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19 de julho de 2011

Saiba um pouco sobre os Ciganos.Gitanos.

CIGANOS
 
Aos que curtem Gipsy Kings, parece que está se delineando o novo trabalho do grupo flamenco franco-espanhol. Vamos aguardar.Abaixo um clip que encontrei no Youtube com uma nova canção.    


A história dos ciganos pode ser dividida em três partes: a origem, a dispersão e a situação atual. Como, porém, em uma parte posterior deste trabalho será aprofundado o item situação atual, não cabe neste capítulo relativo à história abordar esses dados. Serão apresentadas, então, as questões ligadas a sua origem até a chegada ao Brasil.

Os ciganos fazem parte de uma etnia de cultura própria, rica, já que por variadas razões encontram-se dispersos por todo o mundo, tendo passado, em suas andanças, por diferentes países, legando e enriquecendo a sua cultura. Uma pequena parcela, hoje em dia, ainda é nômade, mas a maioria, como no caso dos ciganos do Rio de Janeiro, é seminômade e sedentária.

Segundo Arthur R. Ivatts, sociólogo, educador britânico e assessor da Comissão Consultiva para a Educação dos Ciganos e Outros Nômades, a concentração maior desse povo fica na Europa, ou seja, da população mundial cigana, mais ou menos a metade é residente na Europa, sendo que dois terços na Europa Oriental, e, parte reside ainda, no norte e no sul da África, no Egito, na Argélia e no Sudão. Nas Américas, o contingente está distribuído dos Estados Unidos à Argentina, tendo uma maior concentração no território brasileiro.

Devido ao modo de vida cigano, é difícil calcular o número exato deles, mas, segundo Ivatts, em 1975, sem contar com a Índia e o sudeste asiático, os ciganos eram, em média, cerca de sete a oito milhões em todo o mundo.

Antes de desenvolver o tema, é preciso deixar claro que o termo cigano é genérico, assim como índio, ou seja, dentro dessa etnia existem subdivisões e, nelas, existem famílias que fazem das tradições uma cultura própria de acordo com o subgrupo ao qual pertencem. No Brasil, mais particularmente no Rio de Janeiro, existem dois grandes grupos de ciganos: o Rom e o Calom.


O grupo Rom é mais disperso, pois, devido a sua origem extra-Ibérica, é encontrado no mundo todo, da União Soviética à Argentina. São os considerados ciganos autênticos e tradicionais. No Rio de Janeiro, foram contactadas famílias de três grupos rons: o Kalderash, o Khorakhanè e o Ragare.


Os nomes dos subgrupos são apresentados por força de uma profissão própria e predominante na família através dos tempos, como os kalderashès (ferreiros, caldeireiros, produtores de panelas, parafusos, utensílios, chaves, pregos, ferramentas, selas, cintos e outros objetos de couro). Alguns são exibidores de feras amestradas, os circenses (lovares) e (manushes). Outros ainda, que eram antigos negociantes de cavalos, atualmente, negociam com carros, sendo também exímios comerciantes, mecânicos e lanterneiros, como os ciganos do grupo Calom. Há também os que vendem ouro, jóias, roupas, tapetes, que são os mercadores ambulantes ou feirantes. 
http://www.guardioesdaluz.com.br/ciganoshistoria.htm
Abaixo vídeo e música cigana. 

