como se proteger das guerras nuclear, química e bacterioló­gica, assim como técnicas de ocultamento e construção de abrigos.

Mas o Soldatenbusch não é apenas um manual militar. Trata-se de algo mais profundo que podemos definir como um "Manual do Cidadão". Lá, ao lado de uma sinopse da história do país, o soldado encontrará capítulos mostrando a importância da democracia, a importância da participação do soldado nos plebiscitos comunais, e a importância de sua arma na defesa desses valores.

Folheando o Soldatenbusch percebe-se que os princípios democráticos estão firmemente arraigados na popula­ção. Num país onde o povo é armado não pode haver outra forma de governo que não seja democrático. En­tende-se porque as instituições funcionam e porque existe respeito entre os cidadãos. A outra opção é o banho de sangue.

5 de junho de 2011

Efeitos das revoltas no mundo árabe

Olá Leitores!
Boa semana a todos.
Hoje as matérias são: Os efeitos das revoltas no mundo árabe.
Relembrando Ovnis em Phoenix. ( Esta matéria fica para segunda-feira )
Notícias sobre a erupção vulcânica que colocam Chile e Argentina em alerta, seguido com um link no mesmo texto para uma matéria de Fabio Ibrahim sobre as últimas explosões solares.
E o audio com a palestra do Prof.Adhemar Ramos. Consciência e Revelações.
Tenham boas leituras
Daniel Lucas

Conflitos entre tropas e manifestantes se intensificam na Síria


Manifestações marcam os 44 anos da Guerra dos Seis Dias e já resultam em 20 mortos e 300 feridos

BBC Brasil | 05/06/2011 14:08 - Atualizada às 16:23
Tropas israelenses abriram fogo no domingo contra centenas de manifestantes pró-Palestina que corriam em direção a uma cerca de proteção da fronteira com a Síria, nas Colinas de Golã. Pelo menos 20 pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas, segundo informações das agências internacionais de notícias. Este é o segundo surto de violência letal na zona de fronteira de Israel em menos de um mês.
A manifestação marca os 44 anos da Guerra dos Seis Dias de 1967, quando Israel ocupou as colinas do Golã da Síria, os territórios palestinos - Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental - e a península do Sinai do Egito. De acordo com o repórter da rádio estatal de Israel, que se encontra perto da fronteira, a maior parte do grupo de manifestantes que tenta atravessar é formada por crianças e adolescentes.

"Qualquer um que tentar cruzar a fronteira será morto", gritaram soldados israelenses para a multidão de várias centenas de manifestantes, através de alto-falantes, nas Colinas de Golan, ocupadas por Israel.
Meios de comunicação israelenses dizem que alguns dos ativistas conseguiram entrar no território, apesar do rígido policiamento da fronteira. Durante a manifestação, uma mina anti-tanques explodiu em meio a um grupo de ativistas, aumentando o número de feridos.
De acordo com a mídia local, a Cruz Vermelha afirmou que não está conseguindo retirar os feridos da fronteira devido aos disparos dos soldados. A repórter militar da rádio estatal de Israel, Carmela Menashe, disse que fontes do Exército israelense garantem que as tropas foram orientadas a "agir com contenção para restringir o numero de feridos".
Também neste domingo, o exército israelense atirou bombas de gás lacrimogêneo contra manifestantes palestinos no ponto de checagem de Kalandia, principal fronteira entre Israel e a Cisjordânia.
'Extremistas'
Horas antes da manifestação deste domingo, o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu disse que não permitiria que "extremistas" atravessassem as fronteiras de Israel. "Eu instruí nossas forças de segurança a agirem com determinação e contenção para proteger a soberania de nossas fronteiras, cidades e cidadãos", disse Netanyahu, durante a reunião semanal com o membros do governo, em Jerusalém.
O exército israelense disse que seus soldados gritaram alertas em árabe para os manifestantes e que atiraram para o ar antes de mirarem nas pernas dos que atingiram a cerca que separa a Síria das Colinas de Golã. A porta-voz do exército, Avital Leibovich, disse à imprensa que "isso é uma tentativa do regime sírio de tirar a atenção do mundo do banho de sangue que vem acontecendo no país nas últimas semanas". Ela disse ainda que, depois de protestos similares na fronteira, que aconteceram no mês de maio, as forças israelenses se prepararam para "uma variedade de cenários possíveis na operação" e estão mais capacitados para impedir as manifestações.

Feridos são carregados após soldados abrirem fogo contra os manifestantes
Foto: AFP
Feridos são carregados após soldados abrirem fogo contra os manifestantes
No dia 15 de maio, milhares de manifestantes pró-Palestina se dirigiram para as fronteiras de Israel com territórios palestinos, com a Síria, com a Jordânia e com o Líbano. Eles estavam relembrando outra data importante para os palestinos, o 63º aniversário da Nakba - que significa catástrofe em árabe - quando milhares de palestinos perderam suas casas em meio aos conflitos pela criação do estado de Israel em 1948. Pelo menos doze pessoas foram mortas pelos soldados israelenses nas manifestações de maio, em que algumas pessoas conseguiram cruzar a fronteira com as Colinas de Golã.