Novidades Roswell

Roswell: teste recente teria confirmado que detritos são extraterrestres

Por Alejandro Rojas/OpenMinds
Tradução: Jânder Magalhães/CSPU
Novas pistas podem determinar com precisão a realidade de um caso histórico
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Um professor do Instituto Militar do estado norte-americano de Novo México, em Roswell, pode ter descoberto a primeira evidência científica de um artefato feito em outro planeta. Além do mais, esse material foi encontrado próximo à área onde os restos de um suposto disco voador foram resgatados nos arredores de Roswell, em 1947.Frank Kimbler é docente na disciplina de estudos da Terra numa faculdade, e geologia numa escola em Roswell. Ele afirma que sempre se interessou em estudar UFOs e particularmente teve sua própria experiência por volta de seus 20 anos de idade. Então, quando se mudou para a cidade, decidiu utilizar sua capacidade profissional para testar e colocar à prova elementos do mais famoso incidente ufológico de todos os tempos, a queda em Roswell [Caso Roswell].
Ele diz que seu principal objetivo era encontrar evidência física, quando começou a observar algumas imagens de satélite no local dos supostos destroços. O professor conheceu o fazendeiro Mac Brazel, que havia dito que a Força Aérea tinha encontrado pedaços do UFO que caiu. Kimbler usou infravermelho para melhorar algumas imagens obtidas a fim de destacar as áreas onde o solo foi alterado pela queda.
Ficou surpreso ao localizar um quadrante que era similar ao que testemunhas haviam descrito, de aproximadamente 1,2 quilômetros de comprimento e algumas centenas de metros de largura, de frente para a direção que tinham historicamente relatado. Ele também notou que essa área possuia bordas muito simples, algo incomum para uma ocorrência natural.
Seu próximo passo era chegar até lá e começou a fazer viagens para o local a partir de maio de 2010. Usando um detector de metal que poderia encontrar pedaços mínimos e até sob três centímetros abaixo da superfície, seria capaz de procurar pequenos pedaços - exatamente seu objetivo. Em escavações arqueológicas anteriores, a área foi peneirada através de telas com buracos grandes o suficiente para fragmentos muito pequenos transpassarem-nas. Kimbler imaginou que, se havia mais alguma coisa, seria minúscula e, talvez, escondida em tocas de animais ou formigueiros. Foi justamente num formigueiro onde ele descobriu sua primeira peça.
CRÉDITO: FRANK KIMBLER
Imagem de satélite Landsat multiespectral mostrando o campo de destroços. A imagem mostra claramente uma queimadura (ou área perturbada), abrangendo a localização exata do campo de destroços, como descrito por testemunhas
Imagem de satélite Landsat multiespectral mostrando o campo de destroços. A imagem mostra claramente uma queimadura (ou área perturbada), abrangendo a localização exata do campo de destroços, como descrito por testemunhas
O que Kimbler achou foi um metal prateado que parecia alumínio. Isto foi estranho porque não existiam indícios de qualquer tipo de objetos de alumínio na área. Ocasionalmente encontrou estanho, que se originou a partir de telhados de zinco, e alguns pregos. Acabou descobrindo mais desses artefatos prateados, e diz que pareciam estar desfiados. Algumas das bordas até poderiam ter sido derretidas. Ele também encontrou alguns botões de alumínio que parecem ser do tipo usado em uniformes militares na década de 40, que confirmariam a presença de militares naquela área e época.
CRÉDITO: FRANK KIMBLER
Os botões. Provisoriamente, identificados como de fardas militares dos anos 40 e 50
Os botões. Provisoriamente, identificados como de fardas militares dos anos 40 e 50
Auxílio especializado e desprezo
O professor considerou a necessidade de fazer análise nos pequenos pedaços de prata. Para obter ajuda, procurou o Museu Internacional de Roswell [
Roswell international UFO Museum and Research Center], principal centro de pesquisa da suposta queda na região. Mostrou o material ao diretor do museu, Julie Shuster, e acompanhou o processo de análise com o pesquisador Don Schmitt. Eles decidiram financiar o primeiro teste, que foi feito pela instituição Novo México Tech, em Socorro. Usando uma microssonda, foram capazes de determinar a composição do material. Acabou por ser uma lata de alumínio, silício, liga de cobre e manganês. Não é desconhecido, mas utilizado em construções e não são encontrados normalmente em forma de alumínio.
Este fato incentivou Kimbler a fazer uma nova análise, de
isótopo, sobre a peça. Informa que este trabalho é muito importante porque as relações são "muito parecidas com nossas impressões digitais". Determinadas concentrações de elementos no solo são exclusivos para a Terra. Então, "se você sabe proporções de isótopos de magnésio, será o mesmo para qualquer coisa terrestre com magnésio, mas se não for da Terra, ela terá uma relação diferente", explanou. "Por exemplo, meteoritos têm proporções diferentes, porque não são da Terra. A análise isotópica é necessária para determinar se um material é da Terra ou de outro mundo".
CRÉDITO: FRANK KIMBLER
Alguns dos fragmentos de liga de metal encontrados enterrados e espalhados sobre o campo de destroços
Alguns dos fragmentos de liga de metal encontrados enterrados e espalhados sobre o campo de destroços
Procurou a Universidade do Novo México, através do Instituto de Meteorítica, e conversou com seu especialista em isótopos para realizar uma análise. Kimbler não tinha contado nada ao perito sobre as amostras, disse que a única razão do teste seria porque ele suspeitava que o material era do espaço exterior e queria saber a origem. Mas quando contou a história, o especialista se recusou em realizá-lo, afirmando que a idéia de uma nave espacial caindo em Roswell era "um monte de besteira".
Um dos outros cientistas no instituto, na verdade argumentou a possibilidade de que o material fosse algo fora do comum, e se dispôs a dar uma olhada. Este era especialista de microssonda da universidade e, embora sem poder fazer qualquer análise de isótopos, foi capaz de obter informações mais específicas sobre a composição e confirmar o trabalho inicial que tinha sido feito.
O instituto
Bigelow Aerospace [Do bilionário Robert Bigelow, personalidade com intenso interesse em tecnologia extraterrestre, que já esteve inclusive no Brasil em busca de evidências, veja Robert Bigelow alerta para o perigo dos UFOs] mostrou alguma boa vontade em ajudar Kimbler com sua análise, mas depois de passar meses com poucos resultados, decidiu procurar outro lugar. Encontrou outro laboratório com várias certificações e com profissionais dispostos a fazer o trabalho. O Museu Internacinal de Roswell investiu na análise e os resultados vieram em cinco dias. Kimbler diz que quase caiu de costas quando verificou a informação. A orígem estava fora do planeta, e como ele coloca, havia apenas duas respostas para explicar os resultados: "O laboratório cometeu um erro de análise ou o material não é da Terra".
CRÉDITO: FRANK KIMBLER
Fracionamento de isótopos de magnésio modificado a partir do gráfico usado pelo Dr. Peter Sturrock em sua análise do fragmento da queda de UFO em Ubatuba (SP). Compostos de magnésio, metais e minerais devem todos se mostrar sobre ou muito perto da linha. A chondite é um tipo de meteorito e desde que não se origina a partir da Terra não desenha na linha. O AH-1 Roswell liga parcelas da linha. O enredo do AH-1 é uma anomalia, quer seja um erro de análise ou de o material que não é da Terra. São necessários mais ensaios para verificar os dados e determinar se é um erro ou originado de outro mundo
Fracionamento de isótopos de magnésio modificado a partir do gráfico usado pelo Dr. Peter Sturrock em sua análise do fragmento da explosão de UFO em Ubatuba (SP, 1957). Compostos de magnésio, metais e minerais devem todos se mostrar sobre ou muito perto da linha. A chondrite é um tipo de meteorito e desde que não se origina a partir da Terra não desenha na linha. O 'AH-1 Roswell' liga parcelas da linha. O enredo do AH-1 é uma anomalia, quer seja um erro de análise ou de o material realmente não ser da Terra. São necessários mais ensaios para verificar os dados e determinar se é um equívoco ou originado de outro mundo
Apenas o início
No entanto, o trabalho não está terminado. "Seguindo o protocolo do bom método científico, um conjunto maior de dados é necessário", diz. Para provar se o laboratório cometeu ou não um erro, precisa realizar outras avaliações. Diz que mais dois laboratórios certificados estão na fila para fazer testes isotópicos adicionais, confirmando ou contestando a pesquisa realizada até agora, e que ele pode ter em mãos estes resultados dentro das próximas semanas. Kimbler lembra que para a confirmação de que o material não é da Terra (extraterrestre), é necessário haver dois ou três laboratórios mostrando os mesmos resultados.
Outro aspecto importante do material, se comprovado ser de alumínio e mostrando as possível orígem insólita, é que tem de ser fabricado em alumínio. Ao contrário de alguns elementos naturais, como, por exemplo, ouro e prata que podem ser encontrados como pepitas em sua forma bruta, o alumínio não é encontrado na natureza. Isso significa que este artefato é algo que foi fabricado em outro lugar. Até agora os humanos não são nada em manufatura espacial [Produção de materiais no espaço], muito menos de algo que cairia do espaço exatamente no local onde uma alegada nave espacial foi encontrada em 1947.
Kimbler discorre que está sendo cuidadoso antes de fazer qualquer reclamação definitiva, mas permanece "esperançoso". Ele fala que laboratórios certificados normalmente não cometem erros, e que essas pessoas que fizeram a análise são algumas das melhores no ramo.
As implicações destes resultados, se acabarem atestando nova e definitivamente a origem e fabricação extraterrestre, serão, naturalmente, surpreendentes. Ele poderia ter a arma fumegante para provar que estamos sendo visitados por uma civilização inteligente de outro planeta, e que um de seus veículos caiu em Roswell em 1947? Kimbler afirma que vai manter a todos informados e tem sido gentil o suficiente para nos fornecer imagens do material e análise.
Fonte: Portal da Ufologia Brasileira

18 de julho de 2011

Pensando com meus botões

Custo um pouco a acreditar, mais uma vêz cito Lindsey Williams, que revelou algumas coisas que podem acontecer com a economia global.
Uma delas é o ouro em elevação e aqui no computador, escutei a notícia de que agora, não mais à Arábia Saudita, mas à Venezuela que tem as maiores reservas de petróleo do planeta. Arábia Saudita em segundo, Brasil em 14ª posição e os EUA nem aparecem, porém não me assustará a notícia futura de  que os EUA tem as maiores reservas de petróleo do globo. Parece que aos poucos vão anunciando as coisas, preparando para futuros anúncios de grande impacto.
Quanto a reserva norte americana, Williams afirma em seus depoimentos que os EUA tem este potencial, daí teriamos petróleo em abundância  e o preço do produto despenca .Servirá para quê? Quem vai comprar de quem se há excesso de oferta e pouca procura?
Foi o mesmo com o sal no passado, temos hoje a palavra salário, que vem de sal, que nos tempos antigos era um produto raro e servia como moeda de pagamento, hoje o sal é encontrado facilmente e não é tão caro. Mesmo será com o petróleo e talvêz por isso que os próprios americanos dão tanta ênfase a energias renováveis, já sabendo que lá na frente não será a questão de que o petróleo vai acabar. Nada disso, pois o petróleo sempre vai existir, mas vai deixar de ser a energia motora  que alimenta  grandes economias.
O futuro nos dirá, pois é apenas um palpite meu, baseado nas informações tanto de Lindsey Williams, quanto que escutei da própria midiatrix.

Me faz lembrar as palavras de Lindsey Williams em uma entrevista a  Rodney Ballance uns dois mêses atrás e que também se encontra no canal Verdade Oculta.

Lá ele fala claramente sobre o comportamento do ouro e da prata, sobre o petróleo e o que pode vir acontecer, se os EUA anunciarem que realmente tem as maiores reservas de petróleo do globo.

Se Willliams estiver correto no que diz e pelas perspectivas que estão a mostras para todos nós, a matéria abaixo começa a ilustrar isto, indica de forma quase que substancial, uma mudança nos índices de confiança dos investidores quanto a moeda corrente. Leiam a notícia e pesquisem sobre Lindsey Williams, vejam os vídeos e tirem suas conclusões.

 


Ouro ultrapassa pela 1ª vez US$ 1.600 a onça em Nova York


DA EFE, EM NOVA YORK

O ouro superou nesta segunda-feira pela primeira vez na história os US$ 1.600 a onça na Bolsa Mercantil de Nova York, que nos últimos quatro dias fechou com recorde graças a sua posição de valor refúgio diante das dúvidas sobre a sustentabilidade das contas públicas na Europa e nos Estados Unidos.
Cerca de duas horas após do início das negociações no mercado, o futuro do ouro mais negociado, com vencimento para agosto, somava US$ 10,8 a onça (0,68%) e tocava US$ 1.600,9, superando pela primeira vez em Nova York a simbólica cota de US$ 1.600.
O ouro continuava assim esta segunda-feira com tendência de alta na semana passada, na qual o metal precioso acumulou avanço de 3,1% após amarrar quatro recordes históricos consecutivos: na terça-feira fechou US$ 1.562,3, na quarta-feira US$ 1.585,5, na quinta-feira US$ 1.589,3 e na sexta-feira terminou a US$ 1.590,1.
A escalada do ouro responde "a falta de disciplina fiscal em Washington e na Europa, principalmente quando os investidores esperam que o Federal Reserve [Fed, banco central americano] lance um novo plano de estímulo e vejamos mais resgates na zona do euro", segundo explicou nesta segunda-feira à Agência Efe o sócio de investimento Perpetual Portfolio, Tom Winmill.
O economista prevê que este ano o ouro alcance preço máximo de US$ 1.700 a onça, enquanto garante que em 2012 o metal alcance US$ 1.800.
A abertura em alta do preço futuro do ouro em Nova York respondia um dia mais à estagnação das negociações entre republicanos e democratas no Congresso dos Estados Unidos para elevar o teto de endividamento do país, até agora limitado a US$ 14,29 trilhões, já que, se não alcançar acordo, a nação teria de declarar moratória a partir de 2 de agosto.
As preocupações que levantam a situação, assim como as crescentes dúvidas sobre a dívida soberana de diferentes países da zona do euro, provocaram nesta segunda-feira o preço da onça de ouro à vista também alcançasse pela primeira vez US$ 1.600 no mercado de Londres.
Fonte: Agências Internacionais

Obama especifica prazo por aprovação de novo teto

Conforme as informações que chegam, o Presidente dos EUA, deu até o próximo dia 22 de julho, como prazo limite para que Republicanos e Democratas cheguem a um acordo sobre corte de gastos e elevação do Teto da Dívida dos EUA, que em maio último atingiu o recorde de 14,3 trilhões de dólares estabelecido pelo próprio congresso americano.
Depois disso a situação começará a ficar muito mais complicada e para complementar a matéria, vejam as últimas informações a respeito.

SÃO PAULO - Os preços do petróleo recuam com a alta do dólar e o cenário instável com relação a um acordo político para o aumento do teto da dívida dos EUA.

Há pouco, em Nova York, o WTI com entrega em agosto recuava US$ 1,97, saindo a US$ 95,27. O contrato de setembro registrava US$ 95,60, queda de US$ 2,00.

Em Londres, o Brent para setembro era transacionado a US$ 116,19, queda de US$ 1,07. O vencimento de outubro se encontrava em US$ 116,12, recuo de US$ 1,15.
Obama definiu a próxima sexta-feira como o prazo limite para que os líderes do Congresso de ambos os partidos acertem um acordo para elevar o teto da dívida. Ele disse que a data de 22 de julho daria ao Congresso mais tempo para redigir e aprovar a legislação antes de 2 de agosto, quando o governo não terá mais recursos para honrar os compromissos.Os congressistas têm até o dia 02 de agosto para elevar o teto do endividamento federal, atualmenmte em US$ 14,3 trilhões. Neste fim de semana, segundo a agência de notícias CNN, os legisladores americanos fizeram pouco progresso no fim de semana sobre o limite de endividamento.

No câmbio externo, o ajuste de preço da moeda americana é mais acentuado. Avessos ao risco, os agentes buscam proteção do dólar, que tem como melhor característica a liquidez. Há pouco, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, subia 0,73%, a 75,67 pontos. O euro perdia 0,57%, a US$ 1,403.
Fonte: Uol

Informação.Oriente Médio

Tensão no Oriente: Irã ataca bases do Iraque

As forças da Guarda Revolucionária do Irã tomaram o controle de três bases de um grupo de oposição iraniano curdo no vizinho Iraque, a agência de notícias estatal informou nesta segunda-feira.

O IRNA citou o coronel Delavar Ranjbarzadeh, um comandante local da Guarda Revolucionária, dizendo que "um grande número" de membros da oposição iraniana do grupo curdo PEJAK foram mortos em confrontos nos últimos dois dias. Os confrontos ainda estão em curso.

"Três bases em território iraquiano foram prestar assistência aos terroristas. ... Todas as bases têm caído nas mãos das forças (iraniano)," IRNA citou Ranjbarzadeh. Ele disse que os rebeldes PEJAK sofreram uma "derrota pesada e histórica".

Os rebeldes do PEJAK dizem que as forças iranianas entraram na região semi-autônoma curda do Iraque para combatê-los. Eles afirmam que os rebeldes mataram 53 soldados iranianos e feriram 43, enquanto apenas dois membros do PEJAK foram mortos e sete feridos em confrontos.

O Irã ameaçou na semana passada para atacar bases PEJAK no Curdistão iraquiano depois de acusar o presidente do governo regional, Massoud Barzani, de fornecer bases para o grupo sem informar o governo central em Bagdá.

O PEJAK, que em curdo significa o "Partido da Vida Livre do Curdistão", tem se envolvido em confrontos armados esporádicos com forças iranianas nos últimos anos. Os rebeldes dizem que estão lutando por mais direitos para sua comunidade minoritária.

O Irã acusou os EUA, Grã-Bretanha e Israel de tentar incitar a tensão nas fronteiras do Irã para desestabilizar o governo em Teerã, as taxas desses países negaram.

O Irã bombardeou basesdo PEJAK esporadicamente, dentro do Curdistão iraquiano.
Sempre Guerra

Apanhado de informações.Link


Esta matéria que lí e também reporto a vocês aqui no blog, vem do Liberdade Mental , um bom apanhadão dos temas que são discutidos quase que exaustivamente na net.
Nibiru, Elenin, ( as imagens de um suposto astro na Antártica -imagens estas muito confusas ), crise financeira global ( esta realmente planejada ),movimentações militares ao redor do globo e muitos outros assuntos que ganham espaço em blogues e sites.
Os fakes existem e são verdadeiros objetos para os Fantásticos da vida,com aquele zé mané que adora dar uma de detetive e passar a imagem de o dono da verdade.
A Rede Tolo de Desinformação ( a qual nem assisto mais ), serve para isso mesmo, fritar cérebros que insistem em pensar e daí depois de fritos, estando tão sequinhos que não raciocinam independentemente, raciocinam com o grosso das massas manipuladas.
Por isso que é imperativo, buscar outros meios de pesquisa para se informar sobre tudo. Não apenas acreditar no É FANTÁSTICO! da vida, que diz que se o boi tem um e não dois chifres, todo mundo tem que acreditar. Isto é relativo, até porque, o boi pode estar com um de seus chifres quebrado. 
Hoje eu rio da mídia das massas, passam o que tem que passar, quase 100% lixo a programação, faz jus ao modos operandi daqueles que querem o povo desinformado.
Aqui na net,nem tudo é crível de veracidade, pois é um mundo virtual livre, por enquanto, mas aprendemos por aqui a selecionar o que nos chega.
Hoje com o pouco que aprendi do que é realmente o mundo,  não consigo mais ver tv, ouvir rádio, até mesmo na faixa am, tudo controlado, querem que saibamos só o que devemos saber. 
Vejo que existe algo novo no ar ( não na tv ) mas no ambiente ao qual estamos inseridos, pois configura-se uma luta entre o bem e o mal. Tudo o que estamos vendo degringolar, são as estruturas mentirosas que nos fizeram acreditar e ser parte delas em contraste com o novo que se avisinha por conta de um novo ciclo, onde valores antigos de uma determinada era, não valerão para outra era .
Então o mal corre contra o relógio para impor seu reino máximo das trevas e por conta das  próprias mentiras que criou, se enrosca todo, pois um ambiente de luz se avisinha.
Enfim, vou linká-los ao blog Liberdade Mental, para que vejam muito mais matérias selecionadas pelo próprio autor daquela página.
Boa leitura a todos.