Dia da Naksa
A manifestação deste domingo faz parte dos atos para marcar o dia da Naksa - que em árabe significa derrota - em referência à guerra conhecida como Guerra dos Seis Dias, que começou no dia 5 de junho de 1967. Em um comunicado à imprensa, o principal negociador palestino, Saeb Erekat, exortou a comunidade internacional a "tomar as medidas necessárias para pôr um fim à ocupação israelense".
Erekat também pediu o reconhecimento do Estado Palestino nas fronteiras de 1967 e o apoio à admissão da Palestina como Estado-membro da ONU. O dia da Naksa - que também significa humilhação - é lembrado neste domingo com manifestações de palestinos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza e de refugiados palestinos que se encontram em campos no Líbano e na Síria.
* Com informações da BBC Brasil, AP e Reuters

Oposição celebra saída de presidente do Iêmen

Ali Abdullah Saleh foi hospitalizado na Arábia Saudita e vice-presidente assumiu comando do país

iG São Paulo | 05/06/2011 09:37 - Atualizada às 15:20
O vice-presidente do Iêmen, Abdo Rabbo Mansour Hadi, assumiu o controle do país, de acordo com a Constituição e após uma ordem o chefe do Estado, Ali Abdullah Saleh, segundo fontes do governo. Saleh viajou para a Arábia Saudita para tratar os ferimentos sofridos no ataque de sexta-feira ao palácio presidencial. Pela legislação, Hadi pode permanecer no poder por 60 dias. Logo após assumir, Hadi conseguiu chegar neste domingo a um acordo com o chefe tribal opositor Sadiq al Ahmar para um cessar-fogo nos combates que perturbam Sanaa há duas semanas.
A troca de comando alimentou comemorações entre opositores do governo, que alardeavam a "queda do regime". "Jovens da revolução" ocuparam as ruas da capital Sanaa e na cidade de Taez. "Hoje nasceu um novo Iêmen", gritaram os jovens na área que virou cenário de um protesto permanente, perto da Universidade de Sanaa.


Foto: AFP
Manifestantes comemoram afastamento de Saleh em Sanaa, neste domingo

"Acabou, o regime caiu", gritavam outros, enquanto muitos mencionavam a "fuga de Saleh", que está no poder há 33 anos.A oposição anunciou ainda que vai trabalhar para evitar o retorno de Ali Abdullah Saleh ao país. "Nós vamos trabalhar com todas as forças para evitar o retorno dele", declarou o porta-voz da oposição no Parlamento, Mohammed Qahtan, à AFP. "Nós consideramos isto como o início do fim deste regime corrupto e tirânico, completou. Em Taez, importante cidade do sudoeste do país, centenas de manifestantes se reuniram para gritar "liberdade, liberdade, Ali fugiu".
Saleh chegou no sábado à noite em Riad para receber atendimento médico e depois retornar ao Iêmen, segundo fontes sauditas. O presidente iemenita, 69 anos, foi levado imediatamente ao hospital militar da capital saudita. Segundo uma fonte centro de saúde ele foi operado neste domingo e os médicos recomendaram duas semanas de repouso absoluto.

O presidente gravou uma mensagem aos iemenitas para garantir que estava bem de sáude. Mansur Hadi conversou neste domingo com o embaixador dos Estados Unidos em Sanaa, Gerald Feierstein, sobre a situação no país, informou a agência oficial Saba.
O encontro de Mansur Hadi com o diplomata americano foi o primeiro ato anunciado publicamente desde a viagem de Saleh para Riad.Saleh chegou em um avião ambulância saudita e foi levado imediatamente ao hospital militar de Riad no sábado. Os familiares do presidente viajaram à capital saudita em outra aeronave, disse o funcionário.
Segundo fontes sauditas, o filho mais velho de Saleh e comandante da Guarda Republicana, Ahmad, a quem a oposição acusa de estar preparando a sucessão, permeneceu no Iêmen.O presidente do Iêmen foi atingido na sexta-feira, em um ataque à mesquita do Palácio que deixou 11 mortos e 124 feridos, atribuído ao poderoso chefe tribal Sadek al-Ahmar.
Com AFP e EFE

Vulcão em erupção no Chile. Noticias

Estaremos acompanhando na medida do possivel o desenrolar dos acontecimentos sobre a erupção de um vulcão na Cordilheira dos Andes e a ocorrência de diversos tremores na região, o que colocam as autoridades ,chilenas e argentinas, em alerta.