Colapso financeiro "armado", Guerra e a aproximação de um "Astro".



Já não é mais novidade a "CRISE" financeira na zona do Euro e o PROVÁVEL Calote do Dolar. Faz parte da AGENDA ...

Pacote de contenção orçamental aprovado pelo Senado
Fundo Europeu não consegue resgatar Itália

Iminência de «calamidade financeira» deixa

Com vocês. A farsa do aquecimento global.


Um dos principais cientistas envolvidos no escândalo do Climategate agora admite que não existe Aquecimento Global desde 1995!
A chave para compreendermos a profundidade da mentira do Aquecimento Global, que tem sido empurrada pela nossa goela abaixo nos últimos trinta anos é simples; tudo que temos de fazer é verificar o que disse o autor de Nova Era William Cooper em seu livro Behold a Pale Horse. A seguinte declaração sucinta nos diz tudo o que precisamos saber sobre a magnitude dessa mentira global.
“As sociedades secretas estavam planejando, já em 1917, inventar uma ameaça artificial…, de modo a colocar a humanidade sob um governo global que eles chamam de Nova Ordem Mundial.” [William Cooper, Behold a Pale Horse, leia a resenha].
Separe um tempo para ler sobre a verdadeira natureza de todos os desastres globais que estão sendo forçados sobre nós atualmente. Veja o artigo N2193, intitulado “Cinco Grandes Crises Fabricadas Estão Sendo Constantemente Apresentadas Como Justificativas Para a Formação do Vindouro Governo Global”.
Quais são os cinco grandes desastres globais criados pelos Illuminati a fim de levar o mundo para dentro da Nova Ordem Mundial?
  1. Aquecimento Global.
  2. Terrorismo Global.
  3. Guerra Global (Terceira Guerra Mundial).
  4. Desastre Econômico Global — acontecerá assim que a Terceira Guerra Mundial começar.
  5. Pandemia Global.
Agora que vemos o papel que cada uma dessas crises globais exerce para direcionar os povos do mundo à Nova Ordem Mundial, vamos examinar a seguinte notícia atual, que prova poderosamente que a retórica pública dos últimos trinta anos é uma grande mentira!
Resumo da Notícia: “Virada de 180 graus no Climategate, depois que cientista no centro da batalha admite: Não existe aquecimento global desde 1995“, Jonathan Petre, Daily Mail Online, 14/2/2010.
“O acadêmico no centro do caso Climategate, cujos dados primários são cruciais para a teoria da mudança climática, admitiu que tem problemas para ‘organizar’ as informações… Os dados são cruciais para o famoso ‘gráfico do bastão de hóquei de Mann’ usado pelos defensores da mudança climática para apoiar a teoria. O professor Jones também admitiu a possibilidade que o mundo estava mais quente na Idade Média do que agora — sugerindo que o aquecimento global pode não ser um fenômeno causado pelo homem.”
Depois de admitir que o mundo estava provavelmente mais quente no período medieval do que agora, o Dr. Jones lançou a bomba!
“Ele disse que durante os últimos 15 anos não houve aquecimento ‘estatisticamente significativo’ algum.”
Você quer dizer que nós, que acreditamos em “conspirações” estávamos certos, afinal?
Quer dizer que estávamos certos ao levantarmos todos os fatos científicos legítimos que apontavam para uma conclusão bem diferente?
Quer dizer que estávamos certos o tempo todo quando alertávamos que textos científicos estavam sendo criados a partir do nada, ou pelo menos, estavam sendo distorcidos para atingir conclusões não apoiadas pelos dados primários?
Sim, é isto o que estou dizendo!! Mais uma vez, chegamos à realidade que as únicas “Teorias da Conspiração” são as que estão sendo alardeadas pelas agências do governo e pelos centros de pesquisa “científica” que estão criando esses dados falsos. Já dissemos repetidas vezes que as únicas “Teorias da Conspiração” sobre os ataques de 11/9/2001 são aquelas que saem rapidamente das bocas dos representantes do governo e dos jornalistas totalmente vinculados com eles.
O professor Jones está bem na frente de outro escândalo recente, que está relacionado com esse desastre do Aquecimento Global.
“O professor Jones está sob os holofotes desde que renunciou ao cargo de diretor da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia (Inglaterra), após o vazamento de e-mails, que os céticos afirmam demonstrar que os cientistas estavam manipulando os dados. Os dados primários, coletados por centenas de estações climáticas em todo o mundo e analisados pela unidade do professor, foram usados durante anos para corroborar os esforços do Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas, da ONU, e pressionar os governos a cortarem suas emissões de dióxido de carbono.”
As palavras-chave neste parágrafo são “usados durante anos”. Todas as milhares de notícias e alertas científicos que nos foram apresentados “durante anos” agora são mostrados como falsos — falsificados deliberadamente pelos governos iluministas mundiais e pela comunidade científica que trabalha lealmente para esses governos. Neste ponto, eu me recordo do furor antes da Guerra Civil Americana, quando “cientistas” do Sul apresentaram “provas científicas” que os negros eram inerentemente inferiores aos brancos!
O triste fato é que a comunidade científica é totalmente dependente das bolsas e patrocínios financeiros dos governos para sua própria existência; portanto, os cientistas irão se “prostituir” para que o governo libere o dinheiro. Eles dirão qualquer coisa, tomarão qualquer posição e “provarão” qualquer coisa que o governo queira que eles provem, de modo a manterem o fluxo de liberação das verbas.

Não Espere Mudança Alguma

Que mudança podemos esperar dos oficiais do governo agora que o professor Jones confessou sua grande mentira?
Nenhuma mudança.

Repetimos, não espere nenhuma mudança nas posições do governo concernentes ao Aquecimento Global — pelas seguintes razões:
1) Se os representantes dos governos puderem limitar a quantidade de vezes que essa notícia verdadeira é repetida, eles podem provavelmente impedir que a verdade chegue ao cidadão mediano.
2) Eles sabem que com declarações oficiais, reforçadas pela submissa mídia de massa, podem alardear a mentira de novo, de novo e de novo, isso contra a única vez que essa notícia verdadeira apareceu em uma fonte alternativa de notícias. Os noticiários, programas de televisão e filmes continuarão a ser assistidos, divulgando a mentira inúmeras vezes.
3) Os Illuminati já usaram a mentira do Aquecimento Global para obter a cooperação global. Os principais líderes mundiais já se reuniram em Copenhague, na Dinamarca, e já definiram seus planos de governança global. Mesmo se a falsa ameaça do Aquecimento Global desaparecesse amanhã, a Elite ainda possuiria seus poderes extraordinários.
Espalhe a verdade o mais longe possível, quantas vezes conseguir. Os acontecimentos estão levando toda a humanidade em direção ao sistema global do Anticristo e do Falso Profeta.
Fonte: Fim dos Tempos.net

17 de julho de 2011

DÍVIDA E DECADÊNCIA DO IMPÉRIO AMERICANO


“A novela da dívida americana teve um novo e dramático capítulo na sexta-feira (15), protagonizado por Barack Obama. Durante entrevista coletiva, a segunda da semana, o presidente dos EUA renovou o apelo ao Congresso para elevar o teto da dívida pública, hoje em US$ 14,3 trilhões, e advertiu que “o tempo está se esgotando”. Se o Parlamento não autorizar a ampliação do endividamento até 2 de agosto, o governo não terá como pagar suas despesas e incorrerá em moratória.

Por Umberto Martins

O impasse foi reiterado no Capitólio, onde democratas e republicanos não conseguiram chegar a um acordo. Já se fala num plano B para evitar o calote. Seguindo o caminho da Moody’s, outra agência de classificação de risco, a Standard & Poor's, anunciou a revisão da nota de crédito dos EUA e a possibilidade de rebaixá-la.
UM PROBLEMA MUNDIAL

Na quinta (14), a China manifestou preocupação com a possibilidade de moratória e cobrou do governo estadunidense maior “responsabilidade” na relação com os investidores estrangeiros. O gesto é emblemático das mudanças em curso na economia mundial. O gigante asiático é o maior credor da Casa Branca. Possui mais de 1 trilhão de dólares em títulos do Tesouro dos EUA e tem razões de sobra para ficar apreensivo.

Embora menosprezada por muitos economistas, a dívida estadunidense, pública e privada, vai se revelando um sério problema para a economia mundial. Ela reflete, ao mesmo tempo em que impulsiona, o processo histórico de declínio do poderio econômico relativo dos Estados Unidos.
DE CREDOR A DEVEDOR

Ao contrário do que muitos imaginam, tal declínio não começou com a chamada ‘Grande Recessão’, iniciada em dezembro de 2007, nem terá desfecho em curto prazo. É certo que o fenômeno se tornou mais agudo e transparente ao longo dos últimos anos. Mas teve início décadas atrás.

Um marco no processo de declínio foi precisamente a transformação dos EUA de país credor (o maior do mundo) em devedor (líquido), o que ocorreu na segunda metade dos anos 1980. Desde então, a dívida não parou de crescer, de forma que Tio Sam é hoje, de longe, o maior e mais perdulário devedor do planeta.
PANO DE FUNDO

O problema não se resume à dívida governamental, que já está em torno de 100% do PIB. É preciso levar em conta, também, os débitos privados (de empresas e indivíduos), que são pelo menos três vezes superiores ao do setor público e fomentaram a bolha e a crise imobiliária.

O pano de fundo da decadência, e também da dívida, é o acúmulo de déficits na balança comercial, recorrentes desde o fatídico ano de 1971, quando o ex-presidente Richard Nixon deu um fim ao acordo monetário de Bretton Woods, que estabelecia a convertibilidade do dólar em ouro.
EXPORTAÇÃO DE CAPITAIS

Durante anos, o déficit no intercâmbio de mercadorias foi coberto com folga pelos lucros das multinacionais estadunidenses, extraídos em outros países e remetidos às matrizes. Embora a balança comercial registrasse saldos negativos, a conta corrente continuava positiva e o país mantinha a posição de credor.

Conforme notou Lênin em suas análises sobre o imperialismo, a exportação de capitais, ao permitir a apropriação de excedentes gerados no exterior, cria as condições para o florescimento do parasitismo –a arte de viver à custa alheia. O déficit comercial é a medida mais precisa do quanto a sociedade norte-americana consome o produto do trabalho alheio além dos próprios meios que produz, é o que confere a todo o processo de reprodução do capital na maior potência capitalista do mundo um caráter parasitário.
CONTAMINANDO A CONTA CORRENTE

Mas isso foi mudando na medida em que crescia o passivo externo decorrente do excesso de importações. Esse passivo, que na outra ponta é ativo de empresas e governos estrangeiros, também demanda remuneração. Ao longo dos anos 1980, o rombo comercial se transformou em déficit da conta corrente, refletindo o fato de que os lucros extraídos no exterior já não eram suficientes para cobrir o saldo das importações.

Tio Sam teve de recorrer a um crescente endividamento externo para financiar o consumismo e a decorrente deterioração das transações correntes. Por isso, deixou de ser credor (líquido) e, desde então, vem acumulando dívidas.
DESINDUSTRIALIZAÇÃO

Políticos norte-americanos e apologistas do império não perceberam os riscos embutidos no comportamento da balança comercial, concebida apenas como um artifício contábil, que ano após ano e sem muito alarde foi corrompendo a competitividade da indústria e ampliando o parasitismo da sociedade.

Era como se o país não mais precisasse produzir para sobreviver. Comprando fiado no exterior, Tio Sam fomentou o consumismo enquanto a indústria local perdia terreno para as importações e empresas se deslocaram para outros países. Um lento processo de desindustrialização teve curso, mas foi apresentado como resultado exclusivo do desenvolvimento objetivo das forças produtivas -um sinal de progresso, caminho seguro para a sociedade pós-industrial.
RODA DA FORTUNA

Bem mais que um mero artifício contábil, o déficit na conta de mercadorias denuncia a carência de poupança interna (contrapartida do excesso de consumo) e se revela a principal via de valorização e realização de capitais estrangeiros. Pelo déficit americano girou a roda da fortuna mundial. Primeiro, foram Alemanha e Japão os principais beneficiários do desequilíbrio comercial. Depois, a China. Daí se infere o entrelaçamento do déficit com o processo de reprodução do capital em escala mundial.

A forma aparentemente fácil e segura de financiamento da dívida (a transmutação dos superávits obtidos pela China e outros países em títulos públicos e outros ativos dos EUA, incluindo aquisição de empresas) reforçava a aparência de que tudo estava em ordem, a China poderia continuar produzindo, Tio Sam consumindo. Temos, então, uma perfeita simbiose de interesses e -vamos que vamos!– não há razão para se preocupar com déficits e débitos. Essa percepção enviesada da realidade não sobreviveu à crise.
SEM FINAL FELIZ

A dívida deslocou os EUA da condição de maior exportador de capitais do mundo para a desconfortável posição de importador líquido de capitais, virou um país dependente da injeção maciça de capitais estrangeiros, com necessidade de financiamento externo que, antes da crise, oscilava em torno de US$ 1 trilhão de dólares (por ano). Conforme notou o historiador Eric Hobsbawm, é aí que se esconde o segredo da decadência do império, que deixou de ser o ator principal no concorrido jogo das fusões e aquisições, pelo qual corre o processo de concentração e centralização do capital na atualidade.

A novela da dívida promete novos capítulos até 2 de agosto. É provável que governo e parlamentares cheguem a um acordo, mas isso não significará necessariamente um final feliz. O processo de declínio da liderança econômica dos EUA no mundo (e, por decorrência, da decomposição do padrão dólar e da ordem imperialista mundial), do qual a dívida é apenas um reflexo, promete rolar durante muitos anos e dificilmente terá um desfecho pacífico, mesmo porque as coisas, neste nível, não se resolvem no plano da economia. Há que se levar em conta a política e o poder militar, onde a supremacia norte-americana, por hora, é quase absoluta.”


FONTE: escrito por Umberto Martins e publicado no portal ‘Vermelho” (http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=158935&id_secao=2) [imagem do Google adicionada por Democracia & Politica].

EUA brincam com fogo e queimam investidores

As atenções esta semana estarão voltadas pra os EUA, quanto a aprovação pelo congresso daquele país sobre a elevação do Teto da Dívida, que em maio passado, chegou aos mais que estratosféricos 14,3 trilhões de dólares estabelecidos pelo congresso americano.
Existem grandes espectativas de que ambos os lados cedam e aprovem este teto, mas os republicanos, que são maioria na Câmara dos Representantes, vão explorar este tema até o máximo que puderem.
Daqui um pouco mais de 1 ano haverá eleição presidencial nos EUA, do qual Obama já é candidatíssimo a re-eleição.
Mas os riscos de que não cheguem a um acordo antes do dia 02 de agosto, existem e não são tão pequenos como insistem em dizer os comentaristas financeiros, que atendem a grande mídia dos senhores do mundo.
Não podemos ser tão ingênuos em acreditar que tudo está sob controle, que eles vão em um toque de mágica, solucionar os problemas econômicos crônicos nos quais se meteram.
Falou se exaustivamente em socorro à Grécia, isto veio depois que o parlamento grego aprovou medidas de austeridade, que mais sacrificam a população, enquanto o sistema financeiro, no fundo é quem  sai ganhando, os donos dos bancos, os donos do muuundo .
E à ajuda à Grécia vai resolver alguma coisa? Parece que sim, mas ledo engano, mas uma das artimanhas que usam para ludibriar o incauto.
Por isso a atenção deve ser mais do que redobrada nos próximos dias e mêses, pois em vêz de ficar querendo saber sobre que jogador deixou ou ganhou dinheiro com este time ou acolá, que ator e cantor deixou a mulher ou ganhou mais dinheiro, te aconselho a ficar atento com o que os senhores do mundo estão fazendo, enquanto eles te distraem com estas imbecilidades televisivas ,que não mudam nunca, cada vêz mais eles deitam e rolam.
Leiam o artigo abaixo.