E pelo que consta, foi nesta mesma localidade ( quando da erupção do vulcão Puyehue que foi registrado em 1960 )  o mais poderoso terremoto ocorreu no mesmo ano no Chile. 

Vulcão e Terremotos Colocam Chile e Argentina em Alerta

Crédito: Wikimedia Commons

Cinzas de vulcão no Chile provocam transtornos a Bariloche

Cinzas resultantes da erupção do vulcão Puyehue pararam de cair, mas ainda afetam cidade argentina

iG São Paulo | 05/06/2011 13:35 - Atualizada às 14:48



Foto: AFP Ampliar
Cinzas do vulcão Puyehue caíram na noite de ontem em Bariloche
As cinzas vindas do vulcão Puyehue (Chile), que entrou em erupção no sábado, já pararam de cair, mas continuam afetando a cidade argentina de Bariloche (sul) neste domingo, provocando transtornos aos moradores e mantendo fechado o aeroporto local, informaram autoridades regionais."Uma leve garoa tem ajudado a evitar o voo das cinzas", disse neste domingo numa coletiva de imprensa em Bariloche, Marcelo Cascon.A nuvem de cinzas chegou a Bariloche ainda no sábado, e, segundo fontes locais, cobriu toda a cidade e zonas rurais próximas.
"Estamos tentando evitar a circulação de carros e pedimos que as pessoas permaneçam em suas casas com as portas e janelas fechadas para evitar a entrada das cinzas", disse o secretário de Comunicação de Bariloche, Carlos Hidalgo, ao canal de TV local, TN.Segundo Hidalgo, houve uma "forte queda de cinzas como se fosse uma nevada, que deixou a cidade toda cinza".
O vulcão chileno fica a 100 km de Bariloche e, segundo fontes argentinas, também foram afetadas localidades próximas, como a Villa La Angostura, que faz fronteira com o Chile.Bariloche, que possui 50.000 habitantes e recebe anualmente milhares de turistas estrangeiros atraídos por lagos e paisagens montanhosas, sendo que no inverno as atrações principais são as pistas de esqui.
Patagônia
A nuvem de cinzas do vulcão chileno Puyehue-Caulle avançou neste domingo para a Patagônia argentina, como as cidades da província de Chubut, Trelew e Puerto Madryn, na costa atlântica. As cidades argentinas estão a quase 900 quilômetros do complexo vulcânico e registram baixa visibilidade, segundo informa o site Infoglaciar, de Chubut.

Foram cancelados doze voos do aeroporto Jorge Newberry, de Buenos Aires para a região patagônica. Entre eles, dois para Bariloche e um para Ushuaia, na província de Terra do Fogo - dois destinos muito visitados pelos brasileiros. 


Foto: AP Photo/Francisco Negroni, AgenciaUno
Relâmpagos são vistos sobre o vulcão Puyehue, a mais de 500 quilômetros ao sul de Santiago, no Chile

As autoridades chilenas decretaram alerta vermelho na região do vulcão, na localidade de Osorno, no sul do Chile e em frente a Bariloche.  Na véspera, cerca de 3,5 mil pessoas foram retiradas da região onde fica o vulcão. A erupção, de acordo com as autoridades chilenas, foi acompanhada por "dezenas de tremores de terra" por hora.
Neste domingo, o subsecretário do Ministério do Interior, Rodrigo Ubilla, e o diretor nacional do Escritório Nacional de Emergência (Onemi, na sigla em espanhol), Vicente Nunez, iniciaram discussões para retirar os moradores que permaneciam na região. Eles fizeram apelos para que os turistas deixassem o local.
Segundo o ministro de Mineração do Chile, Laurence Golborne, "a fumaça de gases vulcânicos tem uma altura de dez quilômetros e uma largura de cinco quilômetros".
Em 2008, outro vulcão chileno, Chaitén, também no sul do país, entrou em erupção, derramando igualmente cinzas na própria localidade e nas vizinhas províncias argentinas da Patagônia.
O Puyehue tem 2.240 metros de altura e fica na Cordilheira dos Andes. Sua última erupção ocorreu em 1960, ano em que aconteceu na região um terremoto de 9,5 graus Richter, o mais forte registrado até agora no mundo todo.
* Com informações da BBC Brasil e da AFP   
 E ligando uma noticia a outra, veja esta via blog do Fabio Ibrahim que constam novas explosões solares que foram detectadas e que podem ter efeitos na Terra. 

Explosão Solar: Terremoto à vista?



Ao menos, pela força da explosão solar, tremor (ou tremores) deve ocorrer nas próximas 48 horas no planeta.







04 e 05/06/2011

04/06/2011


Imagem da Semana!

Com vocês Consciência e Revelações com o Prof.Adhemar Ramos

Mistérios Revelados
Prof. Adhemar Ramos em 04/06/2011

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