EUA brincam com fogo e queimam investidores

EUA brincam com fogo e queimam investidores 

Cresce o risco de calote americano; Barack Obama não convence republicanos a aumentar limite de endividamento; presidente do Fed, no Congresso, diz que nada pode fazer; bolsa brasileira cai: país tem mais de US$ 200 bi em títulos americanos

Julho de 2011 
Marcio Kroehn_ 247 - O comportamento dos Estados Unidos nesses últimos dias lembra o do Brasil nos anos 1980: presidente implorando auxílio, proximidade de calote no pagamento da dívida e crise econômica, com desemprego e inflação. Mas a situação americana em 2011 tem uma consequência muito mais grave. Se a maior economia do mundo cumprir todas as ameaças, a possibilidade de um mergulho para uma grave crise global ocorrerá em questão de dias. Por isso, o presidente Barack Obama tem pedido para os políticos do partido republicano esquecerem as diferenças e focarem no aumento do teto do endividamento do país. Ben Bernanke, presidente do Fed, o banco central americano, afirma que é preciso fazer de tudo para evitar que os EUA entrem em moratória. A nova presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse que não imagina o estrago que esse comportamento dos EUA pode causar.
No Brasil, as consequências serão gigantescas. A bolsa de valores já sente o mau humor dos investidores globais com os ativos de risco. A tensão diária dos principais índices mostra que a confiança na valorização das ações é baixa. Nesta quinta-feira 14, por exemplo, o Ibovespa fechou em queda de 1,63%, aos 59.679 pontos. Ao descer da linha limite dos 60 mil pontos, a bolsa entra naquilo que os analistas chamam de “terreno escorregadio”: as empresas têm fundamentos, como bons resultados financeiros, que permitiriam a valorização de suas ações, mas as forças econômicas vencem e provocam a desvalorização geral do mercado. É o temor de que o mergulho em forma de W fazia sentido e o mundo estaria iniciando seu caminho pela segundo perna da letra. Portanto, se você for um investidor de ações, fique muito atento às notícias dos EUA nos próximos dias. São elas que vão indicar o caminho a seguir com o seu dinheiro, principalmente se vale a pena mudar para a renda fixa.
As queimaduras no bolso dos investidores, que já está pegando fogo, podem se alastrar para toda a economia brasileira. Se o Congresso americano insistir em não ouvir os pedidos de Obama e Bernanke, o Brasil será um dos principais países a perder dinheiro com a crise dos EUA. De acordo com os dados do Tesouro Americano, o País é o quinto maior credor, com US$ 206,9 bilhões (R$ 351,7 bilhões) em títulos públicos do governo. Isso equivale a, aproximadamente, 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro ou mais de duas vezes o crescimento projetado para os próximos dois anos. Na crise mundial que começou em 2008, o mundo descobriu fórmulas para salvar as instituições financeiras, mas esqueceu de proteger os países de uma quebra em efeito dominó.
O que faz o mundo tremer, porém, é sentir que a proximidade de uma moratória americana está próxima. A divulgação de que a agência de classificação de risco Moody’s colocou a nota dos EUA em revisão significa que o altíssimo grau de confiabilidade no pagamento da dívida já não é mais o mesmo. A responsabilidade de Obama, dos Congressistas e dos principais agentes econômicos dos Estados Unidos é gigantesca. Eles podem apagar esse princípio de incêndio ou jogar gasolina na chama que já está se alastrando.
No meio da tarde desta quinta-feira, houve uma trégua do Congresso com o presidente Obama. Um acordo preliminar foi divulgado: a Casa Branca fará US$ 1,5 trilhão em cortes (que não foram especificados). "A Casa Branca deixou claro numa apresentação ontem que há cortes significativos, de US$ 1,5 trilhão, com os quais todos podem concordar", afirmou Jay Carney, porta-voz do governo. Ainda com pouca clareza sobre o que será feito para salvar a economia americana, as bolsas mundiais não alteraram seu rumo de queda. O Brasil fechou no vermelho, assim como a Europa – França (-1,1%), Alemanha (-0,73%) e Inglaterra (-1%) – e os EUA: Nasdaq (-1,22%), Dow Jones (-0,44%) e S&P 500 (-0,67%).

 

Erich von Däniken: "O mundo não acaba em 2012"

Colaboração Regina Maste

Uma vida atribulada à caça do desconhecido: Däniken ao completar 75 anos em 2010.
Uma vida atribulada à caça do desconhecido: Däniken ao completar 75 anos em 2010. (RDB)

O retorno prometido de extraterrestres em 23 de dezembro de 2012? O escritor e ufólogo suíço Erich von Däniken fala sobre esse outros mistérios em entrevista exclusiva à swissinfo.ch

E revela que, em breve, sua obra será filmada por Hollywood em uma trilogia em 3-D, com um ex-James Bond no papel principal.

Ao receber o jornalista da swissinfo.ch no JungfrauPark em Interlaken, nos Alpes bernenses, um parque temático inspirado no seu trabalho, Erich von Däniken dava uma palestra a um pequeno grupo de vinte pessoas, uma das suas atividades preferidas. Apesar dos 76 anos, ele ainda mostra um vigor excepcional e nem abdica dos cigarros. 

swissinfo.ch: Como célebre pesquisador de astronautas antigos, o senhor é conhecido mundialmente. Nessa idade, o que lhe motiva a continuar a trabalhar? 

Erich von Däniken: O que me impulsiona é a curiosidade. Pode ser que tenha escrito muitos livros e trazido bastantes indícios, mas não tenho ainda nenhuma prova objetiva disso. Nunca encontrei algum objeto originado de uma civilização extraterrestre, mas em algum lugar ele deve estar. Seria bonito se alguém - não precisa ser o Erich von Däniken - encontrar essa prova objetiva.

swissinfo.ch: Em uma antiga entrevista, o senhor declarou ter dois sonhos: encontrar uma cápsula do tempo e cruzar com um disco voador. Falta muito ainda?

E.v.D.: A cápsula do tempo seria a prova exata da existência de extraterrestres. Eu acredito que ela foi deixada há milhares de anos para guardar uma mensagem. E nós é que precisamos encontrá-la. Mas antes disso precisamos procurar e ter as questões: o que estamos procurando? Eu não estou só nessa procura: existem outros também.

Quanto aos Óvnis, nunca vi algum. Porém adoraria ter essa experiência que parece ter ocorrido com outras pessoas. Gostaria de me comunicar com eles e perguntá-los se já estiveram aqui no planeta milhares de anos atrás. Se outros conhecidos deles já vieram e por quê? Também gostaria de saber como começou o universo. Na astrofísica falamos do "Big Bang". Mas o que existia antes disso? Talvez os extraterrestres saibam a resposta e eu estaria satisfeito.

swissinfo.ch: Há dois anos o governo britânico divulgou seus arquivos secretos sobre Óvnis. O senhor já investigou esse material ou provas fornecidas por terceiros? 

E.v.D.: Não. O que eu recebo são quilos e quilos de fotocópias. E nelas encontro muitas vezes o carimbo "top secret" e também as indicações de quando e como. Eu leio as coisas mais malucas nessa área, dos quais muitas ocorreram há décadas. Porém o que é atual, continua sob sigilo.

Eu conheço muito bem o astronauta americano Ed Mitchell. Meses atrás, estávamos sentados juntos discutindo sobre Óvnis. Apesar dele nunca ter visto um, existe o famoso caso "Roswell" (clicar no link na coluna da direita). Trata-se de uma cidade no sul dos EUA, onde em 1947 teria caído um OVNI. Ed Mitchell, que vem dessa cidade, me contou que a história realmente ocorreu. O governo americano desmente oficialmente, declarando que foi a queda de um balão ou aparelho militar. Então eu fico entre os dois lados: quem posso acreditar? Minha tendência é acreditar no Mitchell, pois já encontrei outras pessoas também dessa cidade e que estavam por lá quando o fato ocorreu. 

swissinfo.ch: No mundo existem potentes sistemas de radiotelescópio como na Rússia, Austrália ou em Porto Rico. O senhor acredita que os governos responsáveis nunca teriam detectado sinais de extraterrestres? 

E.v.D.: Oficialmente não. A União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês) tem um subdepartamento intitulado SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence). Os sistemas de radiotelescópios estão ligados a ele e seu objetivo é identificar esses sinais. Oficialmente até hoje nada foi detectado, nem chiados ou coisa parecida. Mas essa história tem um ponto de interrogação: os pesquisadores do SETI decidiram entre si, o que é provado por um documento oficial, que qualquer um que estiver de serviço no observatório e escutar durante algo artificial, não pode ir ao público diretamente. A exigência é que, primeiramente, uma série de grêmios compostos por representantes do governo e até da religião discutam sobre o fato até decidir se o público deve ser comunicado ou não.

swissinfo.ch: Na palestra o senhor disse que precisamos nos preparar para o primeiro contato com extraterrestres e que isso não será, necessariamente, algo de positivo para a humanidade. Por quê? 

E.v.D.: Eu me ocupo de extraterrestres que já estiveram aqui há mais de mil anos. Na época eles eram prestativos. Eram como mestres, que ajudavam a humanidade. Mas quando os extraterrestres retornarem futuramente, não será possível inicialmente saber se serão os mesmos ou, sim, um grupo totalmente diferente. Mas acredito que, se uma civilização é tão adiantada na tecnologia a ponto de ser capaz de superar anos-luz, ela não será supostamente tão primitiva de utilizar métodos de faroeste e atirar contra outras formas inteligentes de vida. Não acredito que isso possa ocorrer, mas sim que serão prestativos. Porém esse contato será um choque para a humanidade.

swissinfo.ch: Pelo medo que causarão? 

Temos basicamente no planeta dois grupos de pessoas. Um é religioso e aprendeu que Deus fez tudo: universo, as plantas, os animais, etc. Mas o ápice da criação divina é o ser humano. Já o outro grupo é o lado científico: eles conhecem evolução, as mutações e a seleção. Mas no ápice da espiral evolutiva está o ser humano. Nos dois casos somos os maiores, as melhores coisas que possam existir no universo. De alguma forma não queremos os extraterrestres, pois eles estariam além de nós. É um problema psicológico. Se, de fato, eles vierem, será um choque para a ciência e a religião.

swissinfo.ch: Erich von Däniken se declara crente e até que reza todas as noites. Não é uma contradição para um ufólogo? 

E.v.D.: Estou convencido que, há mais de mil anos, extraterrestres estiveram no nosso planeta. Agora é preciso fazer a seguinte pergunta: de onde eles vieram? Alguns dizem que foi de outro sistema solar, mas que antes teriam viajado de outro lugar. Essa pergunta repete-se infinitamente nos últimos milhões de anos. Em algum momento chegamos ao fim dessa corrente e temos de ser mais humildes: aqui está a criação, aqui está Deus. Eu nunca perdi meu Deus. Eu sou uma das poucas pessoas que, até hoje, é extremamente crente e que ainda reza à noite. Não mais como antes. Antes rezava para a Mãe Maria. Hoje rezo para esse grandioso espírito da criação, para o que não conseguimos compreender e analisar. Mas a nossa compreensão nos diz que no início está Deus. Isso a gente não perde ao se ocupar com extraterrestres.

swissinfo.ch: Segundo sua obra, o próximo encontro com os extraterrestres seria em 23 de dezembro de 2012. Isso é verdade?

E.v.D.: Os Maias nos deram uma data: 23 de dezembro de 2012. Além disso, existem os livros maias de Chilam Balam escritos no século 18. Também existem as ruínas maias como Tortuguero, no México. Lá se veem as ruínas de uma pirâmide e, na base, uma inscrição lapidada na pedra. E ao ser decifrada pelos especialistas, ela revela que Bolon Yokte, um deus maia responsável pela criação do planeta, irá descer um dia do céu. Mais embaixo se vê uma data em hieróglifos maias, também decifrada pelos especialistas. Ela dá o dia de 23 de dezembro de 2012.

Assim temos, de fato, nos maias uma data e um nome, que também podem ser encontrados em outros documentos do passado como no Primeiro Livro de Enoque. Mas é preciso dizer que essa data não é correta, pois calculamos de forma errada. A base é o nosso calendário cristão, mas nem os novos cristãos sabiam exatamente quando Jesus nasceu. O que posso dizer é que eles virão, já diziam nossos antepassados. 

swissinfo.ch: O senhor assistiu o filme 2012, do diretor alemão Roland Emmerich?

E.v.D.: Achei fantástico o filme, sobretudo pelos seus efeitos especiais. Mas pelo conteúdo trata-se de um monte de besteira. Nos maias não existe em lugar nenhum que o mundo vai acabar no ano de 2012. O que existe é que os deuses irão retornar nesse ano.

swissinfo.ch: É verdade que um dos seus mais conhecido livros - "Eram os Deuses Astronautas?" - será filmado em uma trilogia em 3-D em Hollywood? 

E.v.D.: Não se trata do meu primeiro livro (n.r.: lançado em 1968), mas dos temas de Erich von Däniken. O planejado é inicialmente filmar um livro e lançá-lo na primavera de 2013. É um projeto que deve custar 200 milhões de dólares. O ator principal será o Roger Moore (n.r.: ex-James Bond), que encontrei há pouco em Mônaco. Eu até já li o roteiro do filme, mas ressalta que não será um documentário, mas sim um filme de fantasia. Mas ele será tão bem feito, que aqueles que estiveram no nosso planeta há mil anos estarão presentes e também o que estará à caça deles. Será uma história bem excitante, que deve terminar como uma mensagem de paz: não estamos sozinhos no universo e não temos mais razão para brigar. No passado as pessoas sempre fizeram guerras por questões religiosas ou nacionalistas, sempre por questões de teimosia. Frente à presença de extraterrestres, precisamos compreender no planeta que todos somos seres humanos, seja preto ou branco, católicos ou muçulmanos. E agora chega algo de novo sobre nós, algo que vem de fora.
 
Alexander Thoele, swissinfo.ch
http://www.swissinfo.ch/por/cultura/Erich_von_Daeniken:_O_mundo_nao_acaba_em_2012.html?cid=30620348

Existência Consciênte: Energia Livre

Esta palestra completa que o leitor também encontrará no blog Existência Consciênte é sem dúvida muito interessante.Não deixaria de postá-lo aqui e aproveitando a mesma linha de raciocínio, não deixem de visitar e indicar a quem você conhece, o blog Existência Consciênte.

Um trabalho que estou desenvolvendo com Regina Maste, então não percam a infinidade de matérias, vídeos e muito mais no endereço http://existenciaconsciente.blogspot.com e participem.

 

ENERGIA LIVRE, CONSCIENCIA E CONSPIRAÇÃO (completo)

África se divide lentamente. E imprensa não lhe diz. primeiramente

Olá leitores.
Boa semana a todos.
Quero primeiramente informá-los que este blog tem por missão de informá-los sobre as mais diversas reportagens, não optando por esta ou aquela matéria.Pois se aquela matéria é de uma determinada vertente política ou religiosa, ela não estará aqui.
Pelo contrário, qualquer assunto que agreguem conhecimento, mesmo que lhes pareçam absurdas, elas terão seu espaço aqui.
Para que possamos crescer como cidadãos pensantes, temos que aceitar discutir os temas de maneira civilizada, sem ofender pessoas e também analisar aquilo que elas acreditam.
Por exemplo: A matéria abaixo que compartilho com vocês, não quer dizer que o autor do blog Um Novo Despertar, seja adepto dela, mas compreendo o ponto de vista dos mesmos, pois o que nos possa parecer cômico, absurdo, pode ser tão sério quanto o que achamos ser sério. E se de fato o que acreditamos for um engodo? Uma suposição apenas,.Eu não me atenho em raciocinar apenas no que nos foi passado, mas as possibilidades são muitas.
Por isso mesmo assim, respeito o que as pessoas acreditam. Se uma pessoa me disser que uma vaca branca lhe faz sentir bem, eu jamais vou recriminá-la por isso. Pois o importante é que ela se sinta bem com o que acredita.
Muitas vêzes o que é bom para você, não é bom para quem está mais próximo de você  e assim vice-versa .
Enfim, para que não hajam dúvidas sobre a orientação do blog, não há orientação por ideologia ou crença, há liberdade de informação.
Temas tanto da Igreja Católica, Batista, Islâmica, Judáica, Espirita, Motivacional, NOM, Ufos, ciência e tecnologia, saúde, noticias de mídias diversas ( estas mesmo sendo controladas ) não deixarei de me informar e informá-los por ser contra as mesmas.
Todavia temos que saber analisar tudo o que nos chega de informação e ficará a critério de cada um ser recepitivo ou não ao que lê.
Um forte abraço a todos.
Daniel Lucas


África é dividida
por vulcões
Matéria enviada por Paula, colaboradora do blog.

O continente africano, principalmente na região da Etiópia, passando pela Somália em direção a Moçambique, está sendo dividido devido à intensa atividade de vulcões intra-oceânicos que entraram em erupção. Naquela região formou-se uma fenda de vários metros que começou a dividir a África em duas partes, com a água do oceano entrando no continenteonde antes era deserto.
Ocorre que esta informação ainda não fodivulgada pela mídia brasileira, sendo localizada em um cantinho no site do jornal alemão Spiegal Internacional Online (http://www.spiegel.de) no dia primeiro de fevereiro,comprovando que o planeta Terra está passando por intensas
modificações que já atingem a geografia africana e, com certeza, outros continentes também serão afetados em breve.
Há mais de dez anos que o pesquisador e ufólogo Urandir Fernandes de Oliveira
vem realizando seminários e palestras alertando a população sobre este
problema cíclico que agora já é impossívenão ser percebido. Apesar de perseguidoUrandir não deu importância às críticas e seguiu em frente, montando uma equipe que continua na difícil tarefa de alertar às pessoas sobre as modificações cíclicas que estão ocorrendo na Terra, preparando um
local que possa abrigar pessoas e também em vias de inaugurar um observatório conhecido como Centro Tecnológico
Zigurats – CTZ, no município de Corguinho (MS) capaz de prever com antecedência fenômenos climáticos, visando atuar preventivamente, para que pessoas não sejam prejudicadas pelo desconhecimento da informação. No caso do continente africano,conforme informou o site Spiegal On-line, as
fissuras começaram a aparecer anos atrás.Mas nos últimos meses, acelerou a atividade sísmica no nordeste da África, com o continente se dividindo em câmara lenta. Os investigadores dizem que a lava na região é consistente como o magma, normalmente visto no fundo do mar e que a água acabará
por cobrir o deserto. A mídia parece dar pouca atenção a estes fatos, a não ser aqueles pontuais que são impossíveis de negarMesmo assim, as informações que chegam para a grande massa são poucas e
incompletas. No Brasil, existe um grupo de pesquisadores que se preocupa muito e alerta sobre os fenômenos climáticos e
solares que atingem a Terra. Este grupo (www.projetoportal.org.br), liderados pelo pesquisador e ufólogo Urandir Fernandes de Oliveira, há muito vem falando sobre estes eventos climáticos que atingem o planeta de
forma cíclica.
Fonte: Projeto Portal e Jornal do Bilu.

Último aviso antes do colápso da Eurolândia ( Atualizado )


Surgem advertências em todo o mundo sobre o colapso da zona euro. O assunto é abordado abertamente, finalmente, nos meios de comunicação de massa. Está se tornando cada vez mais claro que os planos de resgate são uma ilusão. Eles são matematicamente impossíveis. – O barco salva-vidas tem uma capacidade limitada. Se toda a gente quiser evitar o afogamento, o naufrágio total é garantido. O Euro irá afundar-se? E com o euro, todo o sistema financeiro mundial?
Michaela Hein para news 26
Não realmente surpreendente mas tardio, o tema do “colapso do Euro” encontra agora seu lugar na grande mídia em muitos países europeus, à excepção da França! o que news26 sugere à mais de um ano é tratado hoje no jornal mainstream alemão “Die Welt” sob o título:.”Os investidores preparam-se para o colapso da zona euro”. Após uma profunda pesquisa, não existem artigos nessa direção publicados na mídia francesa. Como de costume, tentam não assustar a população, escondendo a verdade e privando-a da oportunidade de se preparar para o pior …
NOTA PF: em Portugal acontece o mesmo…
No entanto, falar sobre o colapso da zona euro já não é tabu em outros países. Os analistas aconselham os seus clientes a prepararem-se para um cenário de terror. Alguns investidores, aparentemente, já apostam no colapso da zona euro. “O gatilho é a Itália”, escreveu Credit Suisse a seus clientes . Além disso, os japoneses da Mitsubishi UFJ Securities aconselharam a seus clientes a se preparar para esta eventualidade. O tabu de não ter de falar sobre isso está desmoronando…News-26
Últimas do dia:
Resumo da situação:
A Itália está à rasca e a fazer de tudo para evitar que as taxas de juros expludam, se isso acontecer nada poderá para-las. Também sabemos que os planos de resgate são ilusório e são matematicamente impossíveis, mas mesmo assim, o fundo Europeu já avisou que não conseguirá resgatar a Itália.
O ouro atingiu hoje, mais uma vez, níveis históricos,… Este é o momento para concluir os preparativos … os mais optimistas dizem que o Euro ainda aguentará até à primavera de 2012, muitos especulam para o outono 2011 … Não se deixe enganar, a situação na zona euro já não é controlável, os bancos podem fechar a qualquer momento. Talvez o sistema aguente até 2012, ou,… talvez não.
FontesNews-26ExpressoA Bola
FONTE-PROVAFINAL

E enquanto isso no país do Tio Patinhas....

Negociação sobre teto da dívida dos EUA continua estagnada no Congresso


As negociações capitaneadas pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, entre republicanos e democratas continuam estagnadas. O acordo pretende estabelecer um plano de redução do déficit nos Estados Unidos que permita elevar o limite de endividamento. Todos os esforços para votar a ampliação deste limite se explicam pela possibilidade do país declarar moratória se as novas medidas não forem implementadas. De acordo com o Tesouro dos EUA, o país não terá condições de pagar suas dívidas nas próximas duas semanas.
As divergências giram em torno de aumento de impostos e redução de gastos sociais. O presidente e os democratas querem aprovar um pacote de medidas fiscais que inclui taxar as grandes fortunas, medida inadmissível para os republicanos, defensores unicamente do corte de gastos sociais.
“Se vamos pedir aos idosos, aos estudantes, às famílias de classe média que se sacrifiquem, temos de pedir às corporações e aos americanos mais ricos que compartilhem desse sacrifício”, considerou Obama, em recado direto aos republicanos e sua resistência em aumentar os impostos para os mais ricos.
A proposta republicana, que deve ser apresentada no Congresso na próxima terça-feira (19), inclui US$ 2,5 trilhões em cortes de gastos, congelamento dos gastos governamentais em uma porcentagem determinada pelo PIB e uma emenda sobre o equilíbrio do orçamento – sem qualquer menção a aumentos de impostos.
“Precisamos de um enfoque equilibrado, com sacrifícios compartilhados e a disposição para tomar decisões impopulares”, afirmou Obama.
Os republicanos, maioria na Câmara de Representantes, se opõem a qualquer carga impositiva com o argumento que afetaria uma recuperação econômica ainda muito fragilizada. “A solução para as crises da despesa não são os aumentos de impostos”, disse o senador republicano de Utah, Orrin Hatch.
O presidente Obama e os democratas já cederam e se mostram favoráveis a cortar parte do orçamento destinado aos programas sociais e de saúde, mas exigem que o acordo inclua uma alta de impostos para equilibrar o orçamento com ingressos fiscais.
Com informações da Opera Mundi e agências


